É longo o caminho do homem rumo à sabedoria. Na Basílica Santuário de Nazaré aqui na minha cidade de Belém do Pará eu rogo pela sabedoria à Virgem de Nazaré, diante da imagenzinha clássica dela achada em 1700 e talvez uma das poucas imagens ali validamente bentas pois é da Igreja pré-conciliábulo. Eu posso todos os dias escrever o meu diário aqui neste meu blog e a coisa ficar uma chatice, porque na falta do entendimento, na falta da sabedoria, na falta de Deus, enfim, a vida torna-se mais rasa do que um pires e tudo é visto como um fenômeno de coisa, sem a coisa em si, sem a verdade, a seita do Prevost unindo do pentecostalismo histérico e que envolve o dedo do demônio da seita da renovação carismática dita católica até as seitas os jansenistas e galicanos do Instituto Bom Pastor e da Fraternidade Sacerdotal São Pio X com o dito tradicionalismo, mas mitigado, da parte deles.
Por enquanto eu, neste dia 2 de agosto de 2026, continuo frequentando a igrejinha do Prevost, fui até à Missa, ontem, na Paróquia da Santíssima Trindade, todos os dias vou à Roma modernista e acima de tudo luterana, protestante, a covardia é o meu carro-chefe, onde está o meu sedevacantismo? A religião acaba se prestando a ser um ópio, a ser um sintoma de regressão freudiana em busca de um pai, uma proteção diante da solidão, diante da pulverização atomística, nominalista da importância meramente de troca que têm os indivíduos solitários no neoliberalismo. João Calvino, o heresiarca protestante, propunha no início do capitalismo no avanço da modernidade pelo menos o testemunho interno do Espírito Santo abrindo o entendimento do homem à Escritura Sagrada, hoje nem isso, só resta o espírito de porco indo na Tudo Conveniência daqui da capital do Estado do Pará indo comprar de pão a lubrificante K-Med conforme o gosto e necessidade e eu tentando fazer uma amizade verdade com os escravos ou ditos "colaboradores" do lugar, pelo menos, na operação tipicamente materialista e capitalista de troca, trocando dinheiro por um bem.

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