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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Deus, meu Deus. Diário, meu diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Deus, meu Deus. Diário meu diário. Aquele incapaz, inválido para o trabalho, por mais nojento que seja quem seja veado, o praticante de atos homossexuais, pérfido como os judeus que nunca querem se converter. O inválido que mora no meu prédio é invejoso, calou fundo nele, eu vi na cara imunda dele, eu chamá-lo de invejoso e com toda a educação, delicadeza fruto da minha baixeza que é a minha covardia ou extrema educação.



Deus, meu Deus. Madona Santíssima, que a Vossa maternidade divina atraia-me para a proteção de Vosso manto sagrado e eu tenha bastante fé para vencer este mundo ocidental com sua episteme judeu-cristã como costume e estampa, mas sem fé, oscilando entre a hipocrisia e o moralismo histérico, violento dos que nunca querem se converter.

Diário querido

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Eu acho que eu me rendo em primeiríssimo lugar a Ti, ó meu Senhor e Deus, e escrevo aqui no diário querido, eu que tenho tendência para ser veado, eu sou ridículo, os outros adversários não seriam tão invejosos assim. Hoje à tarde eu vi uma bicha militante no Instagram, a tal Armandinha Herculana (Armandinho Herculano), bicha assumidamente bicha e fofoqueira. Deus, Senhor, meu Deus, meu tudo, que nos destes a Mãe Maria, que bicha burra esta Armandinha, militante, ressentida com sotaque nordestino chique-chique rapadura, jumenta macho-fêmea de Mossoró vinda da seca, ressentida, porque os homens preferem as mulheres de verdade, aquelas com vagina, eu até falei mal das vaginas, perdoa-me, ó Deus Senhor.




A bicha Herculana, bicherrérrima que quer ser bicha para sempre, já deve estar com hemorroidas e com AIDS com tanta militância e ressentimento, ela que disputou com o excelente Thiago Braga, ressentida, porque Helena de Troia era branquela e não preta como no recente filme Odisséia, fruto do ressentimento, e os gregos antigos preferiam as brancas, as brancas com vagina de verdade, por favor, nada de uma trolha e para piorar pau molenga por profissão como a da bicha Herculana.




Deus, ó Deus, perdoa-me, eu que sou um miserável com tendência homossexual, sou alguém com uma inclinação detestável e a ser ridículo como a bicha Herculana e tantas outras bichas. Ajuda-me, ó Deus, a ser sempre ex-gay, macho, bem macho, machochô.

Querido diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Querido diário, lá vai mais de minha pena sobre ti.





Aquele incapaz, aposentado por ser um doido furioso, segundo ele mesmo admitiu para mim fumando maconha para ficar mais doido ainda, que mora no meu prédio, ele há de ver,  Deus permita, a minha fé que sustenta a esperança e dá frutos de caridade e não fingimento para parecer bonzinho na sociedade, ele há de sentir o quanto ele tem apenas inveja dos veados transantes em sua alma podre com seus ossos secos de quem morreu e secou, porque nunca mais confessou os seus pecados a um padre ou nunca soube o que é o sacramento da confissão.



Obrigado pelo espaço, querido diário. Sobretudo, obrigado a Ti, ó Deus meu SENHOR, pois é só para Ti que eu escrevo.

Uma antifilosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Se a filosofia é a preparação para morte, segundo Platão, os boiolas alemães do Christopher Street Day, deste domingo 26 de julho de 2026, arriscaram-se na comum antifilosofia sempre kantiana ocidental, de não terem nenhum preparo, e contando com o verdadeiro pão vindo do céu que é Jesus Cristo que o ocidente despreza a começar pelo Prevost e seus antecessores desde Roncali diferentemente do pobre Platão pagão que no diálogo Fédon ou da Alma ele menciona uma nova revelação que ainda viria com a Igreja Católica. Os veados passaram perto de morrer, pois no sábado (25) houve um atentado terrorista perpetrado por um islâmico cabeça-de-toalha, chamado Abdul Ballout, talvez mais uma versão bolsonarista e do MBL invejosa, ressentida que há no mundo. Gente invejosa, ressentida que  não pode por filiação supersticiosa religiosa forçada ou não consegue encher generosa e satisfatoriamente o cu de rola como os gays do Christopher Street Day alemão, mas com seu pinto de pequeno a médio tem que se dar ao trabalho de preencher o vazio que há entre as pernas de uma mulher qualquer. O terrorista matou uma pessoa e deixou 29 feridos.

domingo, 26 de julho de 2026

Breve rascunho de um diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Brasileiro não é de nada. É um povo chinelão, omisso, servil, covarde, amorfo. Brasileiro não suporta os grandes abismos de sofrimento dizia mais ou menos assim o dramaturgo Nelson Rodrigues. Eu, como brasileiro, não fujo à regra maldita deste continente puñetero, América Latrina, onde aliás fica o Brasil, diz que o maior país católico do mundo hoje ficando o maior país ex-católico do mundo. Eu arrogando-me publicamente um sedevacante desde este mês de julho de 2026, dei-me conta que há muito sou praticamente um sedevacante, quando houve as sagrações episcopais na Fraternidade Sacerdotal São Pio X, a seita de Dom Marcel Lefebvre, seita passapanista dos erros da seita conciliar. Bom, apesar de assumindo-me sedevacante, eu, brasileiro, chinelão, tenho ido todos os dias nas igrejas católicas de minha cidade de Belém do Pará, tomadas há décadas pela horda modernista, tenho ido nelas para rezar, passo à frente delas nas ruas, mormente no Largo da Trindade na igrejinha da Santíssima Trindade onde eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro de 1978, e benzo-me. Ontem fui à Missa no rito protestantizado de Montini na Capela Nossa Senhora de Lourdes. Enfim, será que aqueles sacramentos são válidos? Será que eu não estou sendo desrespeitoso de não ajoelhar-me diante daquelas hóstias no sacrários infiltrados pela horda desde o Vaticano? Enfim, será que o rito de Montini, Paulo VI, não será válido dada a validade por talvez válidos bispos sagrados pelo duvidoso sacramento da ordem modificado por Montini? Os meus colegas sedevacantes asseveram que a fórmula consecratória episcopal foi gravemente mutilada e assim invalidada. Bom, este aqui é o tal maior país católico do mundo, mas aqui o catolicismo pesa menos do que o fingimento, a trapaça, o excesso de Carnaval e cachaça junto com pouca oração, o jeitinho, junto com o ser chinelão, Zé Mané na ralé de povo e na elite que é ralé, cética, socialistinha, indiferente religiosa.




Outra coisa que eu gostaria de destacar neste breve rascunho de um diário é que eu conversava com um idiota completo qualquer, ele que é bolsonarista, é que eu dizia-lhe que ele tem inveja dos veados, dos boiolas, eu hoje digo-me um ex-boiola, digo que estou macho, macho, machochô. Bom, ele teria inveja, na minha opinião, porque ele vê os veados com pênis na mão empunhando-o como um troféu e como recheio em seus rabos, preenchendo-os, e eles só com o vazio, a vacuidade do buraco vaginal tendo que eles darem-se ao trabalho preenchê-los, dando-se o trabalho de comê-lo, comer o nada, pois mulher é passiva. A inveja, ressentimento de direita é conforme o comum ressentimento bolsonarista e bolsonarista diz-se ser cristão, mas é só falsidade pois são heréticos evanjegues protestantes e o restolho que sobra é só estampa cristã, é fingimento. Os caras não podiam tocar uma punheta no banheiro, os seus pais não permitiam-lhes, restou a eles a mágoa de verem os veados dando o cu, o que é muito mais e pior diga-se en passant, então, dá-lhes a dor de cotovelo e de verde-e-amarelo que os acomete, eu dizia isso tudo para o mais completo retardado mental que ainda vai acabar virando evanjegue protestante.




Também tem um incapaz, um doidinho de bairro, doido clínico literal que pelo comportamento está querendo voltar pela enésima vez ao manicômio, quem sabe até agora de vez para o manicômio judiciário junto com o psicopata Samuel Câmara. Ele reside no meu prédio e odeia-me, ele odeia veados, apesar de conversar com eles e já ter proposto comer-me. Ele, é bom lembrar, é o único da anormalidade que é a minha vizinhança individualista autista, que já convidou-me para ir à casa dele, eu fui. Ele está angustiando-me. O filho da puta já xingou-me de veado na rua em vezes que eu tropecei com o filho da puta na rua, o incapaz, aposentado por ser doido. Já disse que ele tem inveja dos gays e isso calou fundo no demente. Desconfio que ele está sabendo de um porre homérico que eu tomei quando eu cheguei até a tirar a roupa, isso já aconteceu comigo em outros porres. Ele quis chutar-me na bunda uma vez próxima passada, porque na calçada do prédio, mas na calada da madrugada eu relacionei-me carnalmente com um mendigo. Enfim, o maldito vizinho está dando-me uma dor de cabeça, mas veremos quem sentirá mais dor de cabeça se eu ou ele, visto que eu julgo ter muita fé ao ponto do indefectível sedevacantismo e ele é um qualquer brasileiro, católico de IBGE que há anos não sabe o que é uma confissão. O cristianismo que é em si uma pedra, uma dor de cabeça aos incrédulos e é a histeria, é a ira impotente aos moralistas de cueca invejosos, ressentidos, porque não fodem tanto quanto gostariam enquanto os veados fodem mais que eles e fodem melhor com um troféu roliço de carne em mãos não acabando como doido da pracinha aposentado com um buraco cabeludo, um vazio cabeludo.

sábado, 25 de julho de 2026

Um anão sofístico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um anão sofístico é um derrotado filosófico, anti-metafísico, na certa que frequentador fortuito da seita do Prevost, que admira uma grande construção teórica como a obra de um Santo Tomás de Aquino, mas ao mesmo tempo reduz tudo ao iPhone da moda que comprou para repetir o legalismo de leis injustas, sem fundamento nas leis eternas, se o anão for um advogado e se for um professor de filosofia é mais um enjaulado na jaula kantiana de que o conceito kantiano de humano não permite nenhuma abertura para a verdade como a episteme de Michel Foucault é a forma de jaula kantiana para uma barreira inconsciente de um poder atuando em um certo período histórico em uma sociedade que não permite o acesso à verdade, ao real.

Destruindo os inimigos (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Ah! Eu a ti amo meu inimigo
Aí de mim!
Divino mandamento.
Conta amigo se eu te bater
São leais as minhas pancadas
A história, o contexto, as circunstâncias 
A analogia do ente na cultura
O idioma português sacudindo as paredes
Sacode o teu torpor
Sem histeria moralista brasileira 
Sem fé, só emoção.



Não te enganes 
O tempo é limitado
Não tarda caíres em ti
Sei que já acordastes 
Se tu fores contumaz
Deus permitindo
Eu vou te destruir
Não deixarei de ti nem pó
Ódio perfeito
Ao teu ódio ao Perfeito
Ens, Unum, verum, bonum.

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