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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
domingo, 2 de agosto de 2026
Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo
Diário e chatice
sábado, 1 de agosto de 2026
Diário, meu diário: descaso, miséria, sedevacantismo
sexta-feira, 31 de julho de 2026
O Diário
domingo, 26 de julho de 2026
Breve rascunho de um diário
sexta-feira, 24 de julho de 2026
O Papa mau e o antipapa
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Um pobre espírito (poema cristão)
terça-feira, 14 de julho de 2026
A Fraternidade é pouca e miserável coisa
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Somos todos sedevacantes!
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| Fotografia retratando os novos bispos sagrados no dia 1° de julho de 2026 pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X |
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Gabriel Sapucaia, um desertor
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
José Henrique Naegele, vendedor de cursos
José Henrique Naegele é um vendedor de cursos. Naegele, junto com tantos outros malucos falsos tradicionalistas galicanos mormente de Internet não raro extremistas-de-direita ressentidos e invejosos diante de direitos, não nego que alguns injustos, a mulheres, índios, negros, LGBTs, doentes mentais, deficientes físicos. Porque Tradição de verdade ou é a da Igreja Ortodoxa que denuncia brilhantemente em favor do que seja a verdadeira Tradição cristã o que pode ser a tirania do sucessor de São Pedro ao longo dos séculos, até mais de um milênio do oitavo concílio ecumênico ao vigésimo, pelo menos, no ano de 1870, e principalmente nesse ano do Primeiro Sagrado Sínodo do Vaticano onde decidiu-se a infalibilidade papal ou é preciso ser sedevacante com responsabilidade, inteligência genuinamente católica apostólica romana ou é preciso que José Henrique Naegele, eu e tantos outros ditos tradicionalistas revoltados aceitemos o Segundo Sagrado Sínodo do Vaticano da década de 1960, plenamente, porque é impossível uma crise ou erros vindos de um Pontifex Maximus, é impossível vir uma crise, erros da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, pois a Igreja é indefectível e infalível já que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor.
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
O sedevacantismo e eu
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| (todos os direitos reservados da imagem) |
Eu não sou sedevacante, estou a um único passo dele, mas defendo o sedevacantismo, pois até onde eu já vi as críticas a ele são toscas, só comprovam uma quando não ignorância à imortal Cum ex apostolatus officio cuja revogação é como revogar a lei bíblica que diz que sapientiam autem non vincit malitia (Sabedoria VII,30) e ou é como revogar a aurora são de outro lado de uma covardia para quem quer a religião como ópio do povo sem qualquer doutrina consistente que não incomode a superficialidade burguesa e ou a demagogia de quem quer manipular o pobre povo. Se não há absolutamente a opção de sermos sedevacantes do que adianta estudarmos o catecismo para exatamente prevenir-nos dos lobos que vez ou outra como a fumaça de Satanás podem entrar e entraram na Santa Madre Igreja por meio do no mínimo ambíguo Vaticano II no máximo herético e por isso foi um conciliábulo?
quinta-feira, 16 de janeiro de 2025
Ou dá ou desce
terça-feira, 3 de dezembro de 2024
Os escravos de Maria, os escravos do capital e os acadêmicos
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Os ignorantes trabalhadores, proletários que se afadigam de trabalhar no cotidiano são escravos do capital, são escravos da exploração da mais-valia dos serviços que prestam e para piorar, ignorance is a bliss, acham-se com a consciência muito tranquila dando o lucro, a mais-valia, que o capital precisa nas suas formas financeira, industrial, no comércio, na agropecuária, nos serviços em que se dividem as corporações que formam o falso deus pagão mercado.
Enquanto isso passam despercebidos os escravos de Maria, a Soberana Senhora nossa, eles, eu com minhas inclinações tão terríveis para o pecado espero em Deus um dia ser contando como um deles, são vistos como fanáticos, "fundamentalistas", palavrinha mágica e anacrônica que se referia aos retardados mentais hereges protestantes americanos da primeira metade do século XX na América que loucos achavam que no protestantismo o Estado realmente não deve ser leigo para permitir a existência das seitas protestantes desconexas e concorrentes pululando e amaldiçoando em seu território, e até são considerados os escravos de Maria como desocupados depois de séculos de lavagem cerebral da parte dos acadêmicos nas pessoas, eu já ouvi dizer, de hereges como os cátaros e albigeneses ou os jansenistas, hoje poder-se-ia incluir os protestantes, podem-se também incluir os cismáticos do oriente que com os protestantes e os anteriores citados sempre chamaram de "papistas" a nós, católicos apostólicos romanos, fiéis ao Santo Padre, o Papa, que honrou a Virgem Maria definindo dogmas como os da imaculada conceição e a assunção da Virgem depois de sua dormição, desde a época dos cátaros somos uns ignorantes para eles que seguimos o que diz o nosso clero romano nas pessoas dos bispos em comunhão com o Romano Pontífice.
Que Maria seria esta? Onde há provas arqueológicas da existência dela? Onde estaria o seu túmulo e ossos? Perguntam o mesmo de Jesus Cristo. Eles gostam de ser arqueólogos agindo como toupeiras com miopia cavando sempre a Terra, ainda vão encontrar o inferno que está lá nas entranhas da Terra, mais confiantes em sua própria pesquisa pretensamente científica e histórica. Questionam também a existência do rei Salomão. Bom, se é tudo o tal "fundamentalismo" nosso de devotos e beatos, fanáticos, é coisa de uma massa de povo ignara, por que eles perdem tanto tempo a refutar-nos, a estudar-nos?
A nós que formos escravos de Maria podemos seguir em paz no mundo de preferência bem conscientes da exploração exercida pelo capital que não deixa na China nem que uma pessoa possa urinar durante o trabalho para não atrapalhar a tal produtividade, consciência que os esquerdistas podem dar-nos, nós só precisamos tirar o veneno ateu e materialista do marxismo. Podemos seguir em paz, porque neste mundo atomizado, desconexo de seitas protestantes, indivíduos, famílias, empresas, todos concorrentes entre si, nós, escravos da Soberana Virgem e sempre Virgem Maria somos o corpus mysticum Christi sob a autoridade do mistério do reino de Deus neste mundo através da presença da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, pelo menos a do passado até a época da morte do Papa Pio XII, hoje parece que está vaga a Sé Romana com este clero hodierno ignóbil e formalmente herético que aprova, por exemplo, a liberdade religiosa, ou diz com o suposto Papa Bento XVI que a Igreja Católica era alguma coisa do passado antes das reformas do Vaticano II queridas por ele e onde ele foi um funcionário, que quer a tal liberdade religiosa como um tal "direito" separando de vez de forma capital direito de justiça da forma a mais incicurcisa e expondo a sua incicurcisão da foma a mais desavergonhada, este atual suposto clero que é como demonstrado gritantemente herético dos supostos papas até o suposto baixo clero pós-conciliares.
quarta-feira, 21 de agosto de 2024
Alexandre VI foi caluniado?
Autoria: Controvérsia Católica
É amplamente acreditado que Alexandre VI tenha sido o pior dos papas. Diz-se que ele passou as noites em orgias e os dias organizando o assassinato de rivais, roubando fundos da Igreja e concedendo altos cargos aos seus numerosos filhos ilegítimos. Mas o historiador mais sério e erudito que estudou as fontes originais de sua vida, Monsenhor Peter De Roo, conclui que ele era totalmente inocente de qualquer um dos crimes de que é acusado: não obteve o papado por suborno, não era pai de nenhum filho, legítimo ou não, não era assassino, nem corrupto. Muito pelo contrário, ele foi de fato um homem de austeridade, devoção e caridade, altamente íntegro, um administrador soberbo, justamente reverenciado e amado durante toda a sua vida, e no geral um Papa exemplar, na verdade, muito possivelmente, um santo. M. Gwynne baseia-se nos cinco volumes dos estudos irrefutáveis de De Roo para mostrar que o Papa Alexandre VI pode muito bem ser o homem mais caluniado da história.
Meu comentário: Com todo o respeito pelo nosso Santíssimo Padre Francisco, pois eu não sou sedevacante, cismático, apesar de eu ser um com gosto como que um advogado pro bono dos sedevacantes, pois eles tem razões temíveis, mas, é Francisco, ele sim, o pior Papa da história da Santa Madre Igreja Católica Apostólica fora da qual ninguém absolutamente se salva. Não adianta nada não ser imoral e mesmo assim pregar heresias como Francisco que quer pelo tal ecumenismo falso pós-conciliar calar todo o proselitismo católico aos infiéis o que qualquer vagabundo agnóstico tem o mesmo discurso. Francisco que já disse que ele é comunista e que o Senhor Jesus Cristo também o era. Os erros morais podem fazer alguém correr o seríssimo risco de acabar sendo um herege, a integridade da fé inclui a moral, a ética que foi o caso do Padre Karl Rahner que tinha uma amante epistolar que ele arranjou e assim influenciou os padres do Concílio Vaticano II que com o Papa São Paulo VI são os pais, padres eles já eram, de toda a decadência e ruína em que se encontra a Igreja.
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Paulo Ricardo, o fingidor
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Neste vídeo aqui Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, dito comumente ter a profissão metafísica de padre, mostra-se uma besta quadrada, apesar dele ser suficientemente esperto para ficar mesmo só na aparência de besta quadrada. Ele finge, porque no caso dele que é bastante erudito ele finge, que não sabe o que é o sedevacantismo. Ele fez propaganda nesta homilia, quis dizer o que a massa burra quer ouvir. O que seria a falsa igreja para os sedevacantistas pelo contrário não está humanamente nada desfigurada, nem mesmo suada, estaria conforme o mundo bem acomodada tal alegada falsa igreja em gabinetes com ar condicionado, porque vai aqui na minha calorenta cidade de Belém do Pará enfrentar uma massa de neopentecas insanos e histéricos liderados por falsos pastores bandidos Samuel Câmara ou Edir Macedo pelo menos acusados de lavagem de dinheiro e no caso de Câmara de ter xingado de doido a Jesus Cristo com ódio de Jesus. Não estaria nada desfigurada tal alegada falsa igreja no que seriam as heresias dos papas, do clero dos últimos quase 59 anos depois do fim do desastroso Vaticano II assombrado pelo fantasma do Cardeal Richelieu apóstata que deu todo o poder e glória aos poderes deste mundo, ficou do lado da razão de Estado amoral maquiaveliana, no final das Guerra dos Trinta Anos do século XVII e o Vaticano II foi assombrado pelos espectros dos revolucionários de 1789. Aprovou-se a colegialidade dos bispos, a Igreja de Cristo "subsistiria" na Igreja Católica, apesar de eu concordar com a interpretação de Joseph Ratzinger que citando Santo Tomás de Aquino diz que a "subsistência", isto é, a existência é a forma mais nobre de ser e a Igreja Católica assim É a Igreja de Cristo que subsistiria nela. A frase do Aquinate é: "Subsistentia est nobilissima forma essendi."
A questão é que o modernismo teria instalado-se na Igreja Católica e os homens ditos papas nem papas foram, porque como é que fica a questão da liberdade religiosa defendida pelos últimos ditos papas? Liberdade religiosa é heresia. E o dito Arcebispo da minha Arquidiocese de Belém do Pará, Dom Alberto Taveira Corrêa, que diz que os protestantes são cristãos? Isto é heresia segundo o Syllabus Errorum de Pio IX.
Paulo Ricardo seria um excelente professor online de filosofia e de teologia para ele ter um ganha-pão, não precisa rebaixar-se ao que seria uma falsa igreja com um falso clero que vai contra a lei divina, por isso não teriam poder e jurisdição alguma de ser chamado de clero.
quinta-feira, 25 de julho de 2024
Cismáticos incontroversos?
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Citando aqui aqui novamente o Concílio Vaticano II o que eu vejo como o mesmo que revolver à uma ferida aberta na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual NINGUÉM ABSOLUTAMENTE pode salvar-se, mexer em uma ferida na medida em que não podem tornar remendada a túnica inteiriça do Senhor Jesus Cristo, fazem o Senhor sentir dor em suas feridas no seu corpo que é a Igreja Católica não bastasse as feridas abertas no mundo decaído pelo pecado original com suas sociedades, Estados e impérios deuses mortais e imperfeitos marcados por guerras e disputas por poder de formas maquiavelianas.
A vulnerabilidade aberta por tal conciliábulo, segundo os críticos mais ácidos, infeliz, causou divisões terríveis querendo rasgar tal túnica do Senhor Jesus. É interessante notar os sedevacantes, os temíveis e talvez mesmo nesta crise incontornáveis sedevacantes, pois que seriam eles cismáticos incontroversos? Para começo de conversa dizem eles que nem há papas na cátedra petrina para autorizar-lhes a sagração episcopal de seus bispos. Bom, eu não sou sedevacante, apesar das heresias formalíssimas dos papas das últimas décadas desde a morte de Pio XII em outubro de 1958 que é o caso da aprovação da liberdade religiosa, ou seja, o fantasma do Cardeal Richelieu apóstata que quis a vitória da razão de Estado maquiaveliana, amoral e diabólica na Guerra dos Trinta Anos no século XVI, tal espectro pairou no Vaticano II ou Bento XVI que eu ouvi dizer em algum lugar na internet que ele teria dito que a aliança antiga dos judeus ainda seria válida a despeito do Novo Testamento no sangue do Senhor Jesus Cristo e do ensino antigo da Igreja de que as cerimônias judaicas são pecaminosas e venenosas a quem as participa, os judeus devem vir para a Igreja Católica.
Eu não sou sedevacante, portanto, para mim os sedevacantes com seus supostos prelados são cismáticos, sim, cismáticos incontroversos, sem dúvida alguma, pois falta aos seus pretensos bispos a autorização pontifícia para as suas sagrações o que as torna, então, inválidas, o que é confirmado pelo Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. Dane-se para os sedevacantes brilhantes e de um catolicismo hardcore, pois que para eles os atuais papas nem papas são e eles esforçam-se em não sê-lo dadas suas heresias e sacrilégios como o Santo Padre Francisco achar que pode autorizar em uma paróquia o batismo, por mero costume e convenção social, de filhos de mães solteiras que pelo jeito fizeram-nos sem o sacramento do matrimônio, são amantes e concubinas, e agora querem o catolicismo para os seus filhos que rejeitaram para si mesmas? Ou seja, catolicismo para os filhos, paganismo para mim?
quarta-feira, 17 de julho de 2024
Igreja pós-conciliar (Novus Ordo) ou sedevacantismo: é pegar ou largar
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Ou se está do lado da Igreja pós-conciliar (Novus Ordo) ou do lado do sedevacantismo: é pegar ou largar. Ou se está do lado dos últimos papas dos últimos sessenta e seis anos depois da morte do Santo Padre Pio XII, desde que com justiça eles também estejam em comunhão com os papas que os antecederam conforme uma interpretação sã do Concílio Ecumênico Vaticano II, a chamada hermenêutica da continuidade, ou rompe-se com isso tudo e fica-se do lado dos sedevacantes que para os quais o último Romano Pontífice foi Pio XII.
O que não dá é o meio do caminho do R&R, reconhecer e resistir. A um Papa legítimo não é lícito resistir assim diz o cânon de número 750 onde está escrito que com fé divina e católica devemos dar o assentimento ao magistério inclusive ordinário dos santos padres, os papas. Quem é R&R é na verdade um sedevacante que não ousa dizer o nome, ou pior, é um cismático por resistir ao Sumo Pontífice.
sexta-feira, 12 de julho de 2024
O sedevacantismo incontornável
Autoria: João Emiliano Martins Neto
O sedevacantismo é incontornável. Sendo bem sincero, diante da ferida mortal, crise aberta na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual ninguém absolutamente se salva, desde a década de 1960 com o Concílio, conciliábulo, Vaticano II. Só as bestas R&R, reconhecer e resistir, os da Resistência de Dom Richard Nelson Williamson, o dito Malleus Modernistarum como a ideia dele que os últimos papas dos últimos 60 anos seriam mentecaptos, visto que eles seriam mentevacantes, isto é, incapazes de entender nada que não seja de modernismo. Há os retardados ou bandidos modernistas, estes últimos se bandidos agem de caso pensado, é que dizem que quem sou eu para julgar, para julgar um Papa? Primeiro que não haveria Papa algum nos ditos papas dos últimos 60 anos, pelo menos dizem assim os sedevacantes, eu ainda não sou um dos tais, mas a conclusão parece ser é fatal, logo adiante explico.
Por direito divino não há Papa algum, há muito, ali na Sé de Pedro. Por direito divino, o que precede qualquer lei positivada pelo homem, visto que evidentemente as coisas são como são conheçamo-las ou não. Eles teriam tornado-se incapazes de serem papas dadas as suas heresias formalíssimas da liberdade religiosa que nos deram estes falsos pastores heresiarcas protestantes e para piorar psicopatas bandidos como um Edir Macedo ou Samuel Câmara. Eles que querem a colegialidade dos bispos do mundo todo insurgindo-se em sindicatos do crime comunista como a nossa CNBB brasileira ou CNBdoB, quando é só o Papa sozinho que governa a Igreja e ainda há a ideia de que a Igreja Católica subsiste como Igreja de Cristo não sendo Ela a Igreja de Cristo, mas sendo um subconjunto com as seitas e grupelhos protestantes e cismáticos orientais aduladoras de Vladimir Putin. Apesar de eu já ter ouvido falar de uma justificativa para a subsistência da parte de Joseph Ratzinger, Bento XVI, que é a citação que ele faz de Santo Tomás de Aquino de que subsistentia est nobilissima forma essendi. Parece-me muito convincente, porque, de fato, subsistir, sendo existir é a existência a nobilíssima forma de ser já que como diria Santo Anselmo de Cantuária sendo Deus o ser necessário não poderia faltar-lhe a existência que desfruta qualquer Zé Mané da esquina bebedor de cachaça no boteco. Concordo com Ratzinger.
Quem sou eu para julgar? E por acaso não podemos julgar quem erra e erra gravemente, mesmo que o tal esteja travestido de Papa, com um excelente catecismo como o Romano? Só um imbecil em dias como os nossos de internet que nunca ouviu falar de arquivo PDF para nunca baixar tal arquivo do Catecismo Romano, o Catecismo do Concílio de Trento.
sábado, 6 de julho de 2024
O recente quiproquó anti-sedevacante brasileiro
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Nas últimas acho que duas semanas aqui na internet brasileira houve um quiproquó anti-sedevacante. Canais online ditos conservadores e tradicionalistas como a daquela besta, as vezes sábia, e palpiteira compulsiva Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), ele que já posou fazendo saudação nazista e disse para mim logo que nos conhecemos nos idos do ano de 2007 que é para dar-se lugar ao diabo, isto é, que o tal conservador não seja sempre honesto. Direitismo, cafajestagem e hipocrisia a gente bem vê por aí. Outro canal dito conservador e tradicionalista o do bandido comum, patife, Bernardo Pires Küster, que estava se lixando se morreriam centenas de milhares de pessoas no Brasil de Covid-19, ele que ainda desviou dinheiro das doações que deram-lhe para que o suíno obeso fizesse um filme malfeito, Eles Estão no Meio de Nós, que parece que fora filmado com câmera de celular e não com uma Panavision, ele pegou parte da grana para comprar um sítio e um carro. E Lucas Lancaster que com outra besta só que do episcopado, Dom Athanasius Schneider, neste sentido tão bestas quanto os sedevacantes e demais conservadores e tradicionalistas cuja cicatriz parece ser mesmo a da burrice, assim dizia Theodor Adorno da Escola de Frankfurt, não souberam interpretar a declaração Fiducia Supplicans emanada recentemente pelo Dicastério da Doutrina da Fé da Igreja Católica, pode interpretar-se do que é declarado ali que no lugar de amaldiçoar e injuriar, destacadamente por eles em obsessão a nós LGBTs, quer-se abençoar pessoas ainda que no pecado de adultério de estarem em uma segunda união matrimonial e pares homossexuais, LGBTs.
Estes grupelhos falsamente conservadores e tradicionalistas começaram a atacar os excelentes sedevacantes cujos protestos estão temível e terrivelmente montados na razão: pode ser, sim, que não hajam mais sacramentos válidos e nem sacerdotes também por isso válidos, com raras exceções, pelo menos na estrutura mundialmente visível de pedra e de carne e osso chamada de Igreja Católica Apostólica Romana. Porque como pode não ser heresia a defesa da liberdade religiosa em um dos documentos chamado Dignitatis Humane do Concílio Ecumênico Vaticano II, afora ideias nefastas do tipo o ecumenismo pós-conciliar que pelo menos tende a ser indiferentista religioso, irenista e relativista que impede covardemente o proselitismo, nas palavras do próprio Papa Francisco que disse que é um tal "pecado contra o ecumenismo" o proselitismo, e a colegialidade dos bispos em relação ao Sumo Pontífice? O Senhor Jesus Cristo deu-nos outra opção além da santíssima religião católica romana que Ele fundou sobre São Pedro, primeiro chefe da Igreja em Roma que preside a caridade, a verdadeira caridade, alicerçada na fé divina e católica e na esperança, que é caridade a Deus sobre todas as coisas e caridade ao próximo como a nós mesmos? Não podem ter direitos o erro em geral e o erro mais decisivo ainda para o destino das almas humanas que são os erros que performados pelas falsas religiões e seitas e grupelhos de demônios. Podem ser tolerados como toleram-se os bêbados; os drogados; a prostituição; o jogo do bicho; as tolices das crianças. Pode-se tolerar a nós, LGBTs; tolera-se a burrice humana, enfim.
Se o Papa é herético, como parecem ser os papas desde a época de São João XXIII até Francisco que apoiam unânimes a liberdade ou libertinagem religiosa. O Santo Padre Francisco tem um amigo judeu muito chegado a ele e o Papa nunca falou para ele ser romano católico. Se é assim nem papas eles o são ou foram. Não foram eleitos Papas, argumentam de forma brilhante os sedevacantes valendo-se de um erudito e santo como São Roberto Belarmino ou o Papa Paulo IV em sua bula Cum ex Apostolatus Officio do dia 15 de fevereiro do ano de 1554 e tantos outros especialistas. Bula que pode ser a Bíblia dos sedevacantes zelosos que um camarada daqui da minha cidade de Belém do Pará, Gabriel Sapucaia, ele já mostrou em um vídeo que não teria sido ab-rogada. Sapucaia que é bem sectário, infelizmente fanático ao meu juízo que no passado já bloqueou-me no Instagram ao eu curtir uma de suas postagens, na época que misteriosamente o apostolado dele chamava-se de Santa Maria Margarida Alacoque hoje chama-se Santo Hipólito. Ele pelo jeito bloqueou-me, porque neste meu blog em postagem recente daquele tempo eu confessei que eu sou vagabundo, preguiçoso e eu o sou deveras.
Conforme já mostrou Paulo Ghiraldelli Júnior, ao que parece com razão, ele nega que possam haver partidos políticos de direita dada a uma que seria a impossibilidade doutrinária da direita com seus conservadores e tradicionalistas acabarem no vício redibitório do senso comum de qualquer Seu Zé bebedor de cachaça na esquina, sedevacantes, junto com os demais tradicionalistas e conservadores católicos por vezes caem em lugares comuns, na melhor das hipóteses, se não for mesmo desonestidade para conseguir dinheiro, views, monetizações e subscribes em redes sociais de internet. Eles que em uníssono foram burros quanto à Fiducia Supplicans. Anthony Cekada, um conhecido padre sedevacante já falecido, neste vídeo aqui ou era maldoso ou era ignorante ao ponto dele talvez ter precisado ficar internado em hospitais psiquiátricos como eu fiquei internado, eu que sou doente mental. Ele que na edição de tal vídeo permitiu um trecho tirado de contexto de uma fala do Santo Padre Francisco que logo em seguida descreverei. Trata-se de quando Sua Santidade disse "quem sou para julgar", no avião da volta da viagem de uma semana ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude do ano de 2013, o primeiro ano de seu pontificado, o que é só um recorte "quem sou eu para julgar", porque a frase inteira é "Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade quem sou eu para julgá-la?". Parece-me que há um final da fala do Papa em que ele menciona ainda o Catecismo atual da Igreja que explica bem a questão da homossexualidade, lembrado por um rancoroso e rançoso anti-LGBT como aquele tal Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior. Ele que na média dos padres retardados mentais pós-conciliares ele é dos melhores. Padre Paulo que sempre calou-se do mestre dele e mestre de todos nós, Olavo de Carvalho, ter sido o assassino brutal do próprio filho nascituro morto em um aborto que Olavo deixou que abortasse-o a amante bandida, Silvana Panzoldo, apanhada à época pela polícia. Ela abortou o pobre ser humano em uma seita diabólica que eles participavam. No caso de nós, homossexuais, quando com boa vontade aproximamo-nos do Senhor, estava aí o pressuposto da piedade para realmente não haver um juízo, pelo menos não um juízo desfavorável, o que é evidente, só uma besta fanática talvez também obsessa pelo demônio ou um psicopata misturado à influência do demônio diria o contrário. Como pode-se julgar desfavoravelmente o homem de vontade que merece a paz na terra como disseram os anjos na natividade do Senhor, "in terra pax hominibus bonae voluntatis" (Sancti Lucam II, XIV)?
Eu não sou, pelo menos ainda, sedevacante. Ainda escrevo aqui que hoje eu dou graças a Deus, amanhã posso dar graças a Deus por um fortemente sábio e luminoso contrário, por não ser totalmente contra o que diz um Papa e o meu Arcebispo presumidamente verdadeiros, Francisco e Dom Alberto Taveira Corrêa. Eu deveria até canonicamente aquiescer em tudo sobretudo a um Papa, mas é que não haveria praticamente estômago para tolerar in totum a Igreja pós-conciliar. Hoje mesmo que é o dia em que comemora-se o trigésimo terceiro aniversário de ordenação episcopal de Dom Taveira lá na página oficial da minha Arquidiocese de Belém do Pará eu o chamei de covarde. Sim, de covarde a um que seria um Sagrado Metropolita da única e verdadeira ciência e religião, porque ele não nota aqui em Belém a presença de um bandido, facínora e psicopata da laia de um Samuel Câmara e ainda é covarde Dom Taveira de dizer em artigos no jornal Diário do Pará que seria para profundamente respeitar-se o erro de fato realmente diabólico que são as seitas e grupelhos das falsas religiões do mundo e ainda o Metropolita já escreveu ao arrepio do Papa Beato Pio IX de que as seitas protestantes são verdadeiramente cristãs ou uma forma diferente de cristianismo e assim ele contradiz também a um São Roberto Belarmino.
Eu diria até que hoje que Deus me livre de ser sedevacante, peitar a quem poderia ser um Papa. Vai lá que o clero desde o ano de 1958, ano da eleição de São João XXIII ao sólio pontifício até hoje estão certos em ter dado um passo em direção ao mundo moderno que infelizmente de todo o jeito o rejeita? No entanto, Deus vai, assim expressou o Papa São Paulo VI no texto do epílogo ao Vaticano II, em direção ao homem, mesmo que seja o louco homem moderno que quis ser Deus, como o bom samaritano da parábola contada pelo Senhor e pensa-lhe as feridas depois que ele restou ferido por bandidos ao longo do caminho do desvio da Cidade de Deus para a Cidade dos Homens, em um atalho de Jericó ao descer de Jerusalém. Veio o bom samaritano e derramou-lhe vinho e óleo em suas feridas tal qual comigo houvera que tantas vezes eu já restei prostrado por causa dos meus pecados e um bom samaritano como um Padre Giovanni Maria Incampo, clérigo regular de São Paulo (barnabita) da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, daqui da minha cidade de Belém do Pará, ele que com uma mansidão e misericórdia que talvez os conservadores e tradicionalistas e sedevacantes sejam tão desprovidos semelhantes ao levita e ao sacerdote da referida parábola. Padre Incampo, o bom samaritano, perdoou-me, compreendeu-me, alertou-me dos riscos para eu mesmo dos descaminhos e descida a Jericó, até não lembrando-se da glória e direito de Deus o que é um erro humanista laico ao qual tende a Igreja pós-concliar. O padre é muito acessível para ouvir confissões. Ele, um padre pós-conciliar, com todos os crassos e mais do que evidentes erros do que seria um conciliábulo que talvez tenha fatalmente ferido de morte ao legar-nos-ia um falso clero, inválido, da estrutura midiática e encontrada em praticamente qualquer esquina do ocidente do que chama-se hoje de Igreja Católica. O padre acolheu-me, perdoou-me os meus pecados e ofereceu-me festa em seguida a oferecida e prefigurada no perdão do pai hebreu ao filho pródigo da parábola. Padre Incampo ofereceu-me depois de reconciliado no sacramento da confissão a festa das núpcias do Cordeiro na Santa Missa.
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