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terça-feira, 9 de abril de 2024

O diabo tomou o meu corpo?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Se não foi o diabo que tomou o meu corpo foi algo parecido ou ligado à minha doença mental bipolar ou ambas as coisas. Eu que sou homossexual, talvez isso tenha causado o que relatarei a seguir somado a algo demoníaco e somático como eu já especulei no começo. Certa noite eu estava meio adormecido deitado em minha cama e eu senti que o meu corpo estava como que se moldando a um corpo feminino. Será que eu teria algo de transexual? Quando eu era jovem era eu afeminado.


Bom, para quem é infiel, descrente, e eu que procuro ser católico romano praticante eu sou muitas vezes tentado ao ceticismo, o que eu passei naquela noite no meu tálamo mostraria de forma empírica o que seria a ação do demônio. Se Aslam ausentou-se durante muito tempo de Nárnia ao ponto da feiticeira branca Jádis dominá-la com um inverno rigoroso durante um século, se Deus parece distante, a ação do demônio parece muito presente e patente. Este mundo é bem mau e bem louco e é um mundo a mercê da atividade demoníaca, precisando de exorcismos, enquanto isso patina em uma crise sem fim a Santa Madre Igreja Católica que poderia remediar tal situação.


O interessante é que o diabo na figura de Baphomet tem seios femininos. Então, parece que o tipo de delírio andrógino que eu passei naquela noite teria algo de demoníaco, talvez, realmente.

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Abriu meus olhos: os gays afeminados ou um fim patético da homossexualidade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O andrógino Baphomet


Abriu meus olhos: eu que sou gay percebi que eu sou homem, macho, percebi o óbvio, talvez seja preciso ser burro para ser gay, ao ver o fim patético da homossexualidade pelo menos nas pessoas loucas dos gays afeminados que segundo um rapaz do site LGBT, A Capa, os afeminados junto com tal rapaz querem impor o império da vontade e acham que podem ser mulheres sem sê-lo, terminando afeminados ou uma caricatura de gente.


Eu estava pesquisando no Google, ontem, sobre o porquê dos gays serem afeminados, porque eu mesmo questiono muito o exagero que é o ser afeminado, e encontrei um artigo em um site espanhol, o El País, em que está escrito lá do preconceito sofrido pelos gays afeminados da parte dos gays mais viris que seriam os straight-acting. Os afeminados sofreriam de "plumofobia", termo em espanhol para a aversão à estas deformidades que são os afeminados. Eu mesmo no passado já fui mais afeminado ao ponto de causar espanto e ser discrimiando. Talvez, hoje, pela minha frequência aos sacramentos na Igreja Católica e por causa da maturidade eu seja um gay mais suportável. O artigo de El País diz que seriam os afeminados que teriam conquistado, por sua atitude revolucionária desarraigando de si a realidade ou fato ontológico e biológico deles serem machos, os direitos aos gays ou talvez, digo eu, estendendo-se tais conquistas às outras categorias de excentricidades sexo-afetivas, as outras letras da grande sigla permissiva LGBTQIA+. 


Os afeminados se configuram em um fim patético da homossexualidade pelo menos para eles. Eu acredito que a homossexualidade não precisa acabar assim, contudo, que conformando-se ao, segundo a sabedoria, ideal heterossexual de macho e fêmea, homem e mulher, além de nós, gays straight-acting, junto com as lésbicas femininas que não acabam machonas, sermos homossexuais mais palatáveis e mais bonitos, porém, para os revolucionários afeminados se a única conclusão forem eles embarcarem na maluquice de serem andróginos ou afeminados, loucos e caricaturais para eles poderem atrair o sexo masculino desejado, então, que o homossexual da revolução cumpra a vocação que é de nós todos homossexuais em geral que é a vocação para a castidade, que é o que ensina a Igreja Católica em seu atual catecismo. O próprio homossexual mais discreto straight-acting junto com a lésbica feminina por sua conformação sábia à natureza por sua aparência e ausência de trejeitos verá com mais facilidade que o ideal é a heterossexualidade ou, enfim, a castidade. Antes só e casto do que um gay ou lésbica, respectivamente afeminado ou masculinizado, portanto, com um erotismo ridículo ou pelo menos muito forçado ao ponto de querer encaixar a realidade em um leito de Procusto absurdo e ainda acabar, no caso dos afeminados, tal qual a figura do demômio retratado na forma de Baphomet que tem uma forma masculina e animalesca com cabeça de bode, no entanto, andrógino com seios femininos.

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