Porra, a minha barba branca poeticamente eu diria que é branca, porque é o coroamento e medalha, ainda que de prata, do tempo que se viveu neste mundo que jaz no maligno e em o qual eu tentei, ao menos tentei, vencendo minha inenarrável miséria, com a graça de Deus, tentei vencer o mal. As barbas, os cabelos, os pentelhos, o que sejam, brancos, que pena que são grisalhos ou brancos e não d'ouro, mas talvez, convenha que assim no-lo seja, porque o homem se vence, ele no-lo vence pela graça divina, pois o querer e o proceder vem de Deus, de ouro somente Deus.
#Cultura: O despertar da consciência
-
Sem escrever um linha, Sócrates marcou profundamente o desenvolvimento da
ética ocidental
Há 9 horas
