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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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domingo, 2 de agosto de 2026

Chatice e diário: a inveja conservadora

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




2 de agosto de 2026. A chatice diária das alminhas conservadoras brasileiras e bem mesquinha, é a inveja que elas têm dos veados foderem e elas não. Pobrezinhos deles, dos veados, estão em uma situação absolutamente nefasta, chafurdando no cocô da inversão, fodem, pobres deles, com o cu, mas os conservadores deste país sentem inveja deles. Os conservadores gloriosamente quando raramente fodem o fazem pelas vias normais quando suas mulheres consentem em não fingir dor de cabeça para dar-lhes suas bucetas para aquele macho alfa alcoólatra, drogado, com chulé, barba por fazer, barriga de chopp, para implantar em seus úteros, túmulos, seus filhos que serão abortados in limine pelo contraceptivo que elas tomam até acabarem merecidamente gordas.




É longo o caminho do homem rumo à sabedoria, enquanto isso tropeça-se nas ruas do Brasil com lixos humanos estagnados no pântano da ignorância auto-satisfeita e invejosa. Ora, assim um pobre diário registra o pecado contra o Espírito Santo que é a inveja do horror normal e recomendável ao homossexualismo misturado muito mais à inveja de um Brasil maldito que sempre foi católico de IBGE, sem moral nenhuma para falar dos outros, uma republiqueta de apedeutas orgulhosos telespectadores de novelas de merda da TV Globo com seus pecados inconfessáveis de quem não raro macho alfa relaciona-se carnalmente nas ruas com suas trinta pretas putas, os seus veadinhos, com os travestis e com as falsas mulheres trans.

sábado, 1 de agosto de 2026

Diário, meu diário: descaso, miséria, sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





1° de agosto de 2026. Georges Bernanos adiantou a podridão do conciliábulo Vaticano II em sua literatura chamando de miseráveis os que se dizem cristãos como os malditos brasileiros dizem-se cristãos, católicos de IBGE, sentimentalóides sem fé alguma como o próprio antipapa Wojtyla reconheceu, mas nada fez para combatê-lo. Eles vão do descaso, a indiferença que confunde-se com a miséria sem qualquer peso, perda, renúncia de monta, ante a pérola de raro valor que é o Reino do Céu, até um dia chegar ao despertar sedevacante. Há idiotas como o tal Gabriel Sapucaia, por causa de mulher e dinheiro de venda de livrinhos em feira com o ingrediente do delírio persecutório gnóstico, que depois da luz sedevacante, que é o outro nome hoje do cristianismo, como o cão retorna ao vômito começando pela resistência até ir hoje para o continuísmo como se o Vaticano II não tivesse sido o ano um da revolução, 1789 no cristianismo católico.




Nos últimos dias eu passei por algo assim do descaso e miséria, tão próprio do capitalismo onde não se sabe o custo para um dia colher um maço de cheiro-verde já compra-se-o em um maço no supermercado da esquina, mas pelo menos nas últimas horas algo da língua de fogo do Espírito Santo acendeu-se em mim. Diariamente eu tenho o costume de ir às igrejas católicas da minha cidade para rezar diante de seus sacrários, diante de imagens de madonas santíssimas e de São José. Consta que nos sacrários só há pão ázimo, pois sabe-se que as validade das ordenações cessaram na seita conciliar dado Montini ter adulterado a fórmula consecratória episcopal no ano de 1968. Que lástima esta horda desde Montini ter tomado os prédios públicos da Igreja Católica e nós, católicos, sermos mau-vindos dentro de nossa própria casa.




Eu ainda estou tentando cumprir o preceito dominical na Roma modernista, vai lá que algum sacramento é válido. Vai lá que Deus até dobra o meu joelho se eu entrando em uma igreja católica modernista eu não me ajoelhar ao negar a validade do sacramento ali no sacrário. O demônio é capaz dessa proeza, também, cuidado! Meu Deus, diário, meu diário, aqui escrevo em ti, que covardia, boiolice minha de não dar logo o passo da fé, o passo de sedevacantismo. Mas, pelo menos o meu dízimo e a minha oferta eu venho dando para um lugar seguro desde o mês passado de julho de 2026 para o sedevacante Seminário São José de Dom Rodrigo da Silva.

Este meu diário: penitência diária

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ainda o dia 31 de julho de 2026. Eu escrevia no YouTube para o Conde Chupeteux de la Queimaruesca, desde mais ou menos os dias anteriores, para ele fazer espocar de rir os urubus do Ver-o-Peso com ele contando as suas fraquezas, pecados, em um catolicismo cultural, pressupondo-se que ele fosse um católico de verdade, mas não é católico praticante, é católico de IBGE, alguém como o Chupeteux que não é sedevacante ou pelo menos já disse solenes merdas sobre essa posição teológica irrefutável. Ele que sem ter a mínima ideia palpitou a favor da nouvelle theologie. Ele só fará sentir sono os urubus do Ver-o-Peso, o bandidinho que no seu vazio, aridez, só diz umas frases curtíssimas quando questionado, semelhante ao psicopata Samuel Câmara. Os urubus ficarão até com medo e levantão vôo para a lama mais limpinha da doca da Baía do Guajará na pedra do peixe da grande feira. 




O Chupeteux ficou putinho comigo lá no YouTube, imputou sintomas de doença mental em mim, disse que eu o ofendi gratuitamente, mas eu só falei do que sei dele nestes desolados dezenove anos que o conheço e só nos vimos umas duas vezes presencialmente,  ele nunca foi meu amigo, nunca deu um único centavo furado para eu comprar os meus medicamentos psicotrópicos. Assim ele não pode esperar muita indulgência, ele vai se foder, se Deus quiser. Ele que disse que não é para o homem de direita ser sempre honesto, nada de excesso de Deus e de santidade dizem bandidos semelhantes ao Chupeteux como o padreco aggiornato desequilibrado e histérico Favo de Mel (Fábio de Melo) e Samuel Câmara. Nada disso! Para o Chupeteux e os mencionados filhos da puta o homem de direita, e o cristão, respectivamente, devem dar lugar ao Diabo, traduzo eu. O Chupeteux disse no passado que eu sou um tarado por gostar de ser sodomizado, ok, mas e o falecido Luiz Fernando Vaz, amigo chegado dele que gostava do mesmo esporte? O Chupeteux seria viuvinha do Vaz? Eles relacionaram-se carnalmente?



Enfim, eis aqui o meu diário para uma penitência diária o que pode render uma comédia de excelente qualidade. No caso foi "penitenciado" o Chupeteux,  espero que ele tenha sentido o cacete virtual por meio do YouTube na costa dele, ele merece. Os urubus se divertem!

sexta-feira, 31 de julho de 2026

O Diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Dia 31 de julho de 2026. Eu sou um dos homens mais boiolas, veados que eu já conheci. É impressionante. Hoje quase que eu ia na Paróquia Santíssima Trindade para pagar o dízimo, sendo que o dízimo eu já paguei para outro lugar que é de fato católico, que merece e precisa, um seminário sedevacante que não é do catolicismo mainstream financiado pelos Estados nacionais e regionais do mundo, os quais só o fazem porque os falsos papas dos últimos sessenta e oito anos passados acomodaram-se ao mundinho mundano, o mundo moderno cético, nominalista, protestante. Algo bem mundano que alimenta a mornidão segundo vaticanista, da Roma modernista herética. Quase que a minha covardia, boiolice leva-me a eu deixar de comprar os meus cigarros deliciosos, maços de Marlboro para alimentar o mal. Lá na Trindade, onde aliás eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro de 1978, o que é lamentável, eu, católico de todo o meu coração, apesar de minhas fraquezas, eu não sou bem-vindo. Lá onde aquele suposto pároco Vladian Alves fez cara feia quando soube que eu era dizimista e ainda xingou-me de feio. Ou seja, é um lugar que não precisa de minha parca ajuda.



O conde do estábulo


Há dias eu digo para o tal falso Conde Chupeteux de la Queimaruesca, como o gloriosíssimo mestre gnóstico filosófico Olavo de Carvalho chamava o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), para ele quem sabe fazer espocar de rir os urubus do Ver-o-Peso aqui na nossa cidade de Belém do Pará através dele sendo um católico cultural, se é que ele consegue ser católico de fato fazendo boas confissões sacramentais aos padres aqui na capital, contando a vida dele pessoal, sendo um confessante humilde e por isso com um bom humor de extrema qualidade, para um feirante do Ver-o-Peso, a maior feira da América Latrina que fica na minha cidade natal e onde eu vivo a vida inteira. Quem sabe ele, o tal falso Conde de internet, esteja muito fraco desejando pernocas sem pêlos de fêmeas, o que ele é melhor do que eu com tendência boiola desejando pernas cabeludas de machos, a castidade dele está pouca e ele sem conseguir ser pelo menos o canalha honesto de Nelson Rodrigues, ele não aguentaria o tédio profundo dos urubus do Ver-o-Peso ou o riso alto e sem fim dos abutres da feira o que macularia o esperado mau humor dos orgulhosos com seus pecados inconfessáveis. Um de tais pecados do falso Conde é ele não ser sedevacante diante do caos que está a grei de Jesus Cristo desde que o pastor, Pio XII, foi ferido de morte, e o que se vê é a dispersão de nós, as ovelhas, desde o ano de 1958. Só o sedevacantismo dá conta de dar uma ordem na causa de Jesus Cristo, para aí, sim, o falso condestável de internet poder falar mal dos protestantes, mas desde que não seja, outro pecado dele, na apologética católica falsária, panfletária de internet.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Diário, o fático pessoal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ontem, dia 29 de julho e talvez desde o dia 27 ou 28 do mesmo julho deste ano de 2026 eu venho defendendo desde o canal no YouTube daquela beata de paróquia com amor platônico pelo padre defensora por palpitagem da seita conciliar, o tal Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cheio de pecados inconfessáveis ele até ficou putinho contra mim, uma vida confessante a quem se diga católico apostólico romano, o qual por dever estrito deve ser confessante ao padre no confessionário, mas também eu defendo por habilidade e costume confessante católico que se confesse até para o feirante fortuito do Ver-o-Peso, que é a maior feira ao ar livre da América Latrina, o continente puñetero, na minha cidade natal de Belém do Pará. Quem sabe assim a "puñetagem", a maldição, diminua com um momento de veracidade onde toda a vaidade vai embora, o demônio é expulso, e tudo não fica só vazio, vanitas vanitatum et omnia vanitas est.




Santo Agostinho, o rector e grande santo católico escreveu as suas confissões, cabe ao católico digno desse nome, não brasileiro trapaceiro, malandro, fazer o mesmo no confessionário, sobretudo pelo menos uma vez ao ano na época da Páscoa, e na Internet, no Ver-o-Peso e mundo afora. A vida de tal pessoa pode até dar uma novela na TV Globo e passada aqui na capital paraense não só no Rio de Janeiro e São Paulo como se tudo no Brasil só acontecesse nesses Estados brasileiros aqui no Brasil.




Então, coragem, humildade e por amor à verdade, digamos, nós, católicos apostólicos romanos, TODA a verdade e mais um pouco. Postagens fortuitos em um blog ou site cheias de verdade doa a quem doer, com coragem e humildade exorcista afastando o espírito do orgulho ou um diário como fático pessoal também exorcista pode ajudar ainda mais se for publicado como este meu aqui em meu blog.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Escrita diária

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




28 de julho de 2026. Cometi o outrora chamado pecado nefando depois de mais de um mês. Relacionei-me carnalmente com um homem sendo eu mesmo homem. Sexo, uma trepada é só isto: sexo, trepada, é a união, no caso gay por vias escusas, de duas criaturas, o objetivo final do homem é a união com o Criador, é a unio mística, é a unidade com a realidade infinita não limitada à finitude cognitiva, com potência limitada, limitada fisicamente das criaturas não raro acovardadas, subornadas pelo período histórico em que estão inseridas, o corpo é índice histórico:  apodrecerá ainda vivo pela velhice e depois da morte, apodrecimento material que Deus não permite aos seus santos muito predestinados. 



Satana in excelsis

Satanás voltou ao céu. Mesmo que com a aparência hipócrita de uma conduta cristã, confundida não rara a mais mesquinha covardia ao amor e à compaixão junto com o arbítrio linguístico do politicamente correto, de forma mais externa pelo exposto eis Satanás no céu novamente, bem no alto, internamente eis Satanás no alto no liberalismo que é a ideologia que sequestro a liberdade pela licença para qualquer loucura e não para a busca de umbem garantida pelo Estado ateu.



Eu, o primeiro dos pecadores

Eu sou marcado pela covardia. Sou veadésimo. Os covardes serão os primeiros a irem para o inferno, diz o livro do Apocalipse. O que será de mim diante de Jesus Cristo se eu na prática não romper com a Roma modernista e neoprotestante, participar de missas una cum Prevost, reconhecendo a arquievidência da vacância da Sé Apostólica, aliás, eu já até pago o dízimo e oferto para uma instituição sedevacante, o Seminário São José?

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Deus, meu Deus. Diário, meu diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Deus, meu Deus. Diário meu diário. Aquele incapaz, inválido para o trabalho, por mais nojento que seja quem seja veado, o praticante de atos homossexuais, pérfido como os judeus que nunca querem se converter. O inválido que mora no meu prédio é invejoso, calou fundo nele, eu vi na cara imunda dele, eu chamá-lo de invejoso e com toda a educação, delicadeza fruto da minha baixeza que é a minha covardia ou extrema educação.



Deus, meu Deus. Madona Santíssima, que a Vossa maternidade divina atraia-me para a proteção de Vosso manto sagrado e eu tenha bastante fé para vencer este mundo ocidental com sua episteme judeu-cristã como costume e estampa, mas sem fé, oscilando entre a hipocrisia e o moralismo histérico, violento dos que nunca querem se converter.

Querido diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Querido diário, lá vai mais de minha pena sobre ti.





Aquele incapaz, aposentado por ser um doido furioso, segundo ele mesmo admitiu para mim fumando maconha para ficar mais doido ainda, que mora no meu prédio, ele há de ver,  Deus permita, a minha fé que sustenta a esperança e dá frutos de caridade e não fingimento para parecer bonzinho na sociedade, ele há de sentir o quanto ele tem apenas inveja dos veados transantes em sua alma podre com seus ossos secos de quem morreu e secou, porque nunca mais confessou os seus pecados a um padre ou nunca soube o que é o sacramento da confissão.



Obrigado pelo espaço, querido diário. Sobretudo, obrigado a Ti, ó Deus meu SENHOR, pois é só para Ti que eu escrevo.

domingo, 26 de julho de 2026

Breve rascunho de um diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Brasileiro não é de nada. É um povo chinelão, omisso, servil, covarde, amorfo. Brasileiro não suporta os grandes abismos de sofrimento dizia mais ou menos assim o dramaturgo Nelson Rodrigues. Eu, como brasileiro, não fujo à regra maldita deste continente puñetero, América Latrina, onde aliás fica o Brasil, diz que o maior país católico do mundo hoje ficando o maior país ex-católico do mundo. Eu arrogando-me publicamente um sedevacante desde este mês de julho de 2026, dei-me conta que há muito sou praticamente um sedevacante, quando houve as sagrações episcopais na Fraternidade Sacerdotal São Pio X, a seita de Dom Marcel Lefebvre, seita passapanista dos erros da seita conciliar. Bom, apesar de assumindo-me sedevacante, eu, brasileiro, chinelão, tenho ido todos os dias nas igrejas católicas de minha cidade de Belém do Pará, tomadas há décadas pela horda modernista, tenho ido nelas para rezar, passo à frente delas nas ruas, mormente no Largo da Trindade na igrejinha da Santíssima Trindade onde eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro de 1978, e benzo-me. Ontem fui à Missa no rito protestantizado de Montini na Capela Nossa Senhora de Lourdes. Enfim, será que aqueles sacramentos são válidos? Será que eu não estou sendo desrespeitoso de não ajoelhar-me diante daquelas hóstias no sacrários infiltrados pela horda desde o Vaticano? Enfim, será que o rito de Montini, Paulo VI, não será válido dada a validade por talvez válidos bispos sagrados pelo duvidoso sacramento da ordem modificado por Montini? Os meus colegas sedevacantes asseveram que a fórmula consecratória episcopal foi gravemente mutilada e assim invalidada. Bom, este aqui é o tal maior país católico do mundo, mas aqui o catolicismo pesa menos do que o fingimento, a trapaça, o excesso de Carnaval e cachaça junto com pouca oração, o jeitinho, junto com o ser chinelão, Zé Mané na ralé de povo e na elite que é ralé, cética, socialistinha, indiferente religiosa.




Outra coisa que eu gostaria de destacar neste breve rascunho de um diário é que eu conversava com um idiota completo qualquer, ele que é bolsonarista, é que eu dizia-lhe que ele tem inveja dos veados, dos boiolas, eu hoje digo-me um ex-boiola, digo que estou macho, macho, machochô. Bom, ele teria inveja, na minha opinião, porque ele vê os veados com pênis na mão empunhando-o como um troféu e como recheio em seus rabos, preenchendo-os, e eles só com o vazio, a vacuidade do buraco vaginal tendo que eles darem-se ao trabalho preenchê-los, dando-se o trabalho de comê-lo, comer o nada, pois mulher é passiva. A inveja, ressentimento de direita é conforme o comum ressentimento bolsonarista e bolsonarista diz-se ser cristão, mas é só falsidade pois são heréticos evanjegues protestantes e o restolho que sobra é só estampa cristã, é fingimento. Os caras não podiam tocar uma punheta no banheiro, os seus pais não permitiam-lhes, restou a eles a mágoa de verem os veados dando o cu, o que é muito mais e pior diga-se en passant, então, dá-lhes a dor de cotovelo e de verde-e-amarelo que os acomete, eu dizia isso tudo para o mais completo retardado mental que ainda vai acabar virando evanjegue protestante.




Também tem um incapaz, um doidinho de bairro, doido clínico literal que pelo comportamento está querendo voltar pela enésima vez ao manicômio, quem sabe até agora de vez para o manicômio judiciário junto com o psicopata Samuel Câmara. Ele reside no meu prédio e odeia-me, ele odeia veados, apesar de conversar com eles e já ter proposto comer-me. Ele, é bom lembrar, é o único da anormalidade que é a minha vizinhança individualista autista, que já convidou-me para ir à casa dele, eu fui. Ele está angustiando-me. O filho da puta já xingou-me de veado na rua em vezes que eu tropecei com o filho da puta na rua, o incapaz, aposentado por ser doido. Já disse que ele tem inveja dos gays e isso calou fundo no demente. Desconfio que ele está sabendo de um porre homérico que eu tomei quando eu cheguei até a tirar a roupa, isso já aconteceu comigo em outros porres. Ele quis chutar-me na bunda uma vez próxima passada, porque na calçada do prédio, mas na calada da madrugada eu relacionei-me carnalmente com um mendigo. Enfim, o maldito vizinho está dando-me uma dor de cabeça, mas veremos quem sentirá mais dor de cabeça se eu ou ele, visto que eu julgo ter muita fé ao ponto do indefectível sedevacantismo e ele é um qualquer brasileiro, católico de IBGE que há anos não sabe o que é uma confissão. O cristianismo que é em si uma pedra, uma dor de cabeça aos incrédulos e é a histeria, é a ira impotente aos moralistas de cueca invejosos, ressentidos, porque não fodem tanto quanto gostariam enquanto os veados fodem mais que eles e fodem melhor com um troféu roliço de carne em mãos não acabando como doido da pracinha aposentado com um buraco cabeludo, um vazio cabeludo.

sábado, 14 de março de 2026

Carta fictícia ao Brasil | Vá tomar no teu cu, Brasil!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Vá tomar no teu cu, Brasil! Eu não tenho culpa de tua situação de riso histérico de nervoso até aos teus acessos de fúria homofóbica e transfóbica diante da decadência brasileira e do mundo causada por essas coisas e outras doidas, pois sempre fostes relapso quanto a um de teus alicerces, junto com a língua pátria e não gostas de ler, que é a religião verdadeira, a única verdadeira de todo este mundinho maldito, que é a católica apostólica romana. Sempre foste católico não praticante, o que é patético, tu não mereces uma só lágrima, pois é muita cachaça e pouca oração já diria até jocosamente o Santíssimo Francisco.






Eu sou - Deus sempre permita e me guarde - um católico apostólico romano realmente praticante, de coração com castidade e tudo, ai de mim, Deus permita-me casto, puro em angelitude. Eu apenas brinco contigo que sou gay e eu sou mesmo mas com bom humor mesmo na minha dor, tu brincas comigo com teu riso não raro de nervoso, apavorado oscilando à tua fúria de gente que além de ser apedeuta nunca mais ou nunca soube o que é se confessar a um padre.




Então, Brasil, vá tomar no teu respectivo cu verde-e-amarelo papamaco, mistura de símio (macaquito) com papagaio, e não me encha o saco, realmente não devo nada a ti! Eu sigo rezando o meu Santo Rosário.

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Presente de aniversário (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Quando a alma é grande
Sinceridade
Bom humor
Riso alto e gostoso
Verdade.


Verdade
Presente de aniversário 
E dos desaniversários 
Alimenta-te dela
Bíblia Sagrada, Eucaristia.


Mesmo da verdade distante
"Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena"
Se ri das próprias misérias.

sábado, 30 de agosto de 2025

A palavra viado morde (poesia)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


A cara nenhum pouco paulina
Do meu espinho na carne apresentar
Mesmo reconhecendo - as vezes - o meu sexual erro
É dizer-me viado e a cara a tapa dar
São Paulo Apóstolo quis ser neste mundo grande?
Se foi o dele o meu espinho na carne?
Disse o Senhor o menor aqui é o maior além.



A palavra viado morde
A opinião corrente o sincero remorde
Das palavras aos atos vai uma distância
Do Pai o que é dele os arrebata ninguém com petulância.
A ovelha sui generis 
Ainda é ovelha
A inversão está só na mente
À sombra do Egito e Sodoma
Pior é a Carfarnaum, Corazim, Betsaida dos fariseus é a sorte daquele que mente.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

José Bento e eu

Autoria: João Emiliano Martins Neto


José Bento e sua amante Kika


Entre José Bento e eu, ele, personagem da novela Renascer em refilmagem e eu há a semelhança de que somos preguiçosos, vagabundos. Pelo menos eu acho que tenho o álibi da minha doença mental gravíssima que é o transtorno bipolar talvez misturada à esquizofrenia, ele sempre teve saúde na vida. É meio que um milagre para mim assumir minhas fraquezas seja afetivo-sexuais na questão da homossexualidade, seja com relação à minha preguicite, ociosidade. Quando o rei está nu, quando Adão e Eva - aí pode entrar no mito hebraico-cristão da criação a minha filosofia do espiritualismo histórico e dialético ainda em construção - dão-se conta de sua nudez, escondem-se ante a autoridade divina que pode ser personificada por alguém aparentemente com mais moral e méritos congruentes, mas, sempre resta as folhas de parreira da cultura para cobrir a nudez com um senso de humor que seja.


Pelo menos eu dou um primeiro passo no rumo da virtude, no caso a virtude da diligência do trabalho, buscando os sacramentos, isto é, buscando o reino de Deus e a sua justiça, aí pode entrar novamente a minha filosofia espiritual na história e na dialética, José Bento tem a sua amante Kika e parece não ser nada religioso como a mãe Maria Santa que era devota da Virgem Maria. Que Deus me conserve em dar sempre o primeiro passo e o resto virá por acréscimo prometeu o Senhor Jesus Cristo.

terça-feira, 25 de julho de 2023

Rancor e falta de fé

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Rancor e falta de fé andam juntos. Jesus Cristo em uma passagem evangélica diz que se o teu irmão pecar contra ti sete vezes durante o dia e sete vezes durante o dia vier te pedir perdão, perdoa-o. Diante de tal ensinamento do Senhor e a fraqueza da fé enfraquecida provavelmente na mente dos apóstolos pelo rancor, eles pediram a Cristo que Ele aumentasse-lhes a fé. É evidente que o Cristo já sabia da pouca fé do que os ouviam e que precisariam resistir com fé ao longo do período de um dia que pode ser a vida toda de uma pessoa e sete como número da perfeição, quer dizer que o pecador pecou perfeitamente, sete vezes durante a sua vida toda ele pecou, porém, buscou o perdão divino logo em seguida outras sete vezes, buscou perfeitamente reconciliar-se, graças a Deus.


O homem sem fé, especialmente o padre sem fé que o que dá o perdão sacramental fraqueja ao logo deste itinerário de faltas e reconcilação, o rancor é tentador para abalar a fé, sintoma da dúvida, do ceticismo. Foi o que aconteceu, ontem, comigo quando um dia depois de eu ter recebido o sacramento da penitência, no dia seguinte eu fui novamente me confessar, porque na madrugada do mesmo dia eu pequei contra a castidade ao ter praticado o esporte (homossexualismo) junto com a masturbação e a pornografia. O padre riu de mim no confessionário por eu ter voltado ao confessionário, e eu menti a ele dizendo que dois dias antes eu estivera por lá no confessionário da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro daqui de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará.


Se há o propósito de se emendar e de penitência da parte do confessante, e de se evitar ressolutamente as ocasiões de pecado só o rancor e a falta de fé, o rancor que conduz à falta de fé é que o explicaria o sacerdote, especialmente ele, e também um leigo não quererem perdoar. Eu menti quanto ao tempo da minha última confissão quando o padre me perguntou há quanto tempo eu não confessava, eu disse dois dias, era na verdade só há um dia que eu estivera no confessionário, contudo, eu menti para não piorar a minha situação ali e o padre ficaria mais tentado a sentir a sua fé abalada por repetidamente dar o seu perdão para um pecador, espero que Deus não impute esta minha atitude a mim como um pecado, talvez de orgulho. Nunca é demais que nos lembremos que quem vai ao confessionário ou quem individualmente chega a alguém para perdir-lhe o perdão, que se humilhe totalmente diante do padre ou de outra pessoa e se for preciso uma restituição em dinheiro mesmo a quem ofendemos que paguemos e rogue-lhe a caridade do seu perdão e tal pessoa se não for rancorosa e tiver fé, vendo o propósito de emenda de quem pede-lhe o perdão, deverá perdoá-lo por ser também mandamento divino.

sexta-feira, 21 de julho de 2023

O porquê

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Em um áudio de uma das aulas de Filosofia de Olavo de Carvalho, o grande mestre e filósofo, ele mencionou uma passagem que muito o impressionou de um livro do filósofo espanhol, José Ortega y Gasset, em que ele escreveu que nunca leu um livro em que alguém dissesse o porquê que ele fez tal e tal coisa. Olavo ele mesmo que nunca disse o porquê fez o que fez de excelente que foi o seu curso de Filosofia chamado de Seminário de Filosofia e sobretudo o seu combate aos socialistas e ao Partido dos Trabalhadores reinantes e até hoje, ainda que questionados bem ou mal por causa da atual direita bolsonarista, com Luiz Inácio Lula da Silva em seu terceiro mandato da escuridão depois de um interregno de quatro anos do desgoverno delinquente de Jair Messias Bolsonaro apoiado por Olavo como seu Platão, Mangabeira Unger ou Alexandre Dugin, ideólogo, Olavo que criou uma seita política para a destruição da república brasileira, para a destruição da democracia do que resta desta nossa democracia brasileira oligárquica e para que o presidente Bolsonaro, o Bozo com seu envolvimento com as milícias, com crime de peculato das rachadinhas nas costas, superfaturamento do valor de combustíveis e também sob os auspícios de Olavo, ele que apontou uma arma de fogo para as cabeças dos próprios filhos crianças, gestou o Bozo muito mal o Brasil durante a pandemia ou sindemia de COVID-19, o Bozo que durante a pandemia disse que não era "coveiro", isto é, que as pessoas do Brasil fossem morrer para lá, que ele não estava nem aí.


Alguém semelhante a Olavo de Carvalho que não teve a coragem de dar educação formal para os próprios filhos, e ainda dizia que queria formar alunos para que eles restaurassem uma dita "alta cultura" no País, ele apontou uma arma para as cabeças de seus filhos, denunciou tudo isso a sua filha primogênita, a excelente Heloísa de Carvalho Martin Arribas, que já jovenzinha nunca tinha sido alfabetizada, denuncia ela e um de seus irmãos, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, o Gugu, quase morreu criança no hospital, já que junto com os na época outros três irmãos, Heloísa junto, nunca tinha sido mandado vacinar pelo pai. Olavo que não cuidou da filha mais jovem, Leilah Carvalho, que nascida com uma hipóxia, uma  baixa oxigenação no cérebro, hoje é sequelada, ela dá risadas involuntárias e gira o braço direito para trás também involuntariamente, diz Heloísa, e eu creio no que ela diz, visto que não me parece só uma "narrativa" da revolução contemporânea louca e desconexa sem qualquer veracidade da parte do indivíduo, pois que Heloísa precisaria ser uma grande psicopata para inventar tais "narrativas".


Alguém semelhante a Olavo de Carvalho teria qual porquê para a sua atividade "missionária", ele expressamente o disse com este termo em um vídeo, certa vez? Heloísa de Carvalho diz que um suposto petista teria prometido algo a Olavo e não cumpriu, então, Olavo teria o porquê assim de combater o Partido dos Trabalhadores, para se vingar. Ok. Pode ser um porquê, ainda que espúrio e mesquinho.


Qual seria o meu porquê de eu ser católico romano e até publicamente defender um catolicismo público, aberto, com um projeto de poder, o chamado reinado social de Jesus Cristo promovendo assim a Igreja Católica contra uma oligarquia funesta tipo a Barbalho aqui no meu Estado do Pará, contra os esquerdistas, contra as seitas e grupelhos das falsas religiões falsamente cristãs protestantes, cismáticas autoproclamadas ortodoxas, combatendo os pérfidos judeus, os muçulmanos e os pagãos idólatras? Qual seria o meu porquê se eu sinto uma forte inclinação para o ateísmo, niilismo, agnosticismo e na raiz de tudo isso o satanismo, porque, olha o porquê, eu sou na verdade um terrivelmente homossexual, além de covarde e a covardia é o signo maior de minha vida? 


Qual seria o meu porquê de eu arrogar-me católico romano se eu, uma vez, amaldiçoei o próprio Cristo, agi como um bandido Samuel Câmara, eu que estava querendo pecar contra a castidade, queria eu praticar o esporte (homossexualismo) que tanto atormenta-me em tentações e concupiscências? O meu porquê não seria talvez o meu medo de assumir-me o verdadeiro inimigo que sou eu por eu ser homossexual e assim ser o cara filho de Caim, mais ligado ao corpo e ao erotismo do que à alma e à castidade que dariam a verdadeira sabedoria, a qual se usa do corpo muito pouco, os dedos humanos tão mais delicados e hábeis que escrevem um digitam algo de sábio no papel ou na tela do computador por meio dos keyboards


A verdadeira sabedoria, o verdadeiro entendimento, a ciência perfeita que o autor da carta aos Hebreus diz que o Senhor Jesus Cristo atingiu por sua paixão e fidelidade ao Pai, um entendimento e abundantes argumentos que realmente iluminam dão-me por outro lado um porquê pujante para que eu mantenha-me católico romano e não apostate ao que seriam as razões do corpo, da cobiça, do que é do homem natural, do relativismo, a ciência junto com a vã filosofia, e da idolatria, enfim, que seria no que eu acabaria se eu apostatasse da fé.


Ou será que o meu porquê seria o da covardia, eu que sou um gigantesco covarde fracote, uma besta quadrada, desprezada pelos homens, os homens têm que ter por mim e eles tem o direito de tê-lo no máximo um amor de piedade, um amor a um coitado semelhante a mim, eu que já fui até mesmo desprezado pelos demônios em um pesadelo recente que eu tive. Eu que seria um burrão e eu já ouvi dizer que Satanás quer os inteligentes, ou, melhor dizendo, os astutos, Satanás na verdade é louco e burro, ele quereria os da "manha da aranha" (diz o povão daqui de Belém do Pará no seu jeitinho brasileiro local), do seu lado, deixando os idiotas como O Idiota de Fiódor Dostoiésvki do lado de Deus. Seria, então, eu uma gigantesca barata e rato covarde o porquê de eu ser católico romano publicamente, querendo reintroduzir o catolicismo até mesmo na política em um Estado confessional católico romano?


A questão do porquê é fundamental e eu espero aqui nesta minha postagem, ainda que postumamente a José Ortega y Gasset, eu tenha escrito pelo menos um mero rascunho mal escrito dedicado à ideia dele do porquê ou a alguém que como ele quis sempre saber o por meio de qual complicação, por qual busílis, temor e tremor apavorante que a solidão, ensinou Friedrich Nietzsche em uma de suas Considerações Extemporâneas, faz enxergar ou delirar, o quid, que alguém opta por tal ou tal caminho. Será que na verdade e sempre, no meu caso, o meu porquê não é porque eu sou um homem imensamente de geléia, fraco, sem espinha dorsal, burro como uma porta, para eu me dizer católico e não ateu, agnóstico, ou satanista (no fundo de tudo) homossexual praticante? Eu acho que sim, no entanto, eu asseguraria dizer que eu em minha covardia tão inexorável não tenho cara, seria eu até visto como alguém sensato, de não ousar, pelo menos por enquanto não premido por um tirano ateu (há os tiranos católicos e conservadores que me amedrotam o rato e barata que eu sou), a ser o homem criativo de novos valores querido por Nietzsche.

sábado, 8 de julho de 2023

Paciência ou remorso: o que se passa com um covarde semelhante a mim

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Em um texto meu passado sobre idiotices antitabagistas, parte II, em que eu relatei o que um filho de Caim, vizinho meu chamado Bruno que mora no condomínio do edifício São Paulo onde eu também resido no bairro de Nazaré de nossa cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, ele que quase disse que eu sou fedorento, porque eu cheiro a cigarro de tabaco depois de eu com boa intenção ter dito a ele no elevador que ele é cheiroso, fazendo-lhe uma pergunta retórica, e ele é cheiroso e muito perfumado mesmo. Depois da resposta torta dele, talvez achando-se desafiado ou até ofendido, eu respondi-lhe que, paciência, tem gente que cheira a cigarro...


Mas, o que houve comigo foi paciência ou remorso? O que se passa com um covarde semelhante a mim? Eu acho que eu já escrevi em outro texto, artigo aqui neste meu blog que se eu fosse escrever uma autobiografia minha em um livro eu acho que eu a intitularia de O Covarde. Porque, realmente, tudo o que sempre se passou comigo em toda a minha vida desde a minha preguiça crônica em levantar-me cedo para pelo menos procurar emprego, vagabundo que eu sou, até o esmagamento que sempre sofri nas salas de aula que eu frequentei desde sempre bem jovem até a idade adulta e até as perseguições de vizinhos tipo o tal Neto do apartamento 507 do São Paulo, que é um homofóbico e já confessou não gostar de nós, homossexuais, tudo isto, todas estas circunstâncias dolorosas da minha vida são fruto de minha covardia, fraqueza, eu não reajo, são fruto de eu ser uma barata e rato.


Certamente que logo depois que eu agi como covarde no episódio com o referido filho de Caim, incapaz de dar um bom dia para as pessoas e ser simpático com os demais, eu fiquei com um tanto de remorso, tal sentimento não é novo no meu cotidiano de covarde, fiquei com o remorso de ter agido como um rato ou barata. Deveria eu ter dito para ele me respeitar ou que ele fosse tomar no cu? O cigarro fede tanto assim? No artigo referindo-me a este episódio eu argumentei que eu sempre gostei de tal cheiro desde criança. É melhor evitar brigas? Nós, covardes, frouxos, sempre encontramos uma desculpa para ficar no nosso marasmo de terror e falsa humilhação por nossso amor desordenado à nossa pele de baratas e ratos refugiados e petrificados de medo, escondidos em nossos covis, buracos ou esgoto.


Aquele que perder a sua vida por amor de mim, este vai salvá-la, disse Nosso Senhor Jesus Cristo. É melhor uma boa morte do que uma morte em vida de barata e rato, do que ter um amor desordenado por uma pele de seres tão abjetos e nojentos que é o que se passa com um covarde semelhante a mim.

sábado, 10 de junho de 2023

Cagando de medo em um canto ou em busca da verdade?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Será que eu estou me cagando de medo diante da ascensão das direitas no Brasil e no mundo, sobretudo nas redes sociais online onde o povo no mundo todo, em particular aqui no ocidente, com a sua salubridade e normalidade pode se manifestar ou estou em  busca da verdade? Será que eu não estou acuado cagando de medo em um canto arrogando-me católico romano e de direita no lugar de estar em uma busca ativa pela verdade?


Pela minha vida realmente marcada pela covardia, por eu ser frouxo, além de tremendamente burro, frango acovardado, veadinho e mulherzinha eu acho que eu estou acuado ante a massa de povo online e presencialmente do Brasil e do mundo, em particular aqui no Brasil que é saudável, que não é nem homossexual invertido como eu. Mesmo as melhores coisas como o ser católico romano e ser de direita se somos forçados a tal, Fiódor Dostoiévski já tinha visto isso em seus romances, essas referidas coisas se tornam em males, em uma doença, uma paixão.


Do jeito que eu sou indeciso e bipolar, seja clinicamente, seja porque a minha família Martins é bem dada à oscilação de humor, eu não duvido que se um dia eu deixar a Igreja Católica que eu sentirei saudades dela e começarei a agir catolicamente em uma verdadeira Igreja do Diabo de Joaquim Maria Machado de Assis na minha vida. Para mim nada nunca está bom, eu nunca sei o que eu quero e acho que isso ocorre seja talvez pela bipolaridade, seja por causa da minha crassa covardia que não me permite ter virtude alguma que ajuda o homem a dar o primeiro passo em qualquer direção na vida, sobretudo na direção do que é de fato o bem, a verdade e o belo.


Eu sou apenas um lixo humano, sou alguém fraco e débil o suficiente para eu não ter força de beber este cálice amaríssimo desta minha indigência e assim dizer para mim mesmo e para aquele de direito que eu nada sou e melhor eu não me comprometer nem com Deus, a Igreja Católica e a direita e nem com nada que não seja a minha própria fraqueza, mas, aí é preciso mesmo aí uma grandeza de alma e uma força que até para isso a minha debilidade o impede.

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Explorando um terreno corrompido

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O meu blog eu quero que seja sempre a busca, se Deus me permtir, de explorar um terreno corrompido, o terreno do meu coração, pois que está escrito na Bíblia Sagrada que o coração humano é desesperadamente corrupto, que o conhecerá? Eu quero, Deus me permita, conhecer o meu coração, e eu menciono aqui Deus, mas, como eu referi em meu artigo logo anterior a este que eu vivo em uma situação por vezes de obsediante ceticismo e ateísmo, tendendo às tais condições, visto que eu sou homossexual, sem dúvida que a homossexualidade é uma situação de grave depravação e corrupção, tal condição faz-me duvidar de Deus e de querer abandonar a santa religião católica romana para colocar uns poucos segundo de prazer venéreo acima de tudo, acima até de Deus em um desespero erótico absolutamente frívolo.


O coração humano seria um terreno corrompido, pantanoso, com uma terra movediça, árida, com serpentes, escorpiões ali, jacarés à espreita, monstros marinhos e lagartos carnívoros gigantes. A minha alma que é de um grande e na verdade gigantesoco covarde que eu sou, frouxo, frango, mulherzinha e veadinho que eu sou, uma verdadeira barata e rato sempre entocado com medo que eu sou sem estômago para nada semelhante ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, o Bozo miliciano e genocida, que fugiu do Brasil no finalzinho de seu mandato presidencial para evitar a Justiça brasileira que agora está em cheio à cata dele, e ele deixou o seu povo eleitor tomando chuva, sol, intempéries climáticas e apanhando da policia nas portas dos quartéis onde ele pedia, clamava em sua simplicidade e sinceridade que as Forças Armadas brasileiras também acovardadas reagissem de alguma maneira à retomada do poder pelos comunistas petistas.


No meu blog eu procuro abrir a caixa preta de mim mesmo e quem sabe assim pela palavra, pelo uso da linguagem curar a minh'alma que por minhas tentações não raro obsediantes de eu me tornar um ateu e cético homossexual, vive minh'alma em um gravíssimo risco de restar doente, prostrada, fraca, morta e sepultada pelo pecado mortal em uma situação de pequenez irrisória na qual nada vale a pena.


Eu prefiro que o meu blog explorando um terreno corrompido como o meu coração humano seja assim do que ficar julgando e condenando a quem quer que seja e assim eu acabar um triste, enfadonho, farsesco, sem caridade e inflexível juiz odiento do meu próximo o que torna-me incapaz de pela minha própria doença de meu coração, dureza e farsa de que eu possa ajudar a curar o coração do mundo, os corações das pessoas, pois que o bom exemplo é óbvio que vem a partir de si mesmo. Que eu me converta primeiro a mim mesmo. Médico cura-te a ti mesmo.


Hoje que é dia de Corpus Christi, o Corpo de Deus, vale a pena que normalmente por uma boa confissão sacramental o nosso coração humano, explorando assim um terreno corrompido para saneá-lo, sejamos curados a fim de que nos transfiguremos em Jesus Cristo pela comunhão de seu bendito corpo e sangue no sacramento da Eucaristia, em boa disposição para tal.

domingo, 16 de abril de 2023

Abriu os meus olhos

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Dia desses abriu os meus olhos, eu descobri que realmente eu sou um covarde. Abriu meus olhos de tal maneira que uma coragem, força rara me veio até ao ponto de eu ponderar que é preciso ser corajoso e não temerário, isto é, não se achar que se pode fazer tudo, não se pode correr todos, absolutamente todos os riscos. Eu pelo menos umas duas ou até três vezes já me referi aqui neste meu blog de que eu sou covarde. Mas, há uns dois ou três dias atrás diante do fato de uma mulher funcionária do Amazon Deli - Coffee Shop, um tipo de café ou restaurante ali da chique e elitista Avenida Comandante Braz de Aguiar, quase esquina com a Travessa Benjamin Constant, que fica aqui na minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, ela supostamente na minha opinião e dada a pelo menos uma reação dela, uma reação emitindo um som de "hum", linguagem misto de inveja, esnobação e rancor próprio da impotência feminina e é possível falta de encanto de certas mulheres que chegam ao ponto de perder para nós, homossexuais, pobres e miseráveis diabos invertidos. Gesto dela típico da disputa que existe entre nós, gays, e as mulheres na disputa pelo corações dos homens, ela estaria me discriminando injustamente por eu ser gay. Acho eu que ela estaria pensando que eu iria quiçá assediar os rapazes outros funcionários como ela ali, o que não é verdade. Não era a minha intenção. Eu só gosto de conversar e se Deus me permitir sempre conversar de forma fecunda, em busca da simples verdade. Ao longo dos dias que se seguiram eu pensei, talvez covardemente, em talvez amaciar com ela, tentar um acordo com a fulana. No fundo uma atitude bem covarde e ao estilo de um capacho que é o meu caso. Ao longo dos dias meus olhos estavam sendo preparados para se abrirem para o fato sonante e real de meu medo, de minha covardia, o mais baixo dos vícios, condenado por Deus no livro do Apocalipse onde os primeiros a serem precipitados no inferno somos nós, os covardes, os frouxos, os frangos, os "veadinhos" e mulherzinhas no pior sentido de alguém ser gay ou mulher, e não quaisquer outros pecadores que descerão ao inferno depois.


Nós, os covardes, por sermos covardes, medrosos, a gente inventa um monte de subterfúgios, desculpas, para o nosso cagaço. O último deles, que talvez até seja verdade, antes das escamas caírem dos meus olhos, foi eu dizer para uma pessoa que eu seria covarde, porque eu convivi desde criança com um excesso de mulheres em casa. Talvez seja isso o motivo de eu ser homossexual, e até de ter acabado doente mental. Em particular, provavelmente, por causa de minha mãe que tem um gênio terrível, é histérica com mania de ordem e limpeza; que sempre quis ser "o meu pai um dia", sempre disse ela. Somada à uma irmã das três que eu tenho que me parece até meio psicopata ou é só uma rancorosa cujo lugar é na geena que me odeia até hoje, brigávamos muito na infância e sobretudo na adolescência.


Mas, bom, o que se vai fazer com o que o mundo faz da gente? O mundo, um dos inimigos da alma humana junto com o Diabo e a carne. É preciso não aderir ao mundo, é preciso não aderir ao sistema esmagador do mundo, ainda que Jesus Cristo e os seus verdadeiros e grandes santos tenham sido e sejam esmagados pelo mundo, porém, a ele não disseram sim. Foram eles feitos de pano de chão velho e rasgado pelo mundo, no entanto, não incorporaram em seu ser tal condição. E por que não disseram sim e por que não assumiram a identidade ou ontologia de pano de chão? Porque tiveram coragem, o contrário da covardia, e a coragem é a mãe de todas as demais virtudes.


Eu tremendo de medo igual vara verde daquela mulher do Amazon Deli, eu me cagando, preciso ainda ter a virtude, força da coragem. Que Deus me ajude. Sem a coragem a minha condenação ao inferno é certa, visto que claramente as demais virtudes a mim faltarão para uma vida católica no rumo da santidade, fecunda, interessante, que enfrente mesmo os poderosos dentro e fora da Igreja Católica. Eu tenho um temor servil pelo alto clero que vem errando clamorosamente nos últimos sessenta anos depois do malfadado Concílio Ecumênico (também no mau sentido de ecumênico) Vaticano II.

domingo, 9 de abril de 2023

Páscoa da ressurreição do Senhor e o preço da verdade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Hoje, dia 9 de abril do ano de 2023 é dia da páscoa da ressurreição do Senhor e há aí um preço da verdade que foi pago por Jesus Cristo e por todos os seus verdadeiros e grandes santos a começar de sua laudatíssima e gloriosa Mãe, a Virgem Maria, transpassada em seu coração imaculado por uma espada, as suas tentações, dizem certos dos santos padres eu já soube disso da parte de Lucas Banzoli que é um apologeta protestante e é claro que ele faz críticas à Virgem, por isso é mais fácil saber dele, se ele não mentiu ou é ignorante, que a espada que atravessou a alma da Senhora foram tentações. Preço pago pelos demais santos logo depois da Virgem seguida por São José, São João Batista que foi decapitado, um dos cúmulos da violência mortífera como preço da verdade, ainda que o rei Herodes gostasse de ouvir o que dizia o Pródromos, e depois todos os outros santos apóstolos que foram mártires com exceção de São João. Isso sem falar dos justos e santos do Antigo Testamento desde o santo, justo e glorioso Abel que ofecereu um sacrifício realmente especial para Deus ao contrário de seu preguiçoso, desleixado e invejoso irmão Caim que o matou passando por um Nabot que foi assassinado pela cruel Jezabel, esposa do mau rei Acabe que queria comprar a horta de Nabot, herança dele, e Nabot não a quis vendê-la para o rei de Israel.


Há o preço da verdade, até mesmo cruento: de derramamento de sangue, mas, que culmina na ressurreição de Cristo como primícias, o primeiro a ressuscitar. Nós ressuscitaremos, também, e por isso podemos amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos, sem medo de gastarmos desde o vil metal que é o dinheiro por nosso próximo até a paciência ao custo de nosso sangue por amor do próximo, pois nossos corpos mesmos tornarão à vida um dia, no dia do Juízo Final, se tivermos uma reta razão e formos católicos romanos que são os únicos cristãos decentes e verdadeiros nós concluimos e cremos em tal verdade, será uma festa nos cemitérios neste glorioso dia que há acontecer de repente, quando menos esperarmos. Há uma doença cruel e maligna e que por isso mesmo exige um remédio que pode ser bem amargo e com sintomas fortíssimos que são as doenças morais ou espirituais, diriam-se hoje em filosofia contemporânea, doenças da mente ou idealistas, contudo, que doenças da forma que podem afetar a materialidade deformando-a em vícios, violência tal qual a assassina de Caim devorado pela inveja e o desleixo no serviço a Deus ou na violência política de um Acabe acumpliciado com sua amante Jezabel que mandou matar Nabot ou na visão materialista deformada dos esquerdistas em encerrar toda a sua concepção de mundo conforme a questão do trabalho e da economia onde se quer transformar o mundo e não entendê-lo. Se quer enfrentar a natureza pensando o homem que ele não é parte da natureza. Um espiritualismo histórico e dialético pode remediar tal situação fazendo-nos com liberdade refletir e agir e não sermos uma engrenagem de uma maquinaria de materialismo do trabalho e da economia. Há doenças terríveis, eu escrevia, que o diga os remédios que eu tomo para minha doença mental, os quais dependendo da dosagem resultam em efeitos colaterais terríveis, no entanto, que remediam algo que é da mais alta gravidade que é uma enfermidade mental. Poderia também ser um câncer que é até menos grave do que uma doença da mente, já dissera aquele safado e aventureiro protestante vulgar chamado Samuel Câmara, em uma pregação na maldita seita dele, a primeira seita e negócio capitalista dinheirista chamado Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém do Pará. Ainda que o fulano heresiarca imundo e mentiroso ao nível máximo tenha dito isso maldosamente, pois ele me destestava por eu ser enfermo mental, enquanto eu estava presente na plateia da seita imunda dele, todavia, até que enfim na porca vida dele de roubo de fortunas em milhões de reais, ateísmo prático com a concepção esfarrapada de alguém como ele já xingou a Jesus Cristo de doido com ódio do Cristo e chamou Deus de vacuidade. Concepção esfarrapada que ele tem de religião, ele que parece admirar a tal teologia apóstata da morte de Deus por citá-la muito em seus artigos de jornais sem contar e heresia protestante profana dele. Ele disse alguma verdade ao comparar o câncer à uma enfermidade da mente ainda mais a psicótica que é o meu caso. Talvez uma doença mental, ainda mais a psicótica, seria mais grave do que o câncer visto que pelo menos uma doença oncológica não causa no paciente que ele se aparte da realidade que é o ocorre com sintomas psicóticos e mesmo no caso de uma ansiedade ou depressão, a apreensão do real em todos estes casos torna-se deficitária para nós, enfermos mentais.


Eu gosto de conversar, gosto do diálogo, contudo, por favor, que Deus me ajude, sem ser um diálogo do tipo que faz a Igreja Católica decadente atual. Que seja um diálogo interessante, fecundo e luminoso que é aquele conformado à verdade e que busca a verdade. Um diálogo segundo uma dialética platônica ou um espiritualismo dialético e também histórico, na história humana que torna a vida do homem neste mundo verdadeiramente humana e até rumo à angelitude que promete especialmente aos abertos à fé divina e católica. Um espiritualismo dialético segundo a dialética platônica. Platão que é o pai da dialética e é o pai do espiritualismo, que vai com sua dialética, o Divino Platão a inventou, dos dados sensíveis rumo aos inteligíveis, portanto, a um itinerário ascensional de entendimento e esclarecimento, rumo ao inteligível que é espiritual, mostra a liberdade da vontade iluminada pela inteligência que com a virtude da coragem dá unidade e firmeza ao homem frente à qualquer circunstância em vista do bem e da justiça, que pode ser atingido esse esclarecimento por quem queira ser um grande e verdadeiro estudante de Filosofia, filósofo, cientista, escritor ou um católico romano, logo, no rumo na santidade.


Fazendo isso de dizer a verdade lá vem o preço da verdade que é acabar queimado para com as pessoas. Que é acabar visado. Que é acabar desprezado. Eu posto no WhatsApp o link para este meu blog no qual, graças a Deus, eu procuro expressar a verdade luminosa, sábia, que alegra, ainda que antes deva-se comer as ervas amargosas do que possa haver de triste na verdade de minha vida. Meu blog pode chocar junto com meus "sincericídios", a minha parece que morte pela sinceridade e verdade. Acabo eu morto e no chão pelo remédio que pode ser fatal da verdade dada à gravidade de minha doença seja moral, seja no corpo. Se eu tiver fé, morreria o meu velho homem adâmico, diria a religião católica, o homem pecaminoso.


Ontem, Vigília Pascal do Sábado Santo, dia 8 de abril de 2023, eu fui cumprimentar o padre do Instituto Bom Pastor (IBP) daqui de Belém do Pará, padre Lucas Altmayer, que celebrou tal Vigília na antiga Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e eu pedi para que ele abençoasse à uma imagem de Santo Antônio Maria Zaccaria, que atualmente tem sido o meu santo de devoção, ele disse que não poderia naquele momento de antes do términio da Vigília. Segundo eu entendi, se tratava-se de uma futura imagem sagrada cuja bênção estava reservada talvez canonicamente para após à referida celebração. Eu fui logo beijar-lhe a mão e ele quis, ao meu ver, retirar a mão para eu não beijá-la. Beijo na mão do sacerdote romano que é costume na Igreja Católica, pois que a mão do sacerdote não é a mão de um homem qualquer, é a mão de Jesus Cristo ferida de morte, pois o sacerdote romano age in persona Christi. Ele já ouviu meus diálogos, minha dialética platônica, espiritual, assim eu espero que ela seja sempre, seja sumamente espiritual em uma confissão sacramental, ele até me elogiou, pois que graças a Deus eu fiz a ele uma boa confissão, seja, se eu bem recordo, porque eu postei para ele pelo WhatsApp o link para este meu temível blog.


Uma coisa é certa, se veritas odium parit, se a verdade gera o ódio - e muitas vezes gera ódio em nós mesmos que nos arrogamos a defendê-la se não vigiarmos e rezarmos muito - no meio do caminho onde o caminheiro da verdade muitas vezes vê-se só e desprezado, além de vigiado pelos fofoqueiros de plantão junto com a horda dos escarnecedores, no final de tudo o fruto da verdade é doce, ainda que a raiz da ciência seja amarga, já diria o Filósofo (Aristóteles). A sorte dos hipócritas de que fala o Cristo é pior, realmente negra, de uma doença incurável, a doença da insignificância do nada de suas vidas sequer confessado e expressado em palavras deles para eles mesmos. Se formos hipócritas ou nem esta palavra podermos dizer de nós, mesmos, explicava em um aulão de pura Filosofia o mestre e canalha Olavo de Carvalho, acabaremos como um nada e de escravidão na ilusão, no fingimento histérico ou até em uma psicopatia in extremis. Pois não se quer tomar o remédio salutar levando-se em conta o custo benefício, porque não se quer matar o paciente ainda que o benefício até seja pequeno dado os efeitos coletarais. Entretanto, no que se refere ao espírito, para quem tem fé, só morrerá o que há de Adão em si. É pior o fim dos hipócritas, semelhante à sorte de um hipócrita do tipo de um Olavo de Carvalho demônio que apontou uma arma de fogo para as cabeças dos próprios filhos crianças e ainda, realmente de forma demoníaca, se gabou na legenda no Facebook da fotografia dele em uma fila para a confissão na Igreja Católica que nunca tinha matado bebês, ele que matou o próprio filho em um aborto em uma ritual satânico em uma seita que ele participou das muitas seitas que ele fez parte.


Hoje é Páscoa da ressurreição do Senhor e para aqueles de nós que quisermos guardar a fé mesmo que do tamanho de um grão de mostarda que saibamos que se a verdade - iluminada por uma fé de quem conhece bem a importância colossal da Igreja Católica - tiver como preço tal qual teve para o Senhor Jesus Cristo a sua morte violenta e sangrenta e que foi a mesma sorte dos mártires católicos, que saibamos que como Ele, se crermos e tivermos boas obras desde gastarmos o nosso dinheiro com boas ações, sobretudo financiando as atividades de nossa paróquia católica, passando por orações, perdão das fraquezas de nosso próximo, se tivermos paciência, darmos bons conselhos aos outros e cumprirmos todas as obras de misericórdia corporais e espirituais a respeito das quais seremos cobrados no dia do Juízo Final. Se praticarmos a castidade e até derramarmos o nosso sangue, depois de tudo isso ressuscitaremos para a glória, se tivermos fé, como Cristo ressuscitou e os santos ressuscitarão no último dia ou extraordinariamente aparecerão ou apareceremos em espírito que é o que já aconteceu com um São Francisco de Assis, pois que ele apareceu em alma, espírito quando Santo Antônio de Lisboa pregava, e em tal aparição o Pobrezinho de Assis falou de sua sorte bem-aventurada. Podemos com a esperança da ressurreição ter fervor em servir Aquele que é a verdade, que é aquele que é, por isso nós rezamos no primeiro mistério glorioso do Santo Terço que é o mistério da ressurreição de Cristo.


Feliz Páscoa a todos!

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