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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Um pobre espírito (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É semiloucura
O louco que não surta
Outros enfim surtam...
No fogo da paixão
O príncipe deste mundo o cegou
A paz nos outrora templos católicos
A horda modernista os tomou
O pobre espírito
Por vezes enriquecido 
Soube da doutrina celeste
O sedevacantismo
Mas é o cão ao vômito tornado
Não aguentou
Foi aos museus do cristianismo 
A horda modernista os tomou
Ó pobre espírito 
Queres a paz de Cristo
Os modernistas a paz do mundo
Pax Romana: César redivivo
Democracia, liberalismo, modernismo
Agnosticismo über alles
Um assumido vácuo Divino César
Eram loucos os heresiarcas conciliares?
À primavera planejada
Eis o inverno
A vida católica sepultada
Ó pobre espírito vai ter aos sedevacantes
Nas trincheiras, catacumbas 
Subterrâneos do novo Império Romano.

terça-feira, 14 de julho de 2026

A Fraternidade é pouca e miserável coisa

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






É pouca e miserável coisa a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Os senhores dessa seita de Dom Marcel Lefebvre não rompem de forma salutar de vez com o Prevost, Leão XIV, um herege modernista, comunista, maçônico, protestante, liberal, ecumênico; um homem que é na cara de quem possa ver um herege junto com seus predecessores conciliares. Prevost que nem é bispo ou pelo menos um diácono ordenado dada a invalidade das sagrações episcopais desde o ano de 1968 quando a fórmula consecratória foi alterada omitindo-se a função própria do bispo. 




Enfim, a seita de Dom Lefebvre tem a oferecer algo de pouco, miserável e praticamente nulo ao não romper de uma vez por todas, corajosamente vindo para o sedevacantismo, com os corifeus conciliares, porque se não fosse ao sacramento da ordem dessa seita lefebvrista ter mantido a fórmula consecratória antiga para a sagração de seus bispos para assim essa seita ter validamente presbíteros e diáconos, mas ao mesmo tempo os corifeus da tal Fraternidade Sacerdotal São Pio X expõem-se à uma farsa de terem um chefe como Prevost que é só um leigo vulgar expondo-se e expondo o seu povo ao pecado mortal de cisma e heresia contra os verdadeiros papas desde São Pedro Apóstolo que antecederam aos farsantes apóstatas, cismáticos, hereges conciliares nomeadamente chamados de papas por tal grupelho estar unido a tais homens.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Seta e máxima contra a mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um bando de mulheres juntas não dão um só homem. A mulher é sempre subalterna ao homem. É coadjuvante. Todo o primeiro passo vem do homem e também os seguintes até o fim. Um mundo de mulheres é um mundo inexistente simpliciter, além de ser um mundo muito chato pelo aborrecimento que é para as próprias mulheres a companhia de outras mulheres ou de um lugar onde só há gays afeminados, dominados por sua afeminação tão terrivelmente pelo demônio, que são os homens-fêmeas.

O perigo espiritualista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


O anão disforme de Königsberg 



Na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano há o perigo do espiritualismo. O perigo é o de levá-lo a tal ponto das ideias das coisas deste nosso mundo sensível cá de baixo, imperfeitas, certo, ele não nos dá a verdade completa das ideias ou das coisas mesmas, os fatos ásperos, tomando o avanço do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho, mas é que sem levar em conta a correção feita pelo Filósofo (Aristóteles) ao seu mestre Platão, na concepção platônica de essências em um mundo à parte, o das ideias, e não a partir do que há de criado no mundo, sem odiar de forma gnóstica como Olavo de Carvalho os sensíveis corporais, caímos no kantismo do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) com a sua incognoscibilidade da coisa em si, tudo neste mundo seria fenômeno, ou cai-se no racionalismo de querer-se junto com René Descartes, tirar tudo de mundo, corpos, toda a externalidade, da mente humana, do subjetivismo, da consciência diante da qual o mundo não deve-lhe prestar contas ele já está aí muito antes dela e a estapeia de vez quando despertando-a. 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Olavo de Carvalho, a besta gnóstica concretista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Olavo de Carvalho, talvez inspirado pela besta humanista Mário Ferreira dos Santos junto com a gnose olavista, era de um concretismo bestial, junto com Mário Ferreira dos Santos. É evidente que toda a prática humana basear-se-á em um idealismo, em um abstracionismo e não no casuísmo, no suborno ou até chantagem de uma circunstância qualquer desconexa por mais dolorosa que seja que o diga os mártires que derramaram com angústia e dor insuportável o seu sangue pelo tal "abstracionismo" das "ideias cristãs". Mas Olavo de Carvalho era mais um idiota brasileiro, portanto, um católico de IBGE. Neste sentido pode-se dizer, sim, a burguesia, a Igreja Católica, a Maçonaria nas quais os seus membros mais eminentes, capazes ou até sortudos em um dado momento propício reuniram-se para fazer algo e agiram ou até uns dois ou só um deles genial agiu e venceu, mas em nome, sim, de um ente ideal, abstrato, porque só uma besta não consegue apreender a essência, o universal depois do trabalho no particular, individual, mesmo que de um dado aparentemente solto. 



A gnose de Olavo de Carvalho era tão, tão, tão acentuada que no afã de livrar-se de clichês como ideias, universais abstratos e semelhantes, ele acabou burro a fim de "presentificar", segundo a "ideia", o universal abstrato no fim das contas do conhecimento por presença dele. "Presentificar" o real para sentir a aspereza do real, porque a até chantagem, suborno de circunstâncias concretas podem ser acessíveis a um só indivíduo, mas a dois ou três ou mais indivíduos só a "ideia", "hipostasiada" daquela coisa é que é acessível a mais gente. O homem é um bicho metafísico até ao fim.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Cristianismo: potestade e a liberdade (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A Tua causa
A guerra da verdadeira tirana
A má paixão 
Contra mim
Contra Ti
À Tua potestade
Eu posso fazer o bem
E verdade e belo
Analógicos neste mundo
Do que há neste mundo
A luz sempre brilha nas trevas
As qualidades
Ens, Unum, verum, bonum.



A liberdade
A serenidade
Até com irascibilidade 
Ver e dizer
Analógicos neste mundo
Do Teu Coração Sagrado
As ideias
Neste mundo
N'outro mundo
Gnósticos, diretos fatos.



O Imaculado Coração 
Dele veio-nos a Ti
A ciência
Nos percalços cá de baixo.
A criação transfigurada
Maria!
Dela o cristianismo 
Da maior das criaturas 
A melhor ideia
O fato da divina gestação
Além da ideia
O fato gnóstico gestacional 
A potestade 
Enfim a liberdade
Sob o teu sinal
Ó Cristo
A tua morte brutal
Antes sete espadas cravadas no Imaculado Coração.

Gilles Deleuze, a besta "criadora" suicida

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Gilles Deleuze, a besta que para piorar suicidou-se, não teve a coragem de suportar mesmo que os mais atrozes sofrimentos, ele estava doente quando matou-se. Suicídio alegadamente motivado, segundo os que entendem de sua obra e segundo o que eu já pude entender da mesma, pela concepção vinda do ânus de Deleuze de achar que conceitos são "criados" pelo homem como se metafísica e moralmente somente Deus Senhor não fosse o de fato Criador. O homem não cria conceitos, mas por meio do pobre mundo sensível por analogia a alma humana compara entre este mundo nas circunstâncias concretas, históricas, ainda que por meio de situações as mais loucas e dolorosas deste mundo decaído, o homem analogicamente as espelha com sua alma que veio de Deus, que veio d'outro mundo, o que há de semelhanças e dessemelhanças com as qualidades de bem, verdade e beleza; Ens, Unum, verum, bonum cuja suma é Deus e compara o homem com este mundo cá de baixo que jaz sob o domínio do demônio.



E assim o homem concebe a verdade do ser adaptada ao particular da circunstância vivida pelo homem e abstrai o universal, faz ciência, finalizando com a devida ética para corrigir o mundo, se for o caso.

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