Coleções de entes por si mesmos nada são, eles são ridículos. É o que deu para notar naquele pretenso padre, Frei Tiago de São José, reclamando dos padres da Fraternidade Sacerdotal São Pio X cansados e não raro seduzidos pelo mármore de um cristianismo eclipsado do Vaticano com razão de sobra em vias de por estado de necessidade sagrarem novos bispos à revelia da Roma atual sal sem sabor, que perdeu a fé, aderiu à heresia desde o conciliábulo Vaticano II. Ele disse que os padres estavam com um tal "espiritualismo", pois rezaram e refletiram para a decisão da em tempo póstera sagração de bispos. Ué! E religião, ainda mais se for a cristã, não é coisa do espírito ou do Santo Espírito, o Ser que é instituinte e sustenta existindo os entes, instituições, deste mundo nem que seja um boteco de esquina onde não raro impera o espírito de porco?
O sujeito quer a obediência pela obediência ao seu totem. Ele é um idólatra. O ser é no ente, mas o que é um ente sem o ser instituinte, criador, mantenedor, que o sustenta no ser? É uma vacuidade panteísta, humanística, totalitária, monstruosa, é o deus mortal Estado, é uma besta nos seus mais espertos ainda assim desconhecendo os seus limites, porque cegos pelo príncipe deste mundo, incendiados pelas más paixões, por causa de sua incredulidade.

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