Ser ex-gay é para os fortes junto com ser sedevacante e não ser um dos viados teológicos do grupelho Instituto Bom Pastor que tornam em algo meramente gay, estético, boiola argumentando a favor de uma tal "solenidade" que a verdadeira Missa católica de rito latno, a Missa Tridentina, a do usus antiquior, para no fim não perder o sustento material das dioceses modernistas e para não carregar a cruz do ostracismo e pobreza do nosso meio sedevacantista.
Ao contrário ser ex-ex-gay, deixar de ser ex-gay, ou capitular ao modernismo apóstata ou ao esteticismo boiola de um Instituto Bom Pastor. Ser ex-ex-gay é para os influenciados pelo demônio, pelas mulherzinhas excessivas na família, na rua e no trabalho, ou porque se é bem pago pela esquerda, pela Maçonaria, pelos judeus ou pelo menos bem pago pela seita do Prevost. Mas é claro que dá vontade de encher a cara e assim de dar uma mamada de leve na Praça da República de minha cidade natal de Belém do Pará, como eu bebi e dei uma mamadinha na última terça-feira dia 15 de setembro deste ano de 2026, porque é chato pegar ônibus lotado na minha rua, a Rodovia Augusto Montenegro, no bairro do Parque Verde, logo de manhã cedo e no retorno pegar ônibus também lotado, vindo não raro em pé na ida e na volta, na Avenida Nazaré, no bairro de Nazaré, bairro central, chique e por isso cheio de viados da capital paraense, porque o brilho da purpurina conserva-se quando se tem muito dinheiro e sobretudo poder para quem for mais inteligente.
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