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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Realidade para quando no cristianismo?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Enquanto nós, católicos romanos e mais ainda os protestantes moralistóides que tem um sofista como Immanuel Kant, ideólogo deles, que quis impor o seu imperativo categórico por assim dizer pragmatista sem o conhecimento das essências ou das substâncias, os macumbeiros na canção Lua Soberana de Sérgio Mendes, trilha sonora da novela Renascer, entoam uma lua-rainha que veio de Madagascar e que tal lua chegou a Salvador (capital do Estado da Bahia) arrastada por um pescador com uma Ilha das Marés cujo nome é de uma navegação de causar pânico e terror em qualquer israelita bíblico. Nas águas do ídolo Iemanjá restava em um mar de rosa branca.


O que é que fazem normalmente os protestantes, e nós católicos do passado querendo um poder neste mundo? O que fez um Papa Pio XII de forma omissa e alusiva de bem longe se referindo à matança altamente cruenta de judeus por parte do Führer (Adolf  Hitler) em uma fala deste Papa no rádio no dia 13 de dezembro do ano de 1942, queremos cagar regras e o Papa, que sofria um apagão cognitivo com seus olhões grandes dele arregalados quando alguém era mais familiar com ele, quando conveio a ele foi omisso apesar de muitos judeus terem sido salvos por Pio XII e o ex-rabino-chefe de Roma, Israel Anton Zoller, converteu-se ao catolicismo.e mudou o seu nome para o nome do Romano Pontífice, de Israel mudou o seu próprio nome para Eugênio Maria Zolli.


É muito moralismo da parte de nós, cristãos, ao ponto do esgoto do cristianismo que é o protestantismo acabar no sofista de Immanuel Kant com a moral sendo um camisa-de-força, usou este termo camisa-de-força Olavo de Carvalho ao falar do moralismo na religião, em um dever-ser sem se saber o porquê, sem se saber bem ao certo o do que obedecer em sua essência, substância, coisa em si. Enquanto somos uns mal humorados cristãos, sobretudo os falsos cristãos protestantes, ainda que seja uma falsa realidade a dos feiticeiros dos ritos afro-brasileiros tem algo de concreto para oferecer, nós, cristãos, ficamos com nossos punhos de ferro, obsessivos atualmente só falando mal de gente LGBT, querendo controlar, renunciando a autoridade pelo poder de Estado, que é uma dicotomia entre poder e autoridade que faz Olavo. Com tudo esse tumulto de apedrejamento contra os pecadores, realidade para quando no cristianismo?

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

O Pagador de Promessas

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


(todos os direitos autorais resevados desta gravura)


Ontem eu assisti o filme O Pagador de Promessas, a primeira versão do ano de 1962, estrelado por Leonardo Villar, Glória Menezes, Jesse Valadão, Norma Bengell e Geraldo Del Rey. Só posso dizer que na minha opinião era um bandido Dias Gomes, autor da peça teatral que virou este filme homônimo. Aliás, na autobiografia dele, ele se autointitula, faz uma confissão (o que é até uma coisa interessante pela sinceridade, coisa rara em esquerdistas), que ele era apenas um subversivo. Ele subverteu a arte teatral, a dramaturgia, para impor uma agenda política louca e espúria comunista que agora voltou ao poder com Luiz Inácio Lula da Silva, o maior ladrão de toda a história humana, de volta para o Palácio do Planalto para um mandato - espera-se em Deus - somente até o dia 31 de dezembro de 2026. 



Dias Gomes comunista e ateu militante na arte, apenas um subversivo, força a barra e pega e coloca em O Pagador de Promessas, pelo menos segundo esta adaptação cinematográfica eu não li ainda a peça - uma Igreja Católica além de sequiosa de prestígio, no filme há um diálogo assim entre os padres querendo manter a aparência de serem ainda relevantes na sociedade laica brasileira onde há várias religiões coexistindo a exemplo da macumba ou feitiçaria, também mostraria uma Igreja má e intolerante por defender a sua verdade que é verdade divina e revelada como se por isso ela não pudesse suprir a ignorância comum de um povo brasileiro supersticioso até aos dias de hoje representado em Zé do Burro, o protagonista, o que ela o faz, ela o supre, ao dispensá-lo de seu voto na pessoa do Monsenhor que na escadaria do Templo canonicamente o dispensa do voto inválido feito a um falso deus Iansã travestida de Santa Bárbara e em que pese em um lugar alheio à Igreja que é um terreiro de macumba. 



Arte, que eu saiba, deve ser pela arte, ars gratia artis, no entanto, Dias Gomes, apenas um subversivo, fez um ars gratia communismum. Lamentável e um deserviço à fimografia brasileira, ao cinema brasileiro.

sexta-feira, 16 de junho de 2023

Fofoca, os demônios (entidades, orixás) e o fanatismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


De uns dois para cá aquele que é a vergonha da família dele, aquele tal flanelinha em minha rua, aquele toxicômano e vida louca o Imperador (Júlio César/Navalhada) que trabalha na rua de minha casa, na travessa Quintino Bocaiúva, ele tem me chamado de Zé Pelintra, porque ele me encontra fumando naquela travessa e eu sempre uso um chapéu Panamá bem ao estilo da entidade do Catimbó e da Umbanda, Zé Pelintra. Eu falo com ele amistosamente, mas, só pelas minhas palavras aqui dá para notar a minha amargura impotente, talvez passiva-agressiva de alguém covarde frango e frouxo semelhante a mim. 


Neste tempo desgraçado em que vive o Brasil em vias de se tornar um país de hereges protestantes é fofoca corrente a nem que seja aparência de alguém de ser macumbeiro, idólatra, feiticeiro, adepto dos demônios, seja porque o sujeito usa um chapéu, seja porque ele é negro, seja porque ele fuma. É perigosa uma massa histérica e furiosa que sofreu a lavagem cerebral aos gritos de seus chefes falsos pastores no fanatismo neopentecostal protestante.


Nada é mais contrário ao protestantismo e é ao mesmo tempo tão presente na modernidade ou pós-modernidade com suas ideologias de massa do que turbas e massas em um tipo de heresia tal qual a protestante própria do individualismo pós-moderno dos contos do Vigário de narrativas em que cada cabeça de cada protestante é uma sentença, é uma "narrativa", em que cada protestante é o próprio Papa ou um novo oráculo de Delfos. Entretanto, no Brasil tudo pode acontecer e os líderes neopentecostais, alguns deles autonomeados apóstolos e missionários, missionários em causa própria naturalmente que o diga aquele RR Soares bandido que já disse que deve ir para o Pinel (hospício) quem discorde de sua ideologia materialista da prosperidade. São como se fossem papas de uma turba fanática que os idolatra e lhes é curral eleitoral para piorar. É perigoso nos dias atuais ser confundido com os macumbeiros da Umbanda, do Catimbó ou do Candomblé, feiticeiros e idólatras e que ainda seguem orixás ou uma entidade tal qual Zé Pelintra que encontra-se entronizado até mesmo nas sarjetas com os vagabundos.


Eu desapercebido, contudo talvez movido pela minha covardia do rato e barata que sou eu, levei na brincadeira o que aquela vergonha da família flanelinha ferrado na vida disse de mim que eu teria o encosto de Zé Pelintra. Vai lá que é só modo de dizer diante da aparência de alguém fumante e com chapéu à moda de Zé Pelintra na cultura ou incultura brasileira influenciada pelos negros ou de qualquer outra raça feiticeiros?

domingo, 31 de julho de 2016

Sobre o Catolicismo do brasileiro

O Brasil é um País católico sui generis, não é algo muito ortodoxo, autoconsciente. O brasileiro envolve-se em Espiritismo, nosso País é o mais espírita do mundo, é o único de gente que cultiva um jardim de flores no túmulo de Allan Kardec no Cemitério do Père-Lachaise aonde Kardec está enterrado lá na França, nação que já o esqueceu há muito tempo. O Brasil é um País de macumbeiros, também. Enfim, o Brasil é mais ou menos como o Islã que se expande no mundo, hoje, é um gigante bobo, é um gigante por ser católico ou muçulmano, ou seja, membro de tradições espirituais importantes, mas cujos representantes absolutamente idiotas, negligentes ou bandidos comuns mesmo não sabem direito o que fazem e o que dizem.

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