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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Um espiritualismo sem ilusões e com tentações

Autoria: João Emiliano Martins Net



A minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é um espiritualismo sem ilusões. A noção de ideias das coisas deste mundo radica-se neste mundo mesmo por mais imperfeito que ele seja, logo, o espiritualismo fundado por Platão tem na minha filosofia o conceptualismo, a correção feita por Aristóteles, discípulo de Platão, aos universais. 




In re, é o termo filosófico latino, para as ideias, gêneros e espécies, nas coisas mesmas, o cinceptualismo aristotélicos, não em um mundo separado. Então aí entra o realismo moderado de Santo Tomás de Aquino o que evita tanto empirismo cego para a capacidade racional quanto evita o racionalismo, o subjetivismo de dúvida do mundo externo, mas voltando-se para o objeto sem a involução copernicana do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) que é a virada antropológica onde o disforme quis uma autonomia humana à realidade que expulsa pela janela retorna resistente, impertérrita pela janela, ditando as regras, ela, a realidade rumo ao infinito, rumo a Deus, ao Sumo Bem, incluindo até visões do céu e do inferno onde está tostando Immanuel Kant. Visões vistas por Emanuel Swedenborg que despertaram o ressentimento e com ele a empulhação kantiana.




Eu não posso negar o impulso, tentação platônica, gnóstica, ascética, de minha filosofia, quiçá até ontologista de Vincenzo Gioberti em minha filosofia onde pela Luz (de Deus do que é o Bem e Sumo Bem) veremos a luz das coisas, a sua verdade, sem partir dos entes ordinários, mas do Ser Supremo.




Nesta Luz, ontologista, aí entraria a gnose, há a tentação de tornar mais claro o ente sem mediações e assim ditar uma meta-história, uma substância para história heteróclita humana, história confusa onde largado o homem a si mesmo e dado certas condições para o mal o homem opta pelo mal incendiado pelas paixões.
 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Olavo de Carvalho, a besta gnóstica concretista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Olavo de Carvalho, talvez inspirado pela besta humanista Mário Ferreira dos Santos junto com a gnose olavista, era de um concretismo bestial, junto com Mário Ferreira dos Santos. É evidente que toda a prática humana basear-se-á em um idealismo, em um abstracionismo e não no casuísmo, no suborno ou até chantagem de uma circunstância qualquer desconexa por mais dolorosa que seja que o diga os mártires que derramaram com angústia e dor insuportável o seu sangue pelo tal "abstracionismo" das "ideias cristãs". Mas Olavo de Carvalho era mais um idiota brasileiro, portanto, um católico de IBGE. Neste sentido pode-se dizer, sim, a burguesia, a Igreja Católica, a Maçonaria nas quais os seus membros mais eminentes, capazes ou até sortudos em um dado momento propício reuniram-se para fazer algo e agiram ou até uns dois ou só um deles genial agiu e venceu, mas em nome, sim, de um ente ideal, abstrato, porque só uma besta não consegue apreender a essência, o universal depois do trabalho no particular, individual, mesmo que de um dado aparentemente solto. 



A gnose de Olavo de Carvalho era tão, tão, tão acentuada que no afã de livrar-se de clichês como ideias, universais abstratos e semelhantes, ele acabou burro a fim de "presentificar", segundo a "ideia", o universal abstrato no fim das contas do conhecimento por presença dele. "Presentificar" o real para sentir a aspereza do real, porque a até chantagem, suborno de circunstâncias concretas podem ser acessíveis a um só indivíduo, mas a dois ou três ou mais indivíduos só a "ideia", "hipostasiada" daquela coisa é que é acessível a mais gente. O homem é um bicho metafísico até ao fim.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Cristianismo: potestade e a liberdade (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A Tua causa
A guerra da verdadeira tirana
A má paixão 
Contra mim
Contra Ti
À Tua potestade
Eu posso fazer o bem
E verdade e belo
Analógicos neste mundo
Do que há neste mundo
A luz sempre brilha nas trevas
As qualidades
Ens, Unum, verum, bonum.



A liberdade
A serenidade
Até com irascibilidade 
Ver e dizer
Analógicos neste mundo
Do Teu Coração Sagrado
As ideias
Neste mundo
N'outro mundo
Gnósticos, diretos fatos.



O Imaculado Coração 
Dele veio-nos a Ti
A ciência
Nos percalços cá de baixo.
A criação transfigurada
Maria!
Dela o cristianismo 
Da maior das criaturas 
A melhor ideia
O fato da divina gestação
Além da ideia
O fato gnóstico gestacional 
A potestade 
Enfim a liberdade
Sob o teu sinal
Ó Cristo
A tua morte brutal
Antes sete espadas cravadas no Imaculado Coração.

sábado, 11 de abril de 2026

Por um cristianismo inteligente (gnóstico)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Jesus Cristo 



Por um cristianismo inteligente, porque gnóstico, sem fé cega. Sem apegos a dogmatismos e doutrinarismos rígidos junto com especulações em forma de proposições ou imposições autoritárias clericais típicas do desproposito teológico que ousem sobrepor-se à metafísica, à filosofia. Olavo de Carvalho era um gnóstico, mas um tanto incubado porque perderia dinheiro e popularidade e para não chocar a plebe ignara igrejeira que semanalmente pelo menos toca uma punhetinha, relaciona-se com gente do mesmo sexo ou tem uma amante ou toma anticoncepcional transformando o útero em um túmulo.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

O catolicismo romano (gnóstico) para inteligentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O catolicismo romano (gnóstico) é para os inteligentes. É um analfabetismo bíblico e metafísico não ser católico apostólico romano com as devidas correções da filosofia do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho que fez uma introdução da gnose ou um "gnosticialismo", como eu o chamo, na filosofia ao lado de René Guénon e Fritjof Schuon. É analfabetismo bíblico, a Bíblia Sagrada está empoeirando na casa de tal pessoa não romaninha e bem burrinha sem inclinação gnóstica ou para buscar enxergar diretamente a verdade de que por exenplo o Pau na Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) hoje resta usando fraldas por causa da introdução da piroca de Josef Stálin em seu ânus dado o materialismo histórico e dialético marxista adotado a vida toda por Bundadelli. É analfabetismo bíblico, pois é evidente que Jesus Cristo deu o poder das chaves e o primado e supremacia a São Pedro e a seus sucessores que factualmente sucederam até hoje a São Pedro.



É analfabetismo metafísico não ser católico apostólico romano, pois já diria René Guénon, a metafísica é superior à teologia restrita à fé que por si só pode ser cega e a rótulos, estereótipos dogmáticos como o é a desordem - o na verdade "desordo theologie" dos cismáticos orientais - de colocar a teologia acima da filosofia ou metafísica. A metafísica é mais ampla não impondo, em termos heideggerianos, a dominância do ente que é a pequena cabecinha humana com seus dogmas, ideias, categorias, pensamento, lógica, fé cega ignorante sobre o ser que possibilita o ente e cuja suma é Deus. O ser que tem por coração o Sagrado Coração de Jesus filho do Imaculado Coração de Maria protegidos pelo fortíssimo sustentáculo e guarda providente da Divina Família que é o Castíssimo Coração de São José.

terça-feira, 31 de março de 2026

O VERDADEIRO filósofo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O VERDADEIRO filósofo é aquele que busca ver a verdade e ensina a ver a verdade aos seus discípulos e apóstolos. Ou a verdade é vista por quem a busca ou ela degringola em uma representacional erística, ganhar um debate sem ter razão que é algo incomensuravelmente abaixo do real.




Ou a verdade é vista por quem a busca ou o sujeito é apenas quando muito uma besta e ou é um charlatão cabo eleitoral de um candidato a tiranete esquerdista como aquele filosofastro aviãozinho no narcotráfico, a besta pragmatista das narrativas Pau na Bundadelli. Quem assim o buscar ENXERGAR o real e assim prometer ser, prometer ser real será ABSOLUTAMENTE o VERDADEIRO filósofo que é o filósofo gnóstico segundo o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho junto com um René Guénon e Fritjof Schuon. Olavo de Carvalho que é maior do que Sócrates, Platão, Aristóteles, a escolástica inteira com seus rótulos categoriais, mundo das ideias mentalistas, diminutos e balbuciantes raciocínios junto com a humana pequena razão, logicismos formalistas, pensamentos que estão infinitamente abaixo do real, do ser, que compreende o próprio Deus que habita em luz inacessível segundo o Apóstolo (São Paulo).

domingo, 29 de março de 2026

A VERDADE sobre a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A VERDADE sobre a Filosofia é o que eu defino como Filosofia como uma perspectiva ou dizendo diretamente o sol que faz as pálidas perspectivas lunar e estrelares empalidecerem. É o olho do sol de minha filosofia campeã, verdadeiro amor à sabedoria, que é o espiritualismo meta-histórico ou cristianismo gnóstico tendo a Jesus Cristo como fim, fundamento e chave da história e cristianismo gnóstico, porque baseado na filosofia do conhecimento por presença de meu gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho.




Mas há uma mula no meio do caminho que é a filodoxia moderna. A mula maldita, herdeira do erro da busca representacional da verdade, uma fantasmagoria descritivista que vai desde a Antiguidade até o advento do sol presencional gnóstico de Olavo de Carvalho que corrigiu a porra toda mostrando a de fato presença rude de um ânus arrombado de um Pau na Bundadelli (Paulo  Ghiraldelli Júnior) deflorado pela piroca de um Josef Stálin dado o sujeitinho absoluto do interior do Estado brasileiro de São Paulo dizer-se esquerdista a vida inteira. Tal mula é o sujeito absoluto moderno, o total desconhecimento de si, que tem o seu abismo na distância que ele como um tal senhorzinho tirânico coloca-se acima de tudo e inclusive de si mesmo não enxergando-se como também um objeto. Ele vê-se com uma distância olímpica do objeto que nem o próprio Deus coloca-se, visto que o próprio Deus até às mais realmente desprezíveis criaturas deu-lhes algum bem nem que seja a fome que há de ser saciada para larvas de vermes intra-intestinais de mamíferos.





É uma forma de inexistência o sujeito absoluto de Immanuel Kant, o anão disforme de Königsberg, se a coisa em si é incognoscível dada à jaula lógica cognoscente humana armada por aquele maldito germânico nanico. A presença, o conhecimento por presença de autoria de Olavo de Carvalho, responde a isso com uma superação do dualismo sujeito e objeto, segundo eu entendo, a exemplo da apreciada por Olavo ideia de subjetividade de Edmund Husserl em sua fenomenologia fazendo-se voltar às coisas mesmas que o mundo externo por si dispersa, objetividade há na subjetividade fenomenológica, onde o homem pode ser o seu tirano por meio da técnica, do trabalho como se o mundo precisasse ser recriado por outros mais seis dias, agora da recriação causando a devastação, por exemplo, com um vírus chinês sendo espalhado mundo afora pelo capitalismo predatório chinês. É o sujeito absoluto que quer ser um tal senhor que nem o Deus Senhor o é, visto que Ele limita--se a fazer o bem sendo o que é realmente o mal e praticá-lo é uma patética impotência e uma noção equivocada de liberdade ou liberalismo moderno.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Ao Frei R. (carta fictícia)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Caro Frei R., meu Pai, ontem eu dizia ao senhor sobre uma postagem de Olavo de Carvalho, outro que considero um Pai meu e dos principais, senão o principal, apesar de hoje Roma ter se livrado do autoritarismo imperial e medieval e ser no bom sentido mais moderna, porque aberta à gnose libertadora das garras dos meios mundanos de apreensão do real que desagua em Deus. Padre, ele é meu único professor depois de vocês. Em uma rede social na qual ele diz do pensamento de Deus sobre os homens por meio dos milagres contrapondo-se ao feitiço do pensamento dos homens por meio da straight-jack lógica da doutrinarice. Ele dizia dos milagres eucarísticos que transcendem doutrinas, as categorias, rótulos mentais aos quais se apegam com fúria este mundo maldito, perdido, segundo a gnose esplendorosa seguida por esse meu professor. Meu Pai, o que há de mais desafiador à vaidade mundana intelectualista do que dizer sub contraria specie? Isto é, de uma injustiça tão horrível cometida por Pôncio Pilatos que lavou as mãos para livrar a própria cara diante de Satanás assentado em seu trono usurpador na pessoa de Tibério César. De uma tal injustiça veio por meio da fé a justiça a nós homens justificação (dikaiosyne), algo tão próprio do cristianismo que torna pobres pecadores em santos onde eu concordo com os protestantes que descabelando este mundo tão terrivelmente vanglorioso por suas obras e nisso a sinergia católica tem lá a sua culpa. Concordo com os protestantes ao questionarem este mundo e os sofistas escolásticos da época da decadência anti-gnóstica medieval, concordo com a ideia cristã sub contraria specie pelo menos na realmente existencial testemunha do evangelho que foi Martinho Lutero segundo o Santíssimo Francisco, sem o evanjeguismo neopentecostal hodierno de um bandido psicopata Samuel Câmara que quer somente o poder como ele confessou para mim olhando nos meus olhos manipulando categorias misognósticas lamentáveis como as moralistóides e sentimentalóides manipuladoras do espírito humano para que ele não encare a realidade. 




Dileto Pai, Frei R., o que há de maior do que os milagres, segundo o meu Pai Olavo de Carvalho, que é o que Deus diz para nós dos pequenos aos maiores milagres como os eucarísticos, somados aos milagres de sacramentais a exemplo do simples sinal-da--cruz, o exorcismo, a Medalha Milagrosa, os crucifixos, mais ainda aos milagres que podemos fazer maiores dos que os quais o próprio Senhor fez - promessa Dele - aos que crerem poderão sem apegos a crendices categoriais mundanas como as moralistóides e sentimentalóides ou racionais?




Meu Pai querido, que não me contamine este mundo maldito de vanglória, falatório, rótulos, mensurado de forma indigente por homens que não curam uma espinha nas nádegas. Reze por mim, rezarei pelo senhor e que Deus o mais rápido possível coloque o demônio debaixo de nossos pés e com os castigos merecidos puna aqueles que o servem até mesmo com deboche e que ai de nós não sejamos nós a conhecer a ira divina vinda do alto céu aos que detém a verdade pela injustiça.



De Belém do Pará em 13 de março de 2026.



Vosso irmão em Cristo,
João Emiliano Martins Neto.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Olhar gnóstico?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Será que foi mesmo um olhar gnóstico sobre a Santíssima Trindade que eu fizera na minha postagem imediatamente passada ou foi um brevíssimo exercício filosófico? O que de especificamente gnóstico havia ali? O cristianismo onde encontra-se a Trindade presta-se à gnose? Parece tudo muito prêt-à-porter no cristianismo, apesar da complexidade icônica de basílicas e catedrais como a gótica pelo mundo só para ficar em uma "pegada" mais estética. A sophia, o Eterno Feminino buscado na gnosis, pelo menos segundo eu venho aprendendo sobre gnosis com o Caraio Rossi, como tal complexidade basilical e catedral bem que cabe à Bem-aventurada sempre Virgem Maria sem ela ser deusa no cristianismo mesmo que sendo chamada de Divina Maria como Santo Tomás de Aquino é o Divino Tomás junto com os demais santos partícipes místicos da natureza divina.




Bom, em minha postagem passada nem usei o termo grego homousios niceno de Cristo ser da mesma substância do Pai. Como um conhecimento direto da Trindade pode dar-se em pessoas divinas trinitárias distintas e livres? Parecem ser três deuses, mas unidos pela mesma natureza o que torna-Os um só e único Deus, mas ainda assim tripartidos. Como enxergar isso para além da dominância racionalista e ou empiricista de descrições? A gnose esplêndida busca a visão. Enfim, como conhecer a Santíssima Trindade mais do que "pensá-las" segundo a decadence kantiene do maldito evanjegue protestante anão disforme de Königsberg atravessador desgraçado no "mercado" do humano entendimento?

quarta-feira, 11 de março de 2026

Um olhar gnóstico sobre a Trindade

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Eu soube de detratores como Caraio Rossi (Caio Rossi) e os irmãos Veadascos (Jorge e Carlos Velasco), zelite que é ralé dolosamente muito abaixo do Seu Zé da esquina, do blog Punheteu Liberto (Prometheo Liberto) que Rama Coosmarawamy dizia que o dogma da Trindade seria uma dificuldade no cristianismo para a gnose, termo guarda-chuva, para fenômenos como o perenialismo, a Tradição Primordial, a metafísica no sentido guenoniano.




O Pai, a vontade divina, gerou desde toda a eternidade o Filho, a sabedoria, o Logos divino, Ele não o criou, segundo reza-se no Credum niceno-constantinopolitano. Porque há uma inteligência, sabedoria, separada de uma vontade que a ponha em ação para buscar simplesmente pensar e por fim contemplar e na prática se for o caso e com os meios agir e Deus pode tudo que for o bem? A menos que o pensar e contemplar da sabedoria seja algo afeminado, gay, doentio, como diz o Víctor Victorelli que diz que pensar é gay, Pai e Filho: vontade e Logos divino seriam inseparáveis. O Espírito Santo é o Espírito de Cristo é a mente de Cristo que encabeça Ele, o Cristo, o corpus mysticum - que são exclusivamente os santos para a crença cristã decadente anti-gnóstica medieval - de Cristo gestado hoje na ordem da graça pela Bem-aventurada sempre Virgem Maria, antes hoje na ordem da graça fecundada pelo Seu divino Esposo, o mesmo Espírito Santo para a geração de tal corpus com a sua cabeça.




Eu acho que um olhar gnóstico para a Trindade Santa pode ser desse jeito supra demonstrado. Espero ter dado alguma contribuição destoando da estreiteza de uma elite que é ralé como os caraios e os boiolascos incapazes de guiar uma ralé de pobrezinhos cristãozinhos, a canalha da rua no limite do excesso de merda na cabeça e desorientação geral de brasileiros noticiada no Jornal Nacional.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Gnosticismo é nada?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Gnosticismo pode ser nada a depender de que a presença buscada como ponto fulcral na pretensa filosofia de Olavo de Carvalho é uma "pedra áspera", diz Ronald Robson um apologeta de tal filosofia, precisa de uma expressão lógica, representacional, racional, doutrinária para ser compreensível. O gnosticismo olavista reclama da lógica e a usa para justifucar-se junto como o que é racional, representativo, doutrinário.





Olavo de Carvalho antepõe não raro a fé como cega à sua gnosis da presença. Mas ele mesmo em polêmica com a patrulha anti-gnóstica da Associação Cultural Montfort lembrou a cognitio fidei, segundo ele ali algo do passado católico, onde a fé é um meio para o conhecimento da verdade e da verdade revelada onde a fé é algo do âmbito da inteligência,  veja só você leitor. Aliás, a fé é considerada um dom sobrenatural, acima da razão, para o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. Este gnosticismo estaria indo longe demais, pelo jeito a heresia sempre mostrando as suas garras ao fim e ao cabo o gnosticismo é sempre o que é: no lugar de culpabilizar os homens maus, desde a época de Adão e Eva até nós, faz uma condenação da criação feita por Deus, o que inclui desde os anjos passando por nós homens até os animais, como coisas boas e muito boas nas palavras do próprio Deus, está escrito na Bíblia Sagrada.




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Pergunta por e-mail para a patrulha anti-gnóstica (Associação Cultural Montfort)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Amigos, salve, Maria!



Peço a opinião dos senhores sobre o seguinte:



Desde o dia 9 de fevereiro deste ano de 2026 eu julgo ter tido uma iluminação gnóstica, conforme a filosofia de Olavo de Carvalho, que eu julgo ser de um gnosticismo canonicamente católico por não ser o gnosticismo histórico cuja primeira gnosis seria uma misognosis ao atribuir com equívoco o mal a um mundo supostamente forjado por um demiurgo que pode ser, por exemplo, a burguesia para os marxistas ou a realidade inteira para a Escola de Frankfurt em sua dialética negativa, não ao livre-arbítrio primeiro dos anjos maus e depois ao homem, a começar por Satã e depois por Adão e Eva, e depois a nós, outros.



Seria um gnosticismo não histórico, pois Olavo de Carvalho dizia-se católico, mas metodologicanente referido, popularmente chamando-o de gnosticismo, contudo, gnosticismo do homem dirigir-se ao ser que pode espantar-nos, o espanto como princípio da filosofia ou da descoberta do ser no ente, rumo ao fim do conhecimento racional por um conhecimento intuitivo, a intuição que é abrangida pela presença do ser diante do qual temos uma pálida ideia através de mediadores representacionais como a lógica, doutrinas, dogmas, fé cega, razão, pensamento.




JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Itinerário da destruição: um golpe final no marginal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um golpe final no itinerário de destruição do marginal Samuel Câmara pode ser por meio do que seria uma gnose protestante, que é uma gnose no péssimo sentido ou gnose histórica, pois ele gabou aquela amante dele vesga e enrugada, Rebekah Câmara, dizendo do púlpito da seita dele que ela é "gostosa".




É mau o mundo material, feito pelo demiurgo, esta é a suposta "gnose" dos gnósticos históricos, na verdade é uma misognosis, é uma aversão ao conhecimento dado dizer a Bíblia Sagrada ser bom tudo o que fez Deus Senhor Nosso e dado ter sida a desobediência de nossos pais, Adão e Eva, ter amaldiçoado a este mundo junto com nossos pecados pessoais até hoje em uma falsa concepção de poder e liberdade, o nosso velho abuso de poder e liberdade tornando-a em licença, o que uma verdadeira gnosis pode demonstrar e já a pobre episteme humana não deixa mentir.




Ora, os protestantes encampam algo da gnose histórica sendo iconoclastas, desprezando os ícones, as imagens, relíquias sagradas, ademais não vendo nada de verdadeiro, bom, belo neste mundo que possam ser um reflexo de Deus, a suma destas qualidades. Então, o marginal em questão precisou supostamente lavar o dinheiro dos bandidos para depositá-lo no Beacon Hill de Nova York, ele precisou gabar a mulher dele, aquela vesgota com cara de completa retardada mental, dita por ele "gostosa", profanando a sua autonomeada por ele de Igreja, pois em um mundo supostamente mau, sem qualidades, somente o roubo de milhões posteriormente lavados pelo filho da puta e somente com despudor do púlpito de uma pretensa Igreja apenas assim se pode elogiar a esposa.




A gnose protestante leva à rapina, ao banditismo, conduz à imoralidade. Bens, tudo o que se tem aliás são chamados de bens, para os protestantes são coisas malditas que eles detém: dinheiro, a própria esposa, tudo, tudo neste mundo material é por si culpável. Se é assim até o corpo do maldito Samuel Câmara é algo maldito, as suas vestes, a amante vesga enrugada, ele vai acabar na cadeia, pois ele precisará tomar tudo para si às custas de outrem ou até ele pode matar-se e ou alguém de sua família evanjegue protestante pode vir a em tempo, finalmente, matar-se, poupando o universo de estar super povoado de ratos que gostam de multiplicar-se.




Eis acima um itinerário, um golpe que pode ser final, porque essencial, eu diria incontornável para a destruição do rato Samuel Câmara.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Subjetivismo e gnosticismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Subjetivismo e gnosticismo podem ser íntimos. A experiência que se pretende profunda e verdadeira da realidade de forma imediata e direta, o conhecimento por presença do gloriosíssimo Olavo de Carvalho, dispensando como ele dispensou instituições como as políticas recomendando que o povo brasileiro, segundo a própria atual Constituição Federal de 1988, instituinte de tais instituições tomasse o poder na época do impeachment de Dilma Rousseff (2016); tomasse-o o poder das garras do estamento burocrático que o oprime, eis uma verdadeira revolução brasileira. Ele que dispensou as universidades e até a Igreja Católica e de dizer-se em um certo momento ecumenista radical pertencente a todas as grandes religiões tradicionais de leste a oeste do mundo. Ele que dispensou os meios cognitivos de representação do conhecimento por uma intuição, tudo isso parece levar, e mais no gnosticismo extremado olaviano a um subjetivismo.




Mas eu acho que não. Parece a mim que subjetivismo são os meios de representação do conhecimento: a razão, a lógica, até mesmo a Igreja Católica com seus dogmas, mesmo a fé que por si pode ser cega, junto com a obediência à hierarquia divina católica que por si pode ser meramente humana e quem a ela se aferra é uma besta tomando o meio pelo fim tal qual as bestas atrás de diplomas universitários para não morarem em favelas ou periferias ou os influencers de redes sociais que não influenciam em nada com seus cenários faustianos cheios de livros os quais eles não os leem é nada.




Então, subjetivista é a mãe de quem chama a nós, gnósticos, nós, os lobos solitários peregrinos da sabedoria.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Gnosticismo ou nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Gnosticismo ou nada. Sem gnosticismo só há o império dos meios, a verdade, o ser que é Deus, causa incausada sempre houve e afeta os nós, entes, sabendo nós acerca da verdade ou não ou havendo ou não os entes: dos anjos passando pelos homens e as bestas alimárias até as partículas subatômicas.



Se eu bem me recordo de uma aula sobre Sócrates, O Projeto Socrático, de Olavo de Carvalho, o glorioso mestre gnóstico incubado medroso de perder o Pix da plateia de cristãozinhos jumentóides, haveria um nexo intuitivo, propriamente gnóstico (conhecimento por presença, por exemplo), no velho silogismo concluído com a sentença de que Sócrates é mortal, pois, se eu recordo-me do que disse o glorioso, haveria um logicismo ou uma fraseologia de premissas infinitas se não se enxergasse que o exemplo dado de Sócrates ser homem, portanto, realmente viu-se: Sócrates por ser homem é mortal, o que para Olavo de Carvalho o gnosticismo dele é uma revolução nos manuaizinhos das bestas ilógicas especialistas na tal da lógica ou a perda de tempo ou arte de enlouquecer de querer que o real caiba nas sentenças possíveis logicamente caberem na cabeça humana por meio dos manuaizinhos.





Gnosticismo ou nada. Porém um gnosticismo metodológico, nuançado, de quem quer enxergar a cova aberta e não somente vê a pá que permite cavar a terra. Não me refiro, e nem Olavo de Carvalho referia-se, ao falso gnosticismo condenado pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que condena a criação como má isentando o pretenso pobrezinho homem de suas culpas sonantes.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O que é a filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A filosofia como amor à sabedoria é uma atividade que eu a concebo como um serviço abnegado de atenção, escuta, olhos de ver, vigilância em busca da verdade do ser. Buscar a verdade do ser, a sua essência, e dizê-la, os filósofos antigos já diziam isso da filosofia.




É preciso no que eu entendo que seja a filosofia não deixar-se enganar por gnosticismos como os do bandido genial, Olavo de Carvalho, ou a psicologice realmente psicologista subjetivista de Edmund Husserl ou o narrativismo meramente sofístico da filodoxia contemporânea. Gnosticismos paralisantes que esterilizam os meios disponíveis no mundo humano para a busca da verdade malbaratando meios como o pobre corpo não raro cansado, velho, com fome, sede, incendiado pelas más paixões. Na minha ideia de filosofia nada de esterilizar o pensamento, as representações claro que partindo da noção de conhecimento por presença de Olavo de Carvalho mas sem cair na gnose do velho de não acreditar que é possível apresentar novamente a coisa representando-a pela lógica, ao lado do pensamento referido antes.  Enfim, na minha concepção de filosofia nada da descrença gnóstica da linguagem, apesar de que é evidente que ao falar-se do Uno, de Deus, ao tratar-se do infinito a episteme humana é limitada, é preciso uma sã gnosis, é preciso um misticismo, porém, sem gnosticismo, pois a lógica, o pensamento, a linguagem vem antes - normalmente - até para indicar os seus limites: daqui em diante eu não posso mais, esperemos pelo que dirá o Uno - como esperou uma revelação o pobrezinho pagão quase um cristão Platão no diálogo Fédon ou da Alma na infra 85d - por meio do padre romano; tendo, então, que na minha concepção de filosofia o filósofo ter que ser um teólogo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Olavo de Carvalho e o desespero do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Olavo de Carvalho padecia do desespero do mundo. Desespero em relação desde a Deus até os animais como no chimpanzé, segundo ele, capaz de aprender lógica e bem antes no homem, para Olavo, incapaz de com lógica e pensamento expressar o real como no caso de poder dizer o homem o porquê de outro homem estar triste. No desespero de Olavo de Carvalho quanto à coletânea mundana, não que Deus inclua-se em algo mundano, até os mencionados chimpanzés pensariam.



O Papa Bento XVI, in memoriam, dizia de gnósticos como Olavo de Carvalho que eles sofriam do desespero do ser. Eu digo: os gnósticos padecem do desespero do mundo, nomeio logo os entes, possibilitados pelo ser ou o Ser que é Deus que os criou e sustém por amor e misericórdia, porque o louco e ou charlatão, mas genial Olavo de Carvalho falava muito de realidade, mas o que é a realidade sem a coleção que a expressa desde Deus, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana até ao homem com a lógica que o abrange, o pensamento que de alguma forma cogitante o expressa, a linguagem, nem menciono os animais que para Olavo de Carvalho, mormente os chimpanzés, são uma caricatura grotesca, e as bestas alimárias prestam-se muito a isso, de tudo que há: vão aí os meios de expressão humana, o pensamento, a linguagem que aquele gago Ernesto Araújo, ex-chanceler brasileiro da época de Jair Messias Bolsonaro, reclamar que sem pensamento, linguagem a verdade fica humanamente inviabilizada e Araújo teve o azar de ser aluno do charlatão gnóstico genial Olavo de Carvalho, este que ao fim e ao cabo nos meios de expressão do real, parte do real, parte do ser, parte do mundo, "gnosticando", desesperava do ser, desesperava do mundo assombrado pelo seu único falso deus por ele temido e crido: o demiurgo.



Vade retro, Satanás (Olavo de Carvalho)!

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Olavo de Carvalho (fotos)

 Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Eu tenho fotos de Olavo de Carvalho no meu celular e na minha casa. Para mim Olavo de Carvalho foi um mestre, mas ao mesmo tempo eu sou muito realista quanto a Olavo de Carvalho. Eu graças a Deus sei fazer o necessário discernimento dos espíritos, de que diz São João, na Bíblia Sagrada para não acabar um daqueles patriotários da frente de quartéis, gente pobrezinha ingênua, apesar de que este Brasil é enxovalhado de esquerdismo em leis injustas e loucas como um ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e ou em universidades dominadas pela lavagem cerebral do que seria o nomeado de marxismo cultural que destrói a inteligência humana em cursos de Humanas e Filosofia. Essa gente pobrezinha foi xingada de maluca pelo Bozo (Jair Messias Bolsonaro) no depoimento de terça-feira última, dia 10 de junho deste ano da graça de 2025, dele ao ditador da toga Alexandre de Moraes, mas que foi o ditador que salvou a democracia e a república brasileira, principalmente, das garras do bolsolavetismo.



Olavo de Carvalho foi um bandido que abortou o filho que ele teria com a amante maldita chamada Silvana Panzoldo e ainda gabou-se de nunca ter matado bebês na legenda de uma fotografia dele no Facebook na fila para a confissão na Igreja Católica. Ele foi um gnóstico, era contra o pensamento, a lógica, as argumentações não nego que com uma macumba de bons argumentos, mas o ex-chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, olavista, indicado ao Itamaraty por Olavo de Carvalho, entupido de gnosticismo perguntava-se como chegar à verdade, se eu bem me recordo da fala dele, sem poder aprendê-la normalmente pelo ensino normal como todo mundo? Será que nós, incipientes, burrinhos, não gnósticos somos tão imbecis assim? 



Olavo de Carvalho era assombrado pelo demiurgo, o deus malvado do gnosticismo e deus falso, um fantasma, ilusório. Olavo de Carvalho ressuscitou a heresia gnóstica, introduziu a gnose na filosofia. Ele trouxe de volta da noite dos séculos, quase dois milênios depois a gnose, nem os protestantes foram capazes de tal coisa e logo os protestantes que são bons em desenterrar esqueletos de heresias do passado, sepultados na noite dos tempos; mas nem eles foram capazes de invocar o espectro gnóstico da antiguidade cristã longínqua. Olavo de Carvalho deveria ser esquecido, afora que a concepção dele de política, um Friedrich Nietzsche, sobretudo Nicolau Maquiavel o pai da patifaria travestida de "ciência" política, um Napoleão Bonaparte, Jáder Barbalho, Vladimir Putin, Xi Jinping, o próprio Satanás agradeceriam a visão curta e mais curta ainda de Olavo de Carvalho, visão digna de uma toupeira com catarata, visão de política amoral, anticristã, espúria, bandida, oportunista, das trevas de Olavo de Carvalho, ideólogo de político vulgar safado brasileiro. Por isso que o Bozo (Jair Messias Bolsonaro) e os bolsonaristas são tão filhos da puta.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

O desastre gnóstico de HEGEL - Olavo de Carvalho

 



Meu comentário: excelente trecho de uma aula do filósofo ou sofista Olavo de Carvalho sobre o filósofo ou sofista Georg Friedrich Wilhelm Hegel em que Olavo de Carvalho procura mostrar que o grande erro do filósofo ou sofista foi colocar ele mesmo como espírito universal e não Deus, suprimindo a transcendência, Hegel e não Deus como espírito universal não concebendo, sugere Olavo de Carvalho, a gnose ou intuição como algo que apreende o conjunto, enxergando, melhor dizendo, o espírito universal ou ser como Deus, sem o apego à conceitualização lógico-racional que sepultaria o homem na razão que só consegue ver como um vazio o espírito absoluto ou universal, porque tal ser ou espírito universal não percebe-se como nada determinado; espírito absoluto ou universal o qual inclui o homem, diria eu também os anjos que são superiores aos homens e algo mais, infinitamente mais em Deus. Olavo de Carvalho sugere termos teológicos, menciona Deus nesta aula o que para a filosofia é a eternidade com a posse plena e simultânea de passado, presente e futuro, segundo Boécio, mas, eu percebi que quando Olavo de Carvalho em um instante sofístico, gnóstico ele menciona os termos teológicos ele mostra-se no vídeo meio que incomodado, meio que tirando um certo veneno invisível que escorria pelo canto de sua boca, porque Olavo de Carvalho era gnóstico e filósofo ou sofista introdutor da gnose na filosofia e o que seria para a gnose em sua teologia senão o seu falso deus malvado o demiurgo que forjou a matéria e com ela a razão humana, natural, a qual quis aboli-la Olavo de Carvalho com o seu intuicionismo gnóstico defendido? Razão natural e comum que faria perceber a Olavo de Carvalho o perigo que era a Covid-19 durante a sindemia e ele não teria sido o negacionista do perigo que era a peste vinda da peste que é o socialismo chinês do século XXI, morrendo ele mesmo Olavo de Carvalho de Covid-19 por falta de vacina e ele fazendo a cabeça do maldito Bozo (Jair Messias Bolsonaro) para que ele não comprasse vacinas.

terça-feira, 19 de novembro de 2024

Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Platão ensinava o erro que há no conhecimento sensível, empírico e defendia o conhecimento por via racional para acessar a intelegibilidade real, o mundo das ideias ao contrário do vigarista a vida toda que foi Olavo de Carvalho, o qual, gnóstico como o cão, queria o fim do conhecimento racional em prol do conhecimento intuitivo, diria um nazifascista extremista chamado Rafael Queiroz mas eu concordo com ele que não somos nós, homens, anjos, para uma compreensão intuitiva e sim dedutiva conduzidos por princípios quando não perdemo-nos na indução induzidos ao erro por nossas próprias paixões, ignorância, maldade. Olavo de Carvalho gnóstico pensava contra o pensamento e usava a razão contra a razão assim como os catáros e albigenses gnósticos no século XIII resolveram por fim ao casamento e a geração de filhos, pondo fim, matando mulheres grávidas. Há algo superior à razão como a fé e a divina revelação em Santo Agostinho, mas, por favor, passando pela razão e também passando pela sensibilidade corpórea não deixando-se enganar com ela como os gulosos ou os desordenados sexuais, Olavo de Carvalho queria um salto sem passar pela razão rumo ao nada que não era a fé e nem a revelação no agostinianismo, isto é, no cristianismo, era apenas o pesadelo causado pelo demônio disfarçado de demiurgo, o falso deus dos gnósticos, ao qual servia ao combatê-lo, ou ao qual o temia Olavo de Carvalho.


Mas, voltando a Platão e o erro do conhecimento sensível, empírico é interessante na impulsividade meio que louca, a falta de uma real e concreta liberdade para dizer sim ou não das pessoas contingenciárias ou contingenciadas envolvidas com tudo o que são bens meramente passageiros, as questões econômicas, o mundo meramente estético, estetizante: sem substância, pragmático, o pobrezinho estetizante artista de teatro esperando o aplauso de uma plateia ignara e que não raro o despreza profundamente ainda mais se for uma plateia brasileira reacionária diante de uma elite que é ralé esquerdista. É patente a chamada cultura do descarte de que fala o Santíssimo Padre Francisco I, o reducionismo de quem vive só de pão e não também da palavra que sai da boca de Deus.


A razão que acessaria o mundo das ideias, segundo Platão, como a ideia do bem que no cristianismo mostrou-se tal bem ser Deus, o sumo bem e digno de ser amado sobre todas as coisas, ante uma poeira desconexa de bens passageiros. A razão diante do que é empírico, sensorial é guiado no fim de tudo pela razão que contém a ideia do bem, que contém a ideia dos universais que para Platão é ante rem, vem a ideia das coisas antes das coisas ou que para o cristianismo estão contidas as suas ideias na sabedoria divina segundo uma cristianização do platonismo.


O erro do conhecimento sensível, empírico pode se dar perenemente, quando é uma atitude de boa fé que chega a ser inocente como uma criança, na sincera busca de quem se diga filósofo, o filósofo tem muito de criança porque ele simplesmente na real ignora e quer saber, pelo esclarecimento quando parece sinceramente que não bastaria conformar-se a um mar de obviedades ou o que é o sensível e empírico, o que é o senso comum que é o sofisma da ralé de gente em sua zona de conforto semelhante aos idiotas atenienses com os quais Sócrates tinha paciência de dialogar, o que é o sensível, empírico com o nome de senso comum, mar de obviedades, neste sentido o primeiro passo de todo filósofo é platônico, é socrático todo filósofo pode dizer de si mesmo: sou um platônico, sou um socrático, o próprio Aristóteles com todas as divergências que tinha do seu mestre, à semelhança do a meu ver erro aristotélico de dizer que os universais a ideia que se tem das coisas partem das coisas mesmas ou in re caindo no erro do conhecimento sensível, empírico, mas era Aristóteles que dizia do seu grupo não como os peripatéticos ou a galera do Liceu e sim como "nós, os platônicos".  

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