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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
sábado, 25 de julho de 2026
Um anão sofístico
quarta-feira, 17 de junho de 2026
O filósofo: o metafísico e o ontológico
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta
quinta-feira, 30 de abril de 2026
O Ser incontornável
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terça-feira, 28 de abril de 2026
Metafísica e ontologia
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sábado, 11 de abril de 2026
Por um cristianismo inteligente (gnóstico)
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| Jesus Cristo |
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Minha filosofia em perigo!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
O ser instituinte
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
A tal metafísica tradicional?
sábado, 7 de fevereiro de 2026
O que é a filosofia?
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quinta-feira, 20 de novembro de 2025
A "gostosa" e o iconoclasmo (poesia cristã)
domingo, 19 de outubro de 2025
Um demônio amando
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
A metafísica vive!
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| Círio de Nossa Senhora de Nazaré (todos os direitos reservados da imagem supra) |
sábado, 5 de outubro de 2024
A responsabilidade de Gustavo Machado
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Gustavo Machado é o dono do canal Orientação Marxista no site YouTube, eu concordo com muito senão todo o diagnóstico que ele dá do capitalismo, segundo a visão marxista trotskista de que é impossível gerir o capitalismo que é selvagem e indomável, deram com os burros n'água todos de direita ou de esquerda que o tentaram domar, eu só discordo do remédio que ele preceitua que é o socialismo, porque eu sou católico apostólico romano, recomendo como remédio o evangelho e com isso uma visão espiritualista histórica ou metahistórica e dialética que jamais recomendaria o roubo que é a propriedade privada nos moldes capitalistas por uma casta que via o patrocínio armado do Estado no início sangrento capitalista explora a mão-de-obra de uma massa de povo desgarrada e deserdada.
Dadas as devidas explicações, já que Gustavo Machado é socialista, ele é materialista histórico e dialético cumpre ele assumir a sua responsabilidade. Se o materialismo histórico e dialético preceitua que a história é feita pelos homens não há princípios eternos e imutáveis a priori que conduzam o homem, é tudo indutivo, é o homem que tira um ilusório tesouro de si mesmo, desesperado ou com esperança apenas em si mesmo e em sua facção em guerra fratricida contra outras facções pelo poder não havendo aí a eterna justiça, não havendo Deus, por que raios Machado critica em um vídeo a Elias Jabbour, que ele chama de propagandista do regime tirânico chinês e Jabbour o é mesmo propagandista, quando ele diz que os conceitos são dados historicamente?
Ora, Gustavo Machado tem que ser marxista até as últimas consequências, é a responsabilidade de Gustavo Machado, o que resta é o arbítrio conceitual historicista de Elias Jabbour perdida a metafísica, perdida uma visão espiritualista histórica e dialética ou metahistórica e conforme uma dialética platônica e agostiniana de uma navegação ascensional da physis pré-socrática sensível passando por um certo lugar inteligível das ideias em Platão até chegar-se a Jesus Cristo em Santo Agostinho, se não há princípios eternos, a priori, se não há Deus, transcendência, ideais ou o que o valha se tudo é uma construção histórica humana que hoje está de pé e amanhã cairá, que bem atualmente hoje vai dar no arbítrio da imaginação, antes era o da vontade, de uma mulher achar-se que é homem e ser apelidada de "boyceta". Aliás, sem uma pegada metafísica não há a noção de realidade que Machado reivindica contra o arbitrariedade conceitual historicista fundada na seita política de Jabbour, nesse ponto a inegável integridade marxista do trotskismo de Machado só mostra que Karl Marx por mais materialista que ele fosse ele tinha em seu materialismo impertérrito uma tácita metafísica, ele ainda não renegava a realidade em um primeiro passo, porém, em nossos dias de "boyceta" o materialismo marxista entronizaria o homem como terrível rei do mundo de tal forma no homem fazendo ele mesmo a história, sem a metahistória revelada por Deus segundo o que crê e ensina a Igreja Católica Apostólica Romana, que só restará os conceitos em Jabbour tirados de algum lugar escuso serem qualquer coisa e coisa nenhuma conforme os humores e ventos dos tempos e lugares.
Vale deixar claro que o termo metahistória eu o entendo como uma além da história que dá sentido à história onde Deus como é comumente sabido é o Senhor da história e por isso o sentido e chave da história não é o homem, mas é Jesus Cristo, conforme está escrito no atual Catecismo da Igreja Católica no número 750, é o Cristo que conduz o homem pondo para trás de si a Satanás (São Mateus 16, 23) para ele ser conduzido, mesmo que como macaco de Deus no fim de tudo goste ele ou não servindo a Deus, junto com o homem.
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
A metafísica demiúrgica brasileira
Autoria: João Emiliano Martins Neto
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Flecha viril (poesia cristã)
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Ó flecha viril, lança do mundo caído, cupido
É só o recorte de alguém, ínfimo recorte
Terrível tentação.
Não serei mais explícito sobre ti tal flecha em nome do pudor
Que revela a alma e não a deixa perder-se
Da caridade de Jesus Cristo que constrange-nos.
A caridade que não deixa que por tão pouco de ti, ó flecha viril
Tentação
Recorte
Carne
Da finitude física, mesquinho cúpido.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
Perguntas que não querem calar
Autoria: João Emiliano Martins Neto
domingo, 18 de fevereiro de 2024
Metafísica de galinheiro
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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| José Bento |
No último capítulo da novela Renascer em refilmagem neste ano, capítulo de sábado, a personagem José Bento, o folgado semelhante a mim mesmo, ele veio com a metafísica de galinheiro materialista ao descrever a festa de casamento do pai José Inocêncio como que o pai fez "uma festa e tanto"; que "o painho abriu a burra"; "sem falar na mulherada". Bento arroga que ele é irmão de seus irmãos: "somos irmãos"; "somos os donos dessa fazenda". Disse mais em forma de tréplica que "somos os herdeiros legítimos" ao que disse erradamente, contrário à lei e ao direito, o irmão honesto e diligente, João Pedro, que "o dono que essa terra conhece se chama José Inocêncio".
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| Olavo de Carvalho com gonorreia |
Para piorar consideravelmente o canalha José Bento disse mais: "pegar madrasta é um dos poucos motivos legais que um pai pode deserdar um filho, sabia?" João Pedro que é apaixonado pela agora realmente madrasta, Mariana, largou-lhe um belo soco nas fuças do próprio irmão. Eu sou contra a violência física, até porque eu sou medonhamente covarde e nunca e jamais arrisquei o desforço físico nem em momentos-limite da minha vida e muito menos eu concordo com briga com vingança física de tirar sangue entre irmãos, contudo, bem que o vagabundo José Bento mereceu. Um dos raros vagabundos por assim dizer éticos que eu conheço sou eu, acho que é porque eu estou sempre recomeçando ao receber os sacramentos na Santa Madre Igreja Católica, não é o caso de Bento com sua vida-boa de Don Juan.
O materialismo é a metafísica de galinheiro bem disse o mestre Olavo de Carvalho, aquele mesmo que por tal metafísica pegou a gonorreia de suas aventuras sexuais e supostamente quase contaminou a filha mais velha, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, quando ela era criança e ela só teria escapado do contágio graças à avó racista, Nicéia Pimentel, que dava-lhe um penico para as necessidades fisiológicas. Eu escrevo "supostamente" e "teria", porque alguém informou-me que o contágio da gonorreia não dar-se-ia pelo uso dos mesmos vasos. É uma metafísica reducionista a materialista e José Bento no lugar de lavrar de alguma maneira as terras que herdará, quer piscina com Jacuzzi, quer luxo nas terras que o pai conquistou com suor, sangue (literalmente o próprio sangue e talvez ele tenha matado o seu rival "Coroné" Belarmino) e lágrimas. Bento acabará sendo uma nova personagem "Coroné" Pica-pau, assassinado por Belarmino na primeira fase do folhetim. Pica-pau, porque tal ave só se aproxima da plantação de cacau para colher os frutos, não precisou trabalhar na terra.
Vergonha é o materialismo. Por isso eu aposto mesmo, apesar de minhas terríveis fraquezas, na minha religião católica romana e na minha filosofia, na minha metafísica que é a do espiritualismo histórico e dialético. Histórico tentando ver algo de espiritual, metafísico ou quiçá teológico, o próprio Espírito Santo que é mais Ele mesmo e nós n'Ele podemos ser mais nós mesmos substancialmente e santos tal qual Ele e por meio mesmo da santidade, ao longo da história. Por isso nós católicos rezamos em uma ideia histórica da presença do Espírito de Deus assim: "Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era, no princípio, agora e sempre. Amém." E tendo como dialética um diálogo edificante qual o de Platão em O Banquete ou do Amor em que Sócrates falando da assunção do material rumo ao belo em si e do seu aprendizado sobre o amor que Sócrates teve com Diotima de Mantineia e não uma síntese espúria qual a de Hegel com a sua dialética que acha mesmo, dizia Olavo de Carvalho, que poderia surgir de Deus Pai, a Deus Filho Jesus Cristo e dos apóstolos com a Igreja Católica poderia haver a síntese absurda, a falsa analogia que seria o advento de um esgoto tipo Martinho Lutero e o protestantismo.
sábado, 3 de fevereiro de 2024
O verdadeiro filósofo
Autoria: João Emiliano Martins Neto
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
Elias Jabbour: o abismo do ateísmo no panteísmo até a falta historicizante de discernimento
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu assisti a um longo debate, longuíssimo, entre o comunista eruditíssimo Elias Jabbour e uma besta descomunal liberal chamada Renata Barreto que acha mesmo que o indivíduo atomizado e desgarrado "empresário de si mesmo" investirá em pesquisa, por exemplo, para educação construindo um Hospital João de Barros Barreto ligado à UFPA (Universidade Federal do Pará) aqui na minha cidade de Belém do Pará onde se cuida de doentes com AIDS, uma doença incurável ou investirá em viagens espaciais da NASA dos Estados Unidos que é estatal ou o tal "empresário de si mesmo" investiria mesmo, arriscaria criar a internet criada pelo Estado americano, talvez só se fosse um adivinho que pudesse ver o futuro em redes socais da internet ou o tal "empresário de si mesmo" arriscaria oferecer saúde para uma cidade remota tal qual, por exemplo, Timon no paupérrimo Estado do Maranhão. Tal debate de Jabbour com a besta eu vi no podcast Inteligência Ltda. e depois assisti à uma entrevista dele ao canal Meteoro, ambos no site YouTube.
Eu só pude perceber que, concordando com o excelente youtuber da minha cidade o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), que o ateísmo tem o seu abismo como primeiro grau no panteísmo, Aquele Deus transcendente e pessoal judaico-cristão é rebaixado no homem e na natureza até a falta historicizante de discernimento de Elias Jabbour, onde eu o vi repetir a consideração marxiana que exclui quaisquer termos metafísicos ou morais de dever ser, idealidades na História no material que vi dele e que é um cacoete dos marxistas aprendidos de Karl Marx não se faz mais juízos morais e de valor, algo como "perfeição" é alguma coisa metafísica e o marxismo com o seu materialismo abomina a metafísica em um mecanismo de onde há as lutas históricas dos homens entre si, entre as classes: plebeus contra patrícios, burgueses contra proletários, senhores contra escravos e por aí vai.
Para alguém qual Elias Jabbour há as lutas históricas dos homens entre si, opressores contra oprimidos, enfim, em busca do domínio da natureza através do trabalho e o homem em uma solidão cósmica sem o discernimento das questões últimas do real e do mundo sub especie aeternitatis, através dos princípios, das ideias de justiça, amor, o bem buscando entender, sobretudo através de Deus a cogitação máxima metafísica para além de épocas, tempos históricos e povos determinados.
Ou seja, saindo o teísmo, abjurando a santa religião católica romana, resta ao homem ser o deusinho, ser um demiurgo e reizinho do mundo, cai-se no panteísmo da divinização do homem e da natureza até finalmente o homem sem "discernir entre a mão direita da esquerda, tampouco entre o bem e o mal" (Jonas 4,11), sem discernir bem e moral, porque seria metafísica e moralismo, a deusa vem a ser a História na falta historial de discernimento só discernindo interesses em luta entre classes sociais.
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