O idealismo até o século XVII, diria eu, ainda que ensimesmado na suposta realidade do eu, do cogito, ainda se apoiava em algo como Deus para garantir a comunicabilidade como o mundo e com o próprio eu. A partir do século XVIII, basicamente com Kant, o eu toma as rédeas da situação e passa a impor um preconceito subjetivista atroz sobre a realidade que o transcende e o vence.
#Literatura: O Polonês, de J. M. Coetzee(4)
-
Coetzee utiliza a estrutura dantesca para questionar se os conceitos
grandiosos e elevados da arte ainda têm espaço em um mundo moderno, plano e
pragmático
Há 4 horas
Nenhum comentário:
Postar um comentário