Gnosticismo pode ser nada a depender de que a presença buscada como ponto fulcral na pretensa filosofia de Olavo de Carvalho é uma "pedra áspera", diz Ronald Robson um apologeta de tal filosofia, precisa de uma expressão lógica, representacional, racional, doutrinária para ser compreensível. O gnosticismo olavista reclama da lógica e a usa para justifucar-se junto como o que é racional, representativo, doutrinário.
Olavo de Carvalho antepõe não raro a fé como cega à sua gnosis da presença. Mas ele mesmo em polêmica com a patrulha anti-gnóstica da Associação Cultural Montfort lembrou a cognitio fidei, segundo ele ali algo do passado católico, onde a fé é um meio para o conhecimento da verdade e da verdade revelada onde a fé é algo do âmbito da inteligência, veja só você leitor. Aliás, a fé é considerada um dom sobrenatural, acima da razão, para o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. Este gnosticismo estaria indo longe demais, pelo jeito a heresia sempre mostrando as suas garras ao fim e ao cabo o gnosticismo é sempre o que é: no lugar de culpabilizar os homens maus, desde a época de Adão e Eva até nós, faz uma condenação da criação feita por Deus, o que inclui desde os anjos passando por nós homens até os animais, como coisas boas e muito boas nas palavras do próprio Deus, está escrito na Bíblia Sagrada.



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