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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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domingo, 10 de maio de 2026

A ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


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A ontologia de minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano consiste em que o ser, o real, o mais real, é o espírito como substância do real para desespero dos idólatras de jezabeis feministas ou mulherezinhas ressentidas diante do fogão e do tanque de lavar roupas que querem prostituir os homens a elas e a fazê-los comer as carnes dos próprios filhos homens sacrificados a elas, autonomeadas deusas, senhôras, deixando o resto apodrecido largados no meio do caminho na forma de seus filhos depravados gravemente na forma de ridículos gays e machos travestidos de fêmeas. E tal espírito é uma pessoa e tal pessoa é Jesus Cristo que aceitou ser o sacrifício de um homem para que nós também sejamos sacrifícios de nós mesmos e com Ele vençamos negando-nos a nós mesmos, ainda que estejamos apodrecidos pelo homossexualismo ou pior pelo comunismo, a cada dia e tomando a nossa cruz após Ele. A ontologia de minha filosofia seria uma ontologia que desceu ao batistério. O espírito como o mais real em minha filosofia não é um espírito como um epifenômeno do cérebro, mas é Jesus Cristo, o homem espiritual par excellence. Ele foi real gostem ou não os incrédulos que têm não raro uma filha de Eva, mulher qualquer, Jezabel. Homens com complexo de Édipo, incontinentes homossexuais, comunistas, homens fantasiados de mulheres e tantos outros da raça de Caim. O espírito em minha filosofia não é uma no mínimo esquisitice de um cérebro superexcitado por algum mero trabalho do homem sobre a natureza como querem os materialistas históricos marxistas, o que condicionaria os homens como a animais na verdade sendo que a materialidade tomada por si só pode ser o apagão de toda a consciência que o diga Sócrates ensinando ao fogoso Alcibíades de que fazendo sexo com ele, Alcibíades não chegaria à verdade. E algum Dom Juan ou prostituta, um Benedito Nunes que escreveu um broxante ensaio chamado A Filosofia e o Milênio, já foi algum grande sábio ou na verdade alguém mesquinho, tirânico nas coisas deste mundo? Basta ver exemplos nojentos como um tal Márcio Rolim, obliterado no homossexualismo, ridículo, dando risadas patéticas repetitivas em monotom, não dizendo coisa com coisa em seus vídeos, magoado e frustrado por não ter os encantos de uma mulher, ele que é materialista histórico marxista precisa virar um idealista como eu para tentar explicar que o ele quer não é só a sodomia ao ponto que ele assim na prática sodomítica acabou aidético. A ontologia de minha filosofia não é um epifenômeno do cérebro o espírito ou até a loucura de alguém exótico ou psicótico que precisaria de "choque" para dormir, diria aquele bandido, ateu, Samuel Câmara, satanista, niilista, travestido de pastor, xingado de bandido na cara dele por mim, ele que toma um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos controlados para controlar acessos de fúria incontroláveis os quais ele padece, o que podem ser tais sintomas fruto de uma obsessão demoníaca dado ele ser um chefe de uma seita protestante herética ao extremo.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Ser incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


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O Ser incontornável mostrou-se patente em Jesus Cristo onde Ele parecendo estar largado no mundo, o Dasein heideggeriano ou estar votado ao nada, à morte, o ser-para-a-morte, também do nazistóide Martin Heidegger, mas Jesus Cristo foi fiel ao Pai em sua agonia mortal no horto das oliveiras dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a Dele, pois antes pediu que lhe fosse passado o cálice do vinho sem mistura da ira divina atiçada pelos pecados dos homens que Ele deveria beber até a última gota. Diante no nada da morte na cruz, o instrumento de punição cruenta dos dissidentes do poder tirânico humano da época, o ser-para-a-morte do nazistóide e dos incrédulos, se Jesus Cristo recitou o salmo que questiona Deus o porquê Dele tê-Lo abandonado, em seguida entrega ao expirar o seu espírito realmente livre e existente ao Pai, os incrédulos têm apenas um espírito de porco.



O Ser incontornável dá-se no Cristo Jesus, Ele mesmo o Ser possibilitador dos entes e entregou-se à morte pela salvação dos entes humanos tornando-se o Ser, o Cristo Jesus, um ente ordinário em sua encarnação fazendo a eternidade vir ter no tempo, ínfimo período na eternidade que faz uma besta covarde como um Benedito Nunes capitular, desistir para viver o tempo de sua porca vidinha mortal cuja anti-ontologia hibernava a sua falsa consciência para idolatrar alguma coisa, uma entidade contingente, criada, que não poderia por si dar-lhe a verdade como o Ser incontornável, Deus, poderia dar-lhe, a besta Benedito Nunes quis contornar o Ser tornando-se o escolástico de ideologias funestas do século XX, o ideólogo de tiranos cegos para a ontologia, para a realidade enquanto realidade, o Ser, cuja substância é o espírito feito carne na pessoa de Jesus Cristo que é o ponto arquimédico da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Metafísica e ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


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Metafísica e ontologia na minha filosofia do espiritualismo (decididamente a presença chagada de Jesus Cristo na história) meta-histórico e dialético platônico e agostiniano são algo que não restringem-se a um sistema, rótulo, um estigma da pequena razão humana com sua biblioteca de ideias. O ser, o Ser Supremo, a mais alta ideia humana e o sistema que tudo enfeixa, encerrando tudo em Si e ao mesmo tempo abrindo para possibilidades infinitas, porque é bem triste acabar como o psicopata Samuel Câmara acabar buscando a segurança humana em um divã de psicólogo ou de um psiquiatra enquanto o demônio é mais forte impondo uma obsessão sobre esse infeliz que tem acessos de fúria incontrolável que o faz tomar um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos, um informante meu de dentro da seita protestante do maldito disse-me isso. Tal Ser Supremo, Deus, tal ideia, a infinitude metafísica em minha filosofia espiritualista ou melhor cristã da história ou meta-história é Jesus Cristo, é algo que nasceu, cresceu, comeu, dormiu, morreu e ressuscitou. É tal homem, Jesus Cristo, carne divinizada que foi torturado, assassinado cruelmente que recapitula todos os seres em Si e que é o Senhor da história que convida todos os homens por meio de minha filosofia a fazerem da história, a fazerem de suas biografias, histórias pessoais e institucionais não uma comédia de erros segundo sistemas, rótulos ideológicos, racionais, religiosos, estatais, lógicos, meramente moralistas, legalistas, mas Ele nos convida junto com o gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho a que SEJAMOS, que SEJAMOS reais mesmo que nos calemos ante ao fulgor, o brilho da luz do Ser, Deus Jesus Cristo, do qual participamos e até nos ofusca com sua luz, Ele que é a Luz e por sua luz vemos tal Luz e a luz das coisas, nas chagas e humilhação até ao pó desse Deus encarnado punido pelos nossos pecados os mais nefastos que sejam assim as coisas são participantes das ideias de cada uma delas no mundo puro das ideias platônicas que encontram-se em Deus apesar de ideias serem ainda rotulagens, Ele nos dá a lucidez.


Metafísica e ontologia para a minha filosofia é algo que sangra, é o Cristo ferido de morte. 

domingo, 19 de abril de 2026

O que É DE FATO a Filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Net






DE FATO a Filosofia é uma certa elevação d'alma - perdoem-me materialistas se uso o termo alma e não o reducionista por exemplo pênis, vagina, o poder político e econômico, pernas ou seios de melão - na qual reflete-se sobre o ser - que é tudo e é o Bem ou Deus confundido por sua luz ofuscante maravilhosa com o Brahman ou nada dos pagãos hindus -  para conhecer a sua verdade sobre tal ser e dizê-la. Eu digo e repito que a Filosofia é algo muito mais teológico ao tentar dar conta do ser maior: Deus não só pela razão, episteme, mas por uma gnosis até abolindo a limitada razão, também abrindo-se a Revelação. E a verdade ou obtêm-se-na por PRESENÇA, bem na cara ferindo-nos até com a sua aspereza e rudeza, ou é tudo uma questão representacional por intermédio de algum professoreco cabo eleitoral de Lula, charlatão ou por um porre homérico ou orgia sexual no Vadião da UFPA de Belém do Pará ou no CRUSP da USP paulista.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Teologismo e revelacionismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.

sábado, 11 de abril de 2026

Por um cristianismo inteligente (gnóstico)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Jesus Cristo 



Por um cristianismo inteligente, porque gnóstico, sem fé cega. Sem apegos a dogmatismos e doutrinarismos rígidos junto com especulações em forma de proposições ou imposições autoritárias clericais típicas do desproposito teológico que ousem sobrepor-se à metafísica, à filosofia. Olavo de Carvalho era um gnóstico, mas um tanto incubado porque perderia dinheiro e popularidade e para não chocar a plebe ignara igrejeira que semanalmente pelo menos toca uma punhetinha, relaciona-se com gente do mesmo sexo ou tem uma amante ou toma anticoncepcional transformando o útero em um túmulo.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

O catolicismo romano (gnóstico) para inteligentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O catolicismo romano (gnóstico) é para os inteligentes. É um analfabetismo bíblico e metafísico não ser católico apostólico romano com as devidas correções da filosofia do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho que fez uma introdução da gnose ou um "gnosticialismo", como eu o chamo, na filosofia ao lado de René Guénon e Fritjof Schuon. É analfabetismo bíblico, a Bíblia Sagrada está empoeirando na casa de tal pessoa não romaninha e bem burrinha sem inclinação gnóstica ou para buscar enxergar diretamente a verdade de que por exenplo o Pau na Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) hoje resta usando fraldas por causa da introdução da piroca de Josef Stálin em seu ânus dado o materialismo histórico e dialético marxista adotado a vida toda por Bundadelli. É analfabetismo bíblico, pois é evidente que Jesus Cristo deu o poder das chaves e o primado e supremacia a São Pedro e a seus sucessores que factualmente sucederam até hoje a São Pedro.



É analfabetismo metafísico não ser católico apostólico romano, pois já diria René Guénon, a metafísica é superior à teologia restrita à fé que por si só pode ser cega e a rótulos, estereótipos dogmáticos como o é a desordem - o na verdade "desordo theologie" dos cismáticos orientais - de colocar a teologia acima da filosofia ou metafísica. A metafísica é mais ampla não impondo, em termos heideggerianos, a dominância do ente que é a pequena cabecinha humana com seus dogmas, ideias, categorias, pensamento, lógica, fé cega ignorante sobre o ser que possibilita o ente e cuja suma é Deus. O ser que tem por coração o Sagrado Coração de Jesus filho do Imaculado Coração de Maria protegidos pelo fortíssimo sustentáculo e guarda providente da Divina Família que é o Castíssimo Coração de São José.

terça-feira, 31 de março de 2026

O VERDADEIRO filósofo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O VERDADEIRO filósofo é aquele que busca ver a verdade e ensina a ver a verdade aos seus discípulos e apóstolos. Ou a verdade é vista por quem a busca ou ela degringola em uma representacional erística, ganhar um debate sem ter razão que é algo incomensuravelmente abaixo do real.




Ou a verdade é vista por quem a busca ou o sujeito é apenas quando muito uma besta e ou é um charlatão cabo eleitoral de um candidato a tiranete esquerdista como aquele filosofastro aviãozinho no narcotráfico, a besta pragmatista das narrativas Pau na Bundadelli. Quem assim o buscar ENXERGAR o real e assim prometer ser, prometer ser real será ABSOLUTAMENTE o VERDADEIRO filósofo que é o filósofo gnóstico segundo o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho junto com um René Guénon e Fritjof Schuon. Olavo de Carvalho que é maior do que Sócrates, Platão, Aristóteles, a escolástica inteira com seus rótulos categoriais, mundo das ideias mentalistas, diminutos e balbuciantes raciocínios junto com a humana pequena razão, logicismos formalistas, pensamentos que estão infinitamente abaixo do real, do ser, que compreende o próprio Deus que habita em luz inacessível segundo o Apóstolo (São Paulo).

domingo, 29 de março de 2026

A VERDADE sobre a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A VERDADE sobre a Filosofia é o que eu defino como Filosofia como uma perspectiva ou dizendo diretamente o sol que faz as pálidas perspectivas lunar e estrelares empalidecerem. É o olho do sol de minha filosofia campeã, verdadeiro amor à sabedoria, que é o espiritualismo meta-histórico ou cristianismo gnóstico tendo a Jesus Cristo como fim, fundamento e chave da história e cristianismo gnóstico, porque baseado na filosofia do conhecimento por presença de meu gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho.




Mas há uma mula no meio do caminho que é a filodoxia moderna. A mula maldita, herdeira do erro da busca representacional da verdade, uma fantasmagoria descritivista que vai desde a Antiguidade até o advento do sol presencional gnóstico de Olavo de Carvalho que corrigiu a porra toda mostrando a de fato presença rude de um ânus arrombado de um Pau na Bundadelli (Paulo  Ghiraldelli Júnior) deflorado pela piroca de um Josef Stálin dado o sujeitinho absoluto do interior do Estado brasileiro de São Paulo dizer-se esquerdista a vida inteira. Tal mula é o sujeito absoluto moderno, o total desconhecimento de si, que tem o seu abismo na distância que ele como um tal senhorzinho tirânico coloca-se acima de tudo e inclusive de si mesmo não enxergando-se como também um objeto. Ele vê-se com uma distância olímpica do objeto que nem o próprio Deus coloca-se, visto que o próprio Deus até às mais realmente desprezíveis criaturas deu-lhes algum bem nem que seja a fome que há de ser saciada para larvas de vermes intra-intestinais de mamíferos.





É uma forma de inexistência o sujeito absoluto de Immanuel Kant, o anão disforme de Königsberg, se a coisa em si é incognoscível dada à jaula lógica cognoscente humana armada por aquele maldito germânico nanico. A presença, o conhecimento por presença de autoria de Olavo de Carvalho, responde a isso com uma superação do dualismo sujeito e objeto, segundo eu entendo, a exemplo da apreciada por Olavo ideia de subjetividade de Edmund Husserl em sua fenomenologia fazendo-se voltar às coisas mesmas que o mundo externo por si dispersa, objetividade há na subjetividade fenomenológica, onde o homem pode ser o seu tirano por meio da técnica, do trabalho como se o mundo precisasse ser recriado por outros mais seis dias, agora da recriação causando a devastação, por exemplo, com um vírus chinês sendo espalhado mundo afora pelo capitalismo predatório chinês. É o sujeito absoluto que quer ser um tal senhor que nem o Deus Senhor o é, visto que Ele limita--se a fazer o bem sendo o que é realmente o mal e praticá-lo é uma patética impotência e uma noção equivocada de liberdade ou liberalismo moderno.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Sim, a Santíssima Inquisição

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Acabei de chamar a Santa Inquisição de Santíssima Inquisição em um comentário no Facebook na página oficial deste idiota aqui: Helkein Filosofia, que certamente não foi - desgraçado dele - aluno de Olavo de Carvalho, o gloriosíssimo mestre gnóstico do bem (gnóstico tradicionalista). Porque, realmente, é santíssimo algo que faz queimar, em um auto de fé em praça pública para servir de lição à baixa patuleia, os livrecos de Immanuel Kant, o principal deles: Kritik der Rainer Vernunft, onde o anão disforme de Königsberg ignorou que uma pedrada bem dada em sua cabeça ôca revelaria a coisa em si bem dura de uma pedra chocando-se e rachando o seu crânio que encimava o seu corpo monstruoso e mandar-lo-ia para o quinto dos infernos o mais rápido possível, para a maior glória de Deus, para o triunfo da Igreja Romana, para alívio das almas do purgatório e alívio da humanidade.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Gnosticismo é nada?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Gnosticismo pode ser nada a depender de que a presença buscada como ponto fulcral na pretensa filosofia de Olavo de Carvalho é uma "pedra áspera", diz Ronald Robson um apologeta de tal filosofia, precisa de uma expressão lógica, representacional, racional, doutrinária para ser compreensível. O gnosticismo olavista reclama da lógica e a usa para justifucar-se junto como o que é racional, representativo, doutrinário.





Olavo de Carvalho antepõe não raro a fé como cega à sua gnosis da presença. Mas ele mesmo em polêmica com a patrulha anti-gnóstica da Associação Cultural Montfort lembrou a cognitio fidei, segundo ele ali algo do passado católico, onde a fé é um meio para o conhecimento da verdade e da verdade revelada onde a fé é algo do âmbito da inteligência,  veja só você leitor. Aliás, a fé é considerada um dom sobrenatural, acima da razão, para o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. Este gnosticismo estaria indo longe demais, pelo jeito a heresia sempre mostrando as suas garras ao fim e ao cabo o gnosticismo é sempre o que é: no lugar de culpabilizar os homens maus, desde a época de Adão e Eva até nós, faz uma condenação da criação feita por Deus, o que inclui desde os anjos passando por nós homens até os animais, como coisas boas e muito boas nas palavras do próprio Deus, está escrito na Bíblia Sagrada.




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Pergunta por e-mail para a patrulha anti-gnóstica (Associação Cultural Montfort)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Amigos, salve, Maria!



Peço a opinião dos senhores sobre o seguinte:



Desde o dia 9 de fevereiro deste ano de 2026 eu julgo ter tido uma iluminação gnóstica, conforme a filosofia de Olavo de Carvalho, que eu julgo ser de um gnosticismo canonicamente católico por não ser o gnosticismo histórico cuja primeira gnosis seria uma misognosis ao atribuir com equívoco o mal a um mundo supostamente forjado por um demiurgo que pode ser, por exemplo, a burguesia para os marxistas ou a realidade inteira para a Escola de Frankfurt em sua dialética negativa, não ao livre-arbítrio primeiro dos anjos maus e depois ao homem, a começar por Satã e depois por Adão e Eva, e depois a nós, outros.



Seria um gnosticismo não histórico, pois Olavo de Carvalho dizia-se católico, mas metodologicanente referido, popularmente chamando-o de gnosticismo, contudo, gnosticismo do homem dirigir-se ao ser que pode espantar-nos, o espanto como princípio da filosofia ou da descoberta do ser no ente, rumo ao fim do conhecimento racional por um conhecimento intuitivo, a intuição que é abrangida pela presença do ser diante do qual temos uma pálida ideia através de mediadores representacionais como a lógica, doutrinas, dogmas, fé cega, razão, pensamento.




JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Subjetivismo e gnosticismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Subjetivismo e gnosticismo podem ser íntimos. A experiência que se pretende profunda e verdadeira da realidade de forma imediata e direta, o conhecimento por presença do gloriosíssimo Olavo de Carvalho, dispensando como ele dispensou instituições como as políticas recomendando que o povo brasileiro, segundo a própria atual Constituição Federal de 1988, instituinte de tais instituições tomasse o poder na época do impeachment de Dilma Rousseff (2016); tomasse-o o poder das garras do estamento burocrático que o oprime, eis uma verdadeira revolução brasileira. Ele que dispensou as universidades e até a Igreja Católica e de dizer-se em um certo momento ecumenista radical pertencente a todas as grandes religiões tradicionais de leste a oeste do mundo. Ele que dispensou os meios cognitivos de representação do conhecimento por uma intuição, tudo isso parece levar, e mais no gnosticismo extremado olaviano a um subjetivismo.




Mas eu acho que não. Parece a mim que subjetivismo são os meios de representação do conhecimento: a razão, a lógica, até mesmo a Igreja Católica com seus dogmas, mesmo a fé que por si pode ser cega, junto com a obediência à hierarquia divina católica que por si pode ser meramente humana e quem a ela se aferra é uma besta tomando o meio pelo fim tal qual as bestas atrás de diplomas universitários para não morarem em favelas ou periferias ou os influencers de redes sociais que não influenciam em nada com seus cenários faustianos cheios de livros os quais eles não os leem é nada.




Então, subjetivista é a mãe de quem chama a nós, gnósticos, nós, os lobos solitários peregrinos da sabedoria.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Gnosticismo ou nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Gnosticismo ou nada. Sem gnosticismo só há o império dos meios, a verdade, o ser que é Deus, causa incausada sempre houve e afeta os nós, entes, sabendo nós acerca da verdade ou não ou havendo ou não os entes: dos anjos passando pelos homens e as bestas alimárias até as partículas subatômicas.



Se eu bem me recordo de uma aula sobre Sócrates, O Projeto Socrático, de Olavo de Carvalho, o glorioso mestre gnóstico incubado medroso de perder o Pix da plateia de cristãozinhos jumentóides, haveria um nexo intuitivo, propriamente gnóstico (conhecimento por presença, por exemplo), no velho silogismo concluído com a sentença de que Sócrates é mortal, pois, se eu recordo-me do que disse o glorioso, haveria um logicismo ou uma fraseologia de premissas infinitas se não se enxergasse que o exemplo dado de Sócrates ser homem, portanto, realmente viu-se: Sócrates por ser homem é mortal, o que para Olavo de Carvalho o gnosticismo dele é uma revolução nos manuaizinhos das bestas ilógicas especialistas na tal da lógica ou a perda de tempo ou arte de enlouquecer de querer que o real caiba nas sentenças possíveis logicamente caberem na cabeça humana por meio dos manuaizinhos.





Gnosticismo ou nada. Porém um gnosticismo metodológico, nuançado, de quem quer enxergar a cova aberta e não somente vê a pá que permite cavar a terra. Não me refiro, e nem Olavo de Carvalho referia-se, ao falso gnosticismo condenado pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que condena a criação como má isentando o pretenso pobrezinho homem de suas culpas sonantes.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Minha filosofia em perigo!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia espiritualista está em perigo atualmente: estou evitando uma experiência fundante - minha filosofia não é uma farsa acadêmica meramente discursiva para ter diploma que serve mais para limpar a bunda - que é largar um resto de lubrificante íntimo para uso em minhas aventuras sexuais, ainda há de materialismo, anti-metafísica em mim, o facciosismo de Trasímaco. Como diz Olavo de Carvalho em A Filosofia e seu Inverso: "A experiência, por sua vez, pode ser mais rica ou mais pobre, pode ser o sinal de uma descoberta formidável ou apenas a prova de um complexo neurótico, de uma ilusão auto-engrandecedora, de uma incapacidade de viver." É esta última o que eu quero evitar para não acabar de medíocre a péssimo renunciando até a nobreza de uma filosofia espiritual, metafísica como a minha do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano, evitando como também diz o mestre que "A construção teorética (...)" possa tornar-se até psicanaliticamente em uma "racionalização" com a teoretizacão, diz Olavo, "camuflá-la [a experiência, ainda mais se for uma experiência degradante] ao ponto de a tornar irreconhecível".



Minha filosofia, verdadeiro amor à sabedoria, corre um risco que Deus, questão metafísica ou mais real maior, me ajude com sua graça.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A tal metafísica tradicional?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Eu acho que hoje de manhã eu tive - assim espero e acho que é sim - uma iluminação gnóstica. Sendo assim penso que compreendi a missão de Olavo de Carvalho, o mestre considerado maligno pela patrulha anti-gnóstica de um Fedeli com seus fedelhos de plantão e maligno e falsário era Olavo de Carvalho para evitar não ser incompreendido e deixar de ser financiado pelo cristãozinhos crédulos, bobinhos. Se falo em termos gnósticos mais do que "penso", portanto, acho que "vi" como uma águia a verdade, o real, então, que alegria, entusiasmo, libertação de ver-me livre das criaturas que envolventes como uma jiboia obliteram o conhecimento (gnosis) do real que nenhuma episteme pode encerrar com seu logicismo, racionalismo, empirismo, materialismo restando cética de doida não poder encerrar tudo, o mundo, em sua pequena cabeça, em sua pequena razão outrora nos seus pulverizados e desconexos átomos, descoberta que por si é uma vacuidade junto com tudo que é material. 



Realmente se acerta o gnosticismo da tal metafísica tradicional, a "tal" metafísica tradicional de que eu mencionara em outra postagem? Que eu tenha mais respeito, hein! O que passa por este mundo criado, humano, a jiboia envolvente, é marcado pela mordedura da serpente do Éden, é marcado por uma estruturação temporal, humana, pode ser angélica demoníaca, histórica. Podemos nós, homens, disse-o o próprio Deus a Adão e Eva que esmagaríamos a cabeça doida da serpente, pode ser a mesma jiboia, por meio da Madona Santíssima e de seu Filho Jesus Cristo Senhor onde pela fé, Martinho Lutero dizia somente pela fé, na falta de uma obra feita com pedras preciosas, ainda que seja só de palha, mas quem crer de todo o coração será salvo,  espera-se que tenha tido a oportunidade de no derradeiro instante ter recebido o sacramento da confissão.



Será que eu "gnostiquei"? Ou estou "gnosticando"? Serei eu partidário da metafísica tradicional? Partidário, até onde eu sei, daquele conhecimento perene, a verdade última subjacente às grandes correntes sapienciais, verdadeira ciência, quinta-essência das grandes religiões, no que elas têm de perene, atemporal, supracultural? Gnose que tem como matizes a Escola Tradicionalista, a sophia perennis, o perenialismo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O filósofo entre a águia e a coruja

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Definitivamente o verdadeiro filósofo é identificado com a águia e não com a coruja como a coruja de Minerva da velha mitologia helênica com suas falsidades que deixava cegamente o mal acontecer no mundo. Entre a águia e a pobre coruja impotente para evitar o mal ou para pelo menos com argúcia identificá-lo, ela só constata o restolho dos fatos infaustos pretensamente históricos no final da merda toda feita pelos homens durante o dia, enquanto a águia, o verdadeiro filósofo os previne, prevê, podendo evitá-los. 



Das alturas do dado revelado por Deus, o filósofo a serviço de sua senhora, a Sagrada Teologia - ciência cristã e rainha das ciências a suma metafísica nunca superada por uma dita "metafísica tradicional" que pretende historicizar as palavras de Jesus Cristo que nunca haverão de passar que o diga a chegada logo no seu início do cristianismo à uma Europa romanizada alheia a semitismos - ele obediente teoriza-o, sabendo com visão penetrante para o sol da justiça que é o Cristo revelado, o filósofo simbolizado pela águia, de antemão vê a comédia deste mundo onde o usurpador príncipe que se pretende príncipe deste mundo levanta-se só para cair, diz o senso comum judaico-cristão, por um impulso louco de sua inteligência angélica enceguecida.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O que é a filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A filosofia como amor à sabedoria é uma atividade que eu a concebo como um serviço abnegado de atenção, escuta, olhos de ver, vigilância em busca da verdade do ser. Buscar a verdade do ser, a sua essência, e dizê-la, os filósofos antigos já diziam isso da filosofia.




É preciso no que eu entendo que seja a filosofia não deixar-se enganar por gnosticismos como os do bandido genial, Olavo de Carvalho, ou a psicologice realmente psicologista subjetivista de Edmund Husserl ou o narrativismo meramente sofístico da filodoxia contemporânea. Gnosticismos paralisantes que esterilizam os meios disponíveis no mundo humano para a busca da verdade malbaratando meios como o pobre corpo não raro cansado, velho, com fome, sede, incendiado pelas más paixões. Na minha ideia de filosofia nada de esterilizar o pensamento, as representações claro que partindo da noção de conhecimento por presença de Olavo de Carvalho mas sem cair na gnose do velho de não acreditar que é possível apresentar novamente a coisa representando-a pela lógica, ao lado do pensamento referido antes.  Enfim, na minha concepção de filosofia nada da descrença gnóstica da linguagem, apesar de que é evidente que ao falar-se do Uno, de Deus, ao tratar-se do infinito a episteme humana é limitada, é preciso uma sã gnosis, é preciso um misticismo, porém, sem gnosticismo, pois a lógica, o pensamento, a linguagem vem antes - normalmente - até para indicar os seus limites: daqui em diante eu não posso mais, esperemos pelo que dirá o Uno - como esperou uma revelação o pobrezinho pagão quase um cristão Platão no diálogo Fédon ou da Alma na infra 85d - por meio do padre romano; tendo, então, que na minha concepção de filosofia o filósofo ter que ser um teólogo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Olavo de Carvalho e o desespero do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Olavo de Carvalho padecia do desespero do mundo. Desespero em relação desde a Deus até os animais como no chimpanzé, segundo ele, capaz de aprender lógica e bem antes no homem, para Olavo, incapaz de com lógica e pensamento expressar o real como no caso de poder dizer o homem o porquê de outro homem estar triste. No desespero de Olavo de Carvalho quanto à coletânea mundana, não que Deus inclua-se em algo mundano, até os mencionados chimpanzés pensariam.



O Papa Bento XVI, in memoriam, dizia de gnósticos como Olavo de Carvalho que eles sofriam do desespero do ser. Eu digo: os gnósticos padecem do desespero do mundo, nomeio logo os entes, possibilitados pelo ser ou o Ser que é Deus que os criou e sustém por amor e misericórdia, porque o louco e ou charlatão, mas genial Olavo de Carvalho falava muito de realidade, mas o que é a realidade sem a coleção que a expressa desde Deus, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana até ao homem com a lógica que o abrange, o pensamento que de alguma forma cogitante o expressa, a linguagem, nem menciono os animais que para Olavo de Carvalho, mormente os chimpanzés, são uma caricatura grotesca, e as bestas alimárias prestam-se muito a isso, de tudo que há: vão aí os meios de expressão humana, o pensamento, a linguagem que aquele gago Ernesto Araújo, ex-chanceler brasileiro da época de Jair Messias Bolsonaro, reclamar que sem pensamento, linguagem a verdade fica humanamente inviabilizada e Araújo teve o azar de ser aluno do charlatão gnóstico genial Olavo de Carvalho, este que ao fim e ao cabo nos meios de expressão do real, parte do real, parte do ser, parte do mundo, "gnosticando", desesperava do ser, desesperava do mundo assombrado pelo seu único falso deus por ele temido e crido: o demiurgo.



Vade retro, Satanás (Olavo de Carvalho)!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Philosophia ancilla theologiae

Autoria: João Emiliano Martins Neto 








A filosofia é um nada depois de Jesus Cristo, senão em ser uma auxiliar da Sagrada Teologia, sua senhora e rainha soberana, para teorizar sobre o dado revelado pelo Senhor Deus possuidor do céu e da terra, disse o rei de Salém, Melquisedeque. Nada no céu e na terra teorizado pelos filósofos escapa do senhorio do Deus que se revela. Céu e terra tateado pelas miseráveis serpentes que arrastam-se que são os toscos cientistas modernos empiricistas de um praticismo infernal sem nunca questionarem os porquês e os fins, ficando só nos "comos" ou no funcionamento interno de cada coisa. O Deus que se revela que passa pela Sagrada Teologia para a qual a filosofia é só dela uma pobre escrava, uma toupeira com catarata, com a pequena razão humana.

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