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domingo, 7 de março de 2021

O espiritismo (visão panorâmica)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O espiritismo, doutrina religiosa e científica fundada no século XIX na França por Hippolyte Léon Denizard Rivail que adotou o nome de Allan Kardec, porque os espíritos disseram-lhe que em uma existência passada, na terra dos celtas, ele teria sido um sacerdote druida, é o espiritismo uma como religião oficial do Brasil, porque o Brasil é o maior país espírita do mundo. Então, vale a pena tentar entender tal doutrina supostamente religiosa e científica, a fim de tentar-se entender o Brasil, um país que por isso é um território de gente muito chinelo e sem serventia alguma para entender-se o homem e o mundo, porque crê em algo tão mesquinho como o espiritismo.


O espiritismo, semelhantemente aos monoteísmos, apesar de negar o que seja religião qual se fosse algo atrasado e dogmático, entretanto, o espiritismo também tem algo de religioso por ser monárquico, tem a Deus como "causa primária de todas as coisas", evidentemente que o monarca, dizem os supostos espíritos no livro O Livro dos Espíritos (Le Livre des Esprits).

 

É engraçado o espiritismo, porque Allan Kardec em O Livro dos Médiuns (Le livre de Médiums) reconhece que não dá para saber absolutamente qual é a identidade dos espíritos que se comunicam, se são realmente bons ou maus.

 

O espiritismo vingou no Brasil e tornou-se o oposto do espiritismo, porque tornou-se, como tudo no Brasil, centralizado, tornou-se centralizado nas garras de um Francisco Cândido Xavier, o famigerado falsário Chico Xavier que tinha fama de santo, apesar de ser um homem com boa vontade. Puro erro, porque Allan Kardec dizia que uma forma para se saber se os espíritos que se comunicam são do bem ou do mal é que deve haver uma pluralidade de médiuns, e não um só como Chico Xavier ou Divaldo Pereira Franco como centrais de santidade e moralidade. Também para a aferição da qualidade dos espíritos comunicantes deveria-se buscar no mundo todo comunicações dos espíritos, logo, nada de centralizar em um só lugar, o Brasil, como Meca ou Vaticano do espiritismo.

 

O espiritismo segue a mentalidade cientificista do século XIX no livro A Gênese - Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo (La Genèse, Les Miracles et les Prédictions Selon le Spiritisme) ao se opor aos milagres impondo na natureza as suas próprias leis e limita o divino às tais leis. Se é assim para que religião? Só se for para confessar que religião é uma neurose da humanidade ao divinizar as potências naturais. Ademais no espiritismo quer-se incluir o cristianismo, tendo o Cristo como um tal governador do planeta Terra, por ser o espírito mais evoluído, mas só se for um Cristo à imagem e semelhança do espiritismo, porque o Cristo da fé, Ele é Deus, é o Senhor do universo inteiro. A obra de Chico Xavier diz ser Cristo um tal governador, puro embuste, mas o embuste de incluir o cristianismo no espiritismo já vem da época de Allan Kardec, visto que o livro O Evangelho segundo o Espiritismo (L'Evangile Selon le Spiritisme) deforma o cristianismo como uma religião originalmente de salvação, misericórdia e remissão dos pecados em uma religião reencarnacionista da vingança contra quem erra, devendo o homem purgar-se de erros que nem ele sabe se cometeu, ao longo de uma pluralidade de existências. 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Minha homenagem à um morador do Inferno: Chico Xavier era gay, mesmo!

Prólogo

Como prólogo à esse meu post que copiei de um blog de um verdadeiro cristão, irmão meu na fé ainda que papista, bem, quero dizer aqui que fui espírita por quase 1 década e quero tão-só relatar de que comecei a sentir o gostinho de ser cristão em centros espíritas, ainda que haja sido o gostinho meio azedo deste espiritismo "cristão" peculiarmente enganoso e absurdo produzido aqui no Brasil.


Agradeço a Deus e também em bem pequena medida a esses alguns homens sinceros e, por isso, sinceramente enganados pelo engodo espírita - não é o caso dos líderes espiritistas que são como chicos xavieres: cascavéis de centros espíritas -, o fato de hoje eu ser um cristão verdadeiro. 

***

Chico e Arnaldo
No livro Chico, Diálogos e Recordações, o autor Carlos Alberto Braga realiza um trabalho "sério" e dedicado por quatro anos com Arnaldo Rocha, que teve quase 50 anos de convivência [ relacionamento homossexual ativo] com Chico Xavier. Arnaldo relevou uma série de "reencarnações" de si mesmo e de Nossa Alma Querida, como se refere a Chico. Arnaldo Rocha foi o doutrinador de um grupo de desobsessão que Chico Xavier participava. O nome era Grupo Coração Aberto, onde muitas "revelações" sobre vidas passadas na história planetária foram reveladas. O resultado do trabalho pode ser parcialmente visto nos livros Instruções Psicofônicas. Dentre várias "reencarnações de Chico Xavier, algumas já foram elucidadas.

Flávia Cornélia (Roma de 26 dC a 79 dC)

E seu aventureiro sexual era um soldado romando, a "reencarnação" de Arnando.

Lívia (de 233 dC a 256 dC)

E seu amado era Tanciano, "reencarnação" de Arnaldo.

Lucreja di Colonia ( Século XIII)

E sua paixão, Pepino de Colona, "reencarnação" de Arnaldo.

Joanne D'Arencourt ( Século XVIII)

O sujeito com quem se apaixonou durante a Revolução Francesa, Arnaldo "reencarnado".

Chams (Egito 800 aC)

Rainha do Egito, seu companheirpo, Camilo Chaves, "reencarnação" do Arnaldo.

O mais contraditório, é que no mesmo artigo os espíritas mencionam com certeza que Kardec também esteve no ping-pong das reencarnações de Chico, mas nada poderiam afirmar com certeza pois Kardec era mulherengo e homem com H maiúsculo, segundo eles mesmos dizem.

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