Ontem eu conversava com um pobre homem massa de manobra do Vaticano moderno, a religião Ersatz bem sintética do cristianismo, pertencente que ele é daquela seita, o tal Instituto Bom Pastor, feita para evitar uma necessária revolução, a revolução sedevacantista, no cristianismo que deixa no chinelo o hoje reacionarismo dos clamores gays por aceitação eclesial católica que é a total conformação ao império tirânico de Satã, o embotamento a qualquer tentação à ciência, à lógica - no princípio era o Logos - que não seja a autonomia - a metafísica burra da imanência - do império da vontade da criatura: Satã, seus demônios e os homens maus por meio da acomodação à uma estrutura caquética, herética, apóstata forjada no conciliábulo Vaticano II tão caquética, herética, desfigurada, apóstata quanto a militância gay e a quem se entrega a tais práticas afetivas.
O pobre homem repetiu os lugares-comuns contrários ao sedevacantismo herdados da desinformação vinda da seita de Dom Marcel Lefebvre. Chamou-nos a nós, sedevacantes, de protestantes, de que seriam apenas papas maus Prevost e seus antecessores imediatos de triste memória até Roncali, quando papas maus têm problemas meramente morais por mais escandalosos que sejam, mas não atacam à fé católica, não são nunca hereges, apóstatas, maçônicos, comunistas. Ele repetiu que o Vaticano II não foi dogmático, ele não quis saber se o Vaticano II é evidentemente Magistério Ordinário Universal, publicado na Acta Apostolicae Sedis pelo dito Paulo VI (Montini) em tal documento oficial quando tal Magistério deve ser acolhido com obediência religiosa segundo cânones de ambos os códigos de direito canônico, o de 1917 e de 1983, até porque os papas falam à Igreja em 99% dos casos por meio de tal Magistério e não tem o menor sentido de um tal ensino como o do Magistério Ordinário Universal conter heresias, apostasia...
Enfim, os idiotas, hereges, apóstatas são repetitivos. Pobre homem, pobre humanidade em dores de parto esperando a manifestação dos filhos de Deus, nós, os sedevacantes.