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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 11 de março de 2024

O terror por pai

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

(todos os direitos reservados da imagem acima)


Somente tendo o terror
por pai, Jesus Cristo Senhor Nosso tendo o terror por pai em São José, ele, Nosso Senhor e Pai, o terror dos demônios, ao meu ver, pôde ser chamado de pai de Jesus Cristo neste mundo. O próprio Filho de Deus não seria submisso se não a alguém totalmente submisso a Deus que é o fundamento do real. São José, silencioso em toda a Bíblia Sagrada. Mudo e calado para dar sombra à Sagrada Família contra as intempéries deste mundo rebelde de nós, homens, tão rebeldes e que tanto recalcitramos contra a verdade e a sabedoria e por isso este mundo é lunar, oscila, onde não queremos que nada seja permanente, tenha substância, luz e mais do que a luz a sabedoria contra a qual o mal não prevalece, não queremos o saber. São José fez sombra calado à Sagrada Família contra este mundo de nós homens, humano demasiado humano no que nós temos de humanos decaídos, mundo onde não se quer que haja a verdadeira ciência, este mundo de trevas.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Minhas experiências místicas, espirituais ou quem sabe apenas psíquicas

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Eu já tive algumas experiências na vida que eu julgo ser místicas, espirituais ou talvez sejam apenas psíquicas, coisa da minha cabeça que por causa do meu distúrbio bipolar pode ter sido afetada por alguma ilusão, sobretudo, na época que eu era espírita. Seguem-se, abaixo, as experiências:

 

Eu já vi alguma coisa parecida com o diabo olhando-me e já ouvi vozes dizendo para eu vir logo, pois eu estava adormecendo e segundo o espiritismo, na época eu era espírita, quando a gente dorme ocorre a emancipação d'alma, em outras palavras, a alma sai do corpo da pessoa quando ela dorme e encontra outros espíritos bons ou maus. 

 

Também certa vez, já na época presente em que eu sou católico romano, eu já conversei com algumas pessoas e eu dizia para elas qual é a vontade de Deus, o que Ele pensa. Os ateus devem ficar com raiva e duvidar, porque para eles Deus não existe. 

 

Outra vez eu estava rezando diante de uma imagem da Divina Theotókos, a Nossa Senhora, e eu percebi que Ela intimamente ou Deus falava comigo. 

 

Outras vezes quando eu rezo diante do sacrário na Santa Igreja eu rezo com muito fervor.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

A mera convivência humana e a realidade espiritual

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Eu acho que alguém que sempre viveu em algum condomínio fechado de classe média a alta e que também que sempre viveu em alguma grande capital como a do Estado de São Paulo ou de alguma outra grande capital ocidental como em Nova Iorque, Londres, Paris ou Berlim, onde um vizinho ou um morador qualquer de tais lugares não dizem um só bom dia ao outro vizinho ou morador, por isso a experiência universal da realidade espiritual em Deus, dos anjos, do céu, do paraíso, da vida eterna, do pecado ou do diabo são bobagens. O fato é que dialogando com as pessoas, dizendo-lhes pelo menos um bom dia e dialogando com o que pessoas do passado deixaram de alguma forma registrado algo espiritual, Deus, os anjos, o céu, o diabo, Jesus Cristo e o pecado mostram-se reais. 

 

Por exemplo, quem frequenta a Igreja Católica sabe que a Igreja guarda o depósito da fé que é fruto da convivência em carne e osso que os santos apóstolos tiveram com o Cristo e que legaram aos seus continuadores que são os bispos do mundo inteiro em comunhão com o Papa. Então, quem quer não more em uma grande cidade como São Paulo, Nova Iorque, Paris, Londres ou Berlim, e em um condomínio fechado onde só more gente solitária, individualista e que gosta de criar cachorro no lugar de criar filhos e quem quer que frequente a Igreja Católica dá-se conta de que o espiritual existe.

 

A realidade espiritual é algo que possibilita tudo o que há no mundo. Deus é o que torna toda as coisas possíveis, porque Ele as criou e assim as constituiu de possibilidade, porque senão elas não seriam possíveis de estarem no mundo como entes que são, e as constituiu do que Ele é que é verdade, sabedoria, luz, inteligibilidade, enfim, e propósito, porque, por exemplo, o olho foi feito para enxergar. 

 

Com tudo isso quem de nós, ai de nós, nunca transgrediu tal verdade e propósito ou não procurou viver conforme a verdade, pela graça de Deus, e assim alguma resposta recebeu de tal realidade espiritual seja punido-o ou recompensando-o de alguma forma nem que seja na mera convivência humana? Os relatos são inúmeros a quem quer que se não se feche, sem ser um eremita, absolutamente do convívio humano conforme é o que ocorre nos grandes centros do mundo ocidental. Os relatos dos milagres, por exemplo, são inúmeros.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

A cruz, símbolo da morte vencida

Autoria: João Emiliano Martins Neto
 
 
Resumo: A cruz símbolo da morte, da morte vergonhosa, símbolo terrível de maldição em quem nela fosse apregoado, tornou-se a vitória de Alguém como o Cristo que ao morrer e ressuscitar garantiu a salvação a todos os homens que a Ele se achegam pela fé.
 

A cruz é o símbolo da vitória de Cristo sobre a morte. A cruz, o crucifixo, representação e o próprio Crucificado em si mesmo, por isso a cruz deve ser adorada, é a cruz o fim do império da morte que de qualquer forma mesmo contra os melhores homens mais obedientes a Deus, mas a morte os dominava como a morte dominava o irmão mais velho do filho pródigo, tal pessoa que decerto em seu legalismo e fanatismo em obedecer ao pai temia não estar dentro dos limites das regras, ele que era um irmão orgulhoso e ingrato, porque cumpridor rigoroso de seus deveres, aliás, por isso, tinha o pai não como um pai, contudo como um patrão. Por isso a morte, as trevas e a destruição pelo temor de tudo isso imperava sobre ele mesmo ele sendo tão dedicado ao seu pai.

Cristo, o Crucificado representado em cada cruzeiro ou pequena cruz, desde que benta por um sacerdote romano ordenado, Cristo morto por nossos pecados, sofrendo Ele a punição que a nós cabia por nossos pecados, a morte foi desarraigada e a dívida nossa para com Deus foi quitada e a dívida nossa para com Deus a também expressar-se pela consciência humana sempre exigente atingida de morte foi tal ferimento sanado pela fé e pela participação normal nos sacramentos mormente o batismo e o sacramento da penitência, é aplacado o rigor da própria consciência.

Adoro-Te Santa Cruz, adoro-Te, ó meu Deus feito Tu um só com o madeiro. Adoro-Te Jesus que tão pequeno, ínfimo, escravo Tu te fizeste pela nossa redenção sofrendo a morte que a nós cabia deste-nos Tu a vida eterna pela reconciliação com Deus, pelo perdão de Deus que a todo homem de boa vontade que fundamentalmente simplesmente crê e normalmente recebe o sacramento do perdão é dada tal reconciliação, é dado tal perdão. Amém.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

O tribunal da misericórdia e o tribunal do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto

Resumo: O tribunal da misericórdia é o do Deus que espera para perdoar-nos e curar-nos e há o tribunal do mundo que seduz o homem ao mal e depois hipocritamente o acusa e condena.

Há dois tribunais neste mundo, há o do mundo propriamente dito e há o tribunal da misericórdia que é o de Deus aplicado a todo homem de boa vontade na busca do bem e da verdade normalmente pelo sacramento da penitência em o qual os méritos infinitos de Cristo obtidos na cruz por Cristo pela redenção objetiva da humanidade são aplicados ao homem penitente que confessa os seus pecados ao sacerdote.

O tribunal do mundo age de forma ambígua, porque a cultura do mundo é a diabólica, é influenciada por Satã que hipocritamente seduz o homem e o leva a pecar para depois condená-lo, acusá-lo, sem possibilidade de remissão.

O tribunal da misericórdia que é o de Deus, como diz o próprio nome, Deus aplica o seu coração à miséria humana, pois Deus compadece-se do homem e de todas as criaturas que criou que podem por fraqueza vir a cometer pecados graves, sobretudo, que são os piores.

Busquemos sempre, com a ajuda da graça de Deus e pela força do Espírito Santo, o tribunal da misericórdia normalmente pela recepção frequente do sacramento da penitência que é o da confissão, pois com paciência e conselho, Deus, por seus sagrados ministros, os sacerdotes da Igreja Católica Romana Santíssima, está Ele a aguardar-nos para curar-nos (Êxodo 15, 26), pois é bom lembrar é dogma de fé divina e católica que há a remissão dos pecados, há o perdão, sim, há a misericórdia de um Deus que não se cansa de atrair-nos para Ele e sabe também Ele, o nosso Deus, que pode ser muito longo, de fato, o caminho da maioria dos homens rumo à luz, rumo à sabedoria, rumo ao Amor, enfim, rumo a Deus.

Enfim, o homem não deve temer sempre todo o juízo neste mundo, não precisa temer todo o discernimento, porque se um juiz humano mesmo que seja um magistrado ligado ao Estado possa simplesmente como é próprio do Estado jamais perdoar os crimes ou pecados cometidos, que é o que é próprio do tribunal estatal deste mundo ser normalmente inclemente, mas o tribunal da misericórdia, o juízo divino que conduz com paciência e conselho o homem a discernir a verdade do erro, enquanto vige o tempo da Igreja antes da segunda vinda de Cristo, em tal tribunal divino o homem que faz ao padre uma confissão sincera, honesta, lúcida, arrependida e com o propósito de não mais pecar, com a ajuda de Deus, pode encontrar assim a cura e o perdão.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Em defesa da transubstanciação

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Uma reflexão minha sobre a transubstanciação como a garantia de que concretamente a obra salvadora de Cristo não pertence somente ao passado ou a fiéis muito santos e adiantados em mística para apreendê-la hoje, mas ao alcance do fiel mais humilde e simples.


sábado, 6 de julho de 2019

O Juízo iminente e a nossa falta de juízo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Detalhe do quadro Juízo Final de Miguel Ângelo

Uma meditação sobre o grande dia do Juízo Final que há de vir de repente e a nossa falta de juízo em não considerá-lo, porque imersos que podemos estar no mero cotidiano, nas preocupações com a vida e nos prazeres.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O recomeço...


A cada vez que se recebe o sacramento da penitência, isto é, a cada vez que alguém se confessa a um sacerdote, tal pessoa está a recomeçar a sua vida, ela recomeça sua vida com Deus, vida e caminho e verdade, como Cristo disse de Si mesmo quem Ele o é. Vida e vida em abundância sem no final terminar com os restolhos de cinzas de uma vida consumida pelas promessas de vida e liberdade meramente mundanas. Caminho, o caminho é retomado com a confissão, o caminho que é Deus e que com a confissão tal pessoa dá o primeiro passo em um caminho aberto por Cristo em Sua vida de perfeita obediência e serviço ao Seu Deus e nosso Deus, ao Seu Pai e nosso Pai que pela fé viva colhemos os frutos de tal redenção e em tal caminho encaminhamo-nos para o Alto para o Céu em tal fé viva, porque plena de obras que para as quais Deus destina-nos e habilita-nos para as mesmas por sua graça. Com a confissão voltamos a firmamo-nos na verdade, no chão ainda que duro, com suas amargas raízes, mas cujos os frutos são doces, já diria o Filósofo (Aristóteles) ao falar da Ciência. A verdade é dura no instante de penitência e reconhecimento de nossas cagadas diante do tribunal do confessionário, mas depois disso firmados na verdade e caminhando na mesma como o chão que se pisa é duro e áspero, mas é firme, caso contrário resvalaríamos facilmente e afundaríamos.

Muito bem, amigos, recomeço é o que marca o sacramento da confissão para quem o recebe com o propósito de não mais pecar, com a ajuda da graça divina, e para quem o recebe com frequência é esperança de amar mais e mais ter fé, as virtudes teologais de fé, esperança e amor, jamais sentido-se o que seria o contrário de tais virtudes um como que homem cético, desesperado e sem amor: sem vontade doar-se a Deus e ao próximo, fechado em seu próprio egoísmo.

domingo, 1 de outubro de 2017

O mundo da infidelidade

Se o que seja o tal mundo, um dos inimigos d'alma humana, fosse um lugar confiável, decerto que outro inimigo da humana alma, o diabo, não faria uso da sedução a fim de cooptar os seus adeptos para o mergulho no mundinho forjado pelo referido Príncipe da Escuridão. Por que esconder? Por que fazer uso de subterfúgios se nossa proposta pode ser a melhor possivelmente considerada por uma criatura?

domingo, 2 de julho de 2017

Fé em Cristo! Sempre! Olavo de Carvalho

Jesus Cristo, ainda que Deus, mas verdadeiramente homem, foi o grande sim, então, de um homem e pelo homem para a salvação do homem, em benefício desse mesmo homem que outrora, no Éden, disse um não ao seu próprio Deus e Criador.

 

sábado, 24 de junho de 2017

O orgulho incapacitante

O que fecha os olhos, os ouvidos, ata as mãos e tapa a boca do homem é de longe o original, capital dos capitais pecados cujo nome é o orgulho. Rebaixe-se, portanto, meu amigo, com a graça de Deus, tornado-se dessarte capaz, útil e válido, como Jesus Cristo Nosso Senhor, Ele não temeu um juízo infamante e condenatório, mesmo sendo Ele inocente e teve bom ânimo para vencer o mundo e ser o maior dos humanitários, amou o homem carregando o fardo da condenação de um mundo perdido, sendo Ele mesmo homem. Rebaixe-se, seja humilde, reconheça as cagadas que você possa ter feito na vida, porra, se você, de fato, as fez, é justo, é bom, é belo e é moral agir assim. Porque Alguém como Cristo em benefício de todos os homens de todos os tempos e povos, conhecidos por Ele individualmente, suportou a afronta de pecados e delitos que não Nosso Senhor cometera. Amém?

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Só Jesus para nos salvar de nós mesmos - Pr Ed René Kivitz - Jo 20

Amém. Linda e marcante pregação. Cristo nosso Deus, o Nosso Deus humanizado revelou e revela, restaurou e restaura o homem como imagem e semelhança de seu Criador, imago Dei, por isso Deus fez-se homem, o Verbo se fez carne e veio habitar entre os homens, e veio habitar entre nós, porque o homem não é a coisa que ele se tornou desde que com Adão, todo homem, nós todos como um só homem com Adão pecamos.

 

domingo, 11 de junho de 2017

O protesto na solidão ou o Protestantismo da solidão, dissertando no deserto

O Brasil é um País majoritariamente católico, eu vivo em um lar católico há gerações, sendo eu mesmo o primeiro protestante da famíl
João Emiliano Martins Neto
ia. Muito bem. Se, como diz o meu mestre (católico) Olavo de Carvalho, que não há ato mais solitário do que o daquele que conhece, então, se é genuíno o que possa haver de conhecimento em mim, eu diria que é que o eu conheci como o de que é certo, verdadeiro e digno de alguém que conhece algo, tal algo é o de se ser protestante, ser um cristão bíblico. Não havendo outrem e nem a opinião de autores antigos do Cristianismo, com todo o respeito pela opinião deles, que convença-me do contrário do que claramente leio nas proposições bíblicas e o que o que eu leio das mesmas conduz-me para o Protestantismo, para a revolta, sim, contra a tirania de homens com suas, evidentemente para mim, interpretações enviesadas e distorcidas do texto bíblico que resultam no monstrengo babilônico que é a igreja do papa romano.


Sou só em meu protesto, eis o meu protesto na solidão ou o meu Protestantismo na solidão, eis-me aqui dissertando no deserto, no deserto de um País de aduladores romanos, mas que na verdade nem mesmo conhecem por mera enumeração mínima os dogmas especificamente católicos. Eis-me só em minha família sepultada em seus delitos e pecados por não ser cristã, nem de longe, tal longe seria se ao menos eles fossem católicos mais a sério, uma família aonde demonstrações de afeto não ocorrem nunca, aonde a distância e a força bruta imperam. Eis-me só, também, porque outrora quando tornei-me protestante, há quase onze passados, quando – infelizmente - ingressei em um desses depósitos de gente ou currais eleitorais de um desses pastores charlatães pentecostais o neopentecostais, infelizmente, caí e uma cilada ao ingressar na seita de um tal Samuel Câmara, acusado de lavagem de dinheiro, um psicopata confesso e mentiroso compulsivo que apoiou Dilma Rousseff, a terrorista aposentada de esquerda para a presidência de meu País, em 2010, sendo que para cúmulo de uma infeliz coincidência quando ingressei na seita do maldito eu estava mal de saúde, pois não estava em tratamento e preciso do mesmo, pois sou bipolar, então, naturalmente portei-me mal na seita do referido, ganhei má fama em toda parte a partir dali de vez que os cultos na seita do Câmara são transmitidos pela emissora de televisão e internet do sujeito. Fui preterido, dessarte, de todas as igrejas protestantes que tentei ingressar, em uma delas aos berros, pois todos descobriram minha miséria mental e não tiveram diante da mesma nenhuma compreensão humana e cristã pela mesma. No final de 2016 resolvi voltar para o Protestantismo depois de uns três anos estacionado, mas sem as minhas mesmas convicções fortes protestantes, na Igreja Católica, e, já de volta ao Protestantismo, quando fui conversar com um pastor luterano, o mesmo achou-me como que louco e preteriu-me, seguiu-se que fui à uma igrejinha batista regular e fui pelo pastor da mesma preterido, outra vez, pelo tal pastorzinho de merda, eu sinceramente não sei o porquê da hostilidade contra mim da parte do mesmo, um sujeito meio caipira.
Lutero e a polêmica Bíblia

Bom, então, eis, caros amigos, minha solidão diante do que julgo saber como o certo, e digo para vocês, caros leitores, parafraseando Martinho Lutero diante de seus juízes sumários, autoritários e apressados, sem qualquer disposição para o debate de idéias da Dieta Imperial de Worms, que não é são, não é seguro e é hipócrita, acrescentaria eu, ir contra as próprias convicções, sendo que Roma não pode convencer-me de suas ideias, a não ser que a Bíblia seja solapada e os que se dizem protestantes ou cristãos bíblicos, rasgando a Bíblia preferem repelir-me, ainda que diante disso tudo, com a graça de Deus, não abjuro de minhas convicções bíblicas, minha consciência permanece cativa à Palavra de Deus, como exatamente diria Lutero diante de seus carrascos de Worms, eu digo o mesmo e digo mais, junto com os teólogos de Westminster, não preciso da autoridade, não preciso da autorização, não preciso do carimbo cartorial de nenhum homem ou igreja para saber que a Escritura é a Palavra de Deus, pois nada e nem ninguém está acima de Deus, então Deus pode jurar por Si mesmo, como diz o autor da carta aos Hebreus; Deus, é quem confirma Ele mesmo a autoridade da Sagrada Escritura como o que é, a mesma verdade, Ele mesmo (Êxodo 9.16 e Romanos 9.17 ARA), a Palavra de Deus.

Antes só do que mal acompanhado solapando a Bíblia, em Roma, ou rasgando a Bíblia com pessoas que sem nenhuma honra ou sentimento cristão desprezam os pobres. Apesar da solidão, mas por causa da mesma sou alguém que, de fato, conheço algo e que também pode testemunhar com coragem a verdade, exatamente por estar só, pois é muito fácil ser corajoso e virtuoso quando todo mundo é corajoso e virtuoso.

quarta-feira, 29 de março de 2017

O sentido da vida em um mundo sem sentido

Caro amigo, o sentido da vida ou uma vida com sentido, eu a você diria que não se segue que você encontre tal sentido no mundo. O mundo jaz no maligno, como diz a Escritura, e o mundo, o conjunto de todos os homens predestinados, uns para a vida eterna, e outros ao tormento eterno, no caso desses últimos, eu diria que, primeiramente, porque todos os homens, predestinados para o Céu ou para o Inferno, estão todos encerrados em condenação, porque, com Adão, nosso representante no Éden, éramos um só homem com ele, todos nós, homens de todos os tempos, com Adão pecamos todos, traímos a ninguém menos que ao nosso próprio Criador, e, ainda, temos os nossos momentos pessoais em que somos Adão de novo e de novo e de novo, por causa de nossos pecados atuais. Bom, então, segue-e, caro leitor, que o mundo é tudo junto e misturado, o mundo têm de tudo, o mundo têm os maus, os predestinados para o Inferno, seja segundo a soberania divina, seja misteriosamente e dialeticamente, por causa de suas próprias escolhas frias e deliberadas pelo mal, porque preferem reinar sempre, ainda que no Inferno, do que serem escravos de Deus, mas no Céu. Enfim, o mundo é trágico, amigos, seja por causa dos males morais dos homens, inclusive dos predestinados para o Céu, os quais sempre poderão pecar novamente, atualizarão seus pecados, até o último dia de vida, seja por causa de doenças e por causa, por exemplo, de intempéries naturais e climáticas como terremotos, enchentes, tempestades, vulcões e raios, pestes, epidemias, a presença de animais ferozes como felinos, cães terríveis como lobos, serpentes, escorpiões, demais insetos peçonhentos, vermes e assim por diante, que eu, meu caro leitor, poderia dizer que em suas manifestações mais cruentas: com resultados destruidores, sem nada a ver com o necessário equilíbrio ecológico, são efeitos da queda, não tenho dúvida.

Pelo dito, tudo isto supracitado, caro amigo, perfaz o que para o incrédulo sempre míope, que não frequenta a Bíblia, seria a tragédia e insanidade deste mundo, mas que para os salvos, para os crentes, seria apenas um intervalo rápido e temporal rumo à eterna glória no Paraíso celeste que aguardaria a todos os que creem e apenas creem (sola fide) no Redentor Cristo Jesus.


Amém.

Oração de ação de graças por libertação


Obrigado, ó Cristo, porque em Ti, ó adorado e glorioso Senhor Deus todo-poderoso, levastes as nossas dores, doenças e enfermidades, como profetizara o santo e bem-aventurado profeta maior Isaías. Em tuas chagas e feridas de tua paixão, mas também de uma vida inteira apaixonada pelo pobre homem, ó Deus meu Redentor meu irmão, como nenhum homem por mais sábio, esperto ou santo e diligente operário, poderia garantir a própria cura e libertação, obtida somente pela fé (sola fide) em vós, ó  Redentor.

A pior das chagas, a doença mais escrota de todas as doenças escrotas, Senhor Jesus, que é o orgulho, a própria condenação de Satanás, para todos os que simplesmente confiam Ti, ó Deus, podem obter a cura e tal ferida que a tantos paralisa, incapacita, envilece e fecha para sempre o Céu. Obrigado Deus. Obrigado, ó meu Pai por tais bençãos... 

Que Tua Igreja, Tua eleita, predestinada desde antes da fundação do mundo para a redenção possa confiar em Ti, ó Deus. Tal benção gloriosa, realmente redentora, eu a Ti imploro, ó Pai, no nome de Teu santo Filho, o Senhor Jesus e amém. Graças a Deus.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

É preciso ter fé?

A fé, nos mostra o Cristianismo, eis que é fundamental e é sábio tê-la, dom de Deus que é, pois os méritos de Cristo a nós, homens, desde que fiéis, são-nos imputados e tornamo-nos justos. Nesse sentido estritamente cristão e protestante, é bom ressaltar, livra o homem do sistema mundano de crime, seguido de castigo, ressentimento, ativismo moralista rabugento, vingança e vitimismo que pagãos como budistas e os miseráveis incrédulos, em geral, ficam expostos e escravizados.

 

terça-feira, 12 de julho de 2016

A vida de São Luís Gonzaga

Santa Missa Tridentina x Santa Missa de Paulo VI

A Missa Nova parece ser um claro recado para Deus, estamos de costas para Você e queremos agradar à platéia humana. A Missa Nova, por conseguinte, mais parece um teatro, algo puramente estético. Enquanto a Santa Missa de Pio V coloca todos, povo e sacerdotes ordenados, de frente para nosso Deus único Salvador trino e uno Jesus Cristo que por nós oferece-se de forma incruenta a cada Missa como propiciação pelos pecados do mundo inteiro.

Com isso não quero dizer que a Missa Nova em sua simplicidade extrema não seja válida, a mesma o é, mas sempre corre-se o risco de estar-se muito mais agradando ao homem, como se o sacrifício válido para aplacar a ira divina fosse o sacrifício de louvor dos fiéis e não o de Cristo.

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