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sábado, 18 de março de 2017

Com a graça de Deus, perdão, sempre!

Caros amigos leitores, no dia de ontem, simplesmente fui factual e descritivo ao relatar um fato passado comigo, no começo desta década, em importantes igrejas protestantes de meu Brasil e da minha cidade de Belém, a capital do Pará. Foram uns fatos bem cruéis, tristes e feios relacionados à reação de umas pessoas que dizendo-se cristãs, em específico evangélico-protestantes, ou seja, cristãs conhecedoras de todo o conselho de Deus para o homem neste mundo, expresso na suficientemente e infalivelmente na Escritura Sagrada, trataram-me como um cão danado e escorraçaram-me de suas sinagogas de Satanás. Bom, alguns irmãos, grandes irmãos e dos mais inteligentes, ficaram chocados em um certo grupo de apologética na famosa rede social, o Facebook, porque, em particular, usei os palavrões mais escatológicos e apocalípticos ao fazer referência à aqueles amados e perdoados irmãos meus impacientes, porque talvez chocados, tentados no comum orgulho humano que se quer um sábio segundo este mundo e temerosos diante de minha miséria humana, meu problema mental, a doença bipolar, quando frequentei as comunidades eclesiais deles. Bom, caros leitores amigos e irmãos, palavrões, é um tipo de expressão que no Brasil, diferentemente dos hispânicos ou dos hebreus da Bíblia, não têm a mesma conotação agressiva, aqui no Brasil, não e a tantos ali como o famigerado pastor Samuel Câmara, muito mais um pavão e ganancioso empresário do que um homem de Deus, eu usei palavrões ao referir-me a ele e a outros, mas eu assim no-lo fiz, entrementes, com um puta de um bom humor, porque, afinal de contas, o que houve comigo da rejeição dos irmãos, é passado, e mesmo à época em que estavam ocorrendo, eu sempre orando muito sem cessar e é meu costume até aos dias de hoje, como dissera São Paulo aos tessalonicenses, eu já os compreendia na reação deles e sabia que estava errado, que eu deveria procurar tratar a minha enfermidade bipolar. Então, exprimi-me no post próximo passado, com muito bom humor, bem como, com a graça de Deus e pela força do Espírito Santo, acho que já perdoei esses irmãos como o pastor Câmara e os outros das igrejas presbiterianas importantes, que frequentei. Com a graça de Deus, perdão, sempre! É dever perdoar, é um ato de genuína generosidade humana e filosófica de compreensão, é bíblico, é mandamento perdoar e ponto final e estamos conversados. Diz a Bíblia, que ou você perdoa e Deus perdoa-te e cura a você e a você Ele salva, ou você não perdoa e será condenado, Deus não terá misericórdia de você. Ora, na prática, caros irmãos e amigos leitores, se você observar este meu blog Crassus Philosophus, eu coloquei um ícone, ao lado de outros, de emissoras de TV cristãs, católica, uma delas, e as outras duas protestantes, sendo um desses ícones que vai dar diretamente, ao você clicar no mesmo, coloquei o ícone da TV Boas Novas do senhor pastor Samuel Câmara. A TV Boas Novas, que faz 24 anos neste mês, é um excelente empreendimento do pastor Câmara, é uma missionária, que pode ir aonde os cristãos tomados individualmente e de carne e osso não podem ir com a mensagem do Evangelho, com a mensagem da justiça de Deus manifesta no Evangelho, que é imputada ao homem, somente pela fé (sola fides), de fé em fé, pois é como diz a Escritura, o justo viverá pela fé (justus autem ex fdes vivit).

Ora, então, apesar do que houve envolvendo, sobretudo, o senhor pastor Samuel Câmara, quando meus sintomas de minha enfermidade foram transmitidos para o Brasil e o mundo todo pela TV e internet e a reação brutal de Câmara que é evidente que uma raposa como ele usou dos sintomas e da reação dele como case espetaculoso para o seu empreendimento de comunicação social, junto com seus asseclas ao que viram ali na igrejinha deles, mas é claro que na prática eu já o perdoei, vejam aqui neste meu blog o ícone para a TV Boas Novas, já o perdoei, com a graça de Deus e na força do Espírito Santo, assim como espero que Deus, bem como o pastor Câmara, e os outros irmãos, presbiterianos da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), a mim perdoem, porque eu vacilei gravemente, à época, ao não aceitar o tratamento de uma doença como o transtorno bipolar que é temível em seus sintomas. 

Agora, caros leitores, uma coisa é perdoar, outra coisa é adulterar os simples fatos e cometer o pecado de omissão. Então, pelo bem da verdade, da consciência, da memória e da verdade histórica, pois um simples testemunho mesmo que escrito, tal qual aqui neste meu blog, assim como vídeos, retratos e pinturas, são fontes primárias, são testemunhos que servem ao conhecimento, à verdade e à historiografia. Por conseguinte, em nome disso tudo, eu apenas relatei o passado, segundo o meu ponto de vista. Claro que no futuro, que outros possam testemunhar, quiçá os descendentes mais lúcidos, por isso, de fato convertidos ao Evangelho possam testemunhar e dar o parecer deles acerca da reação e resposta de seus parentes e/ou amigos tiveram com relação a um reles doente qualquer como eu e que no outro mundo os seus parentes corrompidos, gananciosos por poder, dinheiro e prestígio, além de profundamente antipáticos, estejam a lamentar-se, merecidamente, no outro mundo, pois perderam a oportunidade de crescerem espiritualmente, seja contando com a misericórdia de Deus no Céu ou depois de escorrerem esgoto abaixo no instante da morte e irem parar com os olhos bem abertos, sem poderem fechá-los para sempre, no reino escuro de Satanás nas profundezas do Inferno.

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