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A certeza

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



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Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

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sábado, 11 de março de 2017

Minha declaração de amor ao Brasil

Eu amo o Brasil. O Brasil é o meu País, é o País aonde nasci, vivi uma boa parte de minha vida e ainda vivo e moro, na mesma cidade, Belém, a capital do Estado do Pará, no extremo-norte do Brasil, e, aqui neste Brasil acho que pretendo viver até morrer. O Brasil com sua cultura latina fulgurante, de origem ibérica, portuguesa, ainda que o termo latino, para a América Latina, quando surgiu nossos vizinhos tão ibéricos quanto nós, brasileiros, porém, hispânicos, denominaram tal território de América Latina em vista apenas deles mesmos, os hispânicos, mas é evidente que ser latino é ser de origem latina, oriundo da língua morta, o latim, e suas florações o italiano, o francês, o provençal, o ocitano, o italiano, o espanhol, e, claro, o português.

Amo meu País, mesmo que com sua cordialidade que não pára um pouco a fim de pensar que há o privado e o público, mas que ainda assim, evita distorções como a atomização moderna do individualismo burguês e liberal de liberalóides que acham que o indivíduo é como um rei e melhor que a coletividade e o bem comum, é um átomo solto sem lastro e raízes com a civilização, com sua nação, cultura, religião cristã, pois devemos tudo a Cristo que deu Sua vida na cruz para que tivéssemos vida e vida em abundância, mediante a fé n'Ele. Acham os liberalóides que não temos um lastro com nossa vizinhança, condomínio, vila, rua, bairro, aldeia ou distrito, ilha ou cidade, enfim, nenhuma ligação e nada deveríamos, acham os liberais, com o mundo, com o real, que pode encontrar tal idéia em um certo pessimismo antropológico e biblicista fanático protestante que não crê na capacidade humana de conhecer, então, querem tornar loucos furiosos e perigosos seres depois que eles se drogarem, pois querem os liberais de diferentes matizes a liberalização das drogas, a liberação do homicídios de seres humanos nascituros, através do aborto, além do assassinato de enfermos e velhos com a eutanásia e a assistência à morte, sim, ao perecimento de seres humanos, através do suicídio assistido. Enfim, distorções liberais, modernas e capitalistas asselvajadas que este meu País amado, o Brasil, previne-se sendo pré-moderno e pré-capitalista, ainda que errôneamente e perigosamente, sendo o homem brasileiro, o homo cordialis, o homem cordial, que confunde privado e público, como eu escrevera, mais acima, contudo, tal costume brasileiro evita o mal da atomização subjetivista modernosa de algum egresso de algum hospício.

Amo meu Brasil com suas festinhas católico-romanas coloridas e cheias de fé cristã, e devoção, com clara inspiração divina, ainda que no escopo deturpado de Roma que não fornece uma boa e correta formação bíblica às suas ovelhas, já que não adotou os postulados da Reforma Protestante, sobretudo, é o que eu sugeriria para uma protestantização do Brasil, com relação à radicalização anabatista que gerou os melhores cristãos protestantes que somos nós, os batistas, que cremos com os apóstolos, com o que claramente diz a Bíblia, que somente os adultos devem sem batizados, o tecnicamente chamado credobatismo, que gera cristãos conscientes, de todo o coração e entendimento e força amantes de Deus.

Enfim, amigos leitores, amo o meu País, é aonde nasci, tenho o DNA brasileiro para o bem ou para o mal, mas com a graça de Deus, se eu for um eleito e predestinado por Deus para a vida eterna, tentando aparar as arestas do que seja mal.


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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.