Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

O espírito como forma da história

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O espírito como forma da história é o que dá consistência à história não restando apenas nomes ockhamistas, não restando apenas indivíduos scotistas, haecceitas desconexos, zés manés na fila do pão e achando-se importantes porque estão meramente inseridos na feitiçaria da sociedade capitalista gananciosa da troca, pulverizados em períodos históricos de um mesmo povo e de diferentes povos. 




O esquecimento do espírito ocorre com uma má consciência moral e contra a lei natural para os pagãos sem a revelação não raro dominados e enganados pela maldade de caciques indígenas, aborígenes e chefetes pré-colombianos primitivos, carniceiros, canibais até lunáticos dominadores cabeças-de-toalha islâmicos e nestes povos vagabundos ocidentais pós-cristãos com dissonância cognitiva e histéricos reduzidos ao moralismo judeu-cristão sem nunca mais frequentarem um confessionário ou indo a seitas caça-níqueis protestantes de galpão.




É absolutamente cristã, é teológica a essência da história humana, a sua meta-história, neste mundo contra a qual a malícia humana tenta vencer incontornavelmente impotente (Sabedoria 7,30).




É bom lembrar que há os papistas papólatras no catolicismo que perdem a forma da história, perdem a razão, não  confiam na oração, influenciados, por exemplo, pelos manuaizinhos de tomismo de Reginald Garrigou-Lagrange colocam a obediência a homens, mesmo que seja o autonomeado Papa acima da verdade, acima da verdade da Fé. São bons nisso as tristes seitas galicanas de resistência como Instituto Bom Pastor, Trad Talk falsário do YouTube, o Conde Chupeteux de la Queimaruesca palpiteiro compulsivo e mentiroso compulsivo, segundo o próprio melhor amigo dele já falecido, Luiz Fernando Vaz, contou-me; junto com outras seitas e gente do mesmo tipo a exemplo da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

O Diário: socialismo cristão e anarcocapitalismo esquerdista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Ontem, dia 3 de agosto de 2026, causou-me espécie o que Peter Turguniev do canal ANCAPSU no YouTube disse que é "socialismo" a busca do melhoramento da humanidade, ainda que por via do Príncipe, do Estado, leia-se que por via de alguma outra instância como uma religião institucional como a Igreja Católica ou outra instituição como a família, poderia ser.




Então, realmente haveria um socialismo cristão e conservador e o anarcocapitalista assume ser esquerdista. Eu já desconfiava, pois a esquerda hoje é o status quo, ainda que apesar da bagunça causada pelas redes sociais online, e ela parece muito ordeira falando em política, diálogo, respeito cavalheiresco às mulheres, respeito aos mais velhos, e ordem, instituições, falando em leis como constituições, e até em mandamentos divinos para impor a atual totalitária lei da misoginia. Quem diria, logo a esquerda, ateia, com complexo de Édipo contra o pai e ressentida porque nenhuma mulher em sã consciência quer um homem de esquerda. 




Peter Turguniev é o esquerdista, de fato, ele que é o extremo do liberalismo como anarcocapitalista que ele o é, ele é o extremo da Revolução Francesa de 1789 faltando só a esquerda livrar-se da mistificação marxista e adotar o capitalismo que com muito mais eficiência sepultou o cristianismo sendo impensável, ó horror, o moralismo de melhorar a humanidade para prepará-la para a liberdade em vista de um bem, pois já é tirania, é "socialismo", diz o barbudo, tudo em vista da ganância, em vista do lucro capitalista como se o anarcocapitalismo não redundasse na venda do próprio Deus no mercado da falsa fé protestante e das falsas religiões no liberalismo religioso subscrito pelos falsos papas desde Roncali até o triste Prevost de hoje, até redundaria o anarcocapitalismo na venda de adoções de crianças, venda de órgãos humanos e carne humana em açougues com o intuito de promover o deus panteísta mercado.




Ontem, graças a Deus, ignorou-me no condomínio onde eu resido o aposentado por ser louco e homofóbico, homofóbico seja por uma questão de falta de estômago e de higiene, seja porque ele é mais um louquinho, histérico ocidental que seguindo na prática a episteme e moral judaico-cristã, segue mais a moral judaico-cristã como um hábito inveterado, no automático, ele é um moralistóide do que uma episteme que mostraria a ele a sabedoria cristã, o doido aposentado que talvez nunca tenha confessado os seus pecados a um padre. Deus, ó meu Deus, permita eu que procuro servir-Te que esse demônio aposentado por invalidez me esqueça para sempre ou que ele morra o que seria melhor ainda.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Um espiritualismo sem ilusões e com tentações

Autoria: João Emiliano Martins Net



A minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é um espiritualismo sem ilusões. A noção de ideias das coisas deste mundo radica-se neste mundo mesmo por mais imperfeito que ele seja, logo, o espiritualismo fundado por Platão tem na minha filosofia o conceptualismo, a correção feita por Aristóteles, discípulo de Platão, aos universais. 




In re, é o termo filosófico latino, para as ideias, gêneros e espécies, nas coisas mesmas, o cinceptualismo aristotélicos, não em um mundo separado. Então aí entra o realismo moderado de Santo Tomás de Aquino o que evita tanto empirismo cego para a capacidade racional quanto evita o racionalismo, o subjetivismo de dúvida do mundo externo, mas voltando-se para o objeto sem a involução copernicana do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) que é a virada antropológica onde o disforme quis uma autonomia humana à realidade que expulsa pela janela retorna resistente, impertérrita pela janela, ditando as regras, ela, a realidade rumo ao infinito, rumo a Deus, ao Sumo Bem, incluindo até visões do céu e do inferno onde está tostando Immanuel Kant. Visões vistas por Emanuel Swedenborg que despertaram o ressentimento e com ele a empulhação kantiana.




Eu não posso negar o impulso, tentação platônica, gnóstica, ascética, de minha filosofia, quiçá até ontologista de Vincenzo Gioberti em minha filosofia onde pela Luz (de Deus do que é o Bem e Sumo Bem) veremos a luz das coisas, a sua verdade, sem partir dos entes ordinários, mas do Ser Supremo.




Nesta Luz, ontologista, aí entraria a gnose, há a tentação de tornar mais claro o ente sem mediações e assim ditar uma meta-história, uma substância para história heteróclita humana, história confusa onde largado o homem a si mesmo e dado certas condições para o mal o homem opta pelo mal incendiado pelas paixões.
 

domingo, 2 de agosto de 2026

Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Pobre diário, ainda hoje dia 2 de agosto de 2026, tenho que escrever em ti aqui e agora sobre as broxantes críticas ao sedevacantismo. As tais podem explicar-se, da parte da garotada do Trad Talk do site YouTube, porque eles batem muita punheta e são sodomizados por travestis nas caladas da noite de São Paulo e Rio Janeiro, Porto Alegre ou aqui na minha cidade de Belém do Pará e tem que correr na emergência para os confessionários improvisados da Roma modernista e protestante. 




A crítica tosca que eu vi hoje no tal Trad Talk juvenil é que a posição jesuítica, daquele jeito juridicativo, legalista, da banca advocatícia, é que o herege precisaria de uma posição oficial, até em um concílio que declare aquele lobo, impostor como um não Papa, um antipapa, decaído do sumo pontificado. Ora, o gloriosíssimo Doutor Escolhido, o Doutor das Controvérsias, São Roberto Belarmino, um jesuíta que destoou de sua ordem junto com o cânon 188 e parágrafo 4 do Código de Direito Canônico de 1917, diz que o Papa herege está ipso facto deposto do pontificado sem a necessidade de uma sentença. Está fora tanto quanto o Senhor Jesus Cristo reconheceu que as suas ovelhas fogem de um filho da puta como Samuel Câmara ou um Wojtyla que beijou o Corão. Ele foi deposto o lobo por direito divino, por Deus, pela metafísica, a dura e resistente realidade disse não; o depôs como qualquer criatura não pode realmente, metafisicamente ser o Criador e ninguém nasce gay, ninguém nasce com um cu que não seja só para cagar.  Pois um herege não é membro da Igreja, não é cristão, muito menos a sua cabeça.




Bom, mas na correria da punheta batida e da sodomia praticada o que se vê é a correria para a Roma moderna da esquina. É da vida...

Chatice e diário: a inveja conservadora

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




2 de agosto de 2026. A chatice diária das alminhas conservadoras brasileiras e bem mesquinha, é a inveja que elas têm dos veados foderem e elas não. Pobrezinhos deles, dos veados, estão em uma situação absolutamente nefasta, chafurdando no cocô da inversão, fodem, pobres deles, com o cu, mas os conservadores deste país sentem inveja deles. Os conservadores gloriosamente quando raramente fodem o fazem pelas vias normais quando suas mulheres consentem em não fingir dor de cabeça para dar-lhes suas bucetas para aquele macho alfa alcoólatra, drogado, com chulé, barba por fazer, barriga de chopp, para implantar em seus úteros, túmulos, seus filhos que serão abortados in limine pelo contraceptivo que elas tomam até acabarem merecidamente gordas.




É longo o caminho do homem rumo à sabedoria, enquanto isso tropeça-se nas ruas do Brasil com lixos humanos estagnados no pântano da ignorância auto-satisfeita e invejosa. Ora, assim um pobre diário registra o pecado contra o Espírito Santo que é a inveja do horror normal e recomendável ao homossexualismo misturado muito mais à inveja de um Brasil maldito que sempre foi católico de IBGE, sem moral nenhuma para falar dos outros, uma republiqueta de apedeutas orgulhosos telespectadores de novelas de merda da TV Globo com seus pecados inconfessáveis de quem não raro macho alfa relaciona-se carnalmente nas ruas com suas trinta pretas putas, os seus veadinhos, com os travestis e com as falsas mulheres trans.

Diário e chatice

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É longo o caminho do homem rumo à sabedoria. Na Basílica Santuário de Nazaré aqui na minha cidade de Belém do Pará eu rogo pela sabedoria à Virgem de Nazaré, diante da imagenzinha clássica dela achada em 1700 e talvez uma das poucas imagens ali validamente bentas pois é da Igreja pré-conciliábulo. Eu posso todos os dias escrever o meu diário aqui neste meu blog e a coisa ficar uma chatice, porque na falta do entendimento, na falta da sabedoria, na falta de Deus, enfim, a vida torna-se mais rasa do que um pires e tudo é visto como um fenômeno de coisa, sem a coisa em si, sem a verdade, a seita do Prevost unindo do pentecostalismo histérico e que envolve o dedo do demônio da seita da renovação carismática dita católica até as seitas os jansenistas e galicanos do Instituto Bom Pastor e da Fraternidade Sacerdotal São Pio X com o dito tradicionalismo, mas mitigado, da parte deles.




Por enquanto eu, neste dia 2 de agosto de 2026, continuo frequentando a igrejinha do Prevost, fui até à Missa, ontem, na Paróquia da Santíssima Trindade, todos os dias vou à Roma modernista e acima de tudo luterana, protestante, a covardia é o meu carro-chefe, onde está o meu sedevacantismo? A religião acaba se prestando a ser um ópio, a ser um sintoma de regressão freudiana em busca de um pai, uma proteção diante da solidão, diante da pulverização atomística, nominalista da importância meramente de troca que têm os indivíduos solitários no neoliberalismo. João Calvino, o heresiarca protestante, propunha no início do capitalismo no avanço da modernidade pelo menos o testemunho interno do Espírito Santo abrindo o entendimento do homem à Escritura Sagrada, hoje nem isso, só resta o espírito de porco indo na Tudo Conveniência daqui da capital do Estado do Pará indo comprar de pão a lubrificante K-Med conforme o gosto e necessidade e eu tentando fazer uma amizade verdade com os escravos ou ditos "colaboradores" do lugar, pelo menos, na operação tipicamente materialista e capitalista de troca, trocando dinheiro por um bem.

sábado, 1 de agosto de 2026

Diário, meu diário: descaso, miséria, sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





1° de agosto de 2026. Georges Bernanos adiantou a podridão do conciliábulo Vaticano II em sua literatura chamando de miseráveis os que se dizem cristãos como os malditos brasileiros dizem-se cristãos, católicos de IBGE, sentimentalóides sem fé alguma como o próprio antipapa Wojtyla reconheceu, mas nada fez para combatê-lo. Eles vão do descaso, a indiferença que confunde-se com a miséria sem qualquer peso, perda, renúncia de monta, ante a pérola de raro valor que é o Reino do Céu, até um dia chegar ao despertar sedevacante. Há idiotas como o tal Gabriel Sapucaia, por causa de mulher e dinheiro de venda de livrinhos em feira com o ingrediente do delírio persecutório gnóstico, que depois da luz sedevacante, que é o outro nome hoje do cristianismo, como o cão retorna ao vômito começando pela resistência até ir hoje para o continuísmo como se o Vaticano II não tivesse sido o ano um da revolução, 1789 no cristianismo católico.




Nos últimos dias eu passei por algo assim do descaso e miséria, tão próprio do capitalismo onde não se sabe o custo para um dia colher um maço de cheiro-verde já compra-se-o em um maço no supermercado da esquina, mas pelo menos nas últimas horas algo da língua de fogo do Espírito Santo acendeu-se em mim. Diariamente eu tenho o costume de ir às igrejas católicas da minha cidade para rezar diante de seus sacrários, diante de imagens de madonas santíssimas e de São José. Consta que nos sacrários só há pão ázimo, pois sabe-se que as validade das ordenações cessaram na seita conciliar dado Montini ter adulterado a fórmula consecratória episcopal no ano de 1968. Que lástima esta horda desde Montini ter tomado os prédios públicos da Igreja Católica e nós, católicos, sermos mau-vindos dentro de nossa própria casa.




Eu ainda estou tentando cumprir o preceito dominical na Roma modernista, vai lá que algum sacramento é válido. Vai lá que Deus até dobra o meu joelho se eu entrando em uma igreja católica modernista eu não me ajoelhar ao negar a validade do sacramento ali no sacrário. O demônio é capaz dessa proeza, também, cuidado! Meu Deus, diário, meu diário, aqui escrevo em ti, que covardia, boiolice minha de não dar logo o passo da fé, o passo de sedevacantismo. Mas, pelo menos o meu dízimo e a minha oferta eu venho dando para um lugar seguro desde o mês passado de julho de 2026 para o sedevacante Seminário São José de Dom Rodrigo da Silva.

Highlights

Outros sites relevantes