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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Perguntas que não querem calar

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sobre a besta Immanuel Kant, eu queria só entender a neurose anti-metafísica e anti-dogmática do anão disforme de Königsberg que ao invés de estudar ficava só jogando sinuca. Por que ele que escreveu um livro inteiro sobre uma suposta história futura do colosso da espiritualidade que é a filosofia primeira, a metafísica (leia-se, Sagrada Teologia Católica) se eram para ele só "fantasmas" assuntos fulcrais como Deus, o mundo, a imortalidade d'alma e o livre-arbítrio? Por que ele fazia questão de amarrar-se ao próprio tálamo ao dormir para não se masturbar? Por que Immanuel Kant amarrava-se à própria cama ao dormir se para ele, anti-metafísico e anti-dogmático, com o seu colosso da materialidade, se para ele tanto faria a masturbação ou a não masturbação durante o sono e masturbação ou mais propriamente polução noturna involuntárias de quem não era transante como ele? Ou será que lá no fundo Kant tinha era medo de que fossem verdade as visões místicas do céu e do inferno de seu xará Emanuel Swedenborg, visões que despertaram a Nêmesis anti-filosófica idiota do homúnculo de Königsberg?

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

A filosofia é metafísica ou ela não será nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sem o questionamento sobre o fundamento último da realidade absolutamente não há filosofia. A filosofia é metafísica ou ela não será nada se não se ousar ir para além das vicissitudes do corpo com suas necessidades físicas, com sua emoções ou paixões ainda que doam e doem bastante, o martírio da paixão de Jesus Cristo e seus mártires ou o pavor que um ferimento ou mesmo a morte causa-nos a nós, pobres mortais. O medo que um materialista empedernido semelhante a Karl Marx queira infundir - pelo menos foi o que eu soube que Marx teria feito isso se é que não mentiu Luiz Felipe Pondé que é um ideólogo do bolsonarismo até impaciente diante de gente idiota que pródiga doa todos os seus bens para uma organização criminosa semelhante àquela seita Igreja Universal do Reino de Deus e Pondé é ridículo, é afeminado - em alguém de que os corpos pesam e se mergulhados em águas eles afundam, o que é verdade, no entanto, eu penso que a atitude perfeitamente metafísica contra o colosso da imbecilidade ou o tal "colosso da materialidade" de Felipe Maestrello, atitude metafísica de querer salvar uma pessoa que está se afogando vence o egoísmo do materialismo do salve-se quem puder e do foge da dor e busca o prazer são vencidos pelo realmente colosso da espiritualidade, da metafísica, da ideia nobre e da verdadeira liberdade, sim meus amigos a liberdade existe apesar do medo infundido pelos materialistas psicopatas ou bestas, de arriscar a própria pele pelo que seja o bem. E ainda que devorem-nos a sede e a fome, frio e calor, ainda que a castidade e até mesmo a mais absoluta continência, pureza, sejam uma violência e para além das vicissitudes d'alma humana, pois que não só o corpo é o culpado de tudo, não sejamos gnósticos, a alma tem as suas falhas com sua preguiça, orgulho, soberba, ira, avareza, falta de perdão a quem evidentemente peça a nós o perdão, pois perdão é a quem arrependido, humilhado, sinceramente o pede não a uma bandida Márcia Costa, autointitulada "pastora" cunhada de um psicopata e bandido Samuel Câmara, casada com um vagabundo condenado pela Justiça chamado Dan Câmara, com aquela voz dela desafinada xingar de ter a mente confusa a quem ela supostamente pede perdão e ela exigindo e com pressa uma tal "agilidade para perdoar".


O verdadeiro estudante de filosofia e quem queira ser consagrado como filósofo no futuro não pode deixar-se enganar pelos Pântanos da Tristeza do filme A História sem Fim baseado no romance de Michael Ende. Pântanos da Tristeza com sua lama movediça de um lixo pseudofilosófico tal qual o idealismo crítico de Immanuel Kant com a depressão que sofria esse anão disforme de Königsberg, pois que para ele e a partir dele não se buscaria mais objetivamente o real, mas, tudo voltar-se-ia ao sujeito, um sujeito em uma perfeita forma de inexistência, explicara o mestre Olavo de Carvalho em uma aula sua sobre Kant, pois que nunca tal sujeito é objeto para si mesmo, já que para Kant podia dar-se adeus à objetividade ou o conhecimento da coisa em si, o tal sujeito ele mesmo não se conhece a si mesmo. Ou seja, é uma besta um Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente brasileiro, esquerdista logo herdeiro de Kant na solidão cósmica ateia de sua pseudofilosofia, dizer cheio de cachaça na cabeça e antes de ser preso que ele não é mais um homem, ele seria uma "ideia". Em outras palavras, é a gula dos sentidos grosseiros e da cienciazinha materialista sofisticada unida à vã filosofia kantiana transcendental onde o que chega fenomenicamente pelos sentidos é organizado pela pequena razão humana e ai de quem questionar a humana demasiado humana razão organizadora de tudo no tempo e no espaço. No tempo ou a interioridade muito superficial que não se dá conta que mesmo no fluxo do tempo algo permaneceria nem que fosse o fluxo do tempo, quando na verdade é o Logos que permance trazendo tal entendimento, Ele que é Jesus Cristo, o Verbo que dá sentido a tudo o que há. E o espaço, ah, o espaço como se tudo se resumisse a corpos que o diga quem já sofreu de uma obsessão ou até de uma possessão demoníaca, quem nem a psiquiatria conseguiu desmentir, onde que puros espíritos tais quais os demônios demandam de espaço? Só pela atuação metafísica ou pelo menos preternatural dos demônios já podemos considerar a Immanuel Kant que ele talvez fosse um obsesso pelo demônio, Kant que lutou para que o demônio passasse despercebido em sua atuação maléfica no mundo que o diga a revolta do anão às visões místicas de Emanuel Swedenborg do céu e do inferno.


Quem somos, de onde viemos, para onde vamos? Questões do beabá metafísico, a verdade para além do sexo que Alcibíades queria fazer com o sábio Sócrates, além da comida, para além do dinheiro e da justiça social da zona de conforto distraída de quem quer um teto para um tal fenômeno que é um teto vindo no limite na proteção do Estado, segundo o comunistas ou o que é pior, o teto proveniente da ganância do lucro e da mais-valia exploratória vindos do capitalismo, pois a filosofia para ser filosofia sendo metafísica não demanda teto algum. O noumeno sobe acima das estrelas, muitíssimo acima ele sobe, nem o céu é o limite, a filosofia sendo metafísica chega até o infinito, chega a Deus. Deus, a questão filosófica ou metafísica a mais alta que definindo o finito ainda que ao eventualmente humilhá-lo, torna-o Deus dependente de Si, todavia, ao mesmo tempo torna-o pleno de possibilidades e sábio ou pelo menos converte-o em um verdadeiro amante da sabedoria, alguém verdadeiramente filósofo.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Uma sociologia de uma filosofia em Olavo de Carvalho

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Se as filosofias tem um terreno social, sociológico, histórico e econômico para surgirem, segundo a ciência da sociologia da filosofia, eu por um vislumbre baseado em algumas notícias que tive acesso pude perceber nos últimos dias que uma sociologia do abandono parental de um determinado filósofo como Olavo de Carvalho teria feito surgir a filosofia dele, e certas filosofias mais parecem uma tentação ou erro racionalizado.


Luiz Gonzaga de Carvalho, pai de Olavo de Carvalho, abandonou a esposa, uma mulher racista chamada Nicéa Pimentel que odiava os três, segundo, terceiro e quatro primeiros netos dela, acerca dos quais ela dizia serem "filhos da negra", filhos de Eugênia, primeira amante de Olavo, e a velha comprava brinquedos baratos de feira para os três netos. Então, Olavo precisou deixar a escola para ter que trabalhar. Desfez-se a escola como a primeira mediação do filósofo ou sofista do fim do conhecimento racional em prol de um suposto conhecimento intuitivo, imediato, segundo ele mesmo dizia de sua teoria. Ele que também defendia o conhecimento por presença, não representado por nenhum professor esquerdista marxista desgraçado doublé de pensador com camisa básica retratando na estampa a Che Guevara. 


Olavo de Carvalho nem completou a quarta série do ensino fundamental ou ginásio de sua época. Ele que falava tanto de realidade, dispensava como "filosofia de segundo grau" ou de segunda mão questões escolares como livre-arbítrio e determinismo e em seu curso interminável do Seminário de Filosofia passava quase ao largo dos textos dos filósofos e dizia que a filosofia não são textos ou não se restrigem tanto assim a eles como queria um praticamente novo clérigo do novo alto clero de nossa era moderna cética que dispensa a Igreja Católica, ele que era professor da Universidade de São Paulo (USP), José Arthur Giannotti. No que eu tendo a concordar com Olavo, que já desde já eu deixo claro que por mais críticas até acérrimas que eu possa ter a ele, para mim OIavo é um mestre eu tenho até uma fotografia retratando ele emoldurada em um quadro na parede do meu quarto. 


Se a filosofia é um trabalho com textos, segundo Giannotti, vamos aprisionar a filosofia como queria aquela besta analítica Ludwig Wittgenstein ao número de palavras que conhecemos de nosso vocabulário? Vamos aprisionar a filosofia qual psicóticos tipo Martin Heidegger que dizia que a linguagem é a casa do ser, pois pensava ele que o ser se reduz a qualquer ente mesmo que seja a própria linguagem e não na verdade a condiciona possibilitando a sua existência para que ela não acabe a exemplo de certos gays afeminados, um trapo humano, de tão fanáticos na homossexualidade, porque cavaram um abismo entre o ser que lhes dá serem o que realmente são, homens, machos, pois afastaram-se terrivelmente da Igreja Católica, a Igreja do Ser supremo? Vamos aprisionar a arte e técnica do esclarecimento ao nosso vocabulário, às palavras conhecidas de nosso idioma? E o espanto, princípio da filosofia, segundo Platão, não é algo que nos tira do chão a tal ponto que não há palavras escritas ou faladas que possa expressá-lo pelo menos no momento? A filosofia, dizia Olavo de Carvalho, corrigindo um Carlos Nougué católico ideólogo do tomismo, que não é um trabalho com textos, mesmo que sejam os textos maravilhosos de um Santo Tomás de Aquino, é a pesquisa acerca dos enigmas da existência, da realidade. Que o diga o fundador da filosofia qual a conhecemos até hoje que foi Sócrates que nada escreveu e desconfiava da escrita que era novidade na época dele.


Olavo ao filosofar ficava visivelmente deslumbrado com o que ia discursivamente descobrindo sem tantas mediações, apesar de que para falar de canetas ou de cavalos por ele desenhados com maestria, ostentava livros a respeito desses assuntos ou o homem ia lá ser um adivinho ou ter a sabedoria infusa, dom de Deus, mas que não viria a um pecador endurecido tal qual Olavo que escondeu a sete chaves tantos pecados: o contexto mesmo sociológico de sua filosofia ou sofisma que dispensa categoricamente as mediações para o conhecimento; o aborto de um filho com a segunda amante Silvana e o roubo do dinheiro devido a um amigo judeu que com ele escrevera um trabalho sobre o falso profeta pedófilo Muhammad premiado pela tirania sanguinária saudita tão sanguinária e tirânica quanto o seu falso profeta? Conhecimento imediato e intuitivo até um certo ponto, Olavo não dispensava a mediação de uma grande biblioteca pertencente a si para falar de canetas e cavalos, acervo de livros maior fisicamente do que a casa suja com baratas ali hospedadas em que ele habitava com a família e agregados na Virgínia. O abandono do pai Luiz Gonzaga não o tornara um idiota para dispensar todas as mediações a partir do que foi forçado a abandonar como mediação primeira que foi tem que dispensar a escola.


Bem diz a filha primogênita de Olavo, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, ele foi um vigarista em tudo em sua vida. Parece que as filosofias se formam não raro de tentações e achaques até esmagadores de circunstâncias em que viveu o filósofo e que ele precisa superá-las, ainda que de forma pungente um Miguel Unamuno existencialista típico tenha escrito que o homem filosofa com la carne e con los huesos, a fim de ver claro, ver claro assim queria Olavo para filosofar e ser um confessante sincero não fariseu hipócrita semelhante a ele. É preciso a confissão, defendida por Olavo o que ele se esqueceu de fazer e ele se dizia católico, não podem haver filósofos mais prolíficos do que nós, católicos romanos, que buscamos a sacramento da penitência. Ou vamos acabar como um Immanuel Kant na verdade tomado de raiva pelas visões do céu e do inferno do místico seu xará Emanuel Swedenborg, por isso Kant quis limitar o homem a um animal melhorado fechando-o em uma armadura de sensações e na razão, sensações que um Senhor Jesus Cristo mortificou-as ao ponto de suportar ser flagelado de forma cruenta na casa de Pôncio Pilatos e os santos, todos homens Cristo e os santos, suportaram a mesma coisa ou a que raça estranhíssima de homens referia-se o anão de Königsberg?

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