Aquele José Eduardo de Oliveira e Silva que é um leigo fantasiado de batina, porque é um padreco conciliar e gay incubado pêgo por bandidos que o emboscaram na fronteira de Osasco com Barueri, o Doutor de Osasco, quando ele marcou um date com um homem e ainda indiretamente admitiu que pedira ao jornalista jovem e bonitão, que talvez foi o prêmio de consolação carnal dele, que retirasse a referência ao seu nome e sua foto.
É este sujeito José Eduardo de Oliveira e Silva um gay em tudo, porque em um podcast, ele, gay até as tampas, prefere afeminado desertar do exército da salvação, prefere tornar-se um apóstata, porque é um afeminado que não suporta o eclipse, tribulação por que passa o Reino de Deus, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica, onde assentou-se Satanás na cátedra de Pedro, fazendo Roma perder a fé e ser um dia a sede do anticristo, através de falsos papas desde Roncali até hoje o Prevost.
Lucas Banzoli evidenciou bem que naquela região de fronteira nos últimos dois anos só havia um padre ali sob a tocaia de bandidos e tal padre foi o José Eduardo de Oliveira e Silva, que nem padre é por ter sido falsamente ordenado por um outro leigo, um homem falsamente sagrado bispo pela falsária fórmula consecratória episcopal de Montini.
É melhor assumir os próprios gostos, por piores que sejam, do que levar uma vida em tudo como um farsante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário