Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

Mostrando postagens com marcador Conde Loppeux. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conde Loppeux. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Diário, o fático pessoal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ontem, dia 29 de julho e talvez desde o dia 27 ou 28 do mesmo julho deste ano de 2026 eu venho defendendo desde o canal no YouTube daquela beata de paróquia com amor platônico pelo padre defensora por palpitagem da seita conciliar, o tal Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cheio de pecados inconfessáveis ele até ficou putinho contra mim, uma vida confessante a quem se diga católico apostólico romano, o qual por dever estrito deve ser confessante ao padre no confessionário, mas também eu defendo por habilidade e costume confessante católico que se confesse até para o feirante fortuito do Ver-o-Peso, que é a maior feira ao ar livre da América Latrina, o continente puñetero, na minha cidade natal de Belém do Pará. Quem sabe assim a "puñetagem", a maldição, diminua com um momento de veracidade onde toda a vaidade vai embora, o demônio é expulso, e tudo não fica só vazio, vanitas vanitatum et omnia vanitas est.




Santo Agostinho, o rector e grande santo católico escreveu as suas confissões, cabe ao católico digno desse nome, não brasileiro trapaceiro, malandro, fazer o mesmo no confessionário, sobretudo pelo menos uma vez ao ano na época da Páscoa, e na Internet, no Ver-o-Peso e mundo afora. A vida de tal pessoa pode até dar uma novela na TV Globo e passada aqui na capital paraense não só no Rio de Janeiro e São Paulo como se tudo no Brasil só acontecesse nesses Estados brasileiros aqui no Brasil.




Então, coragem, humildade e por amor à verdade, digamos, nós, católicos apostólicos romanos, TODA a verdade e mais um pouco. Postagens fortuitos em um blog ou site cheias de verdade doa a quem doer, com coragem e humildade exorcista afastando o espírito do orgulho ou um diário como fático pessoal também exorcista pode ajudar ainda mais se for publicado como este meu aqui em meu blog.

domingo, 19 de janeiro de 2025

As asneiras de Renato Trezoitão e a lei Áurea

 



Meu comentário: No vídeo acima o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) que é natural da cidade de Canoas, interior do Estado do Rio Grande do Sul, mas que reside aqui na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, desde os seis anos de idade, ele que já foi um babaca no passado posando em fotografia fazendo saudação nazista, comprando o discurso delirante, paranoide da extrema direita delirante e já até jogou na minha cara uma interpretação um tanto nazista, eugenista de alguém que é invertido homossexual como eu, mas talvez ele tenha se arrependido do viés babaca, ele neste vídeo arregaça com aquela besta, aquele completo retardado mental que deveria estar internado em hospícios como eu também estive internado em hospícios, eu que sou doente mental da mais alta gravidade, mas no caso do tal Renato Trezoitão Amoêdo ele talvez devesse ser internado em um manicômio judiciário, porque por suas declarações ele une doença mental com banditismo misturado com péssima política a favor da exploração capitalista na absolutização da propriedade privada e a propriedade privada de seres humanos, pois ele em um dos vídeos participado pela besta analisado pelo Conde, o tal Trezoitão ou Trebostão bosteja defendendo a escravidão negra brasileira sendo ele contra a decretação da Lei Áurea que começou a dar a justa dignidade aos negros começando por não deixá-los mais serem cativos e serem tratados como coisas para uso, abuso, descarte, maus tratos, açoites, serem marcados com ferro em brasa, serem abusados sexualmente e etc.. Vejam o vídeo e até divirtam-se com o delírio que é a direita delirante brasileira que só por causa de Trezoitão deveria a direita brasileira delirante ser extinta, seus prédios deveriam ser incendiados, depois salgados e o herói benemérito da humanidade que fizer tudo isso deve depois lavar bem as suas mãos.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Fiducia supplicans e o silêncio dos intelectualerdas

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Conde Loppeux, à esquerda, fazendo saudação nazista com um amigo


Hoje, depois da publicação
no dia 18 de dezembro do ano de 2023 de Fiducia supplicans sobre o senso pastoral das bênçãos na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana completam-se pelo menos ou um pouco mais de duas semanas em que certos intelectualerdas idiotas com deficiência cognitiva programada ou bandidos mesmo estão em siêncio em suas redes sociais. Eu cito aqui pelo menos dois deles muito conhecidos no Brasil que é o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) que reside na minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, e o outro que é bandido realmente que produziu mentiras durante a pandemia de Covid-19 e desviou dinheiro de doação do filme dele para comprar um carro e um sítio, que é o tal Bernardo Pires Küster. Eles não sabem ler, quando leem algo no caso a Fiducia supplicans, e se leem não sabem interpretar um texto, eles estão no silêncio deles dos intelectualerdas, intelectualóides.



Por falar em bandido o Conde quando eu o conheci lá pelos idos do ano de 2007 e de lá para cá nós só nos vimos duas vezes na vida, ele sempre me desprezou, porque eu sou feio ("tribufu" palavra que ele usou contra mim), doente mental e homossexual. Enquanto, ele, safado, e que já reclamou de Olavo de Carvalho que era outro antiético e antiético-mor da nação e dos brasileiros quando sobem na vida ficam imorais, ele disse-me, certa vez na época que eu o conheci, que não é para o conservador ser tão honesto assim, que haveria um limite para a honestidade e o bem no homem de direita. E um amigo dele já falecido, Luiz Fernando Vaz, disse-me uma vez ali na tumultuada Praça do Operário daqui da capital do Estado do Pará que o Conde é desonesto, logo, ele é um mentiroso compulsivo, concluo eu. Eu acho que o Conde até se redimiu desses vícios dado o conteúdo dele na internet ser excelente e eu estou até pensando em mandar-lhe um dinheiro para ajudá-lo em sua atividade como influencer digital, apesar dele ter me bloqueado definitivamente de suas redes. Mas, ele nunca admitiu publicamente que disse essas barbaridades, mesmo dizendo-se católico, no passado, que podem ser apenas pecadilhos da juventude. Duas semanas e mais nenhum vídeo do Conde e do tal Bernardo. Fiducia supplicans bugou a cabeça deles junto com a cabeça de muitos outros idiotas e safados que ou estão em silêncio ou falaram muita merda como aquele vesgo na alma e nos olhos que é o feioso tal Diogo Rafael Moreira, cismático, acerca de um documento, que pelo menos para mim pareceu-me simples, ortodoxo, correto, piedoso, seguro por vir do Magistério Sagrado e uma aula magna e catequese sobre as bênçãos na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana. O Partido dos Trabalhadores tem seus intelectualerdas que já silenciaram diante da corrupção nos governos petistas e os conservadores também têm os seus bem ou mal pensantes silentes quando convém.

domingo, 10 de dezembro de 2023

O problema é a riqueza

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O influencer Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) que vive na minha minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, é de longe um dos melhores influencers de direita o Brasil atual, ele não se curva à uma lealdade canina à falsa direita bolsonarista miliciana, evangélica herética dos falsos pastores bandidos e dos tiozões ridículos do Zap, ele é católico romano e como tal tem uma cosmovisão muito equilibrada e sobretudo sábia.


É do Conde a minha inspiração para escrever este presente artigo aqui sobre o  problema da riqueza depois de eu ter visto a um curto vídeo na página do Bozo, Jair Messias Bolsonaro, no Facebook. Paulo Guedes, o ex-Ministro da Economia da Era Bozo na Presidência da República diz lá que no período Bozo o consumo de massa aumentou, até aumentou mais agora com o Sapo Cachaceiro e Barbudo (Luiz Inácio Lula da Silva) no poder. Mas, a riqueza é o problema, eu insisto. 


Do que adianta a luta da direita no anticomunismo anti-materialista e ateu e entregar tudo ao mercado ao capital materialista e por que não ateu, também? Qual a vantagem de com o capital e o mercado não admitir ganhar-se o mundo inteiro e perder a própria alma sendo comunista, no entanto, perder de todo jeito a alma quando tudo virar mercadoria na economia de mercado à solta, junto com a indústria que no seu começo matava crianças que caiam de altas chaminés trabalhando para os industriais, no fetichismo da mercadoria ganhando vida a mercadoria quando uma calça jeans no mercado ordena que alguém emagreça a fim de usá-la? Paulo Ghiraldelli Júnior dá esse exemplo de fetiche da mercadoria que é uma ideia de Karl Marx, que é outro que apesar de seus erros pode bem ser uma hermenêutica de nossa época. Ghiraldelli que sabe ser excelente quando não surta no esquerdismo. No capital e no mercado ocorre a objetificação de tudo desde as coisas mais altas e sagradas tal qual ocorria na Idade Média com o pecado de simonia onde bênçãos, sacramentos, cargos eclesiásticos, objetos sagrados e relíquias dos santos eram vendidos, que o diga o Papa Bonifácio VIII que ateu dizia que a Eucaristia era apenas uma bolacha e foi posto no inferno por Dante Alighieri em sua Divina Comédia por causa da prática dele ser simoníaco e no limite atual do mercado e do capital haver até vendas de órgãos humanos com o ser humano finalmente se tornando coisa a ser vendida. Vão vender órgãos humanos em uma Argentina agora anarcocapitalista com Javier Milei na Casa Rosada, então, vai se restaurar a escravidão? Alguém deve um rim a alguém e poderá ficar cativo desse alguém, haverá uma execução judicial em torno de uma parte de alguém e o credor poderá exigir uma engorda para que o rim esteja em condições de ser extraído?


Se a pobreza é um problema, a riqueza também é e nem o capitalismo nem o comunismo curam este mundo, em suas sociedades, se este mundo não tentar imitar a única sociedade perfeita neste mundo que é a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana onde os bens criados podem ser as imagens e relíquias do Senhor Jesus Cristo e dos santos que desde quando são bentas por um padre transfiguram-se em algo divino e é na Igreja Romana e somente nela diariamente e várias vezes ao dia o milagre eucarístico mais excelso de todos os tempos ocorre nas missas, nos santos sacrifícios das missas dos altares católicos, o pão e o vinho, frutos da terra e do trabalho humano: coisas criadas deste mundo decaído, nada menos do que transubstanciam-se em Deus, corpo, sangue, alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Conde Loppeux (Oliveira Leonardo), o sábio

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu sou homossexual, mas, concordo inteiramente com o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca da Oliveira) que mora aqui na minha cidade de Belém do Pará. Eu acho que ele foi muito feliz na postagem abaixo. Considero-o um sábio como raros.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

O voto útil dos mais pobres dos pobres nesta eleição de 2022

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Lumpemproletariado


Os mais pobres dos pobres eu chamo a nós, gays e a nós, doentes mentais. Não incluo aí pobres mais ou menos que se dão ao luxo de serem pobres de direita, pobres fortes, bons e fortes escravos como ocorria nos campos de concentração nazistas onde judeus mais capazes eram escalados para os trabalhos forçados e sobreviviam, enquanto os mais fracos, incluindo-se doentes físicos e mentais, homossexuais e ciganos iam para as câmaras de gás. O pobre de direita forte já vendeu-se há décadas, desde pelo menos a época da Primeira Guerra Mundial aos seus senhores burgueses nacionais não querendo a revolução comunista que é internacional, por definição.


A estes mais pobres dos pobres o voto útil que cabe nesta eleição de 2022 para a Presidência do Brasil é o voto à esquerda, visto que a direita, mesmo a mais moderada ou democrática, por não questionar o capitalismo, e o candidato João Dória Júnior, atual governador do Estado de São Paulo e pré-candidato à Presidência pelo PSDB, ele já disse que não taxaria as grandes fortunas, porque tendo em mente a meritocracia, ele pensa que o pobre de hoje pode ser milionário amanhã como se o fosso de desigualdade social e econômica do Brasil, atual, não fosse intransponível mesmo que talvez para a mais otimista consideração meritocrática. O candidato Sérgio Moro, mesmo que seja interessante, pois que a direita reinante e a esquerda outrora reinante sejam suas inimigas, elas adoram usar o termo "lavajatismo", pois que os bandidos e mafiosos se entendem entre si até na linguagem. Por Moro denunciar os seus corruptos, direita e esquerda o detestam. Porém, Moro foi um juiz parcial, comprovadamente pela alta Corte judiciária brasileira, o Supremo Tribunal Federal (STF), e ele mesmo, Moro, já assumiu em um vídeo recente que o objetivo não era fazer justiça, mas, pegar o Partido dos Trabalhadores (PT). E, claro, Moro com o seu economista de sua campanha, Affonso Celso Pastore, é o mais do mesmo de querer domar o indomável capitalismo, segundo os grandes especialistas em economia do marxismo que é um clássico sobre o capital.


É evidente que economicamente a esquerda, se Luiz Inácio Lula da Silva do Partido dos Trabalhadores (PT) for o candidato à Presidência, não fará nenhuma revolução socialista e comunista, porque não o fez quando foi presidente dos anos de 2003 a 2010, mas, como disse Pastore em matéria para o jornal Folha de S.Paulo, o PT, em seus 13 anos de governança, fez um capitalismo de compadrio em um modelo de cooptação de apoio político, isso, diz Pastore, "jamais levaria a um crescimento econômico sustentável." E fora que os lucros dos bancos foram os maiores de toda a história brasileira durante a gestão Lula na Presidência. Ou seja, nunca em toda a história do Brasil o fosso da desigualdade, a pobreza e a desgraça brasileira, foram tamanhas do que no governo de Luiz Inácio Lula da Silva que fez os mais poderosos de todos os poderosos, os mais potentados de todos os potentados que são os banqueiros ganhassem rios de dinheiro como nunca, eles que são a elite da elite burguesa, os grão-burgueses.

 

Conde Loppeux

Mas, ainda assim o voto útil de nós, os mais pobres dos pobres discriminados, nós, pelo menos um dos mais diferentões, esquisitos, problemáticos e polêmicos que somos, nós, doentes mentais e gays, que nós votemos à esquerda, podendo ser, também, em um Ciro Gomes, porque, realmente, depois da devastação extremista de direita não dá para apoiarmos a direita, nem mesmo a centro-direita, arriscaria escrever, aqui, tal força política está bem que merecendo uma geladeira política. Pois que o diga, eu comentava, hoje, para uma pessoa no canal daquele tal de Conde Loppeux (Leonardo Bruno de Oliveira) que é excelente, até o elogiei aqui neste meu blog, ontem, em muitos pontos, mostrando-se muito lúcido e sábio, mas, ele acaba sempre lá na ponta em um curto-circuito extremista de direita, ele tem um surto nazifascista conforme eu relembrava ali em comentário no YouTube, que o diga uma fotografia do tal Conde Loppeux fazendo uma saudação nazista. Aliás, no canal do tal Conde, que ele, certa vez, negou a minha dignidade enquanto pessoa humana por causa de minha doença mental, eu sofro do transtorno bipolar, querendo excluir-me da convivência social, porque tivemos uma briga no YouTube, há muito tempo atrás em um vídeo dele sobre o deputado federal Marcel Van Hattem. Briga na qual, tudo bem, eu o provoquei dizendo que ele seria um nazifascista eurasiano, segundo um amigo meu daqui de Belém do Pará que conhece política alertou-me que o Conde seria favorável à tal ideologia russa. No entanto, de fato, eu não me enganei, visto que, por exemplo, eu conheço o tal Conde desde 2007, vivemos na mesma cidade de Belém, e nunca convivemos, porque ele comentou com um amigo nosso comum, à época, que seria melhor evitar conviver comigo, pois eu sou um enfermo mental. Também quando eu o conheci naquele ano eu o convidava para nos vermos e ele afastava-se de mim por eu ser homossexual. Ou, então, outra vez, em que ele disse eu seria um "tarado", porque eu sou homossexual, então, como tenho o hábito da sodomia eu seria alguém doentio. Bom, ele deu-me dois diagnósticos médicos relacionados à minha doença na mente e à minha homossexualidade, contudo, ele é médico, por acaso? E que médico daria um tal diagnóstico como o dele senão o Doutor Joseph Megele, médico nazista? 


Então, caro amigo leitor, eu penso que o voto útil de quem for realmente fraco de quem for um daqueles pobres de que falava Jesus Cristo, o que inclui quem é dado como vagabundo e mendigo que pode ser o fim, não raras vezes, de quem é doente mental, sobretudo, e também gay, que nós, os mais pobres dos pobres fiquemos do lado da esquerda, que eu acho que é a nossa vocação por nossa maior chance de consciência de classe, a classe dos mais pobres dos pobres, nem que seja a esquerda de Ciro Gomes ou de outro nome, porque a direita merece a derrota depois de tudo e de todos. Depois de um Bozo, Jair Messias Bolsonaro, na presidência que deu de ombros para os mortos por Covid-19 dizendo não ser coveiro e depois da péssima administração dele na pandemia ou sindemia de Covid-19 em que, por exemplo, pacientes nas UTIs eram convidados a assinarem um papel para que medicamentos ineficazes, hidroxicloroquina, fossem-lhes ministrados e eles morressem, Dr. Megele não faria melhor.

 

Post scriptum: Quem diria nós, esses que eu chamo de os mais pobres dos pobres que seriam o "trapo", segundo Karl Marx e Friedrich Engels, os teóricos da revolução, seríamos por eles considerados perniciosos por nossa falta de valores e cinismo, seríamos nós a apoiar a esquerda.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

A defesa do debate, Kim Kataguri e a resposta católica ao liberalismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


No polêmico Flow Podcast do dia 7 de fevereiro de 2022 que custou a cabeça do jovem youtuber Bruno Monteiro Aiub, vulgo Monark, por acreditar que a liberdade sequestrada pelo liberalismo não se voltaria contra ele e contra o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que agora o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e os bolsonaristas querem a cabeça dele. 

 

Deputado federal Kim Kataguiri


Kim Kataguiri, aquele mesmo jovem que na época das manifestações contra o governo Dilma Rousseff fez uma marcha servil rumo ao poder, em Brasília e não como aconselhou sabiamente Olavo de Carvalho, rumo ao povo que queria se livrar do poder dos corruptos de Brasília que o oprimem, contudo, Kim fez a defesa do debate. Disse ele: "O que eu defendo que acredito que o Monark também defenda é que por mais absurdo, idiota, antidemocrático, bizarro, tosco que o sujeito defenda, isso não deve ser crime - disse o deputado - Porque a melhor maneira de você reprimir uma ideia é (...) é você dando luz naquela ideia, para que, ela seja rechaçada e então socialmente rejeitada."


Porém, procurado pelo jornal O Globo, Kataguiri respondeu que sua fala foi "infeliz" ao falar de descriminalização total e que, na realidade, defendia que as pessoas tivessem acesso às obras para "repudiar os horrores do nazismo."


Diz o deputado Kataguiri em resposta ao senador Renan Calheiros que pede a sua cassação:


"Não faz sentido eu ter o meu mandato cassado por fazer um discurso antinazista, e por defender que a melhor maneira de derrotar as ideias nazistas, de sufocar e garantir que a tragédia do Holocausto nunca mais aconteça novamente é expondo os horrores das obras nazistas. Foi isso que eu defendi. Fui infeliz ao falar de descriminalização total do nazismo quando eu estava me referindo às obras, que as pessoas tenham acesso às obras, como a comunidade judaica alemã defende (segue-se, abaixo, as manchetes nos sites brasileiros dos alemães judeus em defesa da publicação de literatura nazista), justamente para repudiar os horrores do nazismo. É uma injustiça me colocarem a pecha de nazista quando toda a minha participação no programa foi no sentido de qual é a melhor maneira de definitivamente derrotar o nazismo."

 






Kim Kataguiri reconheceu que falhou no Flow Podcast em representar os judeus:


"O primeiro ponto que precisa ficar claro é que eu não defendo criação de partido nazista. Quando o Monark falou aquela atrocidades, eu falhei em representar a comunidade judaica como deveria."


***


Agora a resposta católica ao liberalismo que como uma serpente traiçoeira deu um bote em seus devotos defensores, Monark e Kim Kataguiri.


O Santo Padre Gregório XVI, na encíclica Mirari vos, diz que a liberdade de consciência é um delírio. Que a liberdade de expressão e de imprensa são perniciosas.

 

Papa Gregório XVI


Uma coisa eu noto, como pode haver liberdade de consciência, se, por exemplo, ao tomarmos consciência que está chovendo o que a consciência da chuva pode nos dar de informação? É de que no mínimo vamos nos molhar se sairmos à chuva. Ou que pode acontecer um alagamento, um transbordar ou até mesmo um dilúvio. A consciência de alguma coisa torna cativo o homem da responsabilidade diante do que ele tomou consciência e que pode ser algo temível, de grande responsabilidade, seriedade e importância, até mesmo atroz, as declarações de Monark querendo dar mais vez e voz à temível extrema-direita moderna que chega ao ponto do nazismo genocida. A liberdade de consciência, então, eu entendo que seja assim, é para quem seja muito irresponsável, leviano, cruel até diante da importância vital do que toma consciência. Posso estar enganado, mas, eu entendo assim uma crítica à tal liberdade de consciência e eu acho que é isso o que quis dizer o Papa Gregório XVI no século XIX em resposta ao liberalismo de Felicité Lamennais.


O excelente Conde Loppeux em vídeo de hoje em seu canal no site YouTube bem diz, neste vídeo aqui :


"A liberdade de consciência para o liberal está dissociada da verdade, da realidade, que está dissociada de qualquer critério factual. Na verdade o liberal ao dissociar a liberdade de opinião da verdade, ele transforma tudo em opinião e ao transformar tudo em opinião não se tem os critérios para saber o que é verdade e o que é erro. Portanto, quando o liberal afirma que todas as ideias podem ser pregadas indiscriminadamente ou todas as ideias podem ser defendidas já não existe o palco para a verdade e o erro e o palco para o quanto tais opiniões podem ser benéficas ou perniciosas."


Conde Loppeux cita uma bibliografia que é o livro O Protestantismo comparado ao Catolicismo, de autoria do padre catalão Jaime Balmes. O padre comenta a tolerância universal pregada pelos liberais do século XIX, em particular pelos liberais espanhóis. O padre diz que a tolerância absoluta é absurda porque há coisas intoleráveis por questões éticas, morais, por uma questão de juízo racional. Entra a questão da liberdade religiosa dos liberais oitocentistas. Afirma o padre, "Nós devemos ter tolerância à uma religião ou à uma prática dita religiosa que faz sacrifícios humanos? Não," afirma o padre. "Por que? Porque essa prática atenta contra a lei natural e a dignidade das pessoas."


Eis a resposta católica para o liberalismo traiçoeiro que na verdade é libertinagem, é licença para o mal e que é o sequestro da liberdade, ainda que eu considere a liberdade um princípio, pois que mesmo as melhores coisas, ou a melhor de todas, o bem maior, Deus, se for forçosamente imposto a alguém pode ser um grande mau, porque cada um sabe onde lhe aperta o sapato, porque o próprio Deus quer filhos que O amem e ninguém ama forçosamente, posto que amar é uma escolha. E, conforme disse Monark, há o direito de se ser idiota, há o direito de errar, quem de nós nunca errou que atire a primeira pedra. Cada um sabe onde lhe aperta o sapato seria o outro nome para as causas segundas, mas que os santos mártires por algo como Deus souberam não regatear o próprio sangue. No entanto, felicidade e liberdade, eu vejo como inegociáveis, a menos que seja para alguém felicidade e liberdade algo de concretamente maligno, a exemplo do próprio nazismo. Liberdade é algo de tão importante, a menos que o próprio Deus, o Bem, manifeste-se para alguém pessoalmente e Ele não o fará, - o que prova que Deus quer de nós seres livres - até porque se o fizesse, Deus tiraria toda a liberdade de tal pessoa, ensina o padre nazifascista bolsonarista Paulo Ricardo de Azevedo Júnior que não quer nenhum direito para nós, gays, todavia, diz o padre em um momento de lucidez, que cessaria toda a liberdade do homem se Deus a ele aparecesse, pois que diante do próprio Deus não há qualquer outra coisa que se possa livremente querer por estar infinitamente abaixo de Deus.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Um beabá das loucuras de Olavo de Carvalho

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Olavo de Carvalho e Alexandre Dugin

Olavo de Carvalho em um debate com Alexandre Dugin, ideólogo do tiranete russo, Vladimir Putin, debate que virou livro que eu tenho em minha biblioteca pessoal, Olavo mostrou em tal debate que tinha uma noção muito estereotipada dos blocos de poder mundial e uma noção de política, delirante e estereotipada, típica de chefe de seita política de extrema-direita, o que pode ser um forte indício, um beabá das loucuras de Olavo. Haveria, segundo Olavo, três blocos de poder mundiais a disputarem entre si a primazia no mundo: o russo-chinês, o ocidental ou americano e o islâmico.

 

Conde Loppeux de la Villanueva, famoso youtuber que reside na minha cidade de Belém do Pará, já demonstrou. O secularismo do bloco ocidental, americano, capitalista, interpenetra o bloco islâmico com ideias seculares como um Islã pró-LGBT, assim como o bloco russo-chinês o que é senão um bloco tão capitalista, ainda que seja um capitalismo de Estado, quanto o bloco americano ocidental? E o que o Olavo diz ali no livro contra Alexandre Dugin de que ele se oporia a um "tradicionalismo de esquerda" ou a um "bolchevismo de direita" como se tudo o que fosse esquerda fosse a encarnação do mal, semelhante ao que o pessoal da Igreja Universal do Reino de Deus disse recentemente que um cristão não pode ser de esquerda como se o cristianismo fosse apenas um partido político neoconservador sem a dimensão sobrenatural. 

 

É tudo isso um erro e é típico do picareta, charlatão e psicopata que era Olavo que influenciou um presidente como o Bozo para que deixasse morrer mais de 620 mil brasileiros de Covid-19 em nome de se opor ao tal globalismo, marca do que seria a esquerda, contudo que na presente pandemia é mais do que necessária uma governança global de vez que o vírus Sars-Cov-2 já ultrapassou todas as fronteiras, o capitalismo defendido pela direita de Olavo é global e globalizante ou "globalista" e só em ditaduras os seus nacionais não podem ultrapassá-las.

Um recorte do mau feito

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Acabei de ler no excelente canal no site YouTube do Conde Loppeux, o excelente Leonardo Bruno, que reside aqui na minha cidade de Belém do Pará, e que apesar das brigas que já tivemos no passado, muitas delas causadas por culpa minha, é sempre muito bom assistir e ler todo o material disponibilizado por ele na internet. Eu estava lendo uma postagem que o Conde fez na aba Comunidade da página do canal dele no referido site e achei interessante um comentário que ele faz a um vídeo recente de ateus em uma entrevista ao canal Inteligência Ltda., cujo nome já diz tudo, é luz limitada, logo vem as trevas da burrice. 


Por que? Porque há um ateu lá, relata o Conde Loppeux, que disse que o recorte que os ateus fazem do mundo seria a partir do ser humano. Bom, o suposto recorte que os ateus fariam do mundo a partir do ser humano é conforme aquele mesmo ser humano que Martinho Lutero, o pai do mundo moderno e dos ateus por tabela fazem do homem. Isto é, de fato, é um recorte do mau feito, é feito com uma noção de homem como um esboço de homem feito por um mau desenhista, conforme o próprio Martinho Lutero descreve o homem em um trecho de suas conversas com seus discípulos que se encontra no livro Conversas à Mesa (Tischreden). É uma noção não muito correta e exata de homem, e por isso, de mundo, se o homem é alguma coisa de mais nobre que há no mundo e, por conseguinte, pode ser uma interessante chave de conhecimento do mundo. Para o ateu, o homem sem Deus, o mundo e o homem é um mistério profundo, é algo terrivelmente ignorado, e é prova disso a história da Filosofia desde o século XIV com o modismo nominalista de Guilherme de Ockham que inspirou confessadamente a Lutero passando pela Filosofia até aos nossos dias pós-modernos com a pós-verdade para a conquista populista à direita e à esquerda do espectro político e para a conquista de um séquito com seus likes, visualizações e compartilhamentos nas redes sociais e as tais "narrativas" pós-modernas. É tudo trevas a realidade ateia até a imposição da vontade de poder de Friedrich Nietzsche, para além do bem e do mal, onde, para dizer com Nietzsche, não há fatos eternos, mas somente interpretações.

 

O recorte que os ateus fazem do mundo que seria a partir do ser humano seria na verdade o recorte do mau feito, do capenga, de um tipo de homem que pensa como eles, que é ateu. A empregada doméstica normalmente não é ateia, eu já soube de uma prostituta na minha cidade de Belém do Pará que antes de seus programas benzia-se a si mesma, o motorista de ônibus crê em Deus, enfim, a maioria das pessoas são religiosas no mundo inteiro e em especial aqui no Brasil. O recorte que os ateus fazem do homem é de um homem doente, sim, doente e é o ateu tal qual eles o doente, revoltado com o que parece ser o absurdo de um mundo que é deveras adoecido e o é assim pelo pecado, mas que como são ateus eles culpam a Deus por tal situação ruim do mundo com a chaga edipiana que os caracteriza, causada pelo pai deles que por algum motivo foi defectivo que eles tiveram em casa.

sábado, 25 de setembro de 2021

O lítio da Nação

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Lítio


Eu comentava, ontem, em um canal no YouTube de uma pessoa que usa o codinome Conde Loppeux de la Villanueva, cujo nome verdadeiro é Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira, ele um restolho de uma direita inteligente, que o Centrão e o MDB são o lítio da Nação. O lítio é um medicamento que serve para tratar do transtorno afetivo bipolar e também para casos de cefaleia, pois no caso de tal transtorno equilibra o humor. Eu mesmo sofro do transtorno bipolar e posso testemunhar o bem que é o lítio. Ora, Centrão e MDB equilibram os humores da Nação nas pessoas de seus representantes de direita ou de esquerda contra os seus rompantes, respectivamente, reacionários ou revolucionários.


Centrão hoje na época de Jair Messias Bolsonaro e a extrema-direita no poder e o outrora PMDB da época do Partido dos Trabalhadores (PT) no Palácio do Planalto, equilibram as coisas evitando que pautas no mínimo complicadas desses dois lados polares de direita e de esquerda tornem-se efetivas na sociedade brasileira como é o caso do aborto, descriminalização das drogas ou casamento gay, além de algo do tipo do que seria a implementação dos sovietes no Brasil por parte do PT, no apagar das luzes do governo Dilma Rousseff, que quereriam passar por cima do Parlamento. Todas essas pautas de esquerda se fossem aprovadas, assim como do lado da direita pautas ultra-liberais capitalistas selvagens como a privatização do Sistema Único de Saúde (SUS) ou o Brasil tornar-se uma Pátria armada, e há estatísticas como esta aqui do programa do Gregório Duvivier na HBO Brasil, que dizem que aumenta a violência na sociedade com a população armada, se essas pautas fossem aprovadas, bem rapidamente o Brasil tornar-se-ia como eu, um paciente bipolar em pleno surto, ora eufórico, maníaco, ora depressivo, enfim, segundo desequilíbrio próprio dos extremismos das bolhas, guetos e provincianismos de direita ou o que é pior, de esquerda.


O Conde censurou o meu comentário no YouTube, apagou-o, porque a internet com seus sites e redes sociais online não passam de um problema atroz de provincianismo, bolhas, para usar um termo mais recente, cada site, blog, perfil em rede social ou canal permite os comentários que dão-lhes aprovação, que os pecaminosamente lisonjeiam, dificilmente submetem-se ao tão difícil para eles constrangimento de serem contrariados mesmo que há milhares até de quilômetros de distância física longe de seus interlocutores. Ele o censurou, porque por falar em lítio ou equilíbrio representado por partidos, ainda que corruptos, tais quais os do Centrão e do MDB, o tal Conde foi acusado por mim no referido comentário de um gesto de extremismo de direita, uma espécie de episódio maníaco ou talvez depressivo que o fez patinar e derrapar rumo ao despautério, quando ele em uma sua última live que ele participou e que se encontra postado no canal dele, o cara xingou de "bichas loucas" aos pobres, desgraçados e miseráveis homossexuais que fogem de seus países que estão sob a égide de tiranias islâmicas crudelíssimas que matam homossexuais, por exemplo, no Irã atirando-os do alto de edifícios. Ou seja, o gordo que tem uma cara que parece ser uma mistura de muitas coisas bem denotando a confusão moral em que ele talvez viva com aquela sobrancelha um tanto fina dele arqueando-se que ele tem do lado esquerdo de sua face. O obeso mórbido com um falso título nobiliárquico outrossim acha-se um belo homem se comparado a mim que ele disse eu ser um "tribo fu", certa vez. Talvez eu seja, deveras horroroso, longe de mim pretender ter o dom da beleza, contudo, o meu rosto eu acho que tem alguma harmonia.

 

Aliás, Conde e eu, nós vivemos na mesma cidade, aqui em Belém do Pará, eu o conheço há 14 anos, só nos vimos pessoalmente uma vez na vida, ocasião em que ele saiu correndo de perto de mim, pois eu estava muito mal mentalmente àquela ocasião. Ele nunca convidou-me para tomar uma água que seja, nunca fui à casa dele e ele nunca veio à minha, não que eu nunca quisesse convidá-lo a vir à minha morada ou convidá-lo nem que fosse para tomar pelo menos um copo de água fria, conforme recomendou Jesus Cristo, aqui em casa ou na rua. Quando uma vez eu fiz menção de ir casa dele, o extremista simplesmente disse que não. Conde que tinha um grande amigo para ele, hoje já falecido, Luiz Fernando Vaz, que certa vez disse-me na Praça do Operário daqui de Belém que o Conde é, em termos claros, um mentiroso compulsivo, um desonesto, Vaz que era um homossexual assumido, mas, na minha cara, o tal "Conde", então, livrando-se de toda a hipocrisia e traquejo mínimo social diante dos homossexuais que atualmente têm grande cidadania no mundo, Conde que tem uma aparência um tanto suína vomitou em mim que eu, também homossexual e assumido, eu seria um tarado por gostar de ser sodomizado, é o Conde especialista em tudo, até em saúde mental ou psicológica, talvez aí se explique a sua feiura, a feiura dos vagabundos de internet que falam de tudo sem saber ao certo ou especialmente de nada.


Bom, é isso, caros amigos leitores, o Brasil parece ter algum rumo e jeito, contra os arroubos totalitários de uma ínfima elite esquerdista que quer a inversão da realidade e contra os excessos autoritários de um povo brasileiro profundamente conservador em certa medida ingênuos e erráticos, fruto do que se chama de massa ignara, e a elite que torna tal inclinação sectária e que está hodiernamente reinante no Palácio do Planalto. Graças aos maltrapilhos pela corrupção partidos do Centrão que contam com um Partido Progressista (PP), a central da corrupção que afundou na lama a gestão petista no Planalto, e o MDB que tem uma figura doce como o psicopata Jader Barbalho, ex-governador por duas vezes do meu Estado do Pará, cuja fortuna roubada dos cofres públicos, ele destruiu o Banco do Estado do Pará S/A (Banpará), espelha-se na gigantesca torre de transmissão de rádio e televisão que fica na Avenida Almirante Barroso da capital paraense, torre que é da Rede Brasil Amazônia TV, uma poderosa holding cujos donos são a família metralha Barbalho.

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Après nous, le déluge

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Um famoso influencer da internet, hoje já mais ausente, o Conde Loppeux (Leonardo Bruno de Oliveira) com a sua sabedoria disse tudo, profetizou, eu diria, ao intitular o seu mais recente vídeo no site YouTube como Après moi, le déluge que era a frase que Luís XV da França ao falar especialmente de seu delfim que tornar-se-ia Luís XVI. A frase é atribuída primariamente a Madame de Pompadour que queria melhorar o estado de espírito de seu amante Luís XV.


O Conde profetizou, ao meu ver, ao dizer com Luís XV que depois de mim, o dilúvio, pois, de fato, ruim com Jair Messias Bolsonaro, pior sem ele. Pior se o Partido dos Trabalhadores com Luiz Inácio Lula da Silva voltar ao Palácio do Planalto. Teremos o morticínio de volta com seus mais 60 mil assassinatos de brasileiros por ano fruto da leniência das autoridades diante dos criminosos que bem ou mal, ainda que evidente, criminosamente, são combatidos pelas milícias apoiadas por Bolsonaro, ainda que depois de pacificar as periferias a própria milícia torna-se o corpo criminoso e ameaçador local.


Com a derrocada de Bolsonaro os militantes pró-aborto podem finalmente legalizar o aborto, o assassinato dos absolutamente inocentes e inermes nos ventres de suas mães assassinas. A droga pode ser legalizada. As universidades terão cada vez mais força, e sempre tiveram bastante, para serem bem mais madrassas de esquerdismo para corromper a juventude. E o que é mais interessante, os evangélicos que são a primeira geração do homem moderno finalmente de mãos dadas com os seus parentes de terceira geração que são os esquerdistas do PT finalmente selarão as pazes entre si, o que é mais do que esperado e que tirem as suas máscaras ambos, e aprofundarão o mergulho do Brasil na inconsciência da doutrina invisível moderna onde só há interpretações e não a verdade, "fatos eternos", ou onde as palavras não correspondem intrínsecamente às coisas.


Com Jair Bolsonaro tudo é muito ruim, sem dúvida que terrivelmente ruim: não temos vacinas, por exemplo, mas temos mais liberdade contra as mesmas vacinas e sua aplicação que poderia ser draconiana junto com as medidas sanitárias também draconianas de lockdown, toque de recolher, distanciamento social, uso de máscaras e semelhantes. Mas, apesar disso tudo pelo menos a bandidagem avulsa e anárquica nas periferias e favelas fica controlada pelas milícias, há mais liberdade diante da pandemia ou sindemia, não há aborto, nem drogas, pelo menos fora dos ditames das milícias em seus feudos libertados da onipotência e incompetência do Estado criado pela esquerda, e as seitas evangélicas ainda pregam alguma moralidade cristã, sem Bolsonaro nem isso, as seitas finalmente tirarão a máscara de alguma coisa da modernidade que são onde cada um impõe a ditadura, que pode ser a mais liberal nos costumes, no seu próprio negócio individual.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O bispo e a psicóloga pró-aborto

A Dona Valeska Zanello, a aborteira, acha mesmo que saúde mental é matar um ser humano nascente? Ou saúde mental é tornar genérico, questão de gênero, o que se é especificamente como se ser humano e macho ou fêmea?



domingo, 26 de março de 2017

O epicurismo na ética e na fé

O senhor pastor Silas Malafaia mostrou-se um grande pecador naquela entrevista dele ao Roberto Cabrini no programa Conexão Repórter, do SBT, porque contrariando o que disse São teriaPaulo aos romanos, Malafaia disse que homens mendigos e no alcoolismo não são crentes em Deus. Ora, nada nos separará do amor de Cristo, disse o mencionado São Paulo, e se há homens que caíram, como no alcoolismo e na mendicância por causa de desleixo como a vagabundagem, eles um dia hão de se levantar, sobretudo espiritualmente, imperceptivelmente ao mundo, mas intimamente, antes do último suspiro, lá mesmo na rua da amargura e da mendicância, hão de converter-se e irem para o céu, enquanto o Malafaia lá na mansão dele, luxuosa, no instante da morte do referido pastor uma porta na mansão do Malafaia abrir-se-a, e será uma porta para o inferno.


O Sr. Conde, do vídeo que e segue, abaixo, não entende nada de epicurismo. Na filosofia do grego Epicuro o que seja o prazer deve ser algo depurado, Epicuro dá o exemplo dos molhos que devem ser os menos condimentados e temperados possível. Agora, é claro que uma ética do prazer é bastante manca, porque o prazer é uma compensação, é um brinde de consolação, nem sempre vem, nem sempre acontece, nem sempre ocorre a compensação e a consolação, outrossim, o que se dá na alma no âmbito da consolação dá-se nas camadas mais baixas da alma humana e não ainda na alma racional e intelectiva. Entretanto, o epicurismo pode ser um bom treino para a busca dos prazeres mais finos e espirituais, para uma demanda de consolações as mais econômicas possível. 

O Catolicismo não é restauração de ordem espiritual porcaria nenhuma, porque eis que é um outro evangelho, um evangelho adulterado, é a velha notícia pagã do homem querendo construir uma torre de Babel para chegar ao céu, não crendo que somente pela fé (sola fide), que é o princípio material da gloriosa Reforma Protestante do século XVI, é que pode tornar o homem o justo e meritório diante de Deus, somente pela fé em Cristo, mediante a qual a justiça e méritos do Redentor Jesus Cristo podem ser imputadas e não infundidas ao homem, como errôneamente ensina Roma.

 

sexta-feira, 24 de março de 2017

O espiritismo acima dos evangelhos

Porra, o Jorge Luís Rodrigues bate a cabeça em uma muralha, porque Elias, conforme diz a Escritura, foi assunto ao céu em corpo e alma, sim, e não há controvérsia alguma sobre isso, como diz o Conde, por causa de seus prejuízos romanos. Elias, o profeta hebreu não morreu, fato, pelo menos para nós, cristãos sérios e consistentes, por que bíblicos: protestantes históricos. Jorge, meu amigo, livre-se do Cristianismo, fundamente a sua filosofia espírita no pitagorismo e no orfismo ou mesmo no glorioso platonismo, daria mais certo.



O nosso grande amigo Jorge Luís Rodrigues, no ponto de número 06 de seus argumentos, ele diz que o batismo cristão não havia na época do diálogo entre Nosso Senhor Jesus Cristo com o fariseu Nicodemus, mas isso é um erro, porque São João Batista, o Pródromos, o Precursor, ele já batizava antes do ministério público de Cristo e os próprios apóstolos e discípulos batizavam durante o próprio ministério público do Redentor neste mundo. Agora, é claro, a idéia de água para que haja a regeneração, a palingenesia (do grego), o novo nascimento do homem com o perdão de seus pecados: o original e os atuais, é uma doutrina católica e das dioceses ortodoxas cismáticas, para nós, protestantes, quando a Escritura fala em água, está a falar da Palavra de Deus, a qual quando pregada, anunciada no chamado Kerigma (do grego: anúncio), convence o homem de seu erro e o converte a Cristo, sob a ação do Espírito. Nós, batistas, em nossa idéia do credobatismo, ou seja, de se não batizar crianças, isto é, pessoas que ainda não atingiram a idade da discrição, bem mostra e com rigor e fidelidade o nosso seguimento batista acerca do mandamento bíblico para a ministração do sacramento do batismo.

Agora, com relação ao excelente, mas apócrifo livro da Sabedoria, presente na Bíblia católica e das dioceses ortodoxas cismáticas, que falaria de reencarnação, segundo o Jorge Luís, bom, isso é um problema bem chato, ao que a mim parece, do Conde e de seus aparentados cismáticos, isso que dá não terem aderido à Reforma Protestante do século XVI, a qual excluiu literatura espúria, ainda que muito rica em saber, mas meramente humano, como os pseudoepígrafos ou apócrifos como Sabedoria.



quinta-feira, 23 de março de 2017

Allan Kardec: superior a Cristo

Porra, eu fui espírita durante oito anos de minha vida, de 1998 a 2006, frequentava o Centro Espírita Yvon Costa, na Travessa Castelo Branco, bairro de São Brás, no subúrbio daqui da minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará. Mas, depois desse período, livre dessa cegueira, graças a Deus, entrei para a Assembléia de Deus (Templo Central - Igreja-mãe), tornei-me, graças a Deus, protestante. Porra, como fui burro e como há amigos meus burros na porra do Espiritismo que eu tento abrir-lhes os olhos, mas eles não cedem, mas é claro que muito da casmurrice brasileira em prol das idéias espíritas, vem da idéia de Cristianismo deturpada pela Igreja Católica, porque para nós, protestantes, a graça e somente a graça (sola gratia), como evidentemente diz a Escritura, é suficiente para a salvação humana. Ora, é cultural para o brasileiro que o bom filho faz Deus ser-lhe propício, mas a Escritura e o Cristianismo historicamente, ainda que confundido pelas mentiras romanas, diz que Deus escolheu, predestinou, desde antes da fundação do mundo, a um povo, para a redenção, não anteprevisa merita, isto é, do latim, não por méritos previstos dos homens, mas Deus conheceu pessoalmente pessoas, antes da criação de céus e terras, gratuitamente, absolutamente destinou um povo para a redenção, segundo a regra da soberania ou o conselho da vontade absolutamente soberana e poderosamente em glória graciosa, sem que o homem precise em nada ser tributário, desse mesmo Deus.

Os espiritistas dizem que a idéia espírita seria a um só tempo religião, filosofia e ciência, mas, como pode isso se há no saber a chamada univocidade dos termos? Ou seja, não podemos dar o mesmo nome para coisas diversas. Não podemos em nosso discurso sermos equívocos. Ciência é uma coisa, Filosofia é outra e a Religião é uma terceira coisa diversa. A elite espírita brasileira, representada por aquela bichona Divaldo Pereira Franco, baiano de Feira de Sant'Ana, que em sua biografia tem coisas muito interessantes e intrigantes, mas pessoas como ele sabem, claro que sabem, que o discurso de justificação espiritista, é muito absurdo. Ora, o Espiritismo é uma prática, seria a ciência do contato com os mortos, seria a prova material da imortalidade da alma, e se há algo de verdade, então, no Espiritismo, tal prática não pode confundir-se com absurdos como a falha do equívoco e não pode misturar-se com seus antagonistas como o Cristianismo, tal qual o Budismo, eminente como é, todavia, não pode imiscuir-se com o Cristianismo, ambas idéias caminham neste mundo paralelamente, sem jamais tocar-se.


Conde, veja bem, na idéia espírita, o homem tem unidade, sim, na pluralidade de suas existências materiais, são os papéis que mudam ao longo das mesmas até o cume evolucional, até o homem tornar-se puro espírito, superior espírito. A questão é o esquecimento do passado, pois no escopo espírita, o homem ao encarnar esqueceria do que passou em sua vida passada e em todas as outras, somente ao "desencarnar" o homem lembraria de tudo, ou como dizia Platão, Allan Kardec vale-se de Platão, que antes de encarnar a alma tem o conhecimento do que seja bem, verdade e beleza, mas que durante a encarnação o homem pode relembrá-las ao achegar-se ao conhecimento, que na prática como mostra literatura espírita romanceada, dá-se quando o homem ao longo de sua vida tem como que um déjà vu, ao ir a lugares, ver pessoas e encontrar-se em certas circunstâncias que lhe relembrem o suposto passado de outras ditas encarnações. Uma sugestão que eu dou aos espiritistas, é que esqueçam seus antagonistas como o Cristianismo e procurem substância filosófica no platonismo, no pitagorismo e no orfismo.


 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A imprensa "livre" a serviço da ditadura de Fidel Castro

Excelente este vídeo do Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), meu conterrâneo ilustríssimo daqui de minha cidade de Belém, a capital do Pará. É um vídeo que é um líbelo e um testemunho precioso acerca de um canalha notório como Fidel Castro que arde, decerto, neste exato instante, nas maiores profundezas infernais.

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

"Patriotas"? Vocês?

O Conde ataca os intervencionistas como ele ataca a nós, os protestantes, isto é, com aquele ranço dele baseado em puro ódio, ele, sim, movido pela raiva, e na mais descomunal soberba possível baseada em ataques ad hominem psiquiátricos e físicos como se ele, fisicamente, fosse alguém que já tivesse tido na vida a pachorra de procurar emagrecer, pelo menos um pouco. No caso dos ataques ad hominem psiquiátricos do Conde, com toda a pretensa e alardeada, por ele mesmo, saúde mental que lhe seria própria, como se ele pudesse ter tido o talento intelectual de um Olavo de Carvalho, que, do exterior, como aconselhava ninguém menos do que Vladimir Lênin, foi O ÚNICO, sim, Olavão foi O ÚNICO, responsável pela atual e progressiva restauração moral, intelectual, cultural, espiritual e política do Brasil, inspirado, ó horror, em um País como os EUA que não precisa, poxa vida, dos ídolos da tribo do Conde que são o Catolicismo idólatra totalmente antibíblico e cheio de padrecos afeminados e bispos apóstatas e comunistas e de um País como os EUA que nunca precisou pra nada das influências da escória européia que sempre foi a Península Ibérica luso-hispânica.

 

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Como anular o Cristianismo e o judaísmo pela política?

O Conde comete um crasso engano típico da sabujice e puxa-saquismo que é a adulação romana que é achar que protestante, como ele caluniosamente diz que seria papagaio de pirata, segue a própria opinião pessoal e subjetiva. Ora, isso ocorre claramente nas seitas mais antigas do Cristianismo, como a dos católicos e a dos ortodoxos, que colocam no mesmo nível das Escrituras, uma montanha de opiniões pessoais piedosas, costumes, folclores e manias, enfim, o mais evidente subjetivismo, que se foram antepondo e soterrando a Bíblia, em clara contradição à Bíblia, que nós, protestantes, com todas as nossas brigas procuramos ser fiéis ao que simplesmente diz a Bíblia. E não há sucessão apostólica porcaria nenhuma, porque nenhum cristão, depois da morte do último dos apóstolos, já em idade provecta, que fora São João, nenhum cristão tem a autoridade para vir com tradicionalismos colocados no mesmo nível ou sobrepostos à pura, suficiente (2 Timóteo 3.17) e verdadeira (João 17.17) Palavra de Deus. 

Os católicos fazem com o Cristianismo o que os judeus fazem com o Judaísmo, deturpam a religião de Cristo com suas tradições (Mateus 15.1-4). Nesse sentido, judeus anticristãos e católicos ou também ortodoxos anti-protestantes combatem o mesmo combate maligno de idolatria a homens.



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O "conservador brasileiro": um ser inexistente

É claro que historicamente, factualmente e mesmo teologicamente o Protestantismo ou as pessoas dos protestantes prestaram-se muito mais favor à divisão, guerras, porrada e liberalismo, ou seja, a tudo que o que é anti-conservador, mas ainda creio na Palavra de Cristo que disse que a Escritura não pode falhar. No final como no princípio uma só coisa sobreviverá neste mundo que a Palavra, que é Cristo, explicitada inteiramente na Bíblia, pois é bom lembrar que no princípio era a Palavra, só a mesma havia e fez tudo e nada do que se fora feito teria sido feito sem Cristo, sem a Palavra, sem o Logos divino.



Highlights

Outros sites relevantes