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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

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sábado, 25 de julho de 2026

Um anão sofístico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um anão sofístico é um derrotado filosófico, anti-metafísico, na certa que frequentador fortuito da seita do Prevost, que admira uma grande construção teórica como a obra de um Santo Tomás de Aquino, mas ao mesmo tempo reduz tudo ao iPhone da moda que comprou para repetir o legalismo de leis injustas, sem fundamento nas leis eternas, se o anão for um advogado e se for um professor de filosofia é mais um enjaulado na jaula kantiana de que o conceito kantiano de humano não permite nenhuma abertura para a verdade como a episteme de Michel Foucault é a forma de jaula kantiana para uma barreira inconsciente de um poder atuando em um certo período histórico em uma sociedade que não permite o acesso à verdade, ao real.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O filósofo: o metafísico e o ontológico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A vocação do filósofo é ser um metafísico e um ontológico. É impotente, é ridícula a tentação pós-moderninha atual do sofisma das narrativas, de querer-se manipular a realidade, o porquê profundo (metafísica) e a ciência da estrutura do real (ontologia) com discursos, na verdade tal sofisma é bem velho já da época de sofistas da Antiguidade Clássica como o fazia o vendilhão Protágoras de Abdera.




Vencida a falsidade dos falsos deuses do Olimpo tão panteísticamente próximos, em uma promiscuidade, dos mortais incluindo Zeus ou Júpiter querendo possuir carnalmente a Ganimedes, a Filosofia tornou-se uma mera empregadinha doméstica de sua senhora, a Sagrada Teologia. O Deus feito homem em Jesus Cristo com o Seu exemplo de sacrifício cruento deu o exemplo da contemplação do dogma, o horizonte definitivo dogmático do ideal na visão do mais real: Deus, dado como ideal para a insuficiência humana, que é o real querido pelo Sumo Bem, Deus, que a tudo que fez comunicou o seu bem.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É uma filosofia inorgânica, é uma pedra no meio do caminho ou uma duna na praia, entes brutos. Típica filosofia de ressentidos esquerdistas assaltantes dos legítimos bens próprios dos burgueses a filosofia de um tipo filho da puta como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior), a besta pragmatista sofística das narrativas. Com uma metafísica de galinheiro, o que seria uma parte ínfima tomada do todo, e uma ontologia de bosta onde o real - dado por ele anarquizante como incognoscível a coisa em si - para ele consiste em algo inconsistente, ciscado por galináceos como ele, que não subsiste sem Jesus Cristo, a verdadeira ontologia, o Logos mesmo que bilhões de anos antes permitiu por um cálculo matemático evidentemente que vindo de algum tipo de inteligência ordenadora como a divina que permitiu a evolução para que ele fosse um ser humano para ser jogado um dia na lata de lixo do inferno.




A filosofia do Pauno Bundadelli consiste na teimosia, a burrice na prática tão típica de brasileiro capitalista dependente do império evanjegue protestante liberalóide, em por em perspectiva, doido, o sol que quando brilha faz empalidecer, de fato, as perspectivas pálidas das estrelas e da lua. Ele não quer a verdade, o maior, contenta-se em ser o mesquinho ressentido com subalternos subempregados camelôs, garis, porteiros de prédio nordestinos sem os dentes da frente, empregadinhas domésticas, funcionários de supermercados em necessária escala 6 x 1 que devem contribuir para prosperidade e moralidade só possível no capitalismo que lá na frente vai beneficiá-los. Ele prefere ficar com esses frustrados vendo defeitos no belo em si, verdade em si, o bem em si.



Pauno Bundadelli não quer o maior. Não quer assentar-se sobre os ombros de gigantes para enxergar melhor o horizonte, mas contenta-se com detalhes desprezíveis na metafísica que não ousa dizer o nome de tomar o todo pela parte terminando menos do que pó no materialismo histórico marxista em uma casuística historicística vendido às circunstâncias corruptoras de condições econômicas desfavoráveis como se até mesmo um povo norte-coreano não tenha muito mais fé em Jesus Cristo, ainda que sob uma maldita tirania marxista-leninista, do que um ocidental preguiçoso, acomodado, com a barriga cheia.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Ser incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O Ser incontornável mostrou-se patente em Jesus Cristo onde Ele parecendo estar largado no mundo, o Dasein heideggeriano ou estar votado ao nada, à morte, o ser-para-a-morte, também do nazistóide Martin Heidegger, mas Jesus Cristo foi fiel ao Pai em sua agonia mortal no horto das oliveiras dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a Dele, pois antes pediu que lhe fosse passado o cálice do vinho sem mistura da ira divina atiçada pelos pecados dos homens que Ele deveria beber até a última gota. Diante no nada da morte na cruz, o instrumento de punição cruenta dos dissidentes do poder tirânico humano da época, o ser-para-a-morte do nazistóide e dos incrédulos, se Jesus Cristo recitou o salmo que questiona Deus o porquê Dele tê-Lo abandonado, em seguida entrega ao expirar o seu espírito realmente livre e existente ao Pai, os incrédulos têm apenas um espírito de porco.



O Ser incontornável dá-se no Cristo Jesus, Ele mesmo o Ser possibilitador dos entes e entregou-se à morte pela salvação dos entes humanos tornando-se o Ser, o Cristo Jesus, um ente ordinário em sua encarnação fazendo a eternidade vir ter no tempo, ínfimo período na eternidade que faz uma besta covarde como um Benedito Nunes capitular, desistir para viver o tempo de sua porca vidinha mortal cuja anti-ontologia hibernava a sua falsa consciência para idolatrar alguma coisa, uma entidade contingente, criada, que não poderia por si dar-lhe a verdade como o Ser incontornável, Deus, poderia dar-lhe, a besta Benedito Nunes quis contornar o Ser tornando-se o escolástico de ideologias funestas do século XX, o ideólogo de tiranos cegos para a ontologia, para a realidade enquanto realidade, o Ser, cuja substância é o espírito feito carne na pessoa de Jesus Cristo que é o ponto arquimédico da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Metafísica e ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



Metafísica e ontologia na minha filosofia do espiritualismo (decididamente a presença chagada de Jesus Cristo na história) meta-histórico e dialético platônico e agostiniano são algo que não restringem-se a um sistema, rótulo, um estigma da pequena razão humana com sua biblioteca de ideias. O ser, o Ser Supremo, a mais alta ideia humana e o sistema que tudo enfeixa, encerrando tudo em Si e ao mesmo tempo abrindo para possibilidades infinitas, porque é bem triste acabar como o psicopata Samuel Câmara acabar buscando a segurança humana em um divã de psicólogo ou de um psiquiatra enquanto o demônio é mais forte impondo uma obsessão sobre esse infeliz que tem acessos de fúria incontrolável que o faz tomar um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos, um informante meu de dentro da seita protestante do maldito disse-me isso. Tal Ser Supremo, Deus, tal ideia, a infinitude metafísica em minha filosofia espiritualista ou melhor cristã da história ou meta-história é Jesus Cristo, é algo que nasceu, cresceu, comeu, dormiu, morreu e ressuscitou. É tal homem, Jesus Cristo, carne divinizada que foi torturado, assassinado cruelmente que recapitula todos os seres em Si e que é o Senhor da história que convida todos os homens por meio de minha filosofia a fazerem da história, a fazerem de suas biografias, histórias pessoais e institucionais não uma comédia de erros segundo sistemas, rótulos ideológicos, racionais, religiosos, estatais, lógicos, meramente moralistas, legalistas, mas Ele nos convida junto com o gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho a que SEJAMOS, que SEJAMOS reais mesmo que nos calemos ante ao fulgor, o brilho da luz do Ser, Deus Jesus Cristo, do qual participamos e até nos ofusca com sua luz, Ele que é a Luz e por sua luz vemos tal Luz e a luz das coisas, nas chagas e humilhação até ao pó desse Deus encarnado punido pelos nossos pecados os mais nefastos que sejam assim as coisas são participantes das ideias de cada uma delas no mundo puro das ideias platônicas que encontram-se em Deus apesar de ideias serem ainda rotulagens, Ele nos dá a lucidez.


Metafísica e ontologia para a minha filosofia é algo que sangra, é o Cristo ferido de morte. 

sábado, 11 de abril de 2026

Por um cristianismo inteligente (gnóstico)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Jesus Cristo 



Por um cristianismo inteligente, porque gnóstico, sem fé cega. Sem apegos a dogmatismos e doutrinarismos rígidos junto com especulações em forma de proposições ou imposições autoritárias clericais típicas do desproposito teológico que ousem sobrepor-se à metafísica, à filosofia. Olavo de Carvalho era um gnóstico, mas um tanto incubado porque perderia dinheiro e popularidade e para não chocar a plebe ignara igrejeira que semanalmente pelo menos toca uma punhetinha, relaciona-se com gente do mesmo sexo ou tem uma amante ou toma anticoncepcional transformando o útero em um túmulo.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Minha filosofia em perigo!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia espiritualista está em perigo atualmente: estou evitando uma experiência fundante - minha filosofia não é uma farsa acadêmica meramente discursiva para ter diploma que serve mais para limpar a bunda - que é largar um resto de lubrificante íntimo para uso em minhas aventuras sexuais, ainda há de materialismo, anti-metafísica em mim, o facciosismo de Trasímaco. Como diz Olavo de Carvalho em A Filosofia e seu Inverso: "A experiência, por sua vez, pode ser mais rica ou mais pobre, pode ser o sinal de uma descoberta formidável ou apenas a prova de um complexo neurótico, de uma ilusão auto-engrandecedora, de uma incapacidade de viver." É esta última o que eu quero evitar para não acabar de medíocre a péssimo renunciando até a nobreza de uma filosofia espiritual, metafísica como a minha do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano, evitando como também diz o mestre que "A construção teorética (...)" possa tornar-se até psicanaliticamente em uma "racionalização" com a teoretizacão, diz Olavo, "camuflá-la [a experiência, ainda mais se for uma experiência degradante] ao ponto de a tornar irreconhecível".



Minha filosofia, verdadeiro amor à sabedoria, corre um risco que Deus, questão metafísica ou mais real maior, me ajude com sua graça.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O ser instituinte

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Coleções de entes por si mesmos nada são, eles são ridículos. É o que deu para notar naquele pretenso padre, Frei Tiago de São José, reclamando dos padres da Fraternidade Sacerdotal São Pio X cansados e não raro seduzidos pelo mármore de um cristianismo eclipsado do Vaticano com razão de sobra em vias de por estado de necessidade sagrarem novos bispos à revelia da Roma atual sal sem sabor, que perdeu a fé, aderiu à heresia desde o conciliábulo Vaticano II. Ele disse que os padres estavam com um tal "espiritualismo", pois rezaram e refletiram para a decisão da em tempo póstera sagração de bispos. Ué! E religião, ainda mais se for a cristã, não é coisa do espírito ou do Santo Espírito, o Ser que é instituinte e sustenta existindo os entes, instituições, deste mundo nem que seja um boteco de esquina onde não raro impera o espírito de porco?



O sujeito quer a obediência pela obediência ao seu totem. Ele é um idólatra. O ser é no ente, mas o que é um ente sem o ser instituinte, criador, mantenedor, que o sustenta no ser? É uma vacuidade panteísta, humanística, totalitária, monstruosa, é o deus mortal Estado, é uma besta nos seus mais espertos ainda assim desconhecendo os seus limites, porque cegos pelo príncipe deste mundo, incendiados pelas más paixões, por causa de sua incredulidade.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A tal metafísica tradicional?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Eu acho que hoje de manhã eu tive - assim espero e acho que é sim - uma iluminação gnóstica. Sendo assim penso que compreendi a missão de Olavo de Carvalho, o mestre considerado maligno pela patrulha anti-gnóstica de um Fedeli com seus fedelhos de plantão e maligno e falsário era Olavo de Carvalho para evitar não ser incompreendido e deixar de ser financiado pelo cristãozinhos crédulos, bobinhos. Se falo em termos gnósticos mais do que "penso", portanto, acho que "vi" como uma águia a verdade, o real, então, que alegria, entusiasmo, libertação de ver-me livre das criaturas que envolventes como uma jiboia obliteram o conhecimento (gnosis) do real que nenhuma episteme pode encerrar com seu logicismo, racionalismo, empirismo, materialismo restando cética de doida não poder encerrar tudo, o mundo, em sua pequena cabeça, em sua pequena razão outrora nos seus pulverizados e desconexos átomos, descoberta que por si é uma vacuidade junto com tudo que é material. 



Realmente se acerta o gnosticismo da tal metafísica tradicional, a "tal" metafísica tradicional de que eu mencionara em outra postagem? Que eu tenha mais respeito, hein! O que passa por este mundo criado, humano, a jiboia envolvente, é marcado pela mordedura da serpente do Éden, é marcado por uma estruturação temporal, humana, pode ser angélica demoníaca, histórica. Podemos nós, homens, disse-o o próprio Deus a Adão e Eva que esmagaríamos a cabeça doida da serpente, pode ser a mesma jiboia, por meio da Madona Santíssima e de seu Filho Jesus Cristo Senhor onde pela fé, Martinho Lutero dizia somente pela fé, na falta de uma obra feita com pedras preciosas, ainda que seja só de palha, mas quem crer de todo o coração será salvo,  espera-se que tenha tido a oportunidade de no derradeiro instante ter recebido o sacramento da confissão.



Será que eu "gnostiquei"? Ou estou "gnosticando"? Serei eu partidário da metafísica tradicional? Partidário, até onde eu sei, daquele conhecimento perene, a verdade última subjacente às grandes correntes sapienciais, verdadeira ciência, quinta-essência das grandes religiões, no que elas têm de perene, atemporal, supracultural? Gnose que tem como matizes a Escola Tradicionalista, a sophia perennis, o perenialismo.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O que é a filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A filosofia como amor à sabedoria é uma atividade que eu a concebo como um serviço abnegado de atenção, escuta, olhos de ver, vigilância em busca da verdade do ser. Buscar a verdade do ser, a sua essência, e dizê-la, os filósofos antigos já diziam isso da filosofia.




É preciso no que eu entendo que seja a filosofia não deixar-se enganar por gnosticismos como os do bandido genial, Olavo de Carvalho, ou a psicologice realmente psicologista subjetivista de Edmund Husserl ou o narrativismo meramente sofístico da filodoxia contemporânea. Gnosticismos paralisantes que esterilizam os meios disponíveis no mundo humano para a busca da verdade malbaratando meios como o pobre corpo não raro cansado, velho, com fome, sede, incendiado pelas más paixões. Na minha ideia de filosofia nada de esterilizar o pensamento, as representações claro que partindo da noção de conhecimento por presença de Olavo de Carvalho mas sem cair na gnose do velho de não acreditar que é possível apresentar novamente a coisa representando-a pela lógica, ao lado do pensamento referido antes.  Enfim, na minha concepção de filosofia nada da descrença gnóstica da linguagem, apesar de que é evidente que ao falar-se do Uno, de Deus, ao tratar-se do infinito a episteme humana é limitada, é preciso uma sã gnosis, é preciso um misticismo, porém, sem gnosticismo, pois a lógica, o pensamento, a linguagem vem antes - normalmente - até para indicar os seus limites: daqui em diante eu não posso mais, esperemos pelo que dirá o Uno - como esperou uma revelação o pobrezinho pagão quase um cristão Platão no diálogo Fédon ou da Alma na infra 85d - por meio do padre romano; tendo, então, que na minha concepção de filosofia o filósofo ter que ser um teólogo.

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

A "gostosa" e o iconoclasmo (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



O falso pastor e nós, LGBTs
Olhos gulosos, concupiscência 
Reduzidos à carne, infância
Vaticano II,
Analfabetismo metafísico, 
Psicose materialista
Aquela vesga 
Dita por ele gostosa.



O toque, a língua, o olhar
Sentidos não mortificados
O Filho da Corredentora suportou açoites
O mártir mexicano sem solas nos pés rumo à sua sepultura
O sexo com a vesga e conosco
Lúcifer a ressoar
- Non serviam!
Diz ele: - Sou excelente!



- Prefiro ser rei no inferno!
- Sou excelente! 
Vacuidade é um Outro sobre nós
O falso pastor lava mais de 20 milhões de reais
- Eis tudo por hoje!



Fenômenos, aparências, sombras
O mundo protestante como condenado
O protestante iconoclasmo 
Aquele pastor bandido
Babando do púlpito: - Gostosa! Gostosa!
Ambos, nós e eles
Seres excelentes de Deus
Dignos 
Iconoclastas
Perpétuos protestantes 
Sorrateiros: 
- Gostosa! Gostosa!
Tremula o ímpio estandarte arco-íris.


domingo, 19 de outubro de 2025

Um demônio amando

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



O demônio Nefarious, pode também ser Mefistófeles, amam Paulo Ghiraldelli Júnior. Acenderei a minha pequena vela sete dias e sete noites para rezar pel'alma dele. O professor aposentado que vem da vagabundagem universitária pública brasileira, pode ser também a privada que é uma latrina caça-níquel, em universidade pública uma bruxa como Marilena de Souza Chauí disse ignorar a filosofia medieval. Ghiraldelli é amado pelo demônio com o seu niilismo, satanismo onde a lei é fazer qualquer coisa que pode ser maluca que der na telha que se quiser. Ele um pós-moderno de inventar narrativas e que se dane a realidade, a verdade, perdida a metafísica, reduzido que ele se encontra ao fenomenismo, às aparências, à uma aposentadoria, a sexo, poderia ser às drogas, segundo a alma deseducada dele prisioneira da caverna tenebrosa platônica.



Ele danado na comédia de erros que é a história do homem neste mundo sem o espraiar-se do bem que é um espiritualismo e ou cristianismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano. Para Paulo Ghiraldelli Júnior o que há de mais alto é ignorado com a desculpa socialista de combater o capitalismo. Mas se os críticos do capitalismo reduzem-se à vagabundagem, à ignorância de um momento de excelsior na filosofia como o foi a filosofia medieval escolástica, se perde-se a verdade, o ser, Deus, em vista de uma até ascese nos negócios capitalistas é porque o capitalismo parece ser coisa boa.

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

A metafísica vive!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Círio de Nossa Senhora de Nazaré (todos os direitos reservados da imagem supra)



Ontem, dia 12 de outubro do ano de Jesus Cristo de 2025, foi dia do Círio de Nossa Senhora de Nazaré aqui na minha cidade natal de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, e apesar do isolamento de uma cidade como a minha que além de ser latino-americana para piorar é amazônica, mas eu aposto que pode irradiar-se muito longe para dar um gás a quem seja inteligente e por isso indispensavelmente piedoso para perceber que a metafísica vive!



Vive a metafísica para quem tem olhos de ver com o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, sobretudo quem não se deixa vencer pela perversão da falta de fé divina e católica apostólica romana. Vive a metafísica que realiza-se realizando o homem no espraiar-se do bem que cala o charlatanismo de um Benedito Nunes, cala o auto-engano das tais narrativas ou discursos sofísticos niilistas, agnósticos preguiçosos, pragmatistas de fato de quem não se dispõe a buscar a verdade e ou sendo animaizinhos poodles, pugs do demônio e de psicopatas neste mundo manipulam com discursos a realidade que é o que é o narrativismo pós-moderno.



Ao contrário do que queria o nazista a vida inteira, Martin Heidegger, o Ser que é o SENHOR Deus e que não nos largaria a nós mesmos em um Dasein neste mundo a crer-se que é veraz a revelação cristã substanciada por algo tão magnífico como o Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Heidegger que queria tirar Deus da metafísica para por no lugar do Ser ou para encarná-lo o espírito hegeliano com bigode o Führer (Adolf Hitler), se não mentiu sobre Heidegger o grandioso mestre e vigarista em tudo na vida dele que foi Olavo de Carvalho.

sábado, 5 de outubro de 2024

A responsabilidade de Gustavo Machado

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Gustavo Machado é o dono do canal Orientação Marxista no site YouTube, eu concordo com muito senão todo o diagnóstico que ele dá do capitalismo, segundo a visão marxista trotskista de que é impossível gerir o capitalismo que é selvagem e indomável, deram com os burros n'água todos de direita ou de esquerda que o tentaram domar, eu só discordo do remédio que ele preceitua que é o socialismo, porque eu sou católico apostólico romano, recomendo como remédio o evangelho e com isso uma visão espiritualista histórica ou metahistórica e dialética que jamais recomendaria o roubo que é a propriedade privada nos moldes capitalistas por uma casta que via o patrocínio armado do Estado no início sangrento capitalista explora a mão-de-obra de uma massa de povo desgarrada e deserdada.


Dadas as devidas explicações, já que Gustavo Machado é socialista, ele é materialista histórico e dialético cumpre ele assumir a sua responsabilidade. Se o materialismo histórico e dialético preceitua que a história é feita pelos homens não há princípios eternos e imutáveis a priori que conduzam o homem, é tudo indutivo, é o homem que tira um ilusório tesouro de si mesmo, desesperado ou com esperança apenas em si mesmo e em sua facção em guerra fratricida contra outras facções pelo poder não havendo aí a eterna justiça, não havendo Deus, por que raios Machado critica em um vídeo a Elias Jabbour, que ele chama de propagandista do regime tirânico chinês e Jabbour o é mesmo propagandista, quando ele diz que os conceitos são dados historicamente?


Ora, Gustavo Machado tem que ser marxista até as últimas consequências, é a responsabilidade de Gustavo Machado, o que resta é o arbítrio conceitual historicista de Elias Jabbour perdida a metafísica, perdida uma visão espiritualista histórica e dialética ou metahistórica e conforme uma dialética platônica e agostiniana de uma navegação ascensional da physis pré-socrática sensível passando por um certo lugar inteligível das ideias em Platão até chegar-se a Jesus Cristo em Santo Agostinho, se não há princípios eternos, a priori, se não há Deus, transcendência, ideais ou o que o valha se tudo é uma construção histórica humana que hoje está de pé e amanhã cairá, que bem atualmente hoje vai dar no arbítrio da imaginação, antes era o da vontade, de uma mulher achar-se que é homem e ser apelidada de "boyceta". Aliás, sem uma pegada metafísica não há a noção de realidade que Machado reivindica contra o arbitrariedade conceitual historicista fundada na seita política de Jabbour, nesse ponto a inegável integridade marxista do trotskismo de Machado só mostra que Karl Marx por mais materialista que ele fosse ele tinha em seu materialismo impertérrito uma tácita metafísica, ele ainda não renegava a realidade em um primeiro passo, porém, em nossos dias de "boyceta" o materialismo marxista entronizaria o homem como terrível rei do mundo de tal forma no homem fazendo ele mesmo a história, sem a metahistória revelada por Deus segundo o que crê e ensina a Igreja Católica Apostólica Romana, que só restará os conceitos em Jabbour tirados de algum lugar escuso serem qualquer coisa e coisa nenhuma conforme os humores e ventos dos tempos e lugares.


Vale deixar claro que o termo metahistória eu o entendo como uma além da história que dá sentido à história onde Deus como é comumente sabido é o Senhor da história e por isso o sentido e chave da história não é o homem, mas é Jesus Cristo, conforme está escrito no atual Catecismo da Igreja Católica no número 750, é o Cristo que conduz o homem pondo para trás de si a Satanás (São Mateus 16, 23) para ele ser conduzido, mesmo que como macaco de Deus no fim de tudo goste ele ou não servindo a Deus, junto com o homem.

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

A metafísica demiúrgica brasileira

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A metafísica no Brasil do desprezo e indiferença da parte da esquerda agora do lado da direita conseguiu ficar em situação até pior em um certo sentido, porque assenhoreada por um usurpador temível, a assombração do fantasma do demiurgo, é a metafísica anti-metafísica que dispensa a razão, o pensamento como o demiurgo inspirara na Idade Média nos cátaros e albigenses o desprezo pelo corpo na prática do aborto, o assassinato de mulheres grávidas e a proibição do casamento. É a metafísica demiúrgica brasileira que vem da parte dos olavetes que estão na hype gnóstica aberta por Olavo de Carvalho no Brasil, Olavo um fenômeno brasileiro segundo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.



Do que adiantou o gnosticismo de Olavo tão supostamente intuitivo e por isso mesmo sem um tratamento e cuidado da racionalidade durante a sindemia de Covid-19? Com Olavo negando a sindemia e o vírus, ele morreu em decorrência da peste com o seu corpo sem ter direito a um velório com caixão aberto sendo as exéquias feitas para o corpo do gnóstico feita a céu aberto no Cemitério de São José em Petersburg na Virgínia para logo ser finalmente sepultado. Olavo com o seu suposto conhecimento intuitivo que ele aprendeu nas seitas gnósticas que ele pertenceu uma delas onde ele abortou o próprio filho que ele teria com a amante Silvana Panzoldo. O suposto conhecimento vindo da gnose, vindo da maldade do inexistente deus malvado demiurgo que fez o mundo sensível junto com a razão e o pensamento humanos, razão que Olavo expressamente queria acabar em prol de um conhecimento intuitivo modernista condenado pelo Papa São Pio X e condenado pelo Papa Beato Pio IX que dizia no Concílio Vaticano I (1870) que pela razão o homem pode saber com certeza que Deus existe, além dos outros papas católicos que falavam expressamente de que a religião cristã é, sim, crença: é organizada pelo pensamento e razão humanos, algo condenado por um gnóstico semelhante a Olavo.



Realmente a metafísica não precisa do auxílio do ídolo do demiúrgico cultuado por um estelionatário e realmente vigarista em tudo em sua vida como o foi Olavo de Carvalho para ser resgatada do ostracismo relegado pela gnose moderna, expressa midiática e politicamente pela esquerda com o seu materialismo histórico e dialético, rasa como um pires que é a pífia profundeza de Satanás.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Flecha viril (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Ó flecha viril, lança do mundo caído, cupido

É só o recorte de alguém, ínfimo recorte

Terrível tentação.

Não serei mais explícito sobre ti tal flecha em nome do pudor 

Que revela a alma e não a deixa perder-se

Da caridade de Jesus Cristo que constrange-nos.

A caridade que não deixa que por tão pouco de ti, ó flecha viril

Tentação

Recorte

Carne

Da finitude física, mesquinho cúpido.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Perguntas que não querem calar

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sobre a besta Immanuel Kant, eu queria só entender a neurose anti-metafísica e anti-dogmática do anão disforme de Königsberg que ao invés de estudar ficava só jogando sinuca. Por que ele que escreveu um livro inteiro sobre uma suposta história futura do colosso da espiritualidade que é a filosofia primeira, a metafísica (leia-se, Sagrada Teologia Católica) se eram para ele só "fantasmas" assuntos fulcrais como Deus, o mundo, a imortalidade d'alma e o livre-arbítrio? Por que ele fazia questão de amarrar-se ao próprio tálamo ao dormir para não se masturbar? Por que Immanuel Kant amarrava-se à própria cama ao dormir se para ele, anti-metafísico e anti-dogmático, com o seu colosso da materialidade, se para ele tanto faria a masturbação ou a não masturbação durante o sono e masturbação ou mais propriamente polução noturna involuntárias de quem não era transante como ele? Ou será que lá no fundo Kant tinha era medo de que fossem verdade as visões místicas do céu e do inferno de seu xará Emanuel Swedenborg, visões que despertaram a Nêmesis anti-filosófica idiota do homúnculo de Königsberg?

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Metafísica de galinheiro

Autoria: João Emiliano Martins Neto


José Bento


No último capítulo da novela Renascer em refilmagem neste ano, capítulo de sábado, a personagem José Bento, o folgado semelhante a mim mesmo, ele veio com a metafísica de galinheiro materialista ao descrever a festa de casamento do pai José Inocêncio como que o pai fez "uma festa e tanto"; que "o painho abriu a burra"; "sem falar na mulherada". Bento arroga que ele é irmão de seus irmãos: "somos irmãos"; "somos os donos dessa fazenda". Disse mais em forma de tréplica que "somos os herdeiros legítimos" ao que disse erradamente, contrário à lei e ao direito, o irmão honesto e diligente, João Pedro, que "o dono que essa terra conhece se chama José Inocêncio". 


Olavo de Carvalho com gonorreia


Para piorar consideravelmente o canalha José Bento disse mais: "pegar madrasta é um dos poucos motivos legais que um pai pode deserdar um filho, sabia?" João Pedro que é apaixonado pela agora realmente madrasta, Mariana, largou-lhe um belo soco nas fuças do próprio irmão. Eu sou contra a violência física, até porque eu sou medonhamente covarde e nunca e jamais arrisquei o desforço físico nem em momentos-limite da minha vida e muito menos eu concordo com briga com vingança física de tirar sangue entre irmãos, contudo, bem que o vagabundo José Bento mereceu. Um dos raros vagabundos por assim dizer éticos que eu conheço sou eu, acho que é porque eu estou sempre recomeçando ao receber os sacramentos na Santa Madre Igreja Católica, não é o caso de Bento com sua vida-boa de Don Juan.


O materialismo é a metafísica de galinheiro bem disse o mestre Olavo de Carvalho, aquele mesmo que por tal metafísica pegou a gonorreia de suas aventuras sexuais e supostamente quase contaminou a filha mais velha, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, quando ela era criança e ela só teria escapado do contágio graças à avó racista, Nicéia Pimentel, que dava-lhe um penico para as necessidades fisiológicas. Eu escrevo "supostamente" e "teria", porque alguém informou-me que o contágio da gonorreia não dar-se-ia pelo uso dos mesmos vasos. É uma metafísica reducionista a materialista e José Bento no lugar de lavrar de alguma maneira as terras que herdará, quer piscina com Jacuzzi, quer luxo nas terras que o pai conquistou com suor, sangue (literalmente o próprio sangue e talvez ele tenha matado o seu rival "Coroné" Belarmino) e lágrimas. Bento acabará sendo uma nova personagem "Coroné" Pica-pau, assassinado por Belarmino na primeira fase do folhetim. Pica-pau, porque tal ave só se aproxima da plantação de cacau para colher os frutos, não precisou trabalhar na terra.


Vergonha é o materialismo. Por isso eu aposto mesmo, apesar de minhas terríveis fraquezas, na minha religião católica romana e na minha filosofia, na minha metafísica que é a do espiritualismo histórico e dialético. Histórico tentando ver algo de espiritual, metafísico ou quiçá teológico, o próprio Espírito Santo que é mais Ele mesmo e nós n'Ele podemos ser mais nós mesmos substancialmente e santos tal qual Ele e por meio mesmo da santidade, ao longo da história. Por isso nós católicos rezamos em uma ideia histórica da presença do Espírito de Deus assim: "Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era, no princípio, agora e sempre. Amém." E tendo como dialética um diálogo edificante qual o de Platão em O Banquete ou do Amor em que Sócrates falando da assunção do material rumo ao belo em si e do seu aprendizado sobre o amor que Sócrates teve com Diotima de Mantineia e não uma síntese espúria qual a de Hegel com a sua dialética que acha mesmo, dizia Olavo de Carvalho, que poderia surgir de Deus Pai, a Deus Filho Jesus Cristo e dos apóstolos com a Igreja Católica poderia haver a síntese absurda, a falsa analogia que seria o advento de um esgoto tipo Martinho Lutero e o protestantismo.

sábado, 3 de fevereiro de 2024

O verdadeiro filósofo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O verdadeiro filósofo é aquele que não arrega para o "colosso da materialidade". Tal verdadeiro filósofo terá profundidade para ser filósofo, e também ser filósofo barra teólogo católico de preferência com a luz da santa fé divina e católica no seu chapéu de mineiro, para ir no encalço do "inteiro", do metafísico, para ir no rumo do "um", no rumo do eu substancial, no rumo das demais substâncias, a coisa em si, seguindo a minha filosofia do espiritualismo histórico e dialético.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Elias Jabbour: o abismo do ateísmo no panteísmo até a falta historicizante de discernimento

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu assisti a um longo debate, longuíssimo, entre o comunista eruditíssimo Elias Jabbour e uma besta descomunal liberal chamada Renata Barreto que acha mesmo que o indivíduo atomizado e desgarrado "empresário de si mesmo" investirá em pesquisa, por exemplo, para educação construindo um Hospital João de Barros Barreto ligado à UFPA (Universidade Federal do Pará) aqui na minha cidade de Belém do Pará onde se cuida de doentes com AIDS, uma doença incurável ou investirá em viagens espaciais da NASA dos Estados Unidos que é estatal ou o tal "empresário de si mesmo" investiria mesmo, arriscaria criar a internet criada pelo Estado americano, talvez só se fosse um adivinho que pudesse ver o futuro em redes socais da internet ou o tal "empresário de si mesmo" arriscaria oferecer saúde para uma cidade remota tal qual, por exemplo, Timon no paupérrimo Estado do Maranhão. Tal debate de Jabbour com a besta eu vi no podcast Inteligência Ltda. e depois assisti à uma entrevista dele ao canal Meteoro, ambos no site YouTube.


Eu só pude perceber que, concordando com o excelente youtuber da minha cidade o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), que o ateísmo tem o seu abismo como primeiro grau no panteísmo, Aquele Deus transcendente e pessoal judaico-cristão é rebaixado no homem e na natureza até a falta historicizante de discernimento de Elias Jabbour, onde eu o vi repetir a consideração marxiana que exclui quaisquer termos metafísicos ou morais de dever ser, idealidades na História no material que vi dele e que é um cacoete dos marxistas aprendidos de Karl Marx não se faz mais juízos morais e de valor, algo como "perfeição" é alguma coisa metafísica e o marxismo com o seu materialismo abomina a metafísica em um mecanismo de onde há as lutas históricas dos homens entre si, entre as classes: plebeus contra patrícios, burgueses contra proletários, senhores contra escravos e por aí vai.


Para alguém qual Elias Jabbour há as lutas históricas dos homens entre si, opressores contra oprimidos, enfim, em busca do domínio da natureza através do trabalho e o homem em uma solidão cósmica sem o discernimento das questões últimas do real e do mundo sub especie aeternitatis, através dos princípios, das ideias de justiça, amor, o bem buscando entender, sobretudo através de Deus a cogitação máxima metafísica para além de épocas, tempos históricos e povos determinados.


Ou seja, saindo o teísmo, abjurando a santa religião católica romana, resta ao homem ser o deusinho, ser um demiurgo e reizinho do mundo, cai-se no panteísmo da divinização do homem e da natureza até finalmente o homem sem "discernir entre a mão direita da esquerda, tampouco entre o bem e o mal" (Jonas 4,11), sem discernir bem e moral, porque seria metafísica e moralismo, a deusa vem a ser a História na falta historial de discernimento só discernindo interesses em luta entre classes sociais.

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