Coitado do nosso anjo da guarda. Ter que aguentar esses seres chamados de humanos com suas paixões, veleidades, leviandades, baixezas, caprichos... Eles que tem a visão beatífica, veem a Deus face a face ter que contemplar o penico que somos nós humanos. Nós que somos meio que adolescentes, isto é, somos uma transição entre o animal, néscio e pueril e o anjo com nossa abertura para a totalidade do real, isto é, com nossa razão que nos aproxima dos próprios anjos. Enfim, haja saco para os anjos nos aturarem.
#Cultura: o cinema brasileiro é um exercício de resistência
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"É difícil aceitar que o Brasil, com sua grande literatura, sua música e
até suas artes plásticas, ainda não tenha aprendido a fazer cinema"
Há 12 horas

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