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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Autobiografia (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Quando me dei conta
Tapete e ponte 
Pés imundos
Corpos talvez obsessos por Lúcifer
Arrastando-se em mim
Aurora de minha vida
Lágrimas crepusculares na sala da diretora do Colégio Moderno.
Capacho perpétuo
Hoje não tenho mais lágrimas.



Homossexualismo
Onipresente inversão
O sexo desponta inconsciente
Desorientação.
Anti-natureza, anti-Deus, tão individualmente natural
Para os fariseus é valoroso o lucro individualmente capitalista
O gigante da hipocrisia no dedo deixa uma pista.



O ocaso da razão 
O que parecia a luz de um farol: mania, 
Euforia
Farol invertido de trevas do inferno
Psicose maníaco-depressiva.



Tempo desperdiçado
Inversão, enfermidade
Preguiça, a culpa é só minha?
No fim de tudo eu sou só o vilão?
Fragilidade, 
Enfermidade
Um mártir sui generis 
Enlouquecido
Com espinho na carne.
A culpa é só minha?
Oh! Nossa Senhora de Nazaré dos desvalidos, valei-me...

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

O invejoso do plus (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



A noite vai alta em Roma
O inverno Vaticano II não cessa
No Brasil nem se fala
Dizem que aí a aurora nunca raiou
Destaca-se o plus na conversa besta à beira da rua.



Quase tão besta não fosse um castor abrigado em seu dique
Contenção ao inverno Vaticano II
Ele apontou o invejoso do plus na conversa
Direitos injustos, justos direitos
Inveja, ressentimento, justa revolta.



O plus viril, o buraco feminil 
A apurrinhação de mulheres
Abismo cabeludo
Contas, boletos, filhos
O sexo invertido brilha mais que a poeira nas ruas
A conversa besta à beira da rua.



Vai alta a noite em Roma e no Brasil
Desorientação geral
Vaticano II comendo total
Excesso de merda na cabeça
Os pobres e a iniquidade 
Bichas e invejosos do plus patriarcas cansados
Revolta gnóstica e a Acerbo nimis ignorada
Iniquidade e pobreza
Bichas tão bichas que são mulheres
Necessidade
A compaixão cristã ignorada.

terça-feira, 30 de setembro de 2025

Fraqueza homossexual e a força do autoconhecimento

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Todos os direitos reservados da imagem 




Um patrão meu camelô de rua brinca que eu poderia unir-me à filha lésbica dele. Patrão camelô, pois a talvez única oportunidade em vista dos bens aristotélicos e materiais eu diria assim consciente que eu tive na vida foi ser subalterno de camelôs de rua que abundam em qualquer canto da minha cidade de Belém do Pará. Ele brinca que eu poderia ficar com sua filha, praticamente um casamento à primeira vista pois eu cristão de coração exijo o casamento na Igreja Católica para estar com ela praticamente um casamento à primeira vista nem namoramos ao contrário há o amor à primeira vista reparou um amigo sobre a minha affaire inexistente, lúdica com a filha desse meu patrão.



Claro que não tarda que a fraqueza homossexual, fruto arquievidente do pecado original, mostre a sua face desmotivando a que alguém com inclinação homossexual como eu venha a unir-me com uma mulher. Contudo uma tal chance de união, ainda que só na ficção lúdica e até cômica, é capaz de mostrar a força do autoconhecimento, a força do que estava escrito como conselho no pórtico do templo de Apolo em Delfos na Grécia. Realmente eu sou um homem nesta vida, na próxima todos os homens serão como anjos e não mais dar-se-ão em casamento. Eu já até fiquei vivamente interessado nessa moça e até excitado. É algo extraordinário a força do que se é, pelo menos nesta vida, um ente sexuado contra uma certa, cogitaria eu, dissonância cognitiva por força da inversão homossexual em que quem se é, neste mundo homem ou mulher, passa-se despercebido e é com a força do que é evidente na questão da inversão é entorpecida a autoconsciência e pior a consciência moral é embotada pelo fogo das paixões do desejo erótico invertido, dissonante 

sábado, 20 de setembro de 2025

Existe cura gay?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Se existe cura gay é de perguntar-se se é doença o homossexualismo. Antigamente a medicina psiquiátrica dizia ser um delírio alucinatório, maluquice total. Eu diria por experiência própria que, além de delírio alucinatório dado certa vez eu estar deitado em meu tálamo e apesar do meu corpo concretamente masculino eu perceber, doido, eu como um espectro feminino em eu mesmo. Também segundo a minha experiência enquanto invertido a inversão parece ser um tipo de dissonância cognitiva quando ao que parece para mim hoje já mais lúcido dada sobretudo a minha religiosidade católica, o homossexualismo ser um tipo de castração, uma abolição de si mesmo, um passar à margem do que se é: macho ou fêmea ao descartar o sexo oposto.



O homossexualismo talvez seja doença no caso de outra especialidade médica; talvez proctologistas diriam que o homossexualismo prático entre machos pode causar uma boa hemorroida, uma trombose hemorroidária ou câncer no reto além de uma distensão no músculo do esfíncter dada a penetração de uma "doze", "quinze" ou até uma "quarenta e cinco" penianas não fossem muito aconselháveis como resultado do homossexualismo prático entre homens.

segunda-feira, 17 de março de 2025

Uma sombra no êxodo homossexual

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu noto que uma sombra no êxodo homossexual, sobre quem quer ser um ex-gay, é a incompreensão de quem tem a inclinação inversiva homossexual com relação ao fato de que o macho é para a fêmea e vice-versa a fim de terem um relacionamento fecundo, aberto à vida, e indissolúvel por meio do auxílio sobrenatural do sacramento do matrimônio na Igreja Católica, porque sem tal auxílio ainda que sem o peso da inversão homossexual uma sombra análoga pode abater-se no relacionamento heterossexual quando apenas visto pela perspectiva natural torta, reducionista, determinística, histórica. 


Tal sombra vem junto com um materialismo atroz, um apego ao corpo, às formas físicas dos belos corpos, de sua juventude que passa muito rápido, isso também pode ocorrer no meio heterossexual, porém, no meio homossexual parece incoercível o apego ao corpo, ao histórico, à duração, porque é esmagador o peso da inversão homossexual cerrando o céu a um céu de bronze no relacionamento estéril homossexual por sua própria natureza no qual não pode advir a concepção de um santo, de um filósofo, de um cientista, de um devoto da Virgem Maria de tal tipo de relacionamento homossexual.


Que tenhamos a sabedoria para vencermos tal sombra de incompreensão de que o macho é para a fêmea e vice-versa é a minha oração constante diante de imagens da Madona Santíssima para que Ela que é a Sede da Sabedoria, possa dar sabedoria a nós que temos a inclinação homossexual para vencermos tal sombra e assim vencermos todos os condicionamentos racistas e por isso que pretendem solapar o livre-abítrio humano para um apego tão forte ao corpo, aos belos corpos cuja beleza passa pelos corpos, passa por este mundo, contudo, os transcende em muito chegando a Deus matriz das ideias de bem, verdade, beleza que encontram-se nas almas humanas, porque feitas à imagem e semelhança de Deus juntamente com os corpos. Amém.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Pagando as contas (conto)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


- Tá cheio de veado hoje, se todo mundo virar veado como vou pagar as contas da igreja? - Perguntava à sua esposa o pastor chamado Samuel Pina da Igreja Evangélica Assembleia dos Eleitos dos Últimos Dias da capital do Estado do Pará, Belém do Pará, aliás primeira igreja com este nome desta denominação no mundo.


- Eu quero os membros da igreja covardes, eles são umas bestas e eu sou um poder aqui sobre eles, mas atacando esta gente veada, covardes pelo menos tomados os veados individualmente sem vinculação política, sem poder para reagir contra estas bestas crentões que frequentam aqui esta igreja. Eu só precisava matar aquele além de veado, doido que frequentou a nossa igreja, porque ele sabe dos meus crimes, blasfêmias. Ainda pego aquele maldito! - exclamou o pastor para a esposa Raquel Souza, dita "pastora" da igreja ao arrepio da condenação de São Paulo, o Apóstolo, a que mulheres tenham poder de mando sobre os homens na Igreja (católica apostólica romana, diga-se de passagem).


:: Final de tarde na Beverly Hills decadente da capital paraense, a avenida Comandante Braz de Aguiar.


- Eu quero vender a minha comidinha, não conheço ninguém na Basílica de Nazaré, aquele lugar engessado da Missa que quando acaba vai cada um embora sem falar com ninguém, como vou vender minhas comidinhas? Por isso eu vou lá na igreja do pastor. - Dizia para outra pessoa a senhorinha com sua sacola cheia de potes com comida vagando pela Beverly Hills decadente da capital paraense.


Na Beverly Hills decadente da capital paraense ou a chamada avenida Comandante Braz de Aguiar, onde a referida senhorinha vende suas comidinhas, avenida de Belém do Pará, a realidade decadente são de buracos nas calçadas quebradas, depois de quatro anos da "desprefeitura" do pior "desprefeito do Brasil" dos últimos quatro anos que foi Edmilson Rodrigues, apesar de uma obra dele do passado que beneficiou os mais pobres que foi a chamada macrodrenagem da Bacia do Una. Ali há prédios de classe média alta, e da classe alta, lojas chiques envidraçadas aptas para um assalto nas madrugadas, não fossem milicianos a protegê-las, já ouviu-se dizer à boca pequena a presença de tais justiceiros. Vendedores de balas e bombons, canetas, camelôs estão presentes na Beverly Hills decadente paraense que só à noite retoma o seu ar chique quando voltam para as suas devidas moradias nas periferias de Belém do Pará toda essa escumalha de pobres, desescolarizados que não tem tempo ou pelo menos mesmo interesse no autodidatismo: ignorantes dolosos que muitos deles o são em plena época da inteligência artificial e do Google, taxistas bolsonaristas retardados mentais do "nacionaltaxismo" brasileiro, um tipo de nazismo de latinazis bolsonaristas, entenda-se. Na referida Beverly Hills decadente paraense há também protestantes não raro membros da seita do bandido da igreja evangélica principal de Belém do Pará que é a referida antes Igreja Evangélica Assembleia dos Eleitos dos Últimos Dias.


- Então eu vou virar católico e vou queimar a rosca. Eu posso ser herege, mas não queimo a rosca. Eu sei quem tu és e quase que eu digo para aquele cara, mas ele já te conhecia, né Marcos? - disse o sujeito evangélico fruteiro de rua da Berverly Hills decadente paraense.


- Mas tu te gabas de comer buceta e tu és evangélico, assim não dá, só comer buceta é pouco, tem que ser católico, tu vais para inferno, porque tu és protestante e tu ainda és orgulhoso, gabola comedor de buceta. - dizia Marcos ponderando para o vendedor.


O fruteiro parecia escandalizado, mas talvez fosse só teatro ou burrice atroz ou mesmo intolerância religiosa dele de ligar a Igreja Católica com sodomia, porque Marcos que é invertido, homossexual, sodomita e já caíra na prática do esporte muitas vezes, por exemplo, dirigindo-se porre ao longo da Beverly Hills decadente paranese para a Praça da República aquele puteiro a céu aberto de Belém do Pará, depois de embebedar-se e praticar o esporte no Ópera, cinema de putaria da capital.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Baile no inferno (conto)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Conta-se que quando um invertido, um homossexual, chegou no inferno alguns demônios receberam-no no inferno em festa, fizeram um verdadeiro baile no inferno, tais demônios empinavam a bunda e diziam para o recém chegado:


- Nós estávamos contigo quando tu principalmente na Praça da República de tua cidade de Belém do Pará, puteiro a céu aberto e tu mais raramente nos teus bailes dos lençóis à luz da Lua tu empinavas-te a tua bunda para os teus rapazes. Nós, demônios, aqui no inferno pensavámos que tentando-te a isso nós estaríamos indo contra a mesmice da lei natural divina que obriga ao homem a fazer ele empinar a mulher na cama e cavalgá-la, ele é o maioral. Nós queríamos reduzir o homem à escrava que é a mulher conforme determinação divina.


O baile no inferno corria solto e o invertido recém chegado, apesar de chorando a ranger os dentes com vermes imortais a comer-lhe a alma nas profundezas do núcleo do planeta Terra que é com toda a evidência cristã o centro do universo sendo o Sol que gira em torno dele. Era uma festa em tal baile aqueles demônios empinando suas bundas indo contra o senso comum dado como servil e ralé, próprio da ralé de povo, repeti-lo, servi-lo.


- Ah, este Deus maldito ao qual eu o odeio. - Dizia para si mesmo o invertido recém chegado no inferno. - E estou bem certo aqui neste lugar de meu ódio como eu nunca estive certo na superfície da Terra centro do universo, eu que na Terra plana ria de Olavo de Carvalho que está aqui também no inferno com Eduardo Bueno aquele infiel exibindo como eu a sua incircucisão dele que chamou Olavo de guru da Terra plana. Minha alma está bem assentada neste chão de chamas e ódio de meu delírio. Mete na minha bunda, demônio horroroso, mete! Tudo aqui é dor, minhas lágrimas escorrem como um rio dissolvendo a minha alma, mas aqui eu sou eu mesmo odiando toda esta ordem, razão, lei deste Deus que odiei, tive preguiça de compreender, naquelas mulheres que tinham tudo o que eu não tinha, que eu desprezei elas em meus bailes dos lençóis à luz da Lua com meus múltiplos rapazes e até mesmo na rua empinei a bunda naquela ante-sala do inferno que é a Praça da República da minha cidade de Belém do Pará, puteiro a céu aberto.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

As três hecatombres na minha vida (esboço de uma autobiografia)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Hoje, dia 2 de dezembro de 2024, que é dia do meu aniversário, vale eu mencionar à guisa de um esboço autobiográfico as três hecatombes que assolaram a minha vida: que é primeiro eu ser preguiçoso, vagabundo, apesar de a terceira hecatombe mostrar que eu sou sensível para uma atividade laboral; a segunda hecatombe é eu ter inclinação para a inversão homossexual e a terceira hecatombe é eu ser doente mental da mais alta gravidade, eu sou maníaco-depressivo, mais maníaco do que depressivo, ao ponto de eu ser tão enfermo eu dava língua para as pessoas na rua, pelo menos uma vez aconteceu isso comigo, antes quando eu ainda não tomava os meus santos medicamentos controlados psicotrópicos.


Já mencionei aqui neste blog outras vezes, diversas vezes e pessoalmente para as pessoas tais hecatombes supracitadas, porque sagitariano como eu padece de sincerismo, falamos tudo muito abertamente, sinceramente, por isso sagitariano é muito místico religioso, é profeta, tende a ser advogado por amar a justiça e gosta de filosofia que é a busca da verdade, se é que astrologia vale para alguma coisa, ainda não pude estudar a astrocaracterologia de Olavo de Carvalho a fim de avaliar melhor a astrologia, mas parece-me que a influência dos astros é muito real, concreta, sonante na vida de nós, homens.


Realmente eu sou preguiçoso, vagabundo, não esforço-me muito, não sou diligente, já até pedi à Virgem e sempre Virgem Maria que um dos anéis que brilham em suas mãos briilhe por eu ultimamente pedir o dom da diligência, apesar de todo o desgaste de quem é frágil doente mental da mais alta gravidade como eu, porém, os mártires, ainda que não enfermos mentais, eram como todos nós que somos homens eram mortais no final de tudo e não economizaram desgastar as suas próprias vidas ao ponto de perdê-las fisicamente por amor a Jesus Cristo para não acabarem como muitos de nós, idólatras e pusilânimes.


Eu padeço da inversão homossexual, apesar de que há tempos atrás depois de sonhos com mulheres, beijando-as, vendo as suas partes íntimas em sonhos, eu desejei sexualmente aquela Jojo Todynho, bandida futura processada por Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Jojo Todynho, a capitã do mato da direita delirante, terrorista, extremista bolsonarista, olavista. Tal desejo que eu tive por ela que poderia ser até considerado um verdadeiro milagre, uma prova que as pessoas podem transitar no afeto sexual tendo olhos para ver o sexo oposto ou o mesmo sexo, não são raros heterossexuais que aventuram-se com o mesmo sexo, a coisa parece imutável para os mais burros, influenciáveis bem como para uma militância psicopata LGBT. Depois de mais de quarenta anos de inversão sexual na minha vida, verdadeira hecatombe que não permitiu-me ter um filho, uma família, mas furando a muralha altíssima de aço da inversão sexual eu pude desejar mulheres em estado de vigília e em sonhos neste ano no qual estou completando quarenta e seis anos, Deus sabe se ainda terei tempo para ter filhos e família ou para fazer coisa melhor ainda que é não casar, segundo São Paulo (1 Coríntios 7, 38), e vivendo a continência quiçá absoluta tornar-me um sacerdote segundo a ordem do rei Melquisedeque que não seja aquela besta bolsonarista, olavista, o tal padreco José Eduardo de Oliveira e Silva que por justiça espera-se que apodreça na cadeia por querer a abolição violenta do Estado democrático de Direito. Hecatombe de inversão sexual, na inclinação ao homossexualismo, de eu não ter um só instante de paz dado eu arder em desejos sexuais por gente do meu mesmo sexo; dado o sofrido por mim por sua vez o preconceito social da homofobia, este termo tão polissêmico e elástico, preconceito ignóbil e impiedoso farisaico.


Finalmente neste dia de meu aniversário quero mencionar o fato de eu ser doente mental da mais alta gravidade, eu sou maníaco-depressivo, sou bipolar, eu acordado não estou como um louco como outrora tempo em que eu não tomava os meus medicamentos controlados, mas à noite começa a demência quando eu berro, grito, pulo dormindo, caio de joelhos no chão machucando os meu joelho esquerdo, e acordo mesmo aos berros, gritos o que incomoda a vizinhança, passo a maior vergonha. Para mim vale a frase de Fredrich Nietzsche que sofria da minha doença mental, sobre os sonhos e o sono: "Conhece o terror daquele que adormece? Fica aterrorizado até a ponta dos dedos, porque o chão se abre sob ele e o sonho começa." Pelo menos eu sou um doente mental que procuro cuidar de minha saúde, há outros por aí gravemente afetados mentalmente que estão radicalizados da direita brasileira delirante de longa data que é o caso dos bolsonaristas e olavistas.


Muito obrigado, meu Deus, por mais este ano de vida e muito obrigado por eu ser católico apostólico romano, por eu pertencer à Vossa única pomba, esposa que é a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana contra a qual as portas do inferno não prevalecerão ela (São Mateus 16, 18) e fora da qual ninguém pode de fato conhecer-Vos, Sumo Bem e digno de ser amado sobre todas as coisas, e fora de Vossa Igreja ninguém pode salvar-se.

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Na Praça da República de Belém do Pará (peça teatral/esquete)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Personagens:


Marcos: rapaz homossexual que busca sexo invertido fácil em local público, a Praça da República de Belém do Pará, capital do Estado do Pará.


Elder: rapaz com uma cara um tanto inocente que as vezes busca alguma aventura sexual com homens por dinheiro na Praça da República.


Abrem-se as cortinas. Marcos está sentado tomando a sua segunda pitchulinha de catuaba em um banco ao longo da Praça da República de Belém do Pará na avenida Assis de Vasconcelos. Já, já ele perderá a consciência e quando se dá conta está sendo penetrado dolorosamente pelo grande pênis de Elder. Marcos não aguenta de dor anal, levanta-se e diz Elder.


Ato I



Elder


Dá uma chupada... (Marcos pratica o sexo oral com gosto do lubrificante íntimo no pênis de Elder, lubrificante com o qual besuntara o seu ânus) Eu cobro.


Marcos


Então deixa. (Sai Marcos pela esquerda de um dos bancos do Parque João Coelho onde localiza-se a estátua republicana da Mariane)


Elder


(Desiste) Eu não vou cobrar nada, não.


Sob o efeito da bebida Marcos voltou ao Parque João Coelho outras vezes naquela madrugada e encontrou Elder mexendo em uma das janelas gradeadas, inexpugnáveis, do Teatro Experimental Waldemar Henrique.


Elder


Tu já vais? (Perguntou Elder para Marcos, sem resposta)

 


Fecham-se as cortinas.


Ato II



Abrem-se as cortinas. 

 


Tempos depois Marcos voltou no final de uma madrugada à Praça da República de Belém do Pará. Marcos vai entrando no Parque João Coelho pela pequena escadaria à leste.


Elder


Sem dizer nada Elder está sentado em um dos bancos do Parque João Coelho empinando e exibe o seu grande pênis cuja glande descoberta brilha à luz artificial e branca daquele local da Praça da República. (Sem dizer nada. Marcos dá meia volta e sai).

 

 

Fecham-se as cortinas.

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Fala o náufrago

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Fala o náufrago. Falo eu quando me refiro ao homossexualismo, o oceano mortal, máquina mortífera que ainda vai matar-me, Deus não permita e que eu de minha parte com boa vontade também não permita por meio dos sacramentos na Igreja Católica e da castidade. Assistindo a um vídeo magnífico do meu mestre Olavo de Carvalho sobre um livro dele naquela época recém publicado o Maquiavel ou A Confusão Demoníaca, Carvalho diz lá do que só de forma abreviada antes ele já dissera de uma tal filosofia ou subfilosofia, de "segundo grau", segundo ele, que é agir como diletante, brincar de filósofo (digo eu), ao falar-se de determinismo e livre-arbítrio e não no que realmente interessa quando se está morrendo. No video ele inspira-se em José Ortega y Gasset, o filósofo espanhol da Escola de Madrid, que falava da filosofia de peso que seria a do náufrago, mais ou menos com essas palavras. Ou ainda Olavo menciona Sócrates que dizia que a filosofia é a preparação para a morte, a preparação para ser o náufrago. Eu já a ponto da morte pelo homossexualismo, Deus e eu não permitamos que não seja a morte pelo pecado mortal da prática homossexual contra o sexto mandamento, que seja a morte a tudo o que é a carne, e ao que é mundano e ao que é do diabo.


Realmente alguém quer pegar no meu pé fale com mordacidade e com alguma crítica mais impiedosa (ou seria uma crítica na verdade piedosa? Não parte de muitos do povão e não é crueldade o que é feito por piedade a Deus, dizia São Jerônimo, acho que era ele que dizia isso) a mim sobre o homossexualismo e aqui eu coloco homossexualismo com o sufixo -ismo e não homossexualidade, porque a coisa, pelo menos para mim, e eu já vi ser assim em vários outros invertidos, parece-me uma doença. Parece-me uma ditadura que eu quero impor, antes parece-me que foi imposta a mim mesmo fortemente por algum ente externo (o demônio? O mundo com sua cultura e falatório?) acerca de algo de fato intrinsecamente desordenado, conforme diz o atual Catecismo da Igreja Católica. É um absurdo, é em si mesmo um tipo de enfermidade por ser uma desordem e "grave depravação", diz o mesmo Catecismo.



Parece um tipo de possessão demoníaca ou pelo menos um obsessão onde em tal circunstância não podemos dizer não ao homossexualismoo em nome de um compromisso maior de tipo católico, teológico, metafísico que não nos encerre na no recorte ínfimo de um homem que é a finitude contra o todo, o inteiro da infinitude metafísica. Como não chamar de homossexualismo, então, junto com a cegueira que nós, homossexuais e demais LGBTQIAPN+ estamos envolvidos em nossa desordem e corrupção profunda?



Diante do desafio da inversão que Deus me ajude a por em ordem a minha razão natural, para começo de conversa ela onde tem-se acesso aos prolegômenos da fé, através da minha obediência humilde (ou sem a húbris ou desmedida segundo os pagãos gregos) por uma continência absoluta secundada pelos sacramentros de sua Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual ninguém absolutamente se salva, e pela oração. 



Eu sempre fui assumido com relação à minha inclinação homossexual mesmo que eu seja dado cono um safado fornicador para o vulgo de povo ignorante de quem não se pode esperar virtudes e lucidez em massa. Haveria no caso uma diferença entre as palavras e as coisas. O termo homossexual pode ser inclinação afetiva e sexual, porém, nem sempre a prática homossexual. Talvez seria melhor dizer "invertido", pois homossexual denota prática sexual com alguém do mesmo sexo. Mas eu prefiro toda a sorte de pedras em cima de mim, Deus me ajude, e mantendo-me puro e casto sou inocente diante de Deus que é a testemunha que realmente interessa do sangue derramado do inocente Jesus Cristo, do que acabar semelhante àquele mentiroso compulsivo deputado federal Nikolas Ferreira que era um homossexual afeminado outrora até virar um bolsonarista e olavista homofóbico, evidentemente que ele é uma fraude. Que Deus me ajude a suportar o juízo mais implacável do vulgo do que passar por um impostor. Ainda que eu fosse realmente um ateu, ou pelo menos um péssimo católico romano porque não casto: praticante de atos homossexuais. Ateu e gay ou gay praticante péssimo católico, sim, jamais ser um falsário, hipócrita, eu sendo uma fantasmagoria de mim mesmo.

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Eu sou um monstro?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Poderia-se dizer que eu sou um monstro de imaturidade, enquanto homossexual que eu sou, se a minha especulação acerta acerca do que eu já ouvi dizer de que o homossexual é um imaturo, se o homossexual não consegue abrir-se para o verdadeiro amor esponsal que se dá ao que parece sumamente no relacionamento entre as pessoas de sexos opostos, e o que mais o homossexual quer acima até de Deus é um parceiro amoroso erótico, e aí nessa diferença dos sexos ou "gêneros", diz-se hoje, um dos pares não ama-se somente a si mesmo, porque refletido no espelho da vaidade, assim fica até fácil: "É que Narciso acha feio o que não é espelho", diria Caetano Veloso. Porém o amor heterossexual pode ser bem safado que o diga casais legítimos onde a mulher se intoxica de anticoncepcionais tornando o seu ventre em um túmulo e há muitos homens heterossexuais cuja vida amorosa é bem safada. Todavia, a questão homossexual é um buraco mais embaixo, a situação é mais doentia.


A monstruosidade homossexual em conexão com a monstruosidade das igrejas evangélicas de mercado de monstros como Samuel Câmara e Edir Macedo, chega ao ponto de uma Karol Eller tirar a própria vida, porque falhou em viver a castidade, já que é pecado mortal a prática homossexual que é o pecado impuro contra a natureza, ela que poderia retornar a Deus quantas vezes fosse necessário indo confessar o seu pecado a um padre, desafortunadamente ela era protestante. Ou quando reparam que alguns de nós, homossexuais, somos afeminados, no caso dos homens homossexuais, ou são masculinas, no caso das lésbicas, e a gente quer até se matar.


Nós, homossexuais, somos conhecidos por não conseguirmos amar, amar com força que é amar a Deus sobre todas as coisas, e poderiam até dizer que Deus é algo totalmente outro por estar infinitamente acima do homem, porém, o Deus cristão que é o Senhor Jesus Cristo é o Deus feito homem e Ele nos amou com um amor humano, também divino, mas que passou pelo humano ao ponto de submeter-se à uma paixão esmagadoramente dolorosa. Poderíamos amar tal Deus cristão com mais facilidade, no entanto, amamos mais à matéria, ao corpo, o erotismo, às formas no sentido do apego às esculturas, diria Platão, sem subir até o belo em si. Acabamos semelhantes a um Martin Heidegger psicótico, e para piorar ele era nazista que é apego político literalmente à raça de gente ariana branca e não raro loura. Heidegger que dizia que a linguagem é a casa do ser, esquecendo-se que o ser (ou Deus) é o que possibilita a linguagem e os demais entes, "entes criados", diria-se em termos cristãos.

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Duda Salabert é macho!

Autoria: João Emiliano Martins Neto




O deputado com O, nada de deputada com A, Duda Salabert, Duda Salabert é macho! Olha estas feições viris que ele ou ela tem se comparadas às feições doces, delicadas e realmente femininas da moça atrás em detalhe! Está na cara que trata-se de um homem o tal Duda!

terça-feira, 13 de junho de 2023

Nós, os malditos amargurados, incapazes e deficientes

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu tropecei com mais um destes de nós, os malditos amargurados, incapazes e deficientes. Tropecei com um cego que não quer ser chamado de cego e teimoso se postou perto de mim na rua querendo vender pipocas. Não se pode mais dizer que cegos são cegos assim como há outros tipos de cegos como nós, homossexuais, que não queremos ser chamados de veados, sodomitas, afeminados, invertidos em nossa cegueira, deficiência de não enxergarmos nada de interessante no sexo oposto que é o que seria o natural, o normal. O mesmo vale para nós, doentes mentais, nós, os populares doidos. Agimos assim, porque somos dominados pela amargura que é usada pelo demônio quer quer seres tal qual ele, orgulhosos, burros e loucos que não aceitam a insuficiência da criatura, seja angélica, seja humana, nós, anjos e homens, que somos um nada diante de Deus.


Somos um nada diante do Deus que pode curar-nos, mesmo de uma cegueira física, o caso do desgraçado maldito ali da rua. O Senhor Jesus Cristo curou a cegos. Ele pode curar a nós, homossexuais invertidos, sodomitas e afeminados. Ele pode miraculosamente reverter a nossa condição invertida e hoje é dia de Santo Antônio de Pádua, o grande santo é conhecido por seus milagres portentosos, si miracula quaeris, se queres milagres vem pedi-los a Santo Antônio, pois fogem dele as desventuras e as maldades do demônio. Nós, doentes mentais, podemos encontrar em Jesus e em seus santos, a partir da Virgem Maria, podemos encontrar o bálsamo de Galaad.


Não adianta nada a amargura, a soberba e o politicamente correto tentando alterar com joguinhos de linguagem a realidade. Merda é merda e não melhora. É o fato. É toda a verdade. É preciso admitir-se doente diante do médico que é Deus para que Ele possa aplicar o medicamento eficaz por mais armago que seja. Qual seja o medicamento que é sempre para começo de conversa, com certeza, substituir a maldição da amargura, da soberba pela humilhação de se carregar pacientemente a própria cruz. É o negar-se a si mesmo, humilhado, e rezar, e receber o sacramento, para nós, doentes de todo o tipo, há o sacramento do Cristo médico que é o sacramento da unção dos enfermos e há os demais sacramentos, máxime o sacramento da Eucaristia desde que se esteja bem dispoto a ele pelo sacramento da penitência.

domingo, 7 de maio de 2023

A merdinha e a fé divina e católica

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O homossexualismo ou a prática de sexo anal e oral entre dois machos do gênero humano ou no caso das lésbicas o chamado "colar o velcro", o esfrega-esfrega entre duas vaginas e o sexo oral em vaginas entre duas fêmeas somada à falta de complentariedade afetiva verdadeira, diz com paternos conselhos o atual Catecismo da Igreja Católica (1992), que é o que ocorre na desordem homossexual e a fé divina e católica que é a fé verdadeira no verdadeiro Deus é a relação entre a merdinha e um dom sobrenatural que é a fé na única e verdadeira religião revelada neste mundo por Deus que é a Igreja Católica Apostólica Romana. É a relação entre uma total deformação das mais baixas e a verdadeira sabedoria que é a sabedoria e luz incriada que já foi e é desafiada pelo menos por algo mais excelente a exemplo da razão humana e angélica, a filosofia e a ciência todas fruto da potência superior da alma humana e dos anjos que é o intelecto.


O homossexualismo rebaixa, esta merdinha vergonhosa, o homem e desafia a santa fé da maneira mais amesquinhante. É uma formiga protestando contra um elefante. É ridículo o homossexualismo e hoje por força de lei federal na Pátria de Macunaíma (Brasil) há ameaça de processo judicial e cadeia. Não se pode mais falar de gente como nós, os homossexuais, tão rebaixados que nós somos, infelizmente.


Isto não quer dizer que se vai ficar espezinhando a ninguém. Isto não quer dizer que se vai ficar fazendo arruaça na rua contra ninguém e nem fazer desordens de todo o tipo. Não é preciso ficar pisando o tempo todo em ninguém ou em nós, os invertidos, é preciso ter a compaixão católica de se suportar as fraquezas alheias que é uma das obras de misericórdia espiritual das quais seremos cobrados por ninguém menos do que por Deus no dia do Juízo Final. Contudo, é preciso saber se colocar e se ver no seu devido lugar. O homossexualismo rebaixa muito a nós, LGBT. Nós vivemos em uma insignificância e mesmo se, já falei disso em outro artigo, valer algum signo, por exemplo, linguístico, literário, a nossa questão da inversão, a minha dica iluminada pela fé divina e católica é que por meio da penitência mesmo o maior dos pecados possa ter alguma significação no dar o nome aos bois a mesmo o maior dos males e ainda que cometido em grande número possa ser nomeado quando os nomeamos para o padre no confessionário. O mesmo vale para a alta literatura que mesmo o homossexualismo pode inspirar desde que não se doure a pílula do quanto é realmente maligno o homossexualismo, pois que realmente o pênis encaixa na vagina. Nós, homossexuais, em nossa cegueira não entendemos esse bem básico e banal, besta, simplesmente não conseguimos enxergar. E mais, o homossexualismo é o pecado que clama aos céus por vingança, clama por severos castigos, explica o Papa São Pio X em seu catecismo. Não menciono aqui as ciências biológicas e psicológicas ou psicanalíticas que devem pesquisar o fenômeno homossexual, só que em outro nível.

segunda-feira, 13 de março de 2023

Pecado original, homossexualidade, transexualidade, delírio e alucinação

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Chamou-me muito a atenção o discurso do deputado federal Nikolas Ferreira do Partido Liberal (PL) do Estado de Minas Gerais no Dia Internação da Mulher, no último dia 8 de março deste ano de 2023 na tribuna da Câmara dos Deputados na capital do Brasil, porque me parece que realmente a homossexualidade eu acho que é uma linha que é cruzada pela transexualidade mais do que nós, homossexuais, costumamos admitir. O senso comum, e Marcel Proust, colocam os homossexuais como os homens-mulheres, no caso de nós, gays, e as mulheres-homens, no caso das lésbicas. Nós, homossexuais, somos caricaturados fisicamente como o oposto ao sexo ao qual pertencemos, aí entra a questão de gênero como eu acho que claramente o papel social e socialmente construído desempenhado pelo homossexual que pode ser desde intimamente com alguém do mesmo sexo, entre quatro paredes, ele fazendo papel de homem ou de mulher ali, seja socialmente no caso dos homossexuais mais afeminados ou os travestis que já vão para um extremo.


Eu estava lendo hoje sobre uns dois assuntos de psiquiatria, o delírio e a alucinação, e levando-se em conta o que diz o articulista político conservador e médico psiquiatra, Heitor de Paola, de que seria a homossexualidade um delírio alucinatório, um antigo psiquiatra meu que eu acho que ainda trabalha no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna daqui da minha cidade de Belém do Pará, ele já me disse em seu consultório que eu teria uma co-morbidade, pois eu além do transtorno bipolar, eu também sou homossexual, para ele a homossexualidade é uma enfermidade. Parece que os psiquiatras divergem sobre um diagnóstico mórbido ou não para o que seja a homossexualidade, pois a Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, famosa médica psiquiatra das redes socias e da imprensa, ela diverge de que a inversão seria uma doença mental e, antes que eu me esqueça, no ano de 1990 a homossexualidade deixou de fazer parte do CID, o Classificação Internacional de Doenças, no caso doença mental, apesar de que tal retirada da homossexualidade do rol de doenças mentais ocorreu por pressão do movimento homossexual. 


O delírio e a alucinação, segundo o que eu rapidamente li, diferem. A alucinação é um fenômeno interno e da mente, já o delírio precisa de um estímulo externo. Se Heitor de Paola acerta, a homossexualidade seria um delírio alucinatório misturando as duas morbidades em uma falsa apreciação do paciente sobre si mesmo achando-se de alguma forma do sexo oposto, mesmo que ele até faça uma pose de alguém viril, se for gay ou pode feminina, se for lésbica. Os gays afeminados e as lésbicas machonas seriam mais espontâneos. Ele não é, de fato, daquele sexo oposto, claro que não. O delírio entra, segundo eu entendi, quando o homossexual e eu acho que também o transexual são expostos ao estímulo de seus objetos de desejo sexual, um homem ou uma mulher, já nem digo aqui os casos de parafilias do tipo a zoofilia, no qual a pessoa se acharia um animal para sentir-se atraída por uma besta. No caso do transexual tal alucinação é mais grave, misturando-se com o delírio causado pelo estímulo externo, eles, tanto quanto nós, homossexuais, sentem-nos atraídos pelo sexo que desejamos e em menor grau, nós, homossexuais, nos achamos do sexo oposto, ainda que em um nível muitíssimo até baixo, enquanto no caso dos transexuais a alucinação é mais severa, no limite eles podem até cortar as suas genitálias.


Agora, antes que eu ou outra pessoa achemos na medicalização uma forma de saída fácil para tais situações de homossexualidade ou o que é pior, transexualidade, que a gente deva tomar um antipsicótico tipo o antipsicótico que eu tomo todos os dias, o risperidona, no entanto, eu tomo tal medicamento, porque eu sofro de transtorno bipolar, eu até hoje tomando esse medicamento nunca funcionou contra a minha homossexualidade, eu continuo sempre homossexual. Eu já até tomei no passado um antipsicótico de geração mais recente que é o fumarato de quetiapina e eu não virei heterossexual. O que fazer?


A solução para a homossexualidade e transexualidade será mítica e teológica? Será que a Igreja Católica Apostólica Romana com sua ideia de pecado original terá uma solução e remédio para a questão da inversão e da disforia de gênero? Ou seja, todos nós fomos feridos pelo pecado original, então, somos quebrados, não somos o que Deus queria que fôssemos restando que através dos sacramentos, do batismo, da penitência e da Eucaristia, sobretudo a Eucaristia, nós tenhamos os medicamentos eficazes para vencermos o pecado e a cada dia tenhamos força para nos negarmos a nós mesmos e com paciência carregarmos as nossas cruzes após Jesus Cristo? De novo o bêbado na ladeira, que é o que da religião diz Luiz Felipe Pondé, vem em nosso socorro respondendo a questões que por enquanto a nossa vã filosofia não sabe discernir dos mistérios que há entre o céu e terra?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Maldita inversão?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Maldita inversão? Devo mesmo amaldiçoar a minha inversão, o fato de eu ser homossexual? Por mais que seja talvez, de fato, uma forma de desorientação a homossexualidade, o se gostar afetiva e sexualmente de alguém do mesmo sexo, visto que simplesmente fisicamente o homem foi feito para a mulher, o macho para a fêmea e vice-versa. Por mais que seja pecado, segundo a Igreja Católica, a homossexualidade, eu não posso negar o prazer e "bem", por assim dizer, que me causa a prática homossexual. Pelo menos segundo a Psicanálise eu estou certo em dar vazão à minha afetividade e sexualidade homossexual, visto que Sigmund Freud dizia que a falta de sexo na vida de uma pessoa seria uma forma de alienação. Apesar de que eu acho Freud suspeito a enfatizar tanto o sexo na vida do homem, visto que ele era um adúltero que tinha um caso com a própria cunhada.



Maldita inversão? Mas o meu sentimento e a minha inclinação afetiva, e eu diria mesmo que física são genuínas por pessoas do meu mesmo sexo, por homens. Realmente eu amo os homens em geral. Isso pode ser uma forma de alienação acerca de quem eu sou, isto é, que eu sou um homem? Será que o homossexual foge de ser quem ele é, que era um conselho que Friedrich Nietzsche dava? Talvez, porque nota-se o quão feios são alguns homossexuais que acabam afeminados, travestis, escandalosos e inconvenientes e até mesmo algo um tanto esquizofrênico tal qual seria o caso dos transexuais. Parece que a homossexualidade e para piorar transexualidade uma forma de estar fora de si, um tipo de alucinação e eu já soube de um psiquiatra e analista político, Heitor de Paola, ele dizer que a homossexualidade seria um delírio alucinatório. Não digo que eu duvido de tal diagnóstico, se queremos chegar à sabedoria não devemos ter viés nenhum e esperar que mesmo na confusão de informações e opiniões dos mais sábios e qualificados a realidade fale por si.



Maldita inversão? Bom, se eu não fosse homossexual talvez a minha vida espiritual de católico romano fosse menos atribulada, com menos tentação, com menos ida ao confessionário? Pode ser. Segue-se que um heterossexual se acha menos pecador? Só aí está chamando a Deus de mentiroso, diz São João. "As prostitutas e os publicanos vos precedem no reino dos céus," disse ninguém menos que o Senhor Jesus Cristo aos fariseus. Realmente, um homossexual é mais atacado e estigmatizado nem que seja pela reprovação popular e social, ele tenderia, portanto, só por essa casca sociológica de se achegar mais a Cristo do que um heterossexual que é visto pelo social como alguém até mesmo digno de elogios por ser o machão que faz sexo com todas as mulheres do pedaço, contudo, que, segundo a religião católica tal pessoa está pecando em um certo sentido com a mesma gravidade que um homossexual, no entanto, é evidente que a homossexualidade é mais grave não apenas espiritualmente, também segundo uma boa e reta razão.



Maldita inversão? É possível que sem a inversão homossexual eu não teria me aproximado da Igreja Católica, aproximado de Deus e mesmo que eu não fosse homossexual eu não teria conhecido certos homossexuais como um Clodovil Hernandes, Elton John ou o escritor Oscar Wilde que tinham alguma coisa de verdade, de luz e de instrução a dizer. Ainda não conheci nenhum santo que tenha sido homossexual, que justamente se santificou, que se divinizou tendo que passar pela prova de fogo terrível da homossexualidade.



Maldita inversão? Uma coisa eu espero que seja certa em minha vida que, conforme diz o versículo do salmo 50, que a sabedoria seja infundida no meu mais íntimo desde que eu seja sempre sincero e que com toda a minha afetividade, sinceridade, sentimentos, consciência e mais do que consciência, pensamento, segundo a filosofia do genial Olavo de Carvalho, que eu conheça por presença o real que fala a quem tem ouvidos de ouvir e que se mostra a quem tem olhos de ver que é quem sinceramente e docilmente aceita ser instruído, guiado, iluminado e moldado por ele.

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