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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 23 de junho de 2026

O demônio

Autoria: João Emiliano Martins Neto





O pedaço de ferro
O demônio e ou o homem
Vai com isto agredir
O perseguidor é mortalmente chato
Ele insiste
Tenta
Persiste
Tu demônio seduziste
Na paixão do sexo
Fugir da paixão da dor
Prepara-te crismado 
Soldado
A paixão de Cristo
É tua paixão 
És o corpo açoitado do Redentor
Além do Bojador?
Além da dor.





O demônio do medo
Ele, só medo
Confundiu liberdade com licença.



Ao Sumo Bem
Doa como doer
Coragem!
Violência contra si
Castidade 
Sem outros deuses
Para além da dor
Fora com buracos de ratos e baratas!
Infectos
Fenômenos
Acorda! Sai da caverna!
São infectos buracos!
Além do Bojador
Sofre a dor
O ferro, o soco
A paixão por Deus
Eis o demônio 
Eis os seus macacos
Homens maus
Neste mundo medíocres
No inferno menos do que pó!

sábado, 20 de junho de 2026

O pastor do demônio (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O sorriso arqueja as rugas
Do pastor do demônio
A árvore da morte plantada no mundo
O fruto da obsessão à finitude
O tédio
Rugas do tempo
A interdita árvore da vida.



A criação é totalmente depravada 
Resta da neurose 
A trapaça
A vesga esposa branquelona enrugada com cara de tonta
A tonta Eva iludida
Desejar como se prostituta fosse.



O Senhor ignora o iníquo
Pelos seus frutos os conhecereis.



É o pastor do demônio 
É um vampiro
Sanguessuga, explorador
Tirano e tiranizado
Ajudante bem mesquinho do anticristo
Nada se compara a um Papa, a um cardeal.



A sua loucura será patente a todos
Naquele dia do juízo
Nu com sua amante
Ao soberbo a aparência de equilíbrio
Ao humilde e justo a demência?
O fogo eterno aguarda o cético
O pastor do demônio.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O filósofo: o metafísico e o ontológico

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A vocação do filósofo é ser um metafísico e um ontológico. É impotente, é ridícula a tentação pós-moderninha atual do sofisma das narrativas, de querer-se manipular a realidade, o porquê profundo (metafísica) e a ciência da estrutura do real (ontologia) com discursos, na verdade tal sofisma é bem velho já da época de sofistas da Antiguidade Clássica como o fazia o vendilhão Protágoras de Abdera.




Vencida a falsidade dos falsos deuses do Olimpo tão panteísticamente próximos, em uma promiscuidade, dos mortais incluindo Zeus ou Júpiter querendo possuir carnalmente a Ganimedes, a Filosofia tornou-se uma mera empregadinha doméstica de sua senhora, a Sagrada Teologia. O Deus feito homem em Jesus Cristo com o Seu exemplo de sacrifício cruento deu o exemplo da contemplação do dogma, o horizonte definitivo dogmático do ideal na visão do mais real: Deus, dado como ideal para a insuficiência humana, que é o real querido pelo Sumo Bem, Deus, que a tudo que fez comunicou o seu bem.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Um filósofo para adolescentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Friedrich Nietzsche é como dizia Olavo de Carvalho, ele era um filósofo para adolescentes. Porque só alguém com sintoma frontal ou com a confiança insana da própria sífilis terciária para dançar diante de um abismo, para alegrar-se com a falta de sentido, sendo um tal filósofo-legislador sem conseguir na verdade impor lei alguma, sem conseguir nunca transvalorar os valores existindo lei ou valor intrínsecos às coisas ou não. Se não existirem o dançarino é apenas alguém ridículo, um palhaço bobo alegre, bailando em meio ao caos, ao abismo invencíveis.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Vampiros! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ah! Esta paixão
Perto do mar
Longe do cruz
Embotamento ontológico
Sem reflexão nada de luz
É a transformação do mundo
Ativismo
Complexo de Édipo
Não largou o seio da péssima mãe
Rancor a uma futura mãe
Sua esposa
Vitimismo 
É o homossexualismo 
Vampiros! Vampiros! Vampiros!
Ora heterossexualismo e homossexualismo 
Normalidade e anormalidade
Digladiam-se 
Monstros cegos do desejo
Da paixão 
Neste torrão 
Brasil
De católicos não praticantes
E evanjegues protestantes
Ó vampiros, orgulhosos 
Resistindo à Palavra 
Dou-lhes o humor, a piada
Humor metafísico 
Humor de qualidade 
Vossos brios
Vossa vanglória cairá
Pênis ao chão
Em trombose hemorroidária 
Cairão!
Um simples prognóstico
Pois não vive o homem
Só de pão!

terça-feira, 9 de junho de 2026

Por que a Republiqueta precisa da má notícia do Psicopata? (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Ei, bandido! Filho da puta! Psicopata!
Na Republiqueta no instante de dor
Ó voltem metafísica, ontologia
Vampirizadas pela cobiça
Lucro
Só se quer os fregueses na seita
Negócio privado do corifeu
O maldito psicopata.





Ó psicopata
Ridículo repetitivo 
Sem dar-se conta do mal
Sem memória afetiva
Aquela graça disputa a tua aparente solidão
Ó neste teu reino quebras os ossos, faze-os picadinho 
Calcula ao menos na tua gélida cuca
Como os demais não podem
Assírios, babilônicos, romanos o és
Punindo a pífia Republiqueta 
O remédio amargo aos maus católicos 
No inferno serás um punhado de cocô
Tu que aqui moves o Aqueronte.

sábado, 30 de maio de 2026

"antes que seja tarde"! (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A psicopatia expõe despudorada
Completos retardados mentais
Até ontem católicos não praticantes.



Relapsos, vazios, temerários, mortes-vidas fecais
"antes que seja tarde"!
Escreve o psicopata sem mais nada.



Diz ele:
"Nada a perder"!
O tudo da finitude a ter.



Sede de poder
Prazer (cochicha um demônio: para os mais frívolos)
Dinheiro (cochicha outro demônio: para os mais idiotas)



Bandido! Ei, bandido! Psicopata! Poder?
Um alerta! Poder só o piedoso vem a ter.

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