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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Ser incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O Ser incontornável mostrou-se patente em Jesus Cristo onde Ele parecendo estar largado no mundo, o Dasein heideggeriano ou estar votado ao nada, à morte, o ser-para-a-morte, também do nazistóide Martin Heidegger, mas Jesus Cristo foi fiel ao Pai em sua agonia mortal no horto das oliveiras dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a Dele, pois antes pediu que lhe fosse passado o cálice do vinho sem mistura da ira divina atiçada pelos pecados dos homens que Ele deveria beber até a última gota. Diante no nada da morte na cruz, o instrumento de punição cruenta dos dissidentes do poder tirânico humano da época, o ser-para-a-morte do nazistóide e dos incrédulos, se Jesus Cristo recitou o salmo que questiona Deus o porquê Dele tê-Lo abandonado, em seguida entrega ao expirar o seu espírito realmente livre e existente ao Pai, os incrédulos têm apenas um espírito de porco.



O Ser incontornável dá-se no Cristo Jesus, Ele mesmo o Ser possibilitador dos entes e entregou-se à morte pela salvação dos entes humanos tornando-se o Ser, o Cristo Jesus, um ente ordinário em sua encarnação fazendo a eternidade vir ter no tempo, ínfimo período na eternidade que faz uma besta covarde como um Benedito Nunes capitular, desistir para viver o tempo de sua porca vidinha mortal cuja anti-ontologia hibernava a sua falsa consciência para idolatrar alguma coisa, uma entidade contingente, criada, que não poderia por si dar-lhe a verdade como o Ser incontornável, Deus, poderia dar-lhe, a besta Benedito Nunes quis contornar o Ser tornando-se o escolástico de ideologias funestas do século XX, o ideólogo de tiranos cegos para a ontologia, para a realidade enquanto realidade, o Ser, cuja substância é o espírito feito carne na pessoa de Jesus Cristo que é o ponto arquimédico da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Metafísica e ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



Metafísica e ontologia na minha filosofia do espiritualismo (decididamente a presença chagada de Jesus Cristo na história) meta-histórico e dialético platônico e agostiniano são algo que não restringem-se a um sistema, rótulo, um estigma da pequena razão humana com sua biblioteca de ideias. O ser, o Ser Supremo, a mais alta ideia humana e o sistema que tudo enfeixa, encerrando tudo em Si e ao mesmo tempo abrindo para possibilidades infinitas, porque é bem triste acabar como o psicopata Samuel Câmara acabar buscando a segurança humana em um divã de psicólogo ou de um psiquiatra enquanto o demônio é mais forte impondo uma obsessão sobre esse infeliz que tem acessos de fúria incontrolável que o faz tomar um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos, um informante meu de dentro da seita protestante do maldito disse-me isso. Tal Ser Supremo, Deus, tal ideia, a infinitude metafísica em minha filosofia espiritualista ou melhor cristã da história ou meta-história é Jesus Cristo, é algo que nasceu, cresceu, comeu, dormiu, morreu e ressuscitou. É tal homem, Jesus Cristo, carne divinizada que foi torturado, assassinado cruelmente que recapitula todos os seres em Si e que é o Senhor da história que convida todos os homens por meio de minha filosofia a fazerem da história, a fazerem de suas biografias, histórias pessoais e institucionais não uma comédia de erros segundo sistemas, rótulos ideológicos, racionais, religiosos, estatais, lógicos, meramente moralistas, legalistas, mas Ele nos convida junto com o gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho a que SEJAMOS, que SEJAMOS reais mesmo que nos calemos ante ao fulgor, o brilho da luz do Ser, Deus Jesus Cristo, do qual participamos e até nos ofusca com sua luz, Ele que é a Luz e por sua luz vemos tal Luz e a luz das coisas, nas chagas e humilhação até ao pó desse Deus encarnado punido pelos nossos pecados os mais nefastos que sejam assim as coisas são participantes das ideias de cada uma delas no mundo puro das ideias platônicas que encontram-se em Deus apesar de ideias serem ainda rotulagens, Ele nos dá a lucidez.


Metafísica e ontologia para a minha filosofia é algo que sangra, é o Cristo ferido de morte. 

sábado, 25 de abril de 2026

Iluminados para amar | E servir (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Iluminados para amar 
E servir
A luz do fogo iluminava as janelas em volta
Os iluminados gritavam: Viva Nossa Senhora de Nazaré!
Iluminados pela luz da verdadeira fé
A chama do incêndio destruindo a seita protestante de Belém do Pará marca o porvir
Um belo necrológio a João amando a Deus sobretudo
Pois contas serão cobradas no Juízo Final que há de vir
Com gasolina se armar
O ódio perfeito 
Espera-se mais que tudo
Àquele protestante herege muito mais niilista
Satanista
Mais que tudo.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Fé (somente?) em Jesus Cristo (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Até quando a fé em mim?
Logo chega ao fim
A cultura local, as circunstâncias, a mente.



Quando peco o ódio cai em Cristo Jesus
Não é a mim que o vaidoso coração desmente
Até o fruto do coração amadurecer
A finitude enfim apodrecer.



Que eu um dos fariseus
Um louco católico com os seus
Morresse em uma cruz
Por um punhado de gente
Circunstancialmente
Culturalmente 
Alcançaria a mente?



A fé (somente?) em Jesus Cristo
Uma Missa constante
Devorando constante 
De Cristo a carne e o sangue
No mesmo instante
Em qualquer circunstância 
Em que a fé (somente?) se dê, é isto:
É fato por mim decaio em Cristo,
É fidúcia?
Ou é falta de argúcia
O eterno Cristo em tudo, em todos
Cultura
Ceticismo anticristão na capitalista fartura
Circunstância?



É fé somente?
Quem a São Paulo desmente?
Ele judeu legalista ingrato e orgulho filho
Ele e nós gentios o primeiro cristão somente.



É a fé (somente?)
A mente em uma corrente
Aguenta a pequena razão impassível a mente
Não é muito vaidosamente?
Asperamente 
Desgraçadamente.



Ah, mas eu não deixo de rezar em minha enferma mente
À Bem-aventurada sempre Virgem Maria, a soberanamente 
Concebe, gesta e pari a mim
Ai de mim!
Um partícipe de Seu Filho natureza
A católica apostólica romana Igreja
Quem sou eu fraco, viciado
Ai de mim!
Que eu tenha Jesus Cristo sempre ao meu lado
Crendo e assim enraizado
Começarei a ser justificado
Nunca serei um desgraçado
Incapaz de dar um único óbolo
De boas intenções que seja
A quem muito precise, deseja.





domingo, 19 de abril de 2026

O que É DE FATO a Filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Net






DE FATO a Filosofia é uma certa elevação d'alma - perdoem-me materialistas se uso o termo alma e não o reducionista por exemplo pênis, vagina, o poder político e econômico, pernas ou seios de melão - na qual reflete-se sobre o ser - que é tudo e é o Bem ou Deus confundido por sua luz ofuscante maravilhosa com o Brahman ou nada dos pagãos hindus -  para conhecer a sua verdade sobre tal ser e dizê-la. Eu digo e repito que a Filosofia é algo muito mais teológico ao tentar dar conta do ser maior: Deus não só pela razão, episteme, mas por uma gnosis até abolindo a limitada razão, também abrindo-se a Revelação. E a verdade ou obtêm-se-na por PRESENÇA, bem na cara ferindo-nos até com a sua aspereza e rudeza, ou é tudo uma questão representacional por intermédio de algum professoreco cabo eleitoral de Lula, charlatão ou por um porre homérico ou orgia sexual no Vadião da UFPA de Belém do Pará ou no CRUSP da USP paulista.

Tome cuidado com o que assiste! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O pastor protestante fingindo choro
O dinheiro ainda não pingou
Por uma bagatela a barganha restou.



O pastor é um aliado do de São Paulo Foro?
Deus dinheiro virou.
Quem comanda a economia?



Ó cristão e capitalista no ascetismo persiste
Tome cuidado com o que assiste
O choro fingido do pastor



Deus virou dinheiro
A só das pobres ovelhas dor
O pastor
Traidor! Traidor!
E heresiarca protestante do laico tiranete adulador
Arde para ele o infernal braseiro.

sábado, 18 de abril de 2026

Quase um luterano (soneto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Em Cristo com mais força ainda só crê
Na crise do mundo maldito, só, que aquela mulher o teu mal torça, Nele crê
A fraqueza, no destino desdito, o vício vê.



Aquela de Cristo pelos carrascos costa 
Descomposta
O verdadeiro influenciador diante do Império derrota posta.






A boa obra 
Do católico brasileiro, do fariseu
Exige o disfarçado bandoleiro, orgulho seu.



A propaganda de si cobra
A no fundo autossuficiência
Fé em si mesmo, o sepulcro caiado da ineficiência.



Eu quase um luterano
Soy profundamente cristiano.


sexta-feira, 17 de abril de 2026

O "Nada"

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O "Nada", entre aspas, é o Super-Ser. É na verdade o Ser, o infinito, não determinado, é a substância mesma divina ainda que paradoxalmente seja determinada nas três pessoas divinas do Pai, Filho e Espírito Santo do cristianismo, nada é mais indeterminado na revolução cristã do que a determinação familiar do verdadeiro Deus inefável que Pai, Filho, Espírito Santo sendo o filho concebido no seio da Bem-aventurada sempre Virgem Maria. É um "Nada" para as toupeiras com catarata como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) que é a besta pragmatista sofística das narrativas ou para Friedrich Nietzsche, o bipolar (eu também sou bipolar), sifilítico terciário e com CADASIL, traidor intelectual com sua vontade de poder psicopatológica ou para um Samuel Câmara, o pelo menos suspeitíssimo de ser uma lavadeira de capitais e evasor de divisas, charlatão, muito mais um filho da puta inominável, pavão de densa plumagem do baixo secretariado do anticristo,  porque chefete de uma pocilga mequetrefe neopentecostal, mais bandido comum do que um heresiarca protestante, coronelzinho vulgar neopentecostal de cidade grande da periferia do mundo.






Para os filhos da puta supracitados e para tantos outros semelhantes é um "Nada", é treva o sol do Supra-Ser e Ser, o Bem, cristão, porque ofusca as suas reais trevas, a grave depravação que os assola semelhante à grave depravação que assola-me enquanto homossexual, pois para nós corruptos é preciso calarmo-nos como os pretensos filósofos de Platão até o advento de Olavo de Carvalho e um René Guénon precisam calar seus rótulos, estigmatizações, estereótipos, precisamos fazer silêncio para compreendermos não que a razão não possa ser um excelente chão, pois um Platão, Sócrates, Aristóteles,  Santo Agostinho,  sobretudo Santo Tomás de Aquino não são de jogar-se fora. Calo-me eu, pois há o heterossexual no meu caso homossexual ele que contribui por via carnal para a encarnação de uma nova gloriosa pessoa humana, pessoa que gesta ou não, imagem e semelhança do Super-Ser ou Ser não acabando tudo em uma ejaculação estéril anal ou bucal invertida. Precisamos silenciar diante do Pleno, do infinito, do interdeterminado, o Bem que parece o mal para a pobre finitude: homossexuais e demais LGBTs, Samuel Câmara, Friedrich Nietzsche, Pauno Bundadelli que querem ludibriar, trepar, roubar, matar, destruir monumentos reduzindo-os à pessimidade que são as ruínas com bosta e sangue que são as suas porcas vidas.



Mas o talvez autointitulado Papa Leão XIV é um FRACOTE, de fato, junto com os talvez autointitulados papas desde a morte do gloriosíssimo Pio XII, porque subscreveram as heresias crassas do conciliábulo Vaticano II. Mas o Pastor Angélico (Pio XII) foi mais um defensor da institucionalidade católica, um quase Brahman, do que advogado de pobres entes manifestos como os judeus.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Teologismo e revelacionismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.

domingo, 12 de abril de 2026

Entre o Ser e o Parecer (conto poético cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ambientação: (uma casinha de madeira no bairro do Guamá em Belém do Pará, norte do Brasil, onde um pastor protestante um tanto mercenário e incréu foi chamado para um exorcismo)

Sacode com violência a janelinha
O resto de galinha
Depois da sodomia beliscado na panelinha
A causa da possessão
Vício em questão.

Na França de Beauvoir ou aqui no Guamá
Na seita maldita do pastor ou na Santa Igreja Romana ao homem uma boa cova e uma bela pá.


Demônio:

A tua cabeça grande de melão
A tua cara murcha enrugada de podre mamão
É para tu cresceres no amor, ó bandidão!
Branquelão, grandalhão!
Anta daquele por enquanto ex-veadão!
Queres ser espertalhão!
Ó vendilhão!
Com tua acídia sois só um mandrião!
Charlatão!
Assassino do Cristo, do cristão.


Pastor: (fazendo o exorcismo)

Calado!
Calado!
Calado!
Desde jovem fiz um contigo pacto
Vou destruir o judeu, aquele 
Há anos naquela de Belém seita parado
Auferindo o meu dinheiro de fato
Quero o poder confessei para o veadão
Com o tal deus ele por hora fez um trato
Aquele lúcido malucão
Mostrei nu o meu duríssimo coração.
Quero o poder
De uma ignara massa a minha vontade ela fazer.


Demônio: (expondo a língua, enrolando-a de um lado a outro e sacudindo a cabeça violentamente de seu possuído)

Entre o ser e o parecer
És tu um bosta,
Desprezível ser
Tu vás destruir o judeu
Ó torpe ateu?
(cai na gargalhada o demônio amarrado à cama)
Depois do por hora ex-veadão
Conhece-te bem ele e o W. Costa
Sem intermitências um boiolão.


Pastor: (franzindo o cenho do rosto enrugadíssimo como uma bolsa escrotal com sobrancelhas maligna e afeminadamente arqueadas)

Ah, entre o ser e o parecer
Minha Laodiceia você ainda vai ver
Sou rico e de nada preciso
Aquela vesgota minha esposa eu escravizo
Ah, de todos eu preciso
O pobre povo do judeu
Deu tudo o que é seu
Depois do culto retornam de ônibus seus
Eu sei que não precisam absolutamente de mim 
Tudo em todos é o tal maldito deles deus.


Demônio:

Eu ainda na tua mão
Entrego-te o por enquanto ex-veadão
Ele é inteligente mesmo na época de malucão
Assola-lhe a solidão
As vezes o atormenta a amargura
Mas ele é muito sagitário
Rilha-me os dentes, ele é solidário
Aquela seita conciliar
É uma só secura
Entre crianças e doentes 
A palha dos inúteis entes
Melhor o Deus constituinte das humanas almas
Os entes pular
O pântano saltar
Já era seita antes de ser conciliar?
O Vigário antes de amar
Queria mandar
Miguel I Cerulário quis vomitar
Vomitou
No oriente ficou.


Entrego-te ele em tuas garras
Veremos até quando ele resiste sem farras
É uma madeira seca e mais seca
Um pedaço de carne sangrando do judeu
Madeira verde
O que será destes catoliquinhos brasileiros 
Ralé que mais cedo ou mais tarde peca
Com muitas farpas.


É preciso na homossexualidade maturidade
O Coração Imaculado daquela Mulher
Estremeço se menciono-lhe o nome
Em suas sete dores, a Mulher da Soledade
Ele pode vencer se insistir
Invocando-lhe o nome de renome
Para viver a castidade
Senão tu o poderás colher
E a tua verdade, bandido safado, tolher
Bandido! Entre o ser e o parecer
De longa data
Ele escolher e com bom humor ser.


(o demônio sacudiu o corpo de seu possesso, vomitou um líquido verde e saiu)


sábado, 11 de abril de 2026

Por um cristianismo inteligente (gnóstico)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Jesus Cristo 



Por um cristianismo inteligente, porque gnóstico, sem fé cega. Sem apegos a dogmatismos e doutrinarismos rígidos junto com especulações em forma de proposições ou imposições autoritárias clericais típicas do desproposito teológico que ousem sobrepor-se à metafísica, à filosofia. Olavo de Carvalho era um gnóstico, mas um tanto incubado porque perderia dinheiro e popularidade e para não chocar a plebe ignara igrejeira que semanalmente pelo menos toca uma punhetinha, relaciona-se com gente do mesmo sexo ou tem uma amante ou toma anticoncepcional transformando o útero em um túmulo.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

O catolicismo romano (gnóstico) para inteligentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O catolicismo romano (gnóstico) é para os inteligentes. É um analfabetismo bíblico e metafísico não ser católico apostólico romano com as devidas correções da filosofia do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho que fez uma introdução da gnose ou um "gnosticialismo", como eu o chamo, na filosofia ao lado de René Guénon e Fritjof Schuon. É analfabetismo bíblico, a Bíblia Sagrada está empoeirando na casa de tal pessoa não romaninha e bem burrinha sem inclinação gnóstica ou para buscar enxergar diretamente a verdade de que por exenplo o Pau na Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) hoje resta usando fraldas por causa da introdução da piroca de Josef Stálin em seu ânus dado o materialismo histórico e dialético marxista adotado a vida toda por Bundadelli. É analfabetismo bíblico, pois é evidente que Jesus Cristo deu o poder das chaves e o primado e supremacia a São Pedro e a seus sucessores que factualmente sucederam até hoje a São Pedro.



É analfabetismo metafísico não ser católico apostólico romano, pois já diria René Guénon, a metafísica é superior à teologia restrita à fé que por si só pode ser cega e a rótulos, estereótipos dogmáticos como o é a desordem - o na verdade "desordo theologie" dos cismáticos orientais - de colocar a teologia acima da filosofia ou metafísica. A metafísica é mais ampla não impondo, em termos heideggerianos, a dominância do ente que é a pequena cabecinha humana com seus dogmas, ideias, categorias, pensamento, lógica, fé cega ignorante sobre o ser que possibilita o ente e cuja suma é Deus. O ser que tem por coração o Sagrado Coração de Jesus filho do Imaculado Coração de Maria protegidos pelo fortíssimo sustentáculo e guarda providente da Divina Família que é o Castíssimo Coração de São José.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Cristã primavera de 2009 (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O rato foi por mim naquela cristã primavera de 2009 xingado de bandido
Por 30 moedas o rato a Jesus Cristo teria vendido.
Bandido! Bandido!




Até hoje por mim Samuel Câmara xingado de bandido
Profeta de sua desgraça no Céu ele será proibido
Se ele não lavou dinheiro, o Cristo o maldito terá vendido.




O movimento comunista sempre avança
A Santa Ceia católica e o arremedo protestante para encher a pança
O pão dos anjos e dos filhos da Igreja Católica é apenas a negociata na seita de bandeja.




O rato 
É minha anta e cai como um pato.
No próprio satanismo
Avança e cai de cara o comunismo.

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