O idealismo até o século XVII, diria eu, ainda que ensimesmado na suposta realidade do eu, do cogito, ainda se apoiava em algo como Deus para garantir a comunicabilidade como o mundo e com o próprio eu. A partir do século XVIII, basicamente com Kant, o eu toma as rédeas da situação e passa a impor um preconceito subjetivista atroz sobre a realidade que o transcende e o vence.
#Cultura: o cinema brasileiro é um exercício de resistência
-
"É difícil aceitar que o Brasil, com sua grande literatura, sua música e
até suas artes plásticas, ainda não tenha aprendido a fazer cinema"
Há 12 horas
Nenhum comentário:
Postar um comentário