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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Um Bento XVI dos delírios

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu estou lendo em um site estrangeiro, este aqui, uma suposta aparição da alma do Papa Bento XVI à uma freira chamada Benedita da Santa Cruz e eu acho que isso foi um delírio dela, um sonho, talvez um disfarce fácil de Satã para uma mulher tola impressionada pela mídia que como sempre pauta o debate popular, seria um Bento XVI dos delírios. Desde jovem teólogo não era o padre Joseph Ratzinger o empregado do cardeal liberal alemão Joseph Frings na revolução ou demolição que foi o Concílio Ecumênico Vaticano II? Frings, aquele mesmo que abriu para o Ramadã dos hereges sarracenos cabeças-de-toalha a Catedral de Colônia. Joseph Ratzinger que no seu livro Principles of Catholic Theology, eu não li o livro, mas já ouvi dizer que em tal livro o na época Cardeal Ratzinger inverte ou troca Deus pelo homem na Sagrada Teologia que tem como objeto clássico Aquele que tudo conhece vai além, transcende, que é Deus. Ratzinger que era um nome da chamada nouvelle théologie que aplica um certo historicismo na Sagrada Teologia o que ao meu ver seria uma das bases da heresia modernista que preconiza a evolução do dogma entre outras coisas.


Joseph Ratzinger já como Papa Bento XVI é aquele mesmo que deu um respiro para a Missa Tridentina no motu proprio Summorum Pontificum, contudo, vai uma crítica minha: como um tal rito extraordinário, deveria ser o rito normal e deveras católico apostólico romano isso com o grande erro que é o rito atual da Missa, o chamado por ele de rito ordinário, segundo eu já ouvi dizer até da parte de um padre que pode ser um delirante por ser amigo ou pelo menos aliado daquele tal Marcelo Andrade caçador de gnosticismo embaixo da cama, aliado na linha dura dos militares de Sílvio Frota da época da Égide Militar (1964-1985), o erro da atual Missa é que faltaria o oferecimento da oblação, o próprio Jesus Cristo, pois segundo o padre o sacrifício deve ser antes livremente e claramente oferecido para depois ser imolado, acho que o padre acerta muito em ter dito isso, e não de forma que seria equivocada como no atual rito da Missa onde são oferecidos os frutos da terra e do trabalho humano no pão e no vinho.


Bento XVI no seu último discurso, ele já havia renunciado, na Sala Paulo VI no Vaticano disse que antes do Concílio Vaticano II a Igreja Católica era alguma coisa do passado, ou seja, penso eu, antes das reformas ou deformas do Vaticano II queridas por ele a Igreja Católica já estava morta, presa ao passado como se apenas instituição humana fosse logo precisando do tal aggiornamento de João XXIII, e logo a Igreja Católica que é divina, apesar da não raro porca, pecaminosa e não raro burra humanidade de nós, humanos, os seus pobres membros.


Nas supostas aparições Bento XVI até onde eu li do texto aparece como um herói e santo, eu acho que isso é puro delírio, porque pelo exposto Bento XVI foi apenas um Papa mais elegante, chique, estiloso, intelectual ou intelectualerda e poliglota em relação a Francisco que é um bárbaro do extremo-ocidente, do fim do mundo, da América Latrina sem papas na língua, mas tão progressista quanto Bento XVI.

sábado, 20 de abril de 2024

Que "história da fé" o que, Santidade?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Reportava-me à uma tal "história da fé", segundo o Papa Bento XVI em um discurso em um tal encontro ecumênico em agosto do ano de 2005, o primeiro ano do pontificado desse Papa. E isto desta tal "história" na verdade espúria reportava-me como na verdade um vendaval de circunstânicias contrárias à fé tão comum neste mundo caído na postagem passada, dia do aniversário de dezenove anos de chegada ao sólio pontifício de Joseph Ratzinger, um dos ideólogos autonomeados teólogos do Concílio Ecumênico Vaticano II secretário que ele foi do Cardeal Joseph Frings, um homem que permitiu uma cerimônia muçulmana na Catedral de Colônia na Alemanha. O que há no protestantismo é a história da falta de fé, da perda da fé. Começa pela perda da fé na Santa Madre Igreja Católica, fora da qual ninguém se salva, da parte de um Martinho Lutero orgulhoso que não aceitava a direção espiritual de seus legítimos superiores no convento agostiniano. Depois tem o livreco que Lutero traduziu que ele ousou chamar de "bíblia' e que hoje são as "bíblias" protestantes onde o heresiarca introduziu a palavra "somente" antes de "pela fé" na carta de São Paulo aos romanos a fim de confirmar a sua crendice da justificação somente pela fé, isto é, querendo que Deus considerasse justo quem é ímpio por falta de boas obras.


Depois no mesmo século XVI de Lutero houve o rei Henrique VIII que rompeu com a fé divina e católica tornando-se chefe de sua seita na Inglaterra para poder casar-se novamente com uma mulher que lhe desse um filho homem não sem antes matar Ana Bolena, a primeira de suas amantes. O rei fundou a seita anglicana que hoje já bem avançada no esgoto protestante da sua porca história de falta de fé defende abertamente que mulheres sejam ministras e os seus ministros podem ser lésbicas e gays praticantes e com seus respectivos amantes. Que raio de "história da fé" o que, Santidade? E o liberalismo apóstata com a desmitologização de Rudolf Bultmann em seitas, grupelhos do protestantismo histórico: luteranismo, anglicanismo e presbiterianismo? E as seitas pentecostais ou neopentecostais que abundam neste fim de mundo que é o Brasil onde nas tais Assembleias supostamente de Deus o que mais importa são as convenções dos falsos pastores para disputa por poder interno e externo querendo impor ao Brasil a demência e esgoto protestante? Se ainda havia um restolho de fé nos fundadores das seitas Assembleias de Deus em Gunnar Vingren e em Daniel Berg hoje só há hoje um Samuel Câmara, chefete e ditador da primeira Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém do Pará (capital do Estado do Pará),  com ele lavando dinheiro do crime, o vice-presidente da referida seita chamado Nelson Cardoso ameaçando dar porrada em quem fale mal dele com justiça e Câmara gabando-se na minha cara dizendo-me que queria ver eu chegar ao "nível" dele, não sem depois xingar de doido o próprio Senhor Jesus Cristo.


É a porca história da falta de fé de quem fundou o seu secto fora da videira verdadeira que o Senhor Jesus Cristo que tem o seu corpus mysticum que subsiste na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, e isso porque eu nem mencionei os cismáticos orientais que aceitam recasados adúlteros e a seita russa que é um puxadinho do Kremlin e nos quais os mistérios podem ser válidos, o que duvido pois suas sagrações são feitas sem autorização de Roma; porém, são ilícitos, são moeda roubada da Igreja Romana. Fora da Igreja Católica só decai-se na fé, perde-se imediatamente a fé divina e católica e decai-se moralmente e humanamente em uma história que vai da heresia e do cisma rumo à apostasia liberal ideológica ou supostamente teológica. E no caso de gente tipo Samuel Câmara chega-se a ser apenas um ladrão e criminoso comum que já deveria estar na cadeia faz tempo. O erro de Ratzinger que parece-me fundamental é a inversão, é colocar a tal história como a rainha das ciências e não a Sagrada Teologia e sagrada e teologia, porque teologia católica romana.

sexta-feira, 19 de abril de 2024

Um vendaval de circunstâncias contra a fé

Autoria: João Emiliano Martins Neto


No trecho que se segue Bento XVI em um discurso por ocasião de um tal Encontro Ecumênico no Palácio Episcopal de Colônia, Alemanha, ele impõe "absolutamente" o que poderia ser uma tradução da história humana neste mundo como um vendaval de circunstâncias contra a fé divina e católica. Eis o trecho do discurso:


“Todos sabemos que existem numerosos modelos de unidade e vós sabeis também que a Igreja católica tem por objectivo a consecução da plena unidade visível dos discípulos de Jesus Cristo segundo a definição que dela fez o Concílio Ecuménico Vaticano II em vários dos seus documentos (cf. Lumen gentium, nn. 8 e 13; Unitatis redintegratio, nn. 2 e 4, etc.). Tal unidade subsiste, segundo a nossa convicção, na Igreja católica sem possibilidade de ser perdida (cf. Unitatis redintegratio, n. 4); de facto, a Igreja não desapareceu totalmente do mundo. Contudo, esta unidade não significa aquilo a que se poderia chamar ecumenismo de volta: isto é, renegar e recusar a própria história da fé. Absolutamente não!”



Ou seja, desde a doença mental de um obsesso pelo demônio como Martinho Lutero de achar-se pecador apenas por causa da inclinação ao pecado, passando pelo nefasto João Calvino que fingiu ter poder espiritual fazendo que ressuscitaria um homem vivo que depois realmente morreu durante o próprio ato charlatão do maldito Calvino de fazê-lo falsamente ressuscitar. Ou o rei Henrique VIII que movido por seus desejos do baixo ventre rompeu com Roma para separar-se de sua legítima esposa Catarina de Aragão que não lhe deu um herdeiro homem para o trono do Reino Unido e por isso queria arranjar uma outra mulher não sem ter matado a primeira amante Ana Bolena. Até os falsos pastores heresiarcas neopentecostais brasileiros atuais com seus escândalos financeiros de lavagem de dinheiro das milícias e do tráfico de drogas nas favelas do Rio de Janeiro, Brasil, realmente, de forma absoluta, segundo o disparate de Bento XVI, o vendaval historial e circunstancial deve ser imposto à verdadeira fé que pode agradar a Deus, isto é dar adeus à fé, à verdade, à sabedoria e mergulhar na ideologia.



Nestes dezenove anos de eleição de Dom Joseph Ratzinger ao sólio pontifício tomando o nome de Bento XVI realmente a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana fora da qual ninguém se salva teve por líder mais um homem muito fraco que ajudou na irreligião, no indiferentismo religioso e na decadência do ocidente.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

A homossexualidade é uma doença?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A homossexualidade é uma doença? Parece que sim. Que o diga que seria uma doença o na época Cardeal Joseph Ratzinger. Em uma frase ao meu ver um tanto confusa, se eu bem recordo dela que eu li em um jornal local daqui da minha cidade de Belém do Pará, capital do Estado do Pará, no jornal O Liberal do dia 20 de abril do ano de 2005, um dia depois da eleição dele a Romano Pontífice. Ratzinger disse, ao meu ver enigmaticamente: "A homossexualidade não é um pecado em si, é um mal moral intrínseco, logo, é uma enfermidade." Eu não sou teólogo e nem filósofo, mas, do que eu sei de mal moral, o mal moral é o pecado. Então, a homossexualidade é um pecado em si mesmo, portanto, é uma enfermidade. A prática homossexual enfermiça a alma humana. Ratzinger foi confuso. Mas, o que esperar de um neoteólogo condenado pelo Papa Pio XII na encíclica Humani Generis? Dom Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, quis amaciar com os gays, neoteólogo que era com um pé na cozinha da apostasia, ao mesmo tempo que na mesma frase os condena. Teria ele querido dizer os homossexuais praticantes colocados no mesmo balaio dos homossexuais santos, castos e celibatários leais a Deus?


Parece-me que a homossexualidade seja uma doença, se a praticamos, nós, homossexuais. Segue-se que com a prática nossa alma restaria prostrada, doente, dominada pelo fascismo LGBT, por exemplo, que é o que afetaria em praticantes da homossexualidade mais materialmente e concretamente a sociedade, a Politeia. Ficaríamos nós, homossexuais, dominados pelo espírito de Satã que é o espírito do orgulho. Realmente o orgulho nos domina, eu digo isso por experiência própria, não aceitamos críticas, é o fascismo ou esquerdismo, comunismo, socialismo ou coletivismo, é o fascio LGBT de amargurados como nós que hoje nos unimos politicamente em uma facção política para a defesa da inversão e loucura homossexual. Apesar de ser inversão e loucura que eu gosto muito e já caí em tal mal e talvez ainda vá cair milhares de vezes, não posso negar para graças a Deus não acabar na sorte dos hipócritas. Aliás, sobre a militância LGBT, eu me mantenho prudentemente afastado nem se eu não fosse católico romano praticante. Militância que promove as paradas LGBTQIA+ na qual diz-se ali de orgulho, ou seja, parece ser doença a homossexualidade, espiritualmente uma doença, porque o orgulho é um dos vícios capitais. 


Concretamente o que me fez escrever este presentemente artigo aqui é que uma moça em um restaurante chamado Amazon Deli - Coffee Shop, em uma rua perto de minha casa, ali na Avenida Comandante Braz de Aguiar, daqui da capital, no bairro de Nazaré, ela está me hostilizando. Não sei, parece-me que ela não gostou de meu jeito falante, comunicativo, e falando de temas polêmicos como a política que no Brasil de hoje está polarizada. Aliás, eu costumo falar, significar até o tema inominável, insignificante que é a homossexualidade, segundo a interpretação que católicos tradicionalistas dão ao esporte, ao homossexualismo. Sem alma não se come nem um Chicabon, dizia Nelson Rodrigues, a prática homossexual não seria exceção, por isso ela mereceria algum tipo de expressão. Eu que estou anos-luz de ser um escritor. Eu estou desconfiando por certas reações dela que ela estaria sendo homofóbica, termo equívoco que coloca a menor discordância à homossexualidade ao lado da violência assassina contra homossexuais. Para piorar eu fico com medo dela. Eu temo as mulheres talvez, porque eu seja um macho realmente frouxo e a tal ponto de frouxidão e covardia, eu sou horrorosamente covarde, que eu sou homossexual, não gosto sexualmente das mulheres, seria eu um homem tão diferente cuja diferença é tal que chegaria à deficiência. Talvez eu seja assim pelo excesso de mulheres que com as quais eu convivi a vida interira, sobretudo com uma mãe revoltada que sempre quis meio que ser o homem da casa com mania de limpeza e ordem e que sempre disse que queria ser "o meu pai um dia". Ai desta mulher do restaurante! Ai dela! O meu orgulho LGBT pode acabar por esmagá-la, eu talvez com o espírito de Satã no couro não aceito críticas à minha inversão. A homossexualidade me colocaria em trevas sobre trevas, já escrevi a respeito destas supostas trevas sobre trevas homossexuais aqui neste meu blog. O homossexual é de tal jeito que ele se acha absolutamente indevidamente incriticável. Conforme cita luminosamente Olavo de Carvalho, o próprio Deus aceitou sair de orelha quente diante das críticas de seu servo sofredor Jó enquanto nós, homossexuais, tão pecadores se praticamos o esporte, não aceitamos críticas, não me refiro à violência assassina contra nós o que é óbvio que é condenável.


Até aqui alguém pode dizer que haveria desde Dom Joseph Ratzinger até o que foi escrito até aqui uma confusão entre prática homossexual e inclinação homossexual. Eu não faço tal confusão. De alguma forma fiz tacitamente a distinção antes. Eu mesmo sou homossexual, segue-se que eu sei fazer tal distinção e qualquer pessoa minimamente inteligente pode fazê-lo independentemente de inclinações quaisquer. A confusão vem sobretudo do antigo Papa, no entanto, entende-se, na confusão que é a ambiguidade da Nova Teologia por ele defendida onde nada é nada e querendo ser um centro católico equilibrado não raramente se cai à esquerda, condenando-se o meio tradicionalista católico. Sem dúvida alguma que ou nós, homossexuais, sejamos religiosos ou não, abandonamos o erro homossexual e é erro, pois que realmente, concretamente, sem mencionar dogma religioso, na "materialidade" para usar um jargão marxista, o pênis é para a vagina. Pênis é para a vagina e vice-versa, uma mínima e boa noção bem presente do real pode persuadir a nós, homossexuais e demais LGBT a abandonamos o esporte, a prática homossexual, porque com justa e inteligente lealdade às coisas como são. Se formos religiosos católicos, de preferência, teremos a graça de Deus para nos ajudar em nossa vida de celibato e castidade. Agora, se continuarmos indecisos em uma situação de lusco-fusco que é diabólica, é coisa de ladrão diria Jesus Cristo com relação aos que vieram antes dele e permanecermos na prática homossexual, vamos estar fracos pela culpa, e digo culpa segundo a realidade mesma em sua presença concreta na "materialidade": pênis é para a vagina e vice-versa. Repetindo, o macho encaixa na fêmea. Vamos estar fracos pela culpa de irmos contra a razão, contra a realidade e verdade de que ninguém menos do que Deus fez homem e mulher. Ficaremos fracos pela culpa moral e viciados pelo orgulho, como que possessos pelo espírito de Satã. Vamos acabar no final de tudo no fascismo e tirania LGBT.


Dizem que Deus não existe e na prática muitos de nós que nos arrogamos católicos romanos agimos no cotidiano como se Deus não existisse. Onde que nas cidades do ocidente, aqui no Brasil que é um país ocidental e o dito maior país católico, avançado, encontram-se imagens de santos pelo menos nas esquinas das ruas conforme preconizava o Segundo Concílio de Niceia do século VIII que combateu os iconoclastas? Nossas vidas são altamente laicas, de corre-corre atrás do deus dinheiro que ficou no lugar de Deus, é uma vida mergulhada na imanência, no que é criado, no que é o menos real que não é causa sui sendo Ele mesmo a sabedoria que é o que ocorre com Deus.


Dizem que Deus não existe, todavia, parece que cientificamente, historicamente e concretamente realmente na presença de carne e osso humana de certos homens muito maus tal qual eu mesmo, parece que o Diabo existe. Por que? Porque diante do fascismo LGBT baseado no orgulho, baseado no espírito de Satã, que quer o seu reino de trevas neste mundo assim como ele ocorre no inferno e na base ora da sedução e ora na base da força bruta parece que pelo menos Satã de alguma forma existe. Satã, o Diabo que age ora pela tentação, ora na base da força bruta que o digam os extremos que são as possessões demoníacas e de gente que já foi gravemente ferida ou morta pelas tais possessões. Seria uma possessão demoníaca em vista de tomar o poder pelo poder e sem qualquer pudor que é o que ocorreria com o fascismo LGBTQUIA+. Dizem que Deus não existe, entretanto, parece que realmente ele existiria na minha covardia - e nós, os covardes, os mais baixos dos viciosos, diz o livro do Apocalispe, que seremos os primeiros a sermos precipitados no inferno - porque talvez eu esteja escrevendo o que estou escrevendo até aqui movido pela minha horrorosa e lamentável covardia diante de uma pobre funcionária do Amazon Deli que quer um respiro e temeria a ação deletéria gay, talvez. Pode-se defender que Satã, o Diabo, a antiga serpente existe e cientificamente, socialmente é real e concreto diante de eu ser frouxo e covarde, fraco, como eu já disse, além de fascista LGBT e que ele existiria diante da chamada revolução de "gênero" que é extremamente fascista ou esquerdista, comunista ou socialista, tanto faz, é o fascio. Revolução do tal "gênero" que começou no feminismo, avançou no homossexualismo e hoje chega à questão meio que esquizofrênica dos transgêneros.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Famílias católicas e famílias de merda

Os irmãos Joseph e Georg Ratzinger como neo-sacerdotes dando sua primeira bênção sacerdotal.

Que lindo, dois católicos, Joseph e Georg, fiéis, na mesma família e ainda sacerdotes. Enquanto isso há famílias soi disant católicas de merda como a minha aonde não há pelo menos dois leigos medianos. Quando em meio à minha família, eu sinto-me sempre profundamente só em minha, com a graça de Deus, ao menos mediana vocação piedosa.

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