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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Diário diariamente: Deus, ó Deus dos corajosos

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Deus, ó Deus dos corajosos, Senhor, ajuda-me a ser o teu escravo fiel e forte. Eu sou um covarde como raramente se viu, sou bicha, bicha, bicha. Ontem, dia 11 de agosto de 2026, eu conversava com um rapaz que apresenta-se como padre, o qual talvez nem padre verdadeiro seja dado ele ser um funcionário da seita conciliar. Eu omiti a minha simpatia sedevacantista eu ponto de eu dizer-me sedevacantista.




Deus, ó Deus dos corajosos. Deus daqueles cuja verdade não é no fim de tudo uma segurança humana, garantias humanas de que algum psicopata, demagogo inquilino do Alvorada será o seu deus mortal, o chefete de um Estado laico que é um cadáver, algo sem alma, o homem separado de Deus, sem a comida e a bebida verdadeiras que é a carne e o sangue de Jesus Cristo na Eucaristia.




Deus, ó Deus, ajuda-me!

terça-feira, 11 de agosto de 2026

O ânus guerreiro do Conde Chupeteux

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Apesar de toda a peste do erro, heresia dos protestantes em um debate recente de Internet o João do Areópago mandou muito bem, agora só resta ao Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Conde Loppeux de la Villanueva / Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cantar vitória que deu uma surra de ânus, de seu ânus guerreiro, no pênis do rapaz. O Chupeteux com zero de erudição e nota máxima de palpite inútil próprio dele em mais de duas décadas de palpitaria, a palpitaria, imperícia, chute próprio das redes sociais. Mas eu ainda prefiro mil vezes as redes sociais, a Internet, prefiro o autodidatismo do que estas madrassas que são as universidades do ocidente decadente inteiro entupidas de modernismo, racionalismo, sobretudo kantismo, marxismo, nietzscheísmo, desconstrucionismo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Prazer e poder: drama e esquema em face do espiritualismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Ave Pio XII!



O falso poder de um cargo político em que pese o auxílio de soldados, navios, aviões, armas e tecnologia para sobrepujar multidões assim obliterando a metafísica e sua questão mais abstrata que é Deus e ao mesmo tempo mais concreta, pois que o homem com sua inteligência é uma participação na inteligência infinita de Deus junto com todos os entes ordinários, até uma pedra, encerram por fim uma sabedoria, encerram a causa incausada que é Deus. Em que pese a questão do gozo, do prazer incendiando o homem de fantasias sensíveis visuais, gustativas, olfativas, tácteis, assim obliterando também a metafísica, porque imerso aos entes eles se tornam por si sinais amorfos, caleidoscópicos, tornam-se nomes sem os universais, sem finalidade no caso do prazer pelo prazer seja no limite da gula, na luxúria, no esteticismo vazio de algumas obras plásticas antigas e pioradas na modernidade, a futilidade das cantigas de amigo e no romantismo sobrepujando as hagiografias.




O drama encerra-se na história por si mesma sem o seu fundamento meta-histórico em Jesus Cristo. Encerra-se assim o drama, a frescura, o que seja no medo, na concupiscência dos olhos e da carne diante dos entes como as condições econômicas e sociais que obliteram a consciência e mais obliteram a autoridade do Papa, isso se tivéssemos um Papa e realmente não temos, pois a autoridade pontifícia sobrepuja as consciências. Não estou sendo esquemático, mas por mais que doa no espiritualismo como fundamento da história: o único drama aceitável é o da busca de boa vontade, sincera, orante e sacramental para acomodar-se a consciência à verdade hoje na tragédia das ovelhas estarem dispersas dada a ferida de morte sofrida pelo último Pastor, Pio XII. Ovelhas que podem acabar no perigo de acabarem por precipitarem-se em algum abismo sem que o Pastor, o Papa, venha resgatá-las.

domingo, 9 de agosto de 2026

Espiritualismo meta-histórico: o espírito sobre a mente

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




O espírito não reduz-se à mente, por isso mesmo sempre foi considerado um tanto amoral e imoral o louco, pois ele sabe que com todo o tumulto, confusão, angústia, antes do apagão da psicose, ele tem a liberdade invencível de seu espírito para buscar algum tipo de ajuda, uma medicação, um internamento psiquiátrico.




Uma filosofia espiritualista como a minha não reduz-se à mente, nem mesmo no caso da psicose no por fim apagão que ela organicamente impõe a nós que a ela padecemos, mas defende a liberdade do espírito humano para optar pelo bem e pelo Sumo Bem, Deus, portanto, desde a metafísica, Deus, passando pela epistemologia até a ética e axiologia.

Diário: um rápido vendaval de cocô

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





No final da semana passada passou um rápido vendaval de cocô sobre mim neste mundo onde permanece eclipsado o sol da Igreja Católica por uma seita conciliar. Eu conversava por acaso com umas completas idiotas sobre eu ser ex-gay, e eu o sou ex-gay e Deus me ajude, e uma delas queria apresentar-me rapaz rico para eu unir-me a ele já que eu disse que uma irmã minha uniu-se a um homem rico, outra ligou ser ex-gay com ter que contratar núpcias com uma mulher, não há o horizonte da castidade e celibato para a idiota em menor grau e malignidade do que a primeira.




Este mundo cagado, todo cagado, que jaz sob o maligno permanece com vendavais de merda, de trevas espessas neste longo interregno de Sé evidentemente vacante.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

O espírito como forma da história

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O espírito como forma da história é o que dá consistência à história não restando apenas nomes ockhamistas, não restando apenas indivíduos scotistas, haecceitas desconexos, zés manés na fila do pão e achando-se importantes porque estão meramente inseridos na feitiçaria da sociedade capitalista gananciosa da troca, pulverizados em períodos históricos de um mesmo povo e de diferentes povos. 




O esquecimento do espírito ocorre com uma má consciência moral e contra a lei natural para os pagãos sem a revelação não raro dominados e enganados pela maldade de caciques indígenas, aborígenes e chefetes pré-colombianos primitivos, carniceiros, canibais até lunáticos dominadores cabeças-de-toalha islâmicos e nestes povos vagabundos ocidentais pós-cristãos com dissonância cognitiva e histéricos reduzidos ao moralismo judeu-cristão sem nunca mais frequentarem um confessionário ou indo a seitas caça-níqueis protestantes de galpão.




É absolutamente cristã, é teológica a essência da história humana, a sua meta-história, neste mundo contra a qual a malícia humana tenta vencer incontornavelmente impotente (Sabedoria 7,30).




É bom lembrar que há os papistas papólatras no catolicismo que perdem a forma da história, perdem a razão, não  confiam na oração, influenciados, por exemplo, pelos manuaizinhos de tomismo de Reginald Garrigou-Lagrange colocam a obediência a homens, mesmo que seja o autonomeado Papa acima da verdade, acima da verdade da Fé. São bons nisso as tristes seitas galicanas de resistência como Instituto Bom Pastor, Trad Talk falsário do YouTube, o Conde Chupeteux de la Queimaruesca palpiteiro compulsivo e mentiroso compulsivo, segundo o próprio melhor amigo dele já falecido, Luiz Fernando Vaz, contou-me; junto com outras seitas e gente do mesmo tipo a exemplo da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

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