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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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domingo, 2 de agosto de 2026

Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Pobre diário, ainda hoje dia 2 de agosto de 2026, tenho que escrever em ti aqui e agora sobre as broxantes críticas ao sedevacantismo. As tais podem explicar-se, da parte da garotada do Trad Talk do site YouTube, porque eles batem muita punheta e são sodomizados por travestis nas caladas da noite de São Paulo e Rio Janeiro, Porto Alegre ou aqui na minha cidade de Belém do Pará e tem que correr na emergência para os confessionários improvisados da Roma modernista e protestante. 




A crítica tosca que eu vi hoje no tal Trad Talk juvenil é que a posição jesuítica, daquele jeito juridicativo, legalista, da banca advocatícia, é que o herege precisaria de uma posição oficial, até em um concílio que declare aquele lobo, impostor como um não Papa, um antipapa, decaído do sumo pontificado. Ora, o gloriosíssimo Doutor Escolhido, o Doutor das Controvérsias, São Roberto Belarmino, um jesuíta que destoou de sua ordem junto com o cânon 188 e parágrafo 4 do Código de Direito Canônico de 1917, diz que o Papa herege está ipso facto deposto do pontificado sem a necessidade de uma sentença. Está fora tanto quanto o Senhor Jesus Cristo reconheceu que as suas ovelhas fogem de um filho da puta como Samuel Câmara ou um Wojtyla que beijou o Corão. Ele foi deposto o lobo por direito divino, por Deus, pela metafísica, a dura e resistente realidade disse não; o depôs como qualquer criatura não pode realmente, metafisicamente ser o Criador e ninguém nasce gay, ninguém nasce com um cu que não seja só para cagar.  Pois um herege não é membro da Igreja, não é cristão, muito menos a sua cabeça.




Bom, mas na correria da punheta batida e da sodomia praticada o que se vê é a correria para a Roma moderna da esquina. É da vida...

Diário e chatice

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É longo o caminho do homem rumo à sabedoria. Na Basílica Santuário de Nazaré aqui na minha cidade de Belém do Pará eu rogo pela sabedoria à Virgem de Nazaré, diante da imagenzinha clássica dela achada em 1700 e talvez uma das poucas imagens ali validamente bentas pois é da Igreja pré-conciliábulo. Eu posso todos os dias escrever o meu diário aqui neste meu blog e a coisa ficar uma chatice, porque na falta do entendimento, na falta da sabedoria, na falta de Deus, enfim, a vida torna-se mais rasa do que um pires e tudo é visto como um fenômeno de coisa, sem a coisa em si, sem a verdade, a seita do Prevost unindo do pentecostalismo histérico e que envolve o dedo do demônio da seita da renovação carismática dita católica até as seitas os jansenistas e galicanos do Instituto Bom Pastor e da Fraternidade Sacerdotal São Pio X com o dito tradicionalismo, mas mitigado, da parte deles.




Por enquanto eu, neste dia 2 de agosto de 2026, continuo frequentando a igrejinha do Prevost, fui até à Missa, ontem, na Paróquia da Santíssima Trindade, todos os dias vou à Roma modernista e acima de tudo luterana, protestante, a covardia é o meu carro-chefe, onde está o meu sedevacantismo? A religião acaba se prestando a ser um ópio, a ser um sintoma de regressão freudiana em busca de um pai, uma proteção diante da solidão, diante da pulverização atomística, nominalista da importância meramente de troca que têm os indivíduos solitários no neoliberalismo. João Calvino, o heresiarca protestante, propunha no início do capitalismo no avanço da modernidade pelo menos o testemunho interno do Espírito Santo abrindo o entendimento do homem à Escritura Sagrada, hoje nem isso, só resta o espírito de porco indo na Tudo Conveniência daqui da capital do Estado do Pará indo comprar de pão a lubrificante K-Med conforme o gosto e necessidade e eu tentando fazer uma amizade verdade com os escravos ou ditos "colaboradores" do lugar, pelo menos, na operação tipicamente materialista e capitalista de troca, trocando dinheiro por um bem.

sábado, 1 de agosto de 2026

Diário, meu diário: descaso, miséria, sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





1° de agosto de 2026. Georges Bernanos adiantou a podridão do conciliábulo Vaticano II em sua literatura chamando de miseráveis os que se dizem cristãos como os malditos brasileiros dizem-se cristãos, católicos de IBGE, sentimentalóides sem fé alguma como o próprio antipapa Wojtyla reconheceu, mas nada fez para combatê-lo. Eles vão do descaso, a indiferença que confunde-se com a miséria sem qualquer peso, perda, renúncia de monta, ante a pérola de raro valor que é o Reino do Céu, até um dia chegar ao despertar sedevacante. Há idiotas como o tal Gabriel Sapucaia, por causa de mulher e dinheiro de venda de livrinhos em feira com o ingrediente do delírio persecutório gnóstico, que depois da luz sedevacante, que é o outro nome hoje do cristianismo, como o cão retorna ao vômito começando pela resistência até ir hoje para o continuísmo como se o Vaticano II não tivesse sido o ano um da revolução, 1789 no cristianismo católico.




Nos últimos dias eu passei por algo assim do descaso e miséria, tão próprio do capitalismo onde não se sabe o custo para um dia colher um maço de cheiro-verde já compra-se-o em um maço no supermercado da esquina, mas pelo menos nas últimas horas algo da língua de fogo do Espírito Santo acendeu-se em mim. Diariamente eu tenho o costume de ir às igrejas católicas da minha cidade para rezar diante de seus sacrários, diante de imagens de madonas santíssimas e de São José. Consta que nos sacrários só há pão ázimo, pois sabe-se que as validade das ordenações cessaram na seita conciliar dado Montini ter adulterado a fórmula consecratória episcopal no ano de 1968. Que lástima esta horda desde Montini ter tomado os prédios públicos da Igreja Católica e nós, católicos, sermos mau-vindos dentro de nossa própria casa.




Eu ainda estou tentando cumprir o preceito dominical na Roma modernista, vai lá que algum sacramento é válido. Vai lá que Deus até dobra o meu joelho se eu entrando em uma igreja católica modernista eu não me ajoelhar ao negar a validade do sacramento ali no sacrário. O demônio é capaz dessa proeza, também, cuidado! Meu Deus, diário, meu diário, aqui escrevo em ti, que covardia, boiolice minha de não dar logo o passo da fé, o passo de sedevacantismo. Mas, pelo menos o meu dízimo e a minha oferta eu venho dando para um lugar seguro desde o mês passado de julho de 2026 para o sedevacante Seminário São José de Dom Rodrigo da Silva.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

O Diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Dia 31 de julho de 2026. Eu sou um dos homens mais boiolas, veados que eu já conheci. É impressionante. Hoje quase que eu ia na Paróquia Santíssima Trindade para pagar o dízimo, sendo que o dízimo eu já paguei para outro lugar que é de fato católico, que merece e precisa, um seminário sedevacante que não é do catolicismo mainstream financiado pelos Estados nacionais e regionais do mundo, os quais só o fazem porque os falsos papas dos últimos sessenta e oito anos passados acomodaram-se ao mundinho mundano, o mundo moderno cético, nominalista, protestante. Algo bem mundano que alimenta a mornidão segundo vaticanista, da Roma modernista herética. Quase que a minha covardia, boiolice leva-me a eu deixar de comprar os meus cigarros deliciosos, maços de Marlboro para alimentar o mal. Lá na Trindade, onde aliás eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro de 1978, o que é lamentável, eu, católico de todo o meu coração, apesar de minhas fraquezas, eu não sou bem-vindo. Lá onde aquele suposto pároco Vladian Alves fez cara feia quando soube que eu era dizimista e ainda xingou-me de feio. Ou seja, é um lugar que não precisa de minha parca ajuda.



O conde do estábulo


Há dias eu digo para o tal falso Conde Chupeteux de la Queimaruesca, como o gloriosíssimo mestre gnóstico filosófico Olavo de Carvalho chamava o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), para ele quem sabe fazer espocar de rir os urubus do Ver-o-Peso aqui na nossa cidade de Belém do Pará através dele sendo um católico cultural, se é que ele consegue ser católico de fato fazendo boas confissões sacramentais aos padres aqui na capital, contando a vida dele pessoal, sendo um confessante humilde e por isso com um bom humor de extrema qualidade, para um feirante do Ver-o-Peso, a maior feira da América Latrina que fica na minha cidade natal e onde eu vivo a vida inteira. Quem sabe ele, o tal falso Conde de internet, esteja muito fraco desejando pernocas sem pêlos de fêmeas, o que ele é melhor do que eu com tendência boiola desejando pernas cabeludas de machos, a castidade dele está pouca e ele sem conseguir ser pelo menos o canalha honesto de Nelson Rodrigues, ele não aguentaria o tédio profundo dos urubus do Ver-o-Peso ou o riso alto e sem fim dos abutres da feira o que macularia o esperado mau humor dos orgulhosos com seus pecados inconfessáveis. Um de tais pecados do falso Conde é ele não ser sedevacante diante do caos que está a grei de Jesus Cristo desde que o pastor, Pio XII, foi ferido de morte, e o que se vê é a dispersão de nós, as ovelhas, desde o ano de 1958. Só o sedevacantismo dá conta de dar uma ordem na causa de Jesus Cristo, para aí, sim, o falso condestável de internet poder falar mal dos protestantes, mas desde que não seja, outro pecado dele, na apologética católica falsária, panfletária de internet.

domingo, 26 de julho de 2026

Breve rascunho de um diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Brasileiro não é de nada. É um povo chinelão, omisso, servil, covarde, amorfo. Brasileiro não suporta os grandes abismos de sofrimento dizia mais ou menos assim o dramaturgo Nelson Rodrigues. Eu, como brasileiro, não fujo à regra maldita deste continente puñetero, América Latrina, onde aliás fica o Brasil, diz que o maior país católico do mundo hoje ficando o maior país ex-católico do mundo. Eu arrogando-me publicamente um sedevacante desde este mês de julho de 2026, dei-me conta que há muito sou praticamente um sedevacante, quando houve as sagrações episcopais na Fraternidade Sacerdotal São Pio X, a seita de Dom Marcel Lefebvre, seita passapanista dos erros da seita conciliar. Bom, apesar de assumindo-me sedevacante, eu, brasileiro, chinelão, tenho ido todos os dias nas igrejas católicas de minha cidade de Belém do Pará, tomadas há décadas pela horda modernista, tenho ido nelas para rezar, passo à frente delas nas ruas, mormente no Largo da Trindade na igrejinha da Santíssima Trindade onde eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro de 1978, e benzo-me. Ontem fui à Missa no rito protestantizado de Montini na Capela Nossa Senhora de Lourdes. Enfim, será que aqueles sacramentos são válidos? Será que eu não estou sendo desrespeitoso de não ajoelhar-me diante daquelas hóstias no sacrários infiltrados pela horda desde o Vaticano? Enfim, será que o rito de Montini, Paulo VI, não será válido dada a validade por talvez válidos bispos sagrados pelo duvidoso sacramento da ordem modificado por Montini? Os meus colegas sedevacantes asseveram que a fórmula consecratória episcopal foi gravemente mutilada e assim invalidada. Bom, este aqui é o tal maior país católico do mundo, mas aqui o catolicismo pesa menos do que o fingimento, a trapaça, o excesso de Carnaval e cachaça junto com pouca oração, o jeitinho, junto com o ser chinelão, Zé Mané na ralé de povo e na elite que é ralé, cética, socialistinha, indiferente religiosa.




Outra coisa que eu gostaria de destacar neste breve rascunho de um diário é que eu conversava com um idiota completo qualquer, ele que é bolsonarista, é que eu dizia-lhe que ele tem inveja dos veados, dos boiolas, eu hoje digo-me um ex-boiola, digo que estou macho, macho, machochô. Bom, ele teria inveja, na minha opinião, porque ele vê os veados com pênis na mão empunhando-o como um troféu e como recheio em seus rabos, preenchendo-os, e eles só com o vazio, a vacuidade do buraco vaginal tendo que eles darem-se ao trabalho preenchê-los, dando-se o trabalho de comê-lo, comer o nada, pois mulher é passiva. A inveja, ressentimento de direita é conforme o comum ressentimento bolsonarista e bolsonarista diz-se ser cristão, mas é só falsidade pois são heréticos evanjegues protestantes e o restolho que sobra é só estampa cristã, é fingimento. Os caras não podiam tocar uma punheta no banheiro, os seus pais não permitiam-lhes, restou a eles a mágoa de verem os veados dando o cu, o que é muito mais e pior diga-se en passant, então, dá-lhes a dor de cotovelo e de verde-e-amarelo que os acomete, eu dizia isso tudo para o mais completo retardado mental que ainda vai acabar virando evanjegue protestante.




Também tem um incapaz, um doidinho de bairro, doido clínico literal que pelo comportamento está querendo voltar pela enésima vez ao manicômio, quem sabe até agora de vez para o manicômio judiciário junto com o psicopata Samuel Câmara. Ele reside no meu prédio e odeia-me, ele odeia veados, apesar de conversar com eles e já ter proposto comer-me. Ele, é bom lembrar, é o único da anormalidade que é a minha vizinhança individualista autista, que já convidou-me para ir à casa dele, eu fui. Ele está angustiando-me. O filho da puta já xingou-me de veado na rua em vezes que eu tropecei com o filho da puta na rua, o incapaz, aposentado por ser doido. Já disse que ele tem inveja dos gays e isso calou fundo no demente. Desconfio que ele está sabendo de um porre homérico que eu tomei quando eu cheguei até a tirar a roupa, isso já aconteceu comigo em outros porres. Ele quis chutar-me na bunda uma vez próxima passada, porque na calçada do prédio, mas na calada da madrugada eu relacionei-me carnalmente com um mendigo. Enfim, o maldito vizinho está dando-me uma dor de cabeça, mas veremos quem sentirá mais dor de cabeça se eu ou ele, visto que eu julgo ter muita fé ao ponto do indefectível sedevacantismo e ele é um qualquer brasileiro, católico de IBGE que há anos não sabe o que é uma confissão. O cristianismo que é em si uma pedra, uma dor de cabeça aos incrédulos e é a histeria, é a ira impotente aos moralistas de cueca invejosos, ressentidos, porque não fodem tanto quanto gostariam enquanto os veados fodem mais que eles e fodem melhor com um troféu roliço de carne em mãos não acabando como doido da pracinha aposentado com um buraco cabeludo, um vazio cabeludo.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

O Papa mau e o antipapa

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um Papa mau é só um Papa ladrão, assassino, pedófilo, gay, mentiroso, mas ele é Papa, não é um antipapa, um falso Papa, se não defende os erros do Vaticano II como o kantismo, o protestantismo, de não haver a possibilidade do homem e do Magistério poder formular sentenças verdadeiras e dogmas, valendo na Igreja o "carisma" de qualquer um, a "experiência" em uma imanência vital condenada por São Pio X. 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Um pobre espírito (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É semiloucura
O louco que não surta
Outros enfim surtam...
No fogo da paixão
O príncipe deste mundo o cegou
A paz nos outrora templos católicos
A horda modernista os tomou
O pobre espírito
Por vezes enriquecido 
Soube da doutrina celeste
O sedevacantismo
Mas é o cão ao vômito tornado
Não aguentou
Foi aos museus do cristianismo 
A horda modernista os tomou
Ó pobre espírito 
Queres a paz de Cristo
Os modernistas a paz do mundo
Pax Romana: César redivivo
Democracia, liberalismo, modernismo
Agnosticismo über alles
Um assumido vácuo Divino César
Eram loucos os heresiarcas conciliares?
À primavera planejada
Eis o inverno
A vida católica sepultada
Ó pobre espírito vai ter aos sedevacantes
Nas trincheiras, catacumbas 
Subterrâneos do novo Império Romano.

terça-feira, 14 de julho de 2026

A Fraternidade é pouca e miserável coisa

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






É pouca e miserável coisa a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Os senhores dessa seita de Dom Marcel Lefebvre não rompem de forma salutar de vez com o Prevost, Leão XIV, um herege modernista, comunista, maçônico, protestante, liberal, ecumênico; um homem que é na cara de quem possa ver um herege junto com seus predecessores conciliares. Prevost que nem é bispo ou pelo menos um diácono ordenado dada a invalidade das sagrações episcopais desde o ano de 1968 quando a fórmula consecratória foi alterada omitindo-se a função própria do bispo. 




Enfim, a seita de Dom Lefebvre tem a oferecer algo de pouco, miserável e praticamente nulo ao não romper de uma vez por todas, corajosamente vindo para o sedevacantismo, com os corifeus conciliares, porque se não fosse ao sacramento da ordem dessa seita lefebvrista ter mantido a fórmula consecratória antiga para a sagração de seus bispos para assim essa seita ter validamente presbíteros e diáconos, mas ao mesmo tempo os corifeus da tal Fraternidade Sacerdotal São Pio X expõem-se à uma farsa de terem um chefe como Prevost que é só um leigo vulgar expondo-se e expondo o seu povo ao pecado mortal de cisma e heresia contra os verdadeiros papas desde São Pedro Apóstolo que antecederam aos farsantes apóstatas, cismáticos, hereges conciliares nomeadamente chamados de papas por tal grupelho estar unido a tais homens.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Somos todos sedevacantes!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Fotografia retratando os novos bispos sagrados no dia 1° de julho de 2026 pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X 



Somos todos sedevacantes! Sim, somos todos sedevacantes, nós, tradicionalistas de qualquer coloração. Na prática desobedecemos ao verdadeiro cismático, feiticeiro, pagão, herege que é o corifeu Prevost junto com seus predecessores de triste memória desde o depressivo ano de 1958 quando faleceu Pio XII que ainda permitiu as questionáveis reformas na Semana Santa, da parte do tal Anibale Bugnini.



Hoje foram sagrados verdadeiros e legítimos sucessores dos apóstolos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em Écône. É uma dia para festejar e comemorar. Ninguém é cismático em tal ato, porque está em extrema necessidade a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana dado Prevost, feiticeiro, por exemplo, colocar um herege nestoriano, Isaque de Nínive, no martirológio romano; receber como ministro ordenado à uma duplamente falsária como Sarah Dame Mullally, duplamente falsária por ser mulher e anglicana, a tal arquiepiscopisa de Canterbury. Ele, Prevost, pagão, que deturpa a Bíblia Sagrada, ou talvez ele nem saber ler, porque a burrice é o carro-chefe dos corifeus conciliares, ele que deturpou as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo na última ceia dizendo que o sangue do Senhor seria derramado por todos e não o correto por muitos. Prevost que deu uma interpretação cética, bem ao gosto moderninho para a multiplicação dos pães e dos peixes como se fosse uma mera partilha humana.



Enfim, parabéns à Fraternidade Sacerdotal São Pio X pela atitude piedosa que deve ser mais fecunda com esta comunidade tornando-se sedevacante que é ser o cristão verdadeiro, porque não há como achar que é Papa um homem que adota o corruptor conciliábulo Vaticano II com suas heresias esfregadas na cara de qualquer um.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Gabriel Sapucaia, um desertor

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É sério Gabriel Sapucaia com sua mulher talvez uma bruxa ou uma Beatriz invertida, segundo o depoimento dele mesmo desviou-o do sedevacantismo salutar, primoroso? Nem Rama Coosmarawamy, com todos os seus prejuízos tariqeiros e tradicionalistas de que se queixa Sapucaia, são desculpa para a deserção do moçoilo dado o brilhantismo dele, visto que Dante Alighieri, apesar dos prejuízos pagãos, não prescindiu de seu Virgílio.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

José Henrique Naegele, vendedor de cursos

Autoria: João Emiliano Martins Neto
 

José Henrique Naegele é um vendedor de cursos. Naegele, junto com tantos outros malucos falsos tradicionalistas galicanos mormente de Internet não raro extremistas-de-direita ressentidos e invejosos diante de direitos, não nego que alguns injustos, a mulheres, índios, negros, LGBTs, doentes mentais, deficientes físicos. Porque Tradição de verdade ou é a da Igreja Ortodoxa que denuncia brilhantemente em favor do que seja a verdadeira Tradição cristã o que pode ser a tirania do sucessor de São Pedro ao longo dos séculos, até mais de um milênio do oitavo concílio ecumênico ao vigésimo, pelo menos, no ano de 1870, e principalmente nesse ano do Primeiro Sagrado Sínodo do Vaticano onde decidiu-se a infalibilidade papal ou é preciso ser sedevacante com responsabilidade, inteligência genuinamente católica apostólica romana ou é preciso que José Henrique Naegele, eu e tantos outros ditos tradicionalistas revoltados aceitemos o Segundo Sagrado Sínodo do Vaticano da década de 1960, plenamente, porque é impossível uma crise ou erros vindos de um Pontifex Maximus, é impossível vir uma crise, erros da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, pois a Igreja é indefectível e infalível já que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

O sedevacantismo e eu

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)


Eu não sou sedevacante, estou a um único passo dele, mas defendo o sedevacantismo, pois até onde eu já vi as críticas a ele são toscas, só comprovam uma quando não ignorância à imortal Cum ex apostolatus officio cuja revogação é como revogar a lei bíblica que diz que sapientiam autem non vincit malitia (Sabedoria VII,30) e ou é como revogar a aurora são de outro lado de uma covardia para quem quer a religião como ópio do povo sem qualquer doutrina consistente que não incomode a superficialidade burguesa e ou a demagogia de quem quer manipular o pobre povo. Se não há absolutamente a opção de sermos sedevacantes do que adianta estudarmos o catecismo para exatamente prevenir-nos dos lobos que vez ou outra como a fumaça de Satanás podem entrar e entraram na Santa Madre Igreja por meio do no mínimo ambíguo Vaticano II no máximo herético e por isso foi um conciliábulo?

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Ou dá ou desce

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu venho aproximando-me
de grupos sedevacantes, com toda a evidência os católicos apostólicos romanos de verdade dado o abismo e ruína da Igreja pós-conciliar, e, então, pelo jeito é dá ou desce, ou eu converto-me realmente ao romano-catolicismo ou eu posso acabar indo para o inferno se eu vier logo a morrer dada a escassez de grupos sedevacantes ainda mais neste fim de mundo que é a Amazônia brasileira onde eu vivo e dada a minha inclinação para o pecado grave que é a prática homossexual. Deverei hoje mais do que nunca, se eu quiser ingressar na que seria a verdade sedevacante, converter-me ao romano-catolicismo que é a ciência e religião verdadeiras porque reveladas por Deus, no que cabe a mim de boa vontade e livre e própria iniciativa, sempre contando com a virtude teologal da esperança, isto é, de poder contar com a graça divina, porque não deve haver o pecado de presunção de quem se diga verdadeiro cristão, presunção de querer aparecer para o falatório da opinião pública ou mesmo publicada que é apenas a casca de uma aparência social que só alimenta o amor-próprio, o orgulho em quem na calada das noites pratica o que de dia condena.



É preciso conversão, porque os grupos sedevacantes, aqueles que seriam os verdadeiros católicos dado não serem por exemplo omissas e ambíguas da parte deles a fórmula consecratória episcopal que na Igreja mainstream pós-conciliar o suposto Papa Paulo VI disse ter sido a sua fórmula consecratória ter vindo dos ritos orientais, como já referi são muito escassos e pelos menos aqui na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, onde a próxima vinda de um padre só ocorrerá em maio deste ano de 2025, até lá, por necessidade dada a alegada falsidade da Igreja pós-conciliar, é preciso ficar sem as missas de preceito e das festas como a da Páscoa neste ano, é preciso ficar sem os sacramentos que seriam inválidos os da referida Igreja pós-conciliar, mainstream.



É preciso conversão, se eu voltar a praticar o esporte, o falso sexo invertido, aí de mim com tal pecado tão nefasto na minha conta e sem a mão poder contar com o sacramento da penitência.

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Os escravos de Maria, os escravos do capital e os acadêmicos

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Os ignorantes trabalhadores, proletários que se afadigam de trabalhar no cotidiano são escravos do capital, são escravos da exploração da mais-valia dos serviços que prestam e para piorar, ignorance is a bliss, acham-se com a consciência muito tranquila dando o lucro, a mais-valia, que o capital precisa nas suas formas financeira, industrial, no comércio, na agropecuária, nos serviços em que se dividem as corporações que formam o falso deus pagão mercado.


Enquanto isso passam despercebidos os escravos de Maria, a Soberana Senhora nossa, eles, eu com minhas inclinações tão terríveis para o pecado espero em Deus um dia ser contando como um deles, são vistos como fanáticos, "fundamentalistas", palavrinha mágica e anacrônica que se referia aos retardados mentais hereges protestantes americanos da primeira metade do século XX na América que loucos achavam que no protestantismo o Estado realmente não deve ser leigo para permitir a existência das seitas protestantes desconexas e concorrentes pululando e amaldiçoando em seu território, e até são considerados os escravos de Maria como desocupados depois de séculos de lavagem cerebral da parte dos acadêmicos nas pessoas, eu já ouvi dizer, de hereges como os cátaros e albigeneses ou os jansenistas, hoje poder-se-ia incluir os protestantes, podem-se também incluir os cismáticos do oriente que com os protestantes e os anteriores citados sempre chamaram de "papistas" a nós, católicos apostólicos romanos, fiéis ao Santo Padre, o Papa, que honrou a Virgem Maria definindo dogmas como os da imaculada conceição e a assunção da Virgem depois de sua dormição, desde a época dos cátaros somos uns ignorantes para eles que seguimos o que diz o nosso clero romano nas pessoas dos bispos em comunhão com o Romano Pontífice.


Que Maria seria esta? Onde há provas arqueológicas da existência dela? Onde estaria o seu túmulo e ossos? Perguntam o mesmo de Jesus Cristo. Eles gostam de ser arqueólogos agindo como toupeiras com miopia cavando sempre a Terra, ainda vão encontrar o inferno que está lá nas entranhas da Terra, mais confiantes em sua própria pesquisa pretensamente científica e histórica. Questionam também a existência do rei Salomão. Bom, se é tudo o tal "fundamentalismo" nosso de devotos e beatos, fanáticos, é coisa de uma massa de povo ignara, por que eles perdem tanto tempo a refutar-nos, a estudar-nos?


A nós que formos escravos de Maria podemos seguir em paz no mundo de preferência bem conscientes da exploração exercida pelo capital que não deixa na China nem que uma pessoa possa urinar durante o trabalho para não atrapalhar a tal produtividade, consciência que os esquerdistas podem dar-nos, nós só precisamos tirar o veneno ateu e materialista do marxismo. Podemos seguir em paz, porque neste mundo atomizado, desconexo de seitas protestantes, indivíduos, famílias, empresas, todos concorrentes entre si, nós, escravos da Soberana Virgem e sempre Virgem Maria somos o corpus mysticum Christi sob a autoridade do mistério do reino de Deus neste mundo através da presença da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, pelo menos a do passado até a época da morte do Papa Pio XII, hoje parece que está vaga a Sé Romana com este clero hodierno ignóbil e formalmente herético que aprova, por exemplo, a liberdade religiosa, ou diz com o suposto Papa Bento XVI que a Igreja Católica era alguma coisa do passado antes das reformas do Vaticano II queridas por ele e onde ele foi um funcionário, que quer a tal liberdade religiosa como um tal "direito" separando de vez de forma capital direito de justiça da forma a mais incicurcisa e expondo a sua incicurcisão da foma a mais desavergonhada, este atual suposto clero que é como demonstrado gritantemente herético dos supostos papas até o suposto baixo clero pós-conciliares.

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

Alexandre VI foi caluniado?

Autoria: Controvérsia Católica 

 



É amplamente acreditado que Alexandre VI tenha sido o pior dos papas. Diz-se que ele passou as noites em orgias e os dias organizando o assassinato de rivais, roubando fundos da Igreja e concedendo altos cargos aos seus numerosos filhos ilegítimos. Mas o historiador mais sério e erudito que estudou as fontes originais de sua vida, Monsenhor Peter De Roo, conclui que ele era totalmente inocente de qualquer um dos crimes de que é acusado: não obteve o papado por suborno, não era pai de nenhum filho, legítimo ou não, não era assassino, nem corrupto. Muito pelo contrário, ele foi de fato um homem de austeridade, devoção e caridade, altamente íntegro, um administrador soberbo, justamente reverenciado e amado durante toda a sua vida, e no geral um Papa exemplar, na verdade, muito possivelmente, um santo. M. Gwynne baseia-se nos cinco volumes dos estudos irrefutáveis ​​​​de De Roo para mostrar que o Papa Alexandre VI pode muito bem ser o homem mais caluniado da história. 

 

 


 

Meu comentário: Com todo o respeito pelo nosso Santíssimo Padre Francisco, pois eu não sou sedevacante, cismático, apesar de eu ser um com gosto como que um advogado pro bono dos sedevacantes, pois eles tem razões temíveis, mas, é Francisco, ele sim, o pior Papa da história da Santa Madre Igreja Católica Apostólica fora da qual ninguém absolutamente se salva. Não adianta nada não ser imoral e mesmo assim pregar heresias como Francisco que quer pelo tal ecumenismo falso pós-conciliar calar todo o proselitismo católico aos infiéis o que qualquer vagabundo agnóstico tem o mesmo discurso. Francisco que já disse que ele é comunista e que o Senhor Jesus Cristo também o era. Os erros morais podem fazer alguém correr o seríssimo risco de acabar sendo um herege, a integridade da fé inclui a moral, a ética que foi o caso do Padre Karl Rahner que tinha uma amante epistolar que ele arranjou e assim influenciou os padres do Concílio Vaticano II que com o Papa São Paulo VI são os pais, padres eles já eram, de toda a decadência e ruína em que se encontra a Igreja.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Paulo Ricardo, o fingidor

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Neste vídeo aqui Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, dito comumente ter a profissão metafísica de padre, mostra-se uma besta quadrada, apesar dele ser suficientemente esperto para ficar mesmo só na aparência de besta quadrada. Ele finge, porque no caso dele que é bastante erudito ele finge, que não sabe o que é o sedevacantismo. Ele fez propaganda nesta homilia, quis dizer o que a massa burra quer ouvir. O que seria a falsa igreja para os sedevacantistas pelo contrário não está humanamente nada desfigurada, nem mesmo suada, estaria conforme o mundo bem acomodada tal alegada falsa igreja em gabinetes com ar condicionado, porque vai aqui na minha calorenta cidade de Belém do Pará enfrentar uma massa de neopentecas insanos e histéricos liderados por falsos pastores bandidos Samuel Câmara ou Edir Macedo pelo menos acusados de lavagem de dinheiro e no caso de Câmara de ter xingado de doido a Jesus Cristo com ódio de Jesus. Não estaria nada desfigurada tal alegada falsa igreja no que seriam as heresias dos papas, do clero dos últimos quase 59 anos depois do fim do desastroso Vaticano II assombrado pelo fantasma do Cardeal Richelieu apóstata que deu todo o poder e glória aos poderes deste mundo, ficou do lado da razão de Estado amoral maquiaveliana, no final das Guerra dos Trinta Anos do século XVII e o Vaticano II foi assombrado pelos espectros dos revolucionários de 1789. Aprovou-se a colegialidade dos bispos, a Igreja de Cristo "subsistiria" na Igreja Católica, apesar de eu concordar com a interpretação de Joseph Ratzinger que citando Santo Tomás de Aquino diz que a "subsistência", isto é, a existência é a forma mais nobre de ser e a Igreja Católica assim É a Igreja de Cristo que subsistiria nela. A frase do Aquinate é: "Subsistentia est nobilissima forma essendi."

 

A questão é que o modernismo teria instalado-se na Igreja Católica e os homens ditos papas nem papas foram, porque como é que fica a questão da liberdade religiosa defendida pelos últimos ditos papas? Liberdade religiosa é heresia. E o dito Arcebispo da minha Arquidiocese de Belém do Pará, Dom Alberto Taveira Corrêa, que diz que os protestantes são cristãos? Isto é heresia segundo o Syllabus Errorum de Pio IX.

 

Paulo Ricardo seria um excelente professor online de filosofia e de teologia para ele ter um ganha-pão, não precisa rebaixar-se ao que seria uma falsa igreja com um falso clero que vai contra a lei divina, por isso não teriam poder e jurisdição alguma de ser chamado de clero.

quinta-feira, 25 de julho de 2024

Cismáticos incontroversos?

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Citando aqui aqui novamente o Concílio Vaticano II o que eu vejo como o mesmo que revolver à uma ferida aberta na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual NINGUÉM ABSOLUTAMENTE pode salvar-se, mexer em uma ferida na medida em que não podem tornar remendada a túnica inteiriça do Senhor Jesus Cristo, fazem o Senhor sentir dor em suas feridas no seu corpo que é a Igreja Católica não bastasse as feridas abertas no mundo decaído pelo pecado original com suas sociedades, Estados e impérios deuses mortais e imperfeitos marcados por guerras e disputas por poder de formas maquiavelianas.

 

A vulnerabilidade aberta por tal conciliábulo, segundo os críticos mais ácidos, infeliz, causou divisões terríveis querendo rasgar tal túnica do Senhor Jesus. É interessante notar os sedevacantes, os temíveis e talvez mesmo nesta crise incontornáveis sedevacantes, pois que seriam eles cismáticos incontroversos? Para começo de conversa dizem eles que nem há papas na cátedra petrina para autorizar-lhes a sagração episcopal de seus bispos. Bom, eu não sou sedevacante, apesar das heresias formalíssimas dos papas das últimas décadas desde a morte de Pio XII em outubro de 1958 que é o caso da aprovação da liberdade religiosa, ou seja, o fantasma do Cardeal Richelieu apóstata que quis a vitória da razão de Estado maquiaveliana, amoral e diabólica na Guerra dos Trinta Anos no século XVI, tal espectro pairou no Vaticano II ou Bento XVI que eu ouvi dizer em algum lugar na internet que ele teria dito que a aliança antiga dos judeus ainda seria válida a despeito do Novo Testamento no sangue do Senhor Jesus Cristo e do ensino antigo da Igreja de que as cerimônias judaicas são pecaminosas e venenosas a quem as participa, os judeus devem vir para a Igreja Católica. 


Eu não sou sedevacante, portanto, para mim os sedevacantes com seus supostos prelados são cismáticos, sim, cismáticos incontroversos, sem dúvida alguma, pois falta aos seus pretensos bispos a autorização pontifícia para as suas sagrações o que as torna, então, inválidas, o que é confirmado pelo Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. Dane-se para os sedevacantes brilhantes e de um catolicismo hardcore, pois que para eles os atuais papas nem papas são e eles esforçam-se em não sê-lo dadas suas heresias e sacrilégios como o Santo Padre Francisco achar que pode autorizar em uma paróquia o batismo, por mero costume e convenção social, de filhos de mães solteiras que pelo jeito fizeram-nos sem o sacramento do matrimônio, são amantes e concubinas, e agora querem o catolicismo para os seus filhos que rejeitaram para si mesmas? Ou seja, catolicismo para os filhos, paganismo para mim?

quarta-feira, 17 de julho de 2024

Igreja pós-conciliar (Novus Ordo) ou sedevacantismo: é pegar ou largar

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ou se está do lado da Igreja pós-conciliar (Novus Ordo) ou do lado do sedevacantismo: é pegar ou largar. Ou se está do lado dos últimos papas dos últimos sessenta e seis anos depois da morte do Santo Padre Pio XII, desde que com justiça eles também estejam em comunhão com os papas que os antecederam conforme uma interpretação sã do Concílio Ecumênico Vaticano II, a chamada hermenêutica da continuidade, ou rompe-se com isso tudo e fica-se do lado dos sedevacantes que para os quais o último Romano Pontífice foi Pio XII.


O que não dá é o meio do caminho do R&R, reconhecer e resistir. A um Papa legítimo não é lícito resistir assim diz o cânon de número 750 onde está escrito que com fé divina e católica devemos dar o assentimento ao magistério inclusive ordinário dos santos padres, os papas. Quem é R&R é na verdade um sedevacante que não ousa dizer o nome, ou pior, é um cismático por resistir ao Sumo Pontífice.

sexta-feira, 12 de julho de 2024

O sedevacantismo incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O sedevacantismo é incontornável. Sendo bem sincero, diante da ferida mortal, crise aberta na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual ninguém absolutamente se salva, desde a década de 1960 com o Concílio, conciliábulo, Vaticano II. Só as bestas R&R, reconhecer e resistir, os da Resistência de Dom Richard Nelson Williamson, o dito Malleus Modernistarum como a ideia dele que os últimos papas dos últimos 60 anos seriam mentecaptos, visto que eles seriam mentevacantes, isto é, incapazes de entender nada que não seja de modernismo. Há os retardados ou bandidos modernistas, estes últimos se bandidos agem de caso pensado, é que dizem que quem sou eu para julgar, para julgar um Papa? Primeiro que não haveria Papa algum nos ditos papas dos últimos 60 anos, pelo menos dizem assim os sedevacantes, eu ainda não sou um dos tais, mas a conclusão parece ser é fatal, logo adiante explico.


Por direito divino não há Papa algum, há muito, ali na Sé de Pedro. Por direito divino, o que precede qualquer lei positivada pelo homem, visto que evidentemente as coisas são como são conheçamo-las ou não. Eles teriam tornado-se incapazes de serem papas dadas as suas heresias formalíssimas da liberdade religiosa que nos deram estes falsos pastores heresiarcas protestantes e para piorar psicopatas bandidos como um Edir Macedo ou Samuel Câmara. Eles que querem a colegialidade dos bispos do mundo todo insurgindo-se em sindicatos do crime comunista como a nossa CNBB brasileira ou CNBdoB, quando é só o Papa sozinho que governa a Igreja e ainda há a ideia de que a Igreja Católica subsiste como Igreja de Cristo não sendo Ela a Igreja de Cristo, mas sendo um subconjunto com as seitas e grupelhos protestantes e cismáticos orientais aduladoras de Vladimir Putin. Apesar de eu já ter ouvido falar de uma justificativa para a subsistência da parte de Joseph Ratzinger, Bento XVI, que é a citação que ele faz de Santo Tomás de Aquino de que subsistentia est nobilissima forma essendi. Parece-me muito convincente, porque, de fato, subsistir, sendo existir é a existência a nobilíssima forma de ser já que como diria Santo Anselmo de Cantuária sendo Deus o ser necessário não poderia faltar-lhe a existência que desfruta qualquer Zé Mané da esquina bebedor de cachaça no boteco. Concordo com Ratzinger.


Quem sou eu para julgar? E por acaso não podemos julgar quem erra e erra gravemente, mesmo que o tal esteja travestido de Papa, com um excelente catecismo como o Romano? Só um imbecil em dias como os nossos de internet que nunca ouviu falar de arquivo PDF para nunca baixar tal arquivo do Catecismo Romano, o Catecismo do Concílio de Trento.

sábado, 6 de julho de 2024

O recente quiproquó anti-sedevacante brasileiro

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Nas últimas acho que duas semanas aqui na internet brasileira houve um quiproquó anti-sedevacante. Canais online ditos conservadores e tradicionalistas como a daquela besta, as vezes sábia, e palpiteira compulsiva Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), ele que já posou fazendo saudação nazista e disse para mim logo que nos conhecemos nos idos do ano de 2007 que é para dar-se lugar ao diabo, isto é, que o tal conservador não seja sempre honesto. Direitismo, cafajestagem e hipocrisia a gente bem vê por aí. Outro canal dito conservador e tradicionalista o do bandido comum, patife, Bernardo Pires Küster, que estava se lixando se morreriam centenas de milhares de pessoas no Brasil de Covid-19, ele que ainda desviou dinheiro das doações que deram-lhe para que o suíno obeso fizesse um filme malfeito, Eles Estão no Meio de Nós, que parece que fora filmado com câmera de celular e não com uma Panavision, ele pegou parte da grana para comprar um sítio e um carro. E Lucas Lancaster que com outra besta só que do episcopado, Dom Athanasius Schneider, neste sentido tão bestas quanto os sedevacantes e demais conservadores e tradicionalistas cuja cicatriz parece ser mesmo a da burrice, assim dizia Theodor Adorno da Escola de Frankfurt, não souberam interpretar a declaração Fiducia Supplicans emanada recentemente pelo Dicastério da Doutrina da Fé da Igreja Católica, pode interpretar-se do que é declarado ali que no lugar de amaldiçoar e injuriar, destacadamente por eles em obsessão a nós LGBTs, quer-se abençoar pessoas ainda que no pecado de adultério de estarem em uma segunda união matrimonial e pares homossexuais, LGBTs.

 

Estes grupelhos falsamente conservadores e tradicionalistas começaram a atacar os excelentes sedevacantes cujos protestos estão temível e terrivelmente montados na razão: pode ser, sim, que não hajam mais sacramentos válidos e nem sacerdotes também por isso válidos, com raras exceções, pelo menos na estrutura mundialmente visível de pedra e de carne e osso chamada de Igreja Católica Apostólica Romana. Porque como pode não ser heresia a defesa da liberdade religiosa em um dos documentos chamado Dignitatis Humane do Concílio Ecumênico Vaticano II, afora ideias nefastas do tipo o ecumenismo pós-conciliar que pelo menos tende a ser indiferentista religioso, irenista e relativista que impede covardemente o proselitismo, nas palavras do próprio Papa Francisco que disse que é um tal "pecado contra o ecumenismo" o proselitismo, e a colegialidade dos bispos em relação ao Sumo Pontífice? O Senhor Jesus Cristo deu-nos outra opção além da santíssima religião católica romana que Ele fundou sobre São Pedro, primeiro chefe da Igreja em Roma que preside a caridade, a verdadeira caridade, alicerçada na fé divina e católica e na esperança, que é caridade a Deus sobre todas as coisas e caridade ao próximo como a nós mesmos? Não podem ter direitos o erro em geral e o erro mais decisivo ainda para o destino das almas humanas que são os erros que performados pelas falsas religiões e seitas e grupelhos de demônios. Podem ser tolerados como toleram-se os bêbados; os drogados; a prostituição; o jogo do bicho; as tolices das crianças. Pode-se tolerar a nós, LGBTs; tolera-se a burrice humana, enfim.


Se o Papa é herético, como parecem ser os papas desde a época de São João XXIII até Francisco que apoiam unânimes a liberdade ou libertinagem religiosa. O Santo Padre Francisco tem um amigo judeu muito chegado a ele e o Papa nunca falou para ele ser romano católico. Se é assim nem papas eles o são ou foram. Não foram eleitos Papas, argumentam de forma brilhante os sedevacantes valendo-se de um erudito e santo como São Roberto Belarmino ou o Papa Paulo IV em sua bula Cum ex Apostolatus Officio do dia 15 de fevereiro do ano de 1554 e tantos outros especialistas. Bula que pode ser a Bíblia dos sedevacantes zelosos que um camarada daqui da minha cidade de Belém do Pará, Gabriel Sapucaia, ele já mostrou em um vídeo que não teria sido ab-rogada. Sapucaia que é bem sectário, infelizmente fanático ao meu juízo que no passado já bloqueou-me no Instagram ao eu curtir uma de suas postagens, na época que misteriosamente o apostolado dele chamava-se de Santa Maria Margarida Alacoque hoje chama-se Santo Hipólito. Ele pelo jeito bloqueou-me, porque neste meu blog em postagem recente daquele tempo eu confessei que eu sou vagabundo, preguiçoso e eu o sou deveras.


Conforme já mostrou Paulo Ghiraldelli Júnior, ao que parece com razão, ele nega que possam haver partidos políticos de direita dada a uma que seria a impossibilidade doutrinária da direita com seus conservadores e tradicionalistas acabarem no vício redibitório do senso comum de qualquer Seu Zé bebedor de cachaça na esquina, sedevacantes, junto com os demais tradicionalistas e conservadores católicos por vezes caem em lugares comuns, na melhor das hipóteses, se não for mesmo desonestidade para conseguir dinheiro, views, monetizações e subscribes em redes sociais de internet. Eles que em uníssono foram burros quanto à Fiducia Supplicans. Anthony Cekada, um conhecido padre sedevacante já falecido, neste vídeo aqui ou era maldoso ou era ignorante ao ponto dele talvez ter precisado ficar internado em hospitais psiquiátricos como eu fiquei internado, eu que sou doente mental. Ele que na edição de tal vídeo permitiu um trecho tirado de contexto de uma fala do Santo Padre Francisco que logo em seguida descreverei. Trata-se de quando Sua Santidade disse "quem sou para julgar", no avião da volta da viagem de uma semana ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude do ano de 2013, o primeiro ano de seu pontificado, o que é só um recorte "quem sou eu para julgar", porque a frase inteira é "Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade quem sou eu para julgá-la?". Parece-me que há um final da fala do Papa em que ele menciona ainda o Catecismo atual da Igreja que explica bem a questão da homossexualidade, lembrado por um rancoroso e rançoso anti-LGBT como aquele tal Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior. Ele que na média dos padres retardados mentais pós-conciliares ele é dos melhores. Padre Paulo que sempre calou-se do mestre dele e mestre de todos nós, Olavo de Carvalho, ter sido o assassino brutal do próprio filho nascituro morto em um aborto que Olavo deixou que abortasse-o a amante bandida, Silvana Panzoldo, apanhada à época pela polícia. Ela abortou o pobre ser humano em uma seita diabólica que eles participavam. No caso de nós, homossexuais, quando com boa vontade aproximamo-nos do Senhor, estava aí o pressuposto da piedade para realmente não haver um juízo, pelo menos não um juízo desfavorável, o que é evidente, só uma besta fanática talvez também obsessa pelo demônio ou um psicopata misturado à influência do demônio diria o contrário. Como pode-se julgar desfavoravelmente o homem de vontade que merece a paz na terra como disseram os anjos na natividade do Senhor, "in terra pax hominibus bonae voluntatis" (Sancti Lucam II, XIV)? 

 

Eu não sou, pelo menos ainda, sedevacante. Ainda escrevo aqui que hoje eu dou graças a Deus, amanhã posso dar graças a Deus por um fortemente sábio e luminoso contrário, por não ser totalmente contra o que diz um Papa e o meu Arcebispo presumidamente verdadeiros, Francisco e Dom Alberto Taveira Corrêa. Eu deveria até canonicamente aquiescer em tudo sobretudo a um Papa, mas é que não haveria praticamente estômago para tolerar in totum a Igreja pós-conciliar. Hoje mesmo que é o dia em que comemora-se o trigésimo terceiro aniversário de ordenação episcopal de Dom Taveira lá na página oficial da minha Arquidiocese de Belém do Pará eu o chamei de covarde. Sim, de covarde a um que seria um Sagrado Metropolita da única e verdadeira ciência e religião, porque ele não nota aqui em Belém a presença de um bandido, facínora e psicopata da laia de um Samuel Câmara e ainda é covarde Dom Taveira de dizer em artigos no jornal Diário do Pará que seria para profundamente respeitar-se o erro de fato realmente diabólico que são as seitas e grupelhos das falsas religiões do mundo e ainda o Metropolita já escreveu ao arrepio do Papa Beato Pio IX de que as seitas protestantes são verdadeiramente cristãs ou uma forma diferente de cristianismo e assim ele contradiz também a um São Roberto Belarmino. 


Eu diria até que hoje que Deus me livre de ser sedevacante, peitar a quem poderia ser um Papa. Vai lá que o clero desde o ano de 1958, ano da eleição de São João XXIII ao sólio pontifício até hoje estão certos em ter dado um passo em direção ao mundo moderno que infelizmente de todo o jeito o rejeita? No entanto, Deus vai, assim expressou o Papa São Paulo VI no texto do epílogo ao Vaticano II, em direção ao homem, mesmo que seja o louco homem moderno que quis ser Deus, como o bom samaritano da parábola contada pelo Senhor e pensa-lhe as feridas depois que ele restou ferido por bandidos ao longo do caminho do desvio da Cidade de Deus para a Cidade dos Homens, em um atalho de Jericó ao descer de Jerusalém. Veio o bom samaritano e derramou-lhe vinho e óleo em suas feridas tal qual comigo houvera que tantas vezes eu já restei prostrado por causa dos meus pecados e um bom samaritano como um Padre Giovanni Maria Incampo, clérigo regular de São Paulo (barnabita) da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, daqui da minha cidade de Belém do Pará, ele que com uma mansidão e misericórdia que talvez os conservadores e tradicionalistas e sedevacantes sejam tão desprovidos semelhantes ao levita e ao sacerdote da referida parábola. Padre Incampo, o bom samaritano, perdoou-me, compreendeu-me, alertou-me dos riscos para eu mesmo dos descaminhos e descida a Jericó, até não lembrando-se da glória e direito de Deus o que é um erro humanista laico ao qual tende a Igreja pós-concliar. O padre é muito acessível para ouvir confissões. Ele, um padre pós-conciliar, com todos os crassos e mais do que evidentes erros do que seria um conciliábulo que talvez tenha fatalmente ferido de morte ao legar-nos-ia um falso clero, inválido, da estrutura midiática e encontrada em praticamente qualquer esquina do ocidente do que chama-se hoje de Igreja Católica. O padre acolheu-me, perdoou-me os meus pecados e ofereceu-me festa em seguida a oferecida e prefigurada no perdão do pai hebreu ao filho pródigo da parábola. Padre Incampo ofereceu-me depois de reconciliado no sacramento da confissão a festa das núpcias do Cordeiro na Santa Missa.

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