Porra, a minha barba branca poeticamente eu diria que é branca, porque é o coroamento e medalha, ainda que de prata, do tempo que se viveu neste mundo que jaz no maligno e em o qual eu tentei, ao menos tentei, vencendo minha inenarrável miséria, com a graça de Deus, tentei vencer o mal. As barbas, os cabelos, os pentelhos, o que sejam, brancos, que pena que são grisalhos ou brancos e não d'ouro, mas talvez, convenha que assim no-lo seja, porque o homem se vence, ele no-lo vence pela graça divina, pois o querer e o proceder vem de Deus, de ouro somente Deus.
#Livros: Liberdade, para quê?, de George Bernanos
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Uma obra que nasceu no contexto histórico saturado de violência e
desencanto, mas não se limita a reagir aos acontecimentos
Há 22 horas

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