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Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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quarta-feira, 11 de março de 2026

Um olhar gnóstico sobre a Trindade

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Eu soube de detratores como Caraio Rossi (Caio Rossi) e os irmãos Veadascos (Jorge e Carlos Velasco), zelite que é ralé dolosamente muito abaixo do Seu Zé da esquina, do blog Punheteu Liberto (Prometheo Liberto) que Rama Coosmarawamy dizia que o dogma da Trindade seria uma dificuldade no cristianismo para a gnose, termo guarda-chuva, para fenômenos como o perenialismo, a Tradição Primordial, a metafísica no sentido guenoniano.




O Pai, a vontade divina, gerou desde toda a eternidade o Filho, a sabedoria, o Logos divino, Ele não o criou, segundo reza-se no Credum niceno-constantinopolitano. Porque há uma inteligência, sabedoria, separada de uma vontade que a ponha em ação para buscar simplesmente pensar e por fim contemplar e na prática se for o caso e com os meios agir e Deus pode tudo que for o bem? A menos que o pensar e contemplar da sabedoria seja algo afeminado, gay, doentio, como diz o Víctor Victorelli que diz que pensar é gay, Pai e Filho: vontade e Logos divino seriam inseparáveis. O Espírito Santo é o Espírito de Cristo é a mente de Cristo que encabeça Ele, o Cristo, o corpus mysticum - que são exclusivamente os santos para a crença cristã decadente anti-gnóstica medieval - de Cristo gestado hoje na ordem da graça pela Bem-aventurada sempre Virgem Maria, antes hoje na ordem da graça fecundada pelo Seu divino Esposo, o mesmo Espírito Santo para a geração de tal corpus com a sua cabeça.




Eu acho que um olhar gnóstico para a Trindade Santa pode ser desse jeito supra demonstrado. Espero ter dado alguma contribuição destoando da estreiteza de uma elite que é ralé como os caraios e os boiolascos incapazes de guiar uma ralé de pobrezinhos cristãozinhos, a canalha da rua no limite do excesso de merda na cabeça e desorientação geral de brasileiros noticiada no Jornal Nacional.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A tal metafísica tradicional?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Eu acho que hoje de manhã eu tive - assim espero e acho que é sim - uma iluminação gnóstica. Sendo assim penso que compreendi a missão de Olavo de Carvalho, o mestre considerado maligno pela patrulha anti-gnóstica de um Fedeli com seus fedelhos de plantão e maligno e falsário era Olavo de Carvalho para evitar não ser incompreendido e deixar de ser financiado pelo cristãozinhos crédulos, bobinhos. Se falo em termos gnósticos mais do que "penso", portanto, acho que "vi" como uma águia a verdade, o real, então, que alegria, entusiasmo, libertação de ver-me livre das criaturas que envolventes como uma jiboia obliteram o conhecimento (gnosis) do real que nenhuma episteme pode encerrar com seu logicismo, racionalismo, empirismo, materialismo restando cética de doida não poder encerrar tudo, o mundo, em sua pequena cabeça, em sua pequena razão outrora nos seus pulverizados e desconexos átomos, descoberta que por si é uma vacuidade junto com tudo que é material. 



Realmente se acerta o gnosticismo da tal metafísica tradicional, a "tal" metafísica tradicional de que eu mencionara em outra postagem? Que eu tenha mais respeito, hein! O que passa por este mundo criado, humano, a jiboia envolvente, é marcado pela mordedura da serpente do Éden, é marcado por uma estruturação temporal, humana, pode ser angélica demoníaca, histórica. Podemos nós, homens, disse-o o próprio Deus a Adão e Eva que esmagaríamos a cabeça doida da serpente, pode ser a mesma jiboia, por meio da Madona Santíssima e de seu Filho Jesus Cristo Senhor onde pela fé, Martinho Lutero dizia somente pela fé, na falta de uma obra feita com pedras preciosas, ainda que seja só de palha, mas quem crer de todo o coração será salvo,  espera-se que tenha tido a oportunidade de no derradeiro instante ter recebido o sacramento da confissão.



Será que eu "gnostiquei"? Ou estou "gnosticando"? Serei eu partidário da metafísica tradicional? Partidário, até onde eu sei, daquele conhecimento perene, a verdade última subjacente às grandes correntes sapienciais, verdadeira ciência, quinta-essência das grandes religiões, no que elas têm de perene, atemporal, supracultural? Gnose que tem como matizes a Escola Tradicionalista, a sophia perennis, o perenialismo.

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