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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

domingo, 23 de agosto de 2026

E que viva Nossa Senhora de Nazaré! (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O rapaz sem camisa, cabelo black-power castanho escuro, branco, de óculos, seco e peludo com calças estampadíssimas largas e esvoaçantes em motivos florais, Caetano Veloso na juventude, afeminado, recebeu a pobre ovelha, um homem um tanto fora do peso com chapéu panamá já com os seus quase cinqüenta anos de idade considerado feio pelo falso padre conciliar, ovelha dispersa órfã do já há muito falecido verdadeiro pastor Pio XII, no puteiro gay-hetero outrora instalado na casa velha da velha e decadente Avenida Nazaré no bairro de Nazaré de Belém do Pará.




- Quanto é a entrada? - perguntou a ovelha que mesmo tendo tendências homossexuais luta contra elas.




- 10 reais. - respondeu o afeminado exótico do puteiro.




- Ah, ok. Obrigado pela informação. - despediu-se a ovelha.




- Quem era? - perguntou do alto da escada uma mulher um tanto nervosa começando a ficar suarenta com os seios quase à mostra enlaçados por fios de naylon em uma trama de couro com shortinho de couro ambos negros e uma bota vermelha. Seus cabelos eram também black-power de cor lilás e louro acobreado típico de mulheres vulgares do povo guamaense, jurunense e da Terra Firme, bairros da capital paraense. Ela e outras mulheres ali estavam enciumadas e nervosas, um tanto suarentas, não tanto pelo clima de Belém quanto pela influência do demônio e dos maus costumes de seus machos no fogo da paixão invertida gay, modismo à beira do transexualismo atual  como o rapaz seco afeminado, seu ficante.





- Era um velho. Queria saber o valor da entrada. Para ele é 10 reais... - respondeu o invertido da calça esvoaçante quase uma saia estampada que atendeu a pobre ovelha sem pastor.





- Viado, se ele fosse gato tu deixavas entrar de graça pra te comer, né? Já não tô gostando disso... - redargüiu a mulher suando um pouco mais de ciúmes do rapaz. Ela suava um pouco mais, também porque um diabinho com aspecto de osga pulou do nada para o seu pescoço e mordeu-lhe.





"Adeus ao homem." - pensou o velho dono da casa antiga em seu quartinho. Sua casa nos quartos frontais, tornada em puteiro, da Avenida Nazaré. "Eu já tô velho, acabado, elas não vão me querer..." - concluiu pensando o velho, um homem sequíssimo pela idade avançada, ele muito branco, com sardas, pernas finas, sequíssimas, sequíssimo, acabado, com óculos...





- Olha, o cu é meu; eu já tô de saco cheio de você. O cu é meu e eu dou para quem eu quiser. - respondeu o rapaz, os outros rapazes alguns na flor da idade proporcionando a beleza fresca da juventude diziam o mesmo para suas ficantes. O cu é dele disse o jovem sem camisa acima referido para a mulher supracitada apertados os seios de melão estourando na roupa negra de couro como em fios de cadarço como que de tênis, irresistível para qualquer sapatônica, mulher sáfica.





Ela sentou-se, cruzou os braços e as pernas balançando-as e batia os dedos da mão direita com suas unhas vermelhíssimas bem feitas de gavião sobre a mesa, não muito nervosamente. Ele assentou-se ao seu lado. Ela tocou-lhe no ombro nu e peludo do jovem.





Um outro jovem muito bem apessoado com rosto um tanto arredondado e uma barbinha castanha comentou:





- Nós recebemos, vocês, as meninas, aqui, mas o que vocês querem mesmo é ficar com homem que bate em mulher.





- A gente quer homem, tá! - respondeu uma outra moça morena escura com também cabelo black-power com traje tomara que caia e saia jeans.





- Homem que bate, isso, sim! Vocês são bolsonaristas! Vai logo pra a igreja evangélica! - respondeu o rapaz bem apessoado com peito nu sem pêlos, com muitos cabelos nas axilas, sem camisa, cabelo castanho com topete, baixinho de pernas grossas peludas e voz potente, apesar da inclinação homossexual detestável.





Detestável na vil muito velha missão de sua chefia desde o Éden missão de reduzir a pó o homem prometendo-lhe o pináculo da infinitude no nada de sua finitude e autonomia kantiana uma cobra brilhosa no brilho próprio azulado que até o maior negrume tem saiu da vala, da sarjeta da frente da casa antiga onde instalava-se o puteiro na avenida Nazaré. Uma cobra que navegando na vala de frente da casa, subiu a calçada e entrou na casa. O cãozinho da casa ganhindo escondeu-se. Uma senhora que rezava um Santo Rosário transeunte na calçada deixou cair as contas do Rosário no chão. Detestável a serpente atravessou as paredes da casa e subindo, imperceptível, sobre o rapaz com axilas extremamente peludas fez ele abrir os braços apoiando as mãos cruzadas sobre a cabeça, sensual, uma ereção começou a despontar em seu pênis de médio a pequeno e bem grosso com uma grande cabeça demonstrando o plus que mulher nenhuma tem com o seu buraco, vagina, entre as pernas. Também como algumas vezes acontecia nessas ocasiões pensamentos as vezes rápidos e intromissivos da detestável sua mãe que o oprimia e ao pai na sua infância, talvez a causa de seu homossexualismo, intrometia-se em sua mente. Certa vez ele achou estar esquizofrênico ao ver um demônio vomitando um líquido pastoso verde na cara de sua mãe enquanto ela desafiava o seu pai e xingava-o. Ele com sua voz grossa piscou os olhos para um rapaz louro e bem alto, com um rosto que resplandecia a recém saída da infância, 18 anos recém completos era a sua auréola, que estava no canto da sala e foram ambos sodomizarem-se mutuamente em um quartinho reservado.





A cobra deu meia-volta e um diabinho montou nela como em um cavalo.





- O nosso chefe lá no Éden quer isso, para além do bem e do mal, nós estabelecemos bem e mal. Somos kantianos, autônomos, übermensch, e que os homens acreditem em nós, que sintam sono, tédio profundo sintam-no de fazerem o certo definido pelo Inimigo. - com a garra esquerda em punho cerrado em riste socialista disse o diabinho montado na cobra preto azulada de tão preta de tão pobre em sua miséria diabólica. O diabinho tinha a pele de cinza a negra com grossas estrias que pareciam listras, tábuas paralelas em seu dorso, braços e pernas com seus chifres retorçidos, cauda de jacaré e um pênis humano duro.





Um rapaz nos seus quarenta e quatro anos de idade, moreno claro, olhos verdes, cabelos longos bem negros abraçava uma menina balofa bem branca no puteiro e beija-lhe os ombros nus afastando-lhe as alças de sua roupa para beijar-lhe.





- Já foi à Missa, amor? - perguntou a moça?





- Ih! Lá vem o papa-hóstia! - pulando na forma de uma aranha, um diabo, aterrizou invisível na mesa de ambos.





- Fui cedo na Paróquia da Santíssima Trindade. Tu sabes que eu gosto da rapaziada, aqui, não sou chato, moralista. O meu plus é Deus, é muito mais interessante Deus. - respondeu o rapaz cabeludo de quarenta e quatro anos.





- Eu não quero que tu te percas. - suplicou a moça balofa.





- Ah, se eles soubessem quanto estão no nosso papo e do nosso Mestre. - disse a cobra preta e azulada, verdadeira sucuri invisibilizada pela angelitude, Cobra- Norato, montada pelo diabinho da pele estriada de cinza a negro.






- Eu não sou moralista. Acho mais interessante uma abordagem intelectual. O pênis é para a vagina e vice-versa, é biologicamente evidente, segundo a lei natural rumo a lei divina, partes descendentes e ascendentes da mesma lei divina, Palavra de Deus. Um dia muitos deles perceberão e eu sou amigo deles para estar do lado dos despertos. Eu vou casar contigo minha balofinha. Aqui nesta casa tu sabes que todos os anos nós e eles com emoção vemos a Nazinha passar no Círio. E que viva Nossa Senhora de Nazaré! - concluiu o rapaz que trajava uma camisa da procissão paraense católica do Círio de Nazaré de Belém em uma calça social preta com sapatos de couro cinza com detalhes em metal.





sábado, 22 de agosto de 2026

Golpe em estrela (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O rapaz estava com boné, camiseta de manga, bermuda, olhando para as copas das mangueiras da Praça Batista Campos de Belém do Pará. O rapaz parecia um boliviano, um tanto letárgico, era minimamente bem apessoado.




"Não posso sentar perto dele. É pecado aproximar-se da ocasião de pecado." - pensou o invertido precavendo-se.




O desejo homossexual muito forte naquele momento. O homem com barba bem feita, raspada, rosto bem liso, poucos pêlos no corpo, altura mediana, moreno claro, mas queimado pelo sol. Ele pensava por um instante no quanto momentaneamente o desejo obliterava o seu raciocínio e como sair de tal situação. A filosofia saudável escolástica fugia-lhe, talvez não fugi-se-lhe o gnosticismo platônico que não se permite contaminar com os entes muitos deles deprimentes e decididos no mal impedindo a descoberta do Ser por esse pobre, ambíguo meio rumo às ideias.




- Toma demônio! - flechou a um demônio com uma ideia platônica o anjo bom fulgurante em costeletas louras com cabelos longos louros e luz celeste nos ares daquela Praça ímpia nomeada com o nome de um ímpio maçom liberal.




- Aristóteles trabalhou para nós, ó anjinho bonzinho! - redargüiu o demônio. - A verdade, a ideia, olha-se o Ser nos entes, in re, meu caro. Para eles, os entes, é o nada o Ser, jumentos que são junto com a jumentice dos pagãos anéis e barba raspada do Estagirita. - completou a entidade que parecia um urubu em asas abertas, Perpétua da Tieta esvoaçante em seu xale asa de graúna, com a face de um negro retinto e lábios grossos, barba e cabelos negros e crespos.



- Na verdade os entes são uma transparência para o Ser em que pese os entes maus humanos que há anos não sabem o que é uma boa confissão sacramental seguida de uma contrição. - lançou o espírito celeste em cheio na testa do demônio um golpe em estrela de sua espada. - Aristóteles é o mestre dos que sabem. - finalizou o santo anjo.



O homem homossexual aturdido pelo desejo simplesmente se foi para o supermercado ali próximo e o rapaz com face boliviana também foi-se embora.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Mulher: ou o inferno ou a cozinha

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ou o inferno ou a cozinha esperam pela mulher. Ela com seu sovaco raspado nu, saias curtas, decotes expondo parte dos seios de melão, pintadas com índio para a guerra do lado como sempre do demônio e não de Deus. Tudo vaidade, somada à inveja que mulher tem do homem, dada à sua posição subalterna, proletária em relação ao homem. Há a ambição feminina em ter uma carreira e não em ser mãe ficando na cozinha para a própria salvação mulher deveria pensar em ser mãe diria o Apóstolo (São Paulo). Por tudo isso o inferno está hiperlotado de mulheres e já vão tarde para lá.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O Diário: virtude e santidade de desespero

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Eu ia até descer o cacete no povão nesta minha postagem do diário, mas pensando bem a virtude e santidade de desespero do povão e porque que outra opção tem o povo se não adotando pelo menos a moral judeu-cristã assim ter forças para acordar cedíssimo todos os dias para pegar ônibus lotado assim vir trabalhar nos grandes centros urbanos ocidentais decadentes? 




Eu digo isso, porque nas próximas poucas semanas o meu cotidiano será de condução em condução vir para o centro de minha cidade de Belém do Pará para trabalhar. Está explicado o porquê que o gay, o preguiçoso, o vagabundo, é um luxo das elites cuja ideologia é exatamente a socialista que desconhece a natureza humana muito bem conhecida no cristianismo e a esquerda alienada ainda diz que é a elite que infundiria o cristianismo no povo, nada mais longe da verdade.




No desespero do dia a dia do povo bem vem a calhar a moral cristã ainda que com um nada de compreensão substancial, metafísica do cristianismo e logo Jesus Cristo que mais do que um costume rotineiro de acordar cedo todos os dias revela o homem a ele mesmo substancializando-o no Sumo Bem que é o Cristo Deus perto do qual o resto é um resto, restolho contingente, que poderia nunca ter existido, ainda que seja ao mesmo tempo sedutor, chantagista, tirânico, dado a subornar.

sábado, 15 de agosto de 2026

Minha Mãe Maria assunta eis o diário: sobre a mudança

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Minha Mãe Maria assunta ao Céu, Senhora Soberana, eis o diário: sobre a minha mudança vindoura de endereço, eu terei que deixar este bairro de Nazaré de minha cidade natal de Belém do Pará, um bairro da elite, de gente branca, talvez por isso mesmo mais apetecível para relações homossexuais, é feia uma pessoa negra, diz a Bíblia Sagrada. Bairro de gente que é branca, que é gente a tôa, de homens ateus ou com um catolicismo apenas nominal, socialistas, playboys e que gostam de gays ao contrário da esquerda que diz que é tal elite que teria uma ideologia conservadora que iludiria o povo. Santa Maria, Madre Nossa Senhora, o cristianismo, junto com o cigarro e um lulo-petismo popular é coisa de gente que mora é no bairro do Parque Verde para onde eu vou me mudar hiperlotado de seitas, igrejolas neopentecostais ultra-moralistas, bolsonaristas, reacionárias.



Ó minha Mãe assunta ao Céu, acesso único hoje na ordem da graça a todas as graças a começar por Deus Jesus Cristo a maior das graças, não há homossexualismo, talvez mesmo segundo os socialistas antigos uma decadence capitalista, que resista a pegar condução cedíssimo para vir para aqui para Nazaré e bairros centrais, gastando-se uma grana doída semanal e mensal de ônibus. A vida vai endireitando-se, ó Deipara de Nazaré, sem o Cine Ópera na porta que compete no bairro chique de Nazaré com a Basílica Santuário a Vós dedicada.



Rogai por nós, Santa Madre de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

À Mãe assunta: uma terna devoção

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Hoje, dia 15 de agosto de 2026, é dia da assunção da Virgem Maria ao Céu. 




À Ti, Mãe assunta: uma terna devoção eu a Ti dou. Já coroei-Te com as rosas místicas, hoje, do Santo Rosário que eu a Ti ofereci. Mãe muito mais ao Céu tu és pertencente do que a este mundo dominado por Satã, macaco de Deus, junto com seus macacos, os demônios e os macacos da horda demoníaca que são os maduros; samuéis câmaras; lulas; barbalhos; bolsonaros; putins; negros tirânicos africanos descedentes do amaldiçoado Canaã filho do Cão curioso despudorado por ver nu o pai ébrio Noé. Há outros macacos dos demônios como Kim Jon-un; Conde Chupeteux de la Queimaruesca junto com os apologetas falsários ditos católicos, panfletários de internet. Há um Márcio Rolim bichona por militância, aidético, bichona por profissão e religião cuja alma encontra-se no ânus confundido por delírio e influência demoníaca sobre ele com uma vagina e tantos outros símios terminados de forma péssima pela própria impenitência. Mas, ai de mim, eu, o maior dos pecadores, que eu não termine pior do que eles, não permita, ó Divina Mamãe.




Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco!




Salve, Rainha, Mãe de misericórdia! Vida, doçura, esperança nossa, salve!

Um diário: ó Deus dos que um dia descansarão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Haverá descanso eterno no Céu, aqui na Terra é luta como a minha diária no meu sono perturbado com gritos histéricos todas as noites fruto de minha doença mental, o transtorno bipolar, e causada tal perturbação por alguma influência demoníaca, mas pelo menos eu tento ser católico praticante - Deus Senhor me ajude - até ao ponto de excelência de ser praticamente um sedevacante. Uma irmã minha descompensada, talvez assediada de alguma forma pelo demônio, quer até internar-me forçadamente em um dos hospícios, manicômios nos quais eu estive internado no passado se eu criar confusão no futuro apartamento moderníssimo, cururu, de pobre, da avenida Augusto Montenegro onde minha família e eu vamos nos mudar no dia 20 próximo deste mês de agosto de 2026. 





O descanso virá, enfim, no Céu, depois de um crivo à vista de todos para a vergonha dos maus no dia do Juízo Final quando o Senhor Jesus Cristo julgar a vivos e mortos, julgará e o que é vergonhoso por uma mixaria este país maldito Brasil de gente que se vende ao Diabo por um nada, a estes falsos pastorecos evanjegues protestantes como o Samuel Câmara, xingado de bandido na cara dele por mim, com suas esposas trajadas com saias até os tornozelos, o que é uma moda modesta altamente recomendável moralmente junto com os paletós e gravatas elegantes, alguns um tanto cafonas por serem baratos, trajados pelos homens protestantes, ponto positivo para os protestantes. O Juízo Final pegará estes apologetas ditos católicos panfletários de internet tipo o Ariel Lazarento que dá uma gambiarra bíblica para desprezar a Fraternidade Sacerdotal São Pio X que é uma filha mesmo desta prostituta da Babilônia conciliar que eclipsa a Igreja de Cristo, a eleita, que fica na Babilônia, Roma, santificada pelo sangue dos santos apóstolos Pedro e Paulo. Outro destes apologetas é o ex-pastor Patifaria que só debate com o EXCELENTE Lucas Banzoli quando ele tiver mulher e filhos como o Patifaria. Tem o Gabriel Fresko. Tem o Conde Chupeteux de la Queimaruesca da minha cidade de Belém do Pará,  cuja esposa já disse que não dá mais para ele ser vagabundo de internet, ele deve cuidar de seus filhos, os imperativos domésticos. Tem o tal Marcelo Andrade, vindo da seita Associação Cultural Montfort, a patrulha anti-gnóstica fundada pela bestinha provecta anti-gnóstica, Orlando Fedeli, chefiada hoje por Alberto Zucchi, segundo eu soube envolvido com ilícitos financeiros. O tal Andrade que no segundo anterior disse que a violentíssima Santa Inquisição matou apenas oitocentas pessoas em séculos para depois no próximo segundo dar umas milhares de mortes. O Conde Chupeteux deu umas três a cinco mil mortes na Santa Inquisição, sendo que Lucas Banzoli deu um número de mortes de mais de 230 mil mortes, se eu bem recordo, na Santa Inquisição por meio da fonte primária de um certo Lorente, secretário inquisitorial dos inquisidores, acho que uns quatro, se eu recordo-me, incluindo Tomás de Torquemada e depois dele.

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