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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

domingo, 10 de maio de 2026

Mães protestantes catam cocô (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Entre um e outro dogma católico sagrado
Desprezado


Pelo pastor protestante bandido psicopata 
Insultado na cara
Os anjos alegraram-se.


Mães protestantes catam cocô
Sapatos no meio da casa
Sujos na lama


Cocô
Das periferias de Belém 
Sapateadores vendilhões pentecostais


Elas são um triste robô?
Ignorância invencível?
Em ocidental megalópole incrível 


Mulheres não são leais
Filhas de Eva 
Cadelas ferais.



A ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



A ontologia de minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano consiste em que o ser, o real, o mais real, é o espírito como substância do real para desespero dos idólatras de jezabeis feministas ou mulherezinhas ressentidas diante do fogão e do tanque de lavar roupas que querem prostituir os homens a elas e a fazê-los comer as carnes dos próprios filhos homens sacrificados a elas, autonomeadas deusas, senhôras, deixando o resto apodrecido largados no meio do caminho na forma de seus filhos depravados gravemente na forma de ridículos gays e machos travestidos de fêmeas. E tal espírito é uma pessoa e tal pessoa é Jesus Cristo que aceitou ser o sacrifício de um homem para que nós também sejamos sacrifícios de nós mesmos e com Ele vençamos negando-nos a nós mesmos, ainda que estejamos apodrecidos pelo homossexualismo ou pior pelo comunismo, a cada dia e tomando a nossa cruz após Ele. A ontologia de minha filosofia seria uma ontologia que desceu ao batistério. O espírito como o mais real em minha filosofia não é um espírito como um epifenômeno do cérebro, mas é Jesus Cristo, o homem espiritual par excellence. Ele foi real gostem ou não os incrédulos que têm não raro uma filha de Eva, mulher qualquer, Jezabel. Homens com complexo de Édipo, incontinentes homossexuais, comunistas, homens fantasiados de mulheres e tantos outros da raça de Caim. O espírito em minha filosofia não é uma no mínimo esquisitice de um cérebro superexcitado por algum mero trabalho do homem sobre a natureza como querem os materialistas históricos marxistas, o que condicionaria os homens como a animais na verdade sendo que a materialidade tomada por si só pode ser o apagão de toda a consciência que o diga Sócrates ensinando ao fogoso Alcibíades de que fazendo sexo com ele, Alcibíades não chegaria à verdade. E algum Dom Juan ou prostituta, um Benedito Nunes que escreveu um broxante ensaio chamado A Filosofia e o Milênio, já foi algum grande sábio ou na verdade alguém mesquinho, tirânico nas coisas deste mundo? Basta ver exemplos nojentos como um tal Márcio Rolim, obliterado no homossexualismo, ridículo, dando risadas patéticas repetitivas em monotom, não dizendo coisa com coisa em seus vídeos, magoado e frustrado por não ter os encantos de uma mulher, ele que é materialista histórico marxista precisa virar um idealista como eu para tentar explicar que o ele quer não é só a sodomia ao ponto que ele assim na prática sodomítica acabou aidético. A ontologia de minha filosofia não é um epifenômeno do cérebro o espírito ou até a loucura de alguém exótico ou psicótico que precisaria de "choque" para dormir, diria aquele bandido, ateu, Samuel Câmara, satanista, niilista, travestido de pastor, xingado de bandido na cara dele por mim, ele que toma um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos controlados para controlar acessos de fúria incontroláveis os quais ele padece, o que podem ser tais sintomas fruto de uma obsessão demoníaca dado ele ser um chefe de uma seita protestante herética ao extremo.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Penitência, penitência! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Ó eu aqui no exílio penitenciária 
Exílio do mundo
Onde bem, verdade e beleza
Ocultam-se e mostram-se
A quem não seja um cego, pária
Depois da confissão não mais imundo
É a penitência! Penitência!
Onde bem, verdade e beleza
Antes em orações
A cada palavra, boas ações
No suor da lei do trabalho
Bem, verdade e beleza
Na luz de Deus Luz
Veremos a luz
A luz dos entes
Neste mundo
Pobres aparentes
Coam e fazem brilhar a Luz.


terça-feira, 5 de maio de 2026

As férias de Márcio Rolim ou o incômodo da cruz

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Eu estou aqui cagando-me de medo de ser processado judicialmente e com justiça por Márcio Rolim, pois eu o injuriei referindo-me ao seu vício em homossexualismo e à AIDS que o acomete que ele contraiu por motivo fútil: farras homossexuais e sem ele ser um viciado em drogas injetáveis ou hemofilia se bem que é viciante o homossexualismo, eu digo isso por experiência própria. Injuriei-o no mural de comentários de um vídeo recente dele no site YouTube, pequei por ofendê-lo, segundo o Papa São Pio X em seu catecismo, até pedi perdão a ele na mesma área de comentários do referido site, mas ele está intratável, é infinita a mágoa da frustração homossexual misturada com a peste aidética sexualmente transmissível comum em LGBTs e prostitutas. Agi na raiva dado o anticristianismo dele causado pelo seu ressentimento de ser um invertido e esquerdista com aquela forma mentis canhota que inverte a verdadeira consciência a partir de meros bens sensíveis. Ele mais um convocado que o foi por Karl Marx junto com todos os ressentidos do mundo a unirem-se. Mas, desafiando um pouco a minha covardia escreverei aqui o que vejo.




Acabei de ficar sabendo no site YouTube que vai tirar férias Márcio Rolim, um militante LGBT, homossexual assumido, esquerdista anticristão assumido também e, ele próprio assim amaldiçoa-se vitimado pela imaturidade, inveja e misoginia extremada própria de homossexuais viciados na prática do esporte do mundo às avessas ao ponto de serem afeminados, ridículos como o próprio Márcio Rolim. Isto tudo junto à frustração, incapacidade homossexual que eu também padeço. Ele é aidético confesso. Ele é uma versão, pelo que é assumidamente anticristão e ateu, do anticristão, ateu, Samuel Câmara, outro ressentido, frustrado pelo moralismo puritano pentecostal, ambos recusam-se a pisar com pés santos em Belém do Pará, a minha cidade natal e onde eu vivo a vida inteira, e assim santificá-la. Márcio Rolim sendo natural do Estado do Amazonas, mas foi criado em Belém do Pará com pai ausente e mãe feiticeira. Recusam-se a bendizer Belém do Pará assim como os santos apóstolos São Pedro e São Paulo santificaram Roma, chamada de Babilônia por São Pedro Apóstolo em uma sua epístola católica (1 São Pedro 5, 13). Ele, primeiro Papa, em Babilônia onde fica a chamada por ele de eleita, a Igreja romana, à qual eu pertenço,  Igreja na qual ele pastoreou. O sangue de São Pedro e São Paulo apóstolos que santificou o próprio centro do império opressor. Que Márcio Rolim desapareça da Internet para não pecar mais na Internet com suas seitas, bolhas de radicalização para o bem ou para o mal. Que suma junto com Samuel Câmara, o mais bandido do que sucessor de Martinho Lutero em sua barraquinha feita pelo germânico no século XVI ao lado do trono tirânico do Papa, visto que se São Paulo Apóstolo, foi a inspiração de Martinho Lutero que desafiou o Sinédrio romano que cobrava um pedágio do homem aterrorizando-o com as penas meramente temporais do purgatório, apesar de que ai de quem não seja romano-católico, não terá garantido para si nem o aflitivo purgatório, ínvio vestíbulo de purificação das almas. E ele, o Apóstolo, desafiou com uma justificatória e aparentemente fiduciária fé em Jesus Cristo, se tomar-se isoladamente certos versículos de autoria do Divino Paulo, o pedágio cobrado pelo tirânico Sinédrio hebreu com o sangue de prepúcios, animais e com muitas centenas de legislações para o homem achegar-se a Deus. Os sucessores de Martinho Lutero aqui na borda do mundo como Samuel Câmara reinstituíram o pedágio por meio do vil metal, semelhante ao cobrado por Roma para a construção da Basílica de São Pedro, a fim de que tais sucessores luteranos falsos pastores possam levar uma vida nababesca no reino dos céus que eles imanentizaram aqui mesmo neste mundo em carrões, mansões, dinheiro lavado para empresas off-shore em paraísos fiscais.




O incômodo da cruz é que há uma chaga, a de Jesus Cristo, a verdade do ser da minha filosofia espiritualista que desafia o materialismo histórico marxista no qual há a fuga covarde da dor para buscar o prazer, que este mundo precisa aceitar segundo insistem os luteranos por meio somente da fé (sola fide) na dialética Lei x Evangelho luterano, aí o incômodo foi mais objetivo que é o que importa só da parte de Jesus Cristo, seja mais na subjetividade individual de cada crente no romano-catolicismo completando em si as chagas faltantes, do sofrimento de Jesus Cristo, segundo o mesmo Apóstolo (Colossensses 1, 24). O que pode ser um arroubo devoto da parte do Apóstolo, pois Jesus Cristo mesmo disse na cruz que sua obra estava consumada e só Jesus Cristo poderia substancialmente com caráter infinito dar uma satisfação em favor do homem à justiça divina ofendida pelo pecado humano, pois Deus é infinito.




A cruz incomoda o ressentimento humano, pois combate o contágio vitimário, diria René Girard. Um sacrifício já foi oferecido pelos erros humanos, o sacrifício de Jesus Cristo foi oferecido por Ele mesmo vítima e sacerdote, de uma vez por todas. Não faz sentido, é só amargor de uma alma o longo braço ressentido da revolução de Vladimir Lênin. Dor de cotovelo que poderá fazer o tal Márcio Rolim insistir em processar-me judicialmente, ele é de esquerda estará apenas cumprindo a sua função vil de subalterno da revolução, de uma revolução que é na verdade um atraso para a humanidade em manter os holocaustos humanos, sanguinários, fruto do da maligna falta de perdão e de quem como eu que pedi-lhe um sincero perdão e ainda fui confessar-me ao padre. Vem da parte de ateus e esquerdistas a inveja da luta de classes marxista de pobretões ignorantes proletários querendo roubar a legítima propriedade privada dos burgueses, passando por gays e lésbicas fracotes, incapazes, como se fossem emasculados, do relacionamento correto com o sexo oposto, até machos fantasiados de fêmeas e vice-versa achando que não são machos e fêmeas confundindo o travestismo, a fantasia, os trajes, o Carnaval com a realidade sonante da biologia que marca fortemente como machos ou fêmeas os mamíferos mais superiores como orangotangos, macacos-pregos, micos leões dourados, chimpanzés e homens.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

O Ser incontornável

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O Ser incontornável mostrou-se patente em Jesus Cristo onde Ele parecendo estar largado no mundo, o Dasein heideggeriano ou estar votado ao nada, à morte, o ser-para-a-morte, também do nazistóide Martin Heidegger, mas Jesus Cristo foi fiel ao Pai em sua agonia mortal no horto das oliveiras dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a Dele, pois antes pediu que lhe fosse passado o cálice do vinho sem mistura da ira divina atiçada pelos pecados dos homens que Ele deveria beber até a última gota. Diante no nada da morte na cruz, o instrumento de punição cruenta dos dissidentes do poder tirânico humano da época, o ser-para-a-morte do nazistóide e dos incrédulos, se Jesus Cristo recitou o salmo que questiona Deus o porquê Dele tê-Lo abandonado, em seguida entrega ao expirar o seu espírito realmente livre e existente ao Pai, os incrédulos têm apenas um espírito de porco.



O Ser incontornável dá-se no Cristo Jesus, Ele mesmo o Ser possibilitador dos entes e entregou-se à morte pela salvação dos entes humanos tornando-se o Ser, o Cristo Jesus, um ente ordinário em sua encarnação fazendo a eternidade vir ter no tempo, ínfimo período na eternidade que faz uma besta covarde como um Benedito Nunes capitular, desistir para viver o tempo de sua porca vidinha mortal cuja anti-ontologia hibernava a sua falsa consciência para idolatrar alguma coisa, uma entidade contingente, criada, que não poderia por si dar-lhe a verdade como o Ser incontornável, Deus, poderia dar-lhe, a besta Benedito Nunes quis contornar o Ser tornando-se o escolástico de ideologias funestas do século XX, o ideólogo de tiranos cegos para a ontologia, para a realidade enquanto realidade, o Ser, cuja substância é o espírito feito carne na pessoa de Jesus Cristo que é o ponto arquimédico da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Metafísica e ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



Metafísica e ontologia na minha filosofia do espiritualismo (decididamente a presença chagada de Jesus Cristo na história) meta-histórico e dialético platônico e agostiniano são algo que não restringem-se a um sistema, rótulo, um estigma da pequena razão humana com sua biblioteca de ideias. O ser, o Ser Supremo, a mais alta ideia humana e o sistema que tudo enfeixa, encerrando tudo em Si e ao mesmo tempo abrindo para possibilidades infinitas, porque é bem triste acabar como o psicopata Samuel Câmara acabar buscando a segurança humana em um divã de psicólogo ou de um psiquiatra enquanto o demônio é mais forte impondo uma obsessão sobre esse infeliz que tem acessos de fúria incontrolável que o faz tomar um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos, um informante meu de dentro da seita protestante do maldito disse-me isso. Tal Ser Supremo, Deus, tal ideia, a infinitude metafísica em minha filosofia espiritualista ou melhor cristã da história ou meta-história é Jesus Cristo, é algo que nasceu, cresceu, comeu, dormiu, morreu e ressuscitou. É tal homem, Jesus Cristo, carne divinizada que foi torturado, assassinado cruelmente que recapitula todos os seres em Si e que é o Senhor da história que convida todos os homens por meio de minha filosofia a fazerem da história, a fazerem de suas biografias, histórias pessoais e institucionais não uma comédia de erros segundo sistemas, rótulos ideológicos, racionais, religiosos, estatais, lógicos, meramente moralistas, legalistas, mas Ele nos convida junto com o gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho a que SEJAMOS, que SEJAMOS reais mesmo que nos calemos ante ao fulgor, o brilho da luz do Ser, Deus Jesus Cristo, do qual participamos e até nos ofusca com sua luz, Ele que é a Luz e por sua luz vemos tal Luz e a luz das coisas, nas chagas e humilhação até ao pó desse Deus encarnado punido pelos nossos pecados os mais nefastos que sejam assim as coisas são participantes das ideias de cada uma delas no mundo puro das ideias platônicas que encontram-se em Deus apesar de ideias serem ainda rotulagens, Ele nos dá a lucidez.


Metafísica e ontologia para a minha filosofia é algo que sangra, é o Cristo ferido de morte. 

sábado, 25 de abril de 2026

Iluminados para amar | E servir (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Iluminados para amar 
E servir
A luz do fogo iluminava as janelas em volta
Os iluminados gritavam: Viva Nossa Senhora de Nazaré!
Iluminados pela luz da verdadeira fé
A chama do incêndio destruindo a seita protestante de Belém do Pará marca o porvir
Um belo necrológio a João amando a Deus sobretudo
Pois contas serão cobradas no Juízo Final que há de vir
Com gasolina se armar
O ódio perfeito 
Espera-se mais que tudo
Àquele protestante herege muito mais niilista
Satanista
Mais que tudo.

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