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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

sábado, 25 de abril de 2026

Iluminados para amar | E servir (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Iluminados para amar 
E servir
A luz do fogo iluminava as janelas em volta
Os iluminados gritavam: Viva Nossa Senhora de Nazaré!
Iluminados pela luz da verdadeira fé
A chama do incêndio destruindo a seita protestante de Belém do Pará marca o porvir
Um belo necrológio a João amando a Deus sobretudo
Pois contas serão cobradas no Juízo Final que há de vir
Com gasolina se armar
O ódio perfeito 
Espera-se mais que tudo
Àquele protestante herege muito mais niilista
Satanista
Mais que tudo.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Fé (somente?) em Jesus Cristo (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Até quando a fé em mim?
Logo chega ao fim
A cultura local, as circunstâncias, a mente.



Quando peco o ódio cai em Cristo Jesus
Não é a mim que o vaidoso coração desmente
Até o fruto do coração amadurecer
A finitude enfim apodrecer.



Que eu um dos fariseus
Um louco católico com os seus
Morresse em uma cruz
Por um punhado de gente
Circunstancialmente
Culturalmente 
Alcançaria a mente?



A fé (somente?) em Jesus Cristo
Uma Missa constante
Devorando constante 
De Cristo a carne e o sangue
No mesmo instante
Em qualquer circunstância 
Em que a fé (somente?) se dê, é isto:
É fato por mim decaio em Cristo,
É fidúcia?
Ou é falta de argúcia
O eterno Cristo em tudo, em todos
Cultura
Ceticismo anticristão na capitalista fartura
Circunstância?



É fé somente?
Quem a São Paulo desmente?
Ele judeu legalista ingrato e orgulho filho
Ele e nós gentios o primeiro cristão somente.



É a fé (somente?)
A mente em uma corrente
Aguenta a pequena razão impassível a mente
Não é muito vaidosamente?
Asperamente 
Desgraçadamente.



Ah, mas eu não deixo de rezar em minha enferma mente
À Bem-aventurada sempre Virgem Maria, a soberanamente 
Concebe, gesta e pari a mim
Ai de mim!
Um partícipe de Seu Filho natureza
A católica apostólica romana Igreja
Quem sou eu fraco, viciado
Ai de mim!
Que eu tenha Jesus Cristo sempre ao meu lado
Crendo e assim enraizado
Começarei a ser justificado
Nunca serei um desgraçado
Incapaz de dar um único óbolo
De boas intenções que seja
A quem muito precise, deseja.





domingo, 19 de abril de 2026

O que É DE FATO a Filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Net






DE FATO a Filosofia é uma certa elevação d'alma - perdoem-me materialistas se uso o termo alma e não o reducionista por exemplo pênis, vagina, o poder político e econômico, pernas ou seios de melão - na qual reflete-se sobre o ser - que é tudo e é o Bem ou Deus confundido por sua luz ofuscante maravilhosa com o Brahman ou nada dos pagãos hindus -  para conhecer a sua verdade sobre tal ser e dizê-la. Eu digo e repito que a Filosofia é algo muito mais teológico ao tentar dar conta do ser maior: Deus não só pela razão, episteme, mas por uma gnosis até abolindo a limitada razão, também abrindo-se a Revelação. E a verdade ou obtêm-se-na por PRESENÇA, bem na cara ferindo-nos até com a sua aspereza e rudeza, ou é tudo uma questão representacional por intermédio de algum professoreco cabo eleitoral de Lula, charlatão ou por um porre homérico ou orgia sexual no Vadião da UFPA de Belém do Pará ou no CRUSP da USP paulista.

Tome cuidado com o que assiste! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O pastor protestante fingindo choro
O dinheiro ainda não pingou
Por uma bagatela a barganha restou.



O pastor é um aliado do de São Paulo Foro?
Deus dinheiro virou.
Quem comanda a economia?



Ó cristão e capitalista no ascetismo persiste
Tome cuidado com o que assiste
O choro fingido do pastor



Deus virou dinheiro
A só das pobres ovelhas dor
O pastor
Traidor! Traidor!
E heresiarca protestante do laico tiranete adulador
Arde para ele o infernal braseiro.

sábado, 18 de abril de 2026

Quase um luterano (soneto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Em Cristo com mais força ainda só crê
Na crise do mundo maldito, só, que aquela mulher o teu mal torça, Nele crê
A fraqueza, no destino desdito, o vício vê.



Aquela de Cristo pelos carrascos costa 
Descomposta
O verdadeiro influenciador diante do Império derrota posta.






A boa obra 
Do católico brasileiro, do fariseu
Exige o disfarçado bandoleiro, orgulho seu.



A propaganda de si cobra
A no fundo autossuficiência
Fé em si mesmo, o sepulcro caiado da ineficiência.



Eu quase um luterano
Soy profundamente cristiano.


sexta-feira, 17 de abril de 2026

O "Nada"

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O "Nada", entre aspas, é o Super-Ser. É na verdade o Ser, o infinito, não determinado, é a substância mesma divina ainda que paradoxalmente seja determinada nas três pessoas divinas do Pai, Filho e Espírito Santo do cristianismo, nada é mais indeterminado na revolução cristã do que a determinação familiar do verdadeiro Deus inefável que Pai, Filho, Espírito Santo sendo o filho concebido no seio da Bem-aventurada sempre Virgem Maria. É um "Nada" para as toupeiras com catarata como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) que é a besta pragmatista sofística das narrativas ou para Friedrich Nietzsche, o bipolar (eu também sou bipolar), sifilítico terciário e com CADASIL, traidor intelectual com sua vontade de poder psicopatológica ou para um Samuel Câmara, o pelo menos suspeitíssimo de ser uma lavadeira de capitais e evasor de divisas, charlatão, muito mais um filho da puta inominável, pavão de densa plumagem do baixo secretariado do anticristo,  porque chefete de uma pocilga mequetrefe neopentecostal, mais bandido comum do que um heresiarca protestante, coronelzinho vulgar neopentecostal de cidade grande da periferia do mundo.






Para os filhos da puta supracitados e para tantos outros semelhantes é um "Nada", é treva o sol do Supra-Ser e Ser, o Bem, cristão, porque ofusca as suas reais trevas, a grave depravação que os assola semelhante à grave depravação que assola-me enquanto homossexual, pois para nós corruptos é preciso calarmo-nos como os pretensos filósofos de Platão até o advento de Olavo de Carvalho e um René Guénon precisam calar seus rótulos, estigmatizações, estereótipos, precisamos fazer silêncio para compreendermos não que a razão não possa ser um excelente chão, pois um Platão, Sócrates, Aristóteles,  Santo Agostinho,  sobretudo Santo Tomás de Aquino não são de jogar-se fora. Calo-me eu, pois há o heterossexual no meu caso homossexual ele que contribui por via carnal para a encarnação de uma nova gloriosa pessoa humana, pessoa que gesta ou não, imagem e semelhança do Super-Ser ou Ser não acabando tudo em uma ejaculação estéril anal ou bucal invertida. Precisamos silenciar diante do Pleno, do infinito, do interdeterminado, o Bem que parece o mal para a pobre finitude: homossexuais e demais LGBTs, Samuel Câmara, Friedrich Nietzsche, Pauno Bundadelli que querem ludibriar, trepar, roubar, matar, destruir monumentos reduzindo-os à pessimidade que são as ruínas com bosta e sangue que são as suas porcas vidas.



Mas o talvez autointitulado Papa Leão XIV é um FRACOTE, de fato, junto com os talvez autointitulados papas desde a morte do gloriosíssimo Pio XII, porque subscreveram as heresias crassas do conciliábulo Vaticano II. Mas o Pastor Angélico (Pio XII) foi mais um defensor da institucionalidade católica, um quase Brahman, do que advogado de pobres entes manifestos como os judeus.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Teologismo e revelacionismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.

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