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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Seta e máxima contra a mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um bando de mulheres juntas não dão um só homem. A mulher é sempre subalterna ao homem. É coadjuvante. Todo o primeiro passo vem do homem e também os seguintes até o fim. Um mundo de mulheres é um mundo inexistente simpliciter, além de ser um mundo muito chato pelo aborrecimento que é para as próprias mulheres a companhia de outras mulheres ou de um lugar onde só há gays afeminados, dominados por sua afeminação tão terrivelmente pelo demônio, que são os homens-fêmeas.

O perigo espiritualista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


O anão disforme de Königsberg 



Na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano há o perigo do espiritualismo. O perigo é o de levá-lo a tal ponto das ideias das coisas deste nosso mundo sensível cá de baixo, imperfeitas, certo, ele não nos dá a verdade completa das ideias ou das coisas mesmas, os fatos ásperos, tomando o avanço do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho, mas é que sem levar em conta a correção feita pelo Filósofo (Aristóteles) ao seu mestre Platão, na concepção platônica de essências em um mundo à parte, o das ideias, e não a partir do que há de criado no mundo, sem odiar de forma gnóstica como Olavo de Carvalho os sensíveis corporais, caímos no kantismo do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) com a sua incognoscibilidade da coisa em si, tudo neste mundo seria fenômeno, ou cai-se no racionalismo de querer-se junto com René Descartes, tirar tudo de mundo, corpos, toda a externalidade, da mente humana, do subjetivismo, da consciência diante da qual o mundo não deve-lhe prestar contas ele já está aí muito antes dela e a estapeia de vez quando despertando-a. 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Olavo de Carvalho, a besta gnóstica concretista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Olavo de Carvalho, talvez inspirado pela besta humanista Mário Ferreira dos Santos junto com a gnose olavista, era de um concretismo bestial, junto com Mário Ferreira dos Santos. É evidente que toda a prática humana basear-se-á em um idealismo, em um abstracionismo e não no casuísmo, no suborno ou até chantagem de uma circunstância qualquer desconexa por mais dolorosa que seja que o diga os mártires que derramaram com angústia e dor insuportável o seu sangue pelo tal "abstracionismo" das "ideias cristãs". Mas Olavo de Carvalho era mais um idiota brasileiro, portanto, um católico de IBGE. Neste sentido pode-se dizer, sim, a burguesia, a Igreja Católica, a Maçonaria nas quais os seus membros mais eminentes, capazes ou até sortudos em um dado momento propício reuniram-se para fazer algo e agiram ou até uns dois ou só um deles genial agiu e venceu, mas em nome, sim, de um ente ideal, abstrato, porque só uma besta não consegue apreender a essência, o universal depois do trabalho no particular, individual, mesmo que de um dado aparentemente solto. 



A gnose de Olavo de Carvalho era tão, tão, tão acentuada que no afã de livrar-se de clichês como ideias, universais abstratos e semelhantes, ele acabou burro a fim de "presentificar", segundo a "ideia", o universal abstrato no fim das contas do conhecimento por presença dele. "Presentificar" o real para sentir a aspereza do real, porque a até chantagem, suborno de circunstâncias concretas podem ser acessíveis a um só indivíduo, mas a dois ou três ou mais indivíduos só a "ideia", "hipostasiada" daquela coisa é que é acessível a mais gente. O homem é um bicho metafísico até ao fim.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Cristianismo: potestade e a liberdade (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A Tua causa
A guerra da verdadeira tirana
A má paixão 
Contra mim
Contra Ti
À Tua potestade
Eu posso fazer o bem
E verdade e belo
Analógicos neste mundo
Do que há neste mundo
A luz sempre brilha nas trevas
As qualidades
Ens, Unum, verum, bonum.



A liberdade
A serenidade
Até com irascibilidade 
Ver e dizer
Analógicos neste mundo
Do Teu Coração Sagrado
As ideias
Neste mundo
N'outro mundo
Gnósticos, diretos fatos.



O Imaculado Coração 
Dele veio-nos a Ti
A ciência
Nos percalços cá de baixo.
A criação transfigurada
Maria!
Dela o cristianismo 
Da maior das criaturas 
A melhor ideia
O fato da divina gestação
Além da ideia
O fato gnóstico gestacional 
A potestade 
Enfim a liberdade
Sob o teu sinal
Ó Cristo
A tua morte brutal
Antes sete espadas cravadas no Imaculado Coração.

Gilles Deleuze, a besta "criadora" suicida

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Gilles Deleuze, a besta que para piorar suicidou-se, não teve a coragem de suportar mesmo que os mais atrozes sofrimentos, ele estava doente quando matou-se. Suicídio alegadamente motivado, segundo os que entendem de sua obra e segundo o que eu já pude entender da mesma, pela concepção vinda do ânus de Deleuze de achar que conceitos são "criados" pelo homem como se metafísica e moralmente somente Deus Senhor não fosse o de fato Criador. O homem não cria conceitos, mas por meio do pobre mundo sensível por analogia a alma humana compara entre este mundo nas circunstâncias concretas, históricas, ainda que por meio de situações as mais loucas e dolorosas deste mundo decaído, o homem analogicamente as espelha com sua alma que veio de Deus, que veio d'outro mundo, o que há de semelhanças e dessemelhanças com as qualidades de bem, verdade e beleza; Ens, Unum, verum, bonum cuja suma é Deus e compara o homem com este mundo cá de baixo que jaz sob o domínio do demônio.



E assim o homem concebe a verdade do ser adaptada ao particular da circunstância vivida pelo homem e abstrai o universal, faz ciência, finalizando com a devida ética para corrigir o mundo, se for o caso.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Somos todos sedevacantes!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Fotografia retratando os novos bispos sagrados no dia 1° de julho de 2026 pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X 



Somos todos sedevacantes! Sim, somos todos sedevacantes, nós, tradicionalistas de qualquer coloração. Na prática desobedecemos ao verdadeiro cismático, feiticeiro, pagão, herege que é o corifeu Prevost junto com seus predecessores de triste memória desde o depressivo ano de 1958 quando faleceu Pio XII que ainda permitiu as questionáveis reformas na Semana Santa, da parte do tal Anibale Bugnini.



Hoje foram sagrados verdadeiros e legítimos sucessores dos apóstolos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em Écône. É uma dia para festejar e comemorar. Ninguém é cismático em tal ato, porque está em extrema necessidade a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana dado Prevost, feiticeiro, por exemplo, colocar um herege nestoriano, Isaque de Nínive, no martirológio romano; receber como ministro ordenado à uma duplamente falsária como Sarah Dame Mullally, duplamente falsária por ser mulher e anglicana, a tal arquiepiscopisa de Canterbury. Ele, Prevost, pagão, que deturpa a Bíblia Sagrada, ou talvez ele nem saber ler, porque a burrice é o carro-chefe dos corifeus conciliares, ele que deturpou as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo na última ceia dizendo que o sangue do Senhor seria derramado por todos e não o correto por muitos. Prevost que deu uma interpretação cética, bem ao gosto moderninho para a multiplicação dos pães e dos peixes como se fosse uma mera partilha humana.



Enfim, parabéns à Fraternidade Sacerdotal São Pio X pela atitude piedosa que deve ser mais fecunda com esta comunidade tornando-se sedevacante que é ser o cristão verdadeiro, porque não há como achar que é Papa um homem que adota o corruptor conciliábulo Vaticano II com suas heresias esfregadas na cara de qualquer um.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

A idolatria dos protestantes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Acima duas estátuas da idolatria dos protestantes aos seus erros. Duas estátuas, à esquerda Daniel Berg e à esquerda Gunnar Vingren, os fanáticos que fundaram a seita maldita, maluca pentecostal, Assembleia de Deus, aqui na minha cidade de Belém do Pará no ano de 1911. Simplesmente o fundo do poço do fideísmo cego protestante com direito a surtos histéricos, psicóticos misturado à obsessão demoníaca, coisas que a seita conciliar adotou para eclipsar com insanidade e demonismo a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.




E os protestantes ainda dizem que nós, católicos, somos idólatras por fazermos imagens, as imagens sagradas para serem com justiça e preceito cultuadas como ícones do divino, coisas comuns na Bíblia Sagrada e em todos os grupos humanos retratando os seus maiores mesmo que a intenção em todos eles não seja o culto ao sagrado.




Estas estátuas de Daniel Berg e de Gunnar Vingren são na verdade o culto à imagem das trevas daquele vagabundo Samuel Câmara, chefete da referida seita pentecostal ou hoje realmente neopentecostal, ele que ainda haverá de cair na própria cova que ele cava com muito trabalho como diz o salmo sétimo de MALDIÇÃO.

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