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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 14 de abril de 2026

Teologismo e revelacionismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Chamo de teologismo e revelacionismo a estar aferrado à uma separação rígida entre a filosofia e a teologia junto com a revelação o que não permite ver a evidência da pessoalidade, paternidade, o design inteligente de Deus ou do Ens (ser) que sustenta os entes até porque sem tal Luz e por primeiro por meio de tal Luz vemos a luz, o que há de luz nas coisas ordinárias e iluminando as trevas. Trevas, luz das entidades possibilitadas pelo Ens. Os entes e criaturas podem ser desnecessários, não raro desvia-nos do Ens por suas deformidades. Com tais entes o que temos é um mundo falso, perigoso que o diga a influência demoníaca nefasta renegada até o fim catastrófico pela falsa ciência moderna, decepcionante de homens conforme a limitada episteme. A conclusão que eu cheguei depois de uma pesquisa que fiz na inteligência artificial do Meta do WhatsApp sobre o ontologismo dos padres Vincenzo Gioberti e Antônio Rosmini onde concluiu-se que o Ens, o ser ou Deus, que para Gioberti permite em sua luz, a Luz que Ele é - veja alguma determinação aí - vermos a luz, a verdade que há nos entes, nas coisas ordinárias, seria tal Ens impessoal e vazio, porque indeterminado, diz a inteligência artificial. Mas só o é assim por um estranho apego a um rótulo mental, à uma ideia que não faz jus ao Ens que é o próprio Ens, o infinito e nós, os ordinários entes, temos algo dele em nossa miserável finitude decepcionante, limitada e até tirânica finitude, em nosso humanismo totalitário no limite.

domingo, 12 de abril de 2026

Entre o Ser e o Parecer (conto poético cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ambientação: (uma casinha de madeira no bairro do Guamá em Belém do Pará, norte do Brasil, onde um pastor protestante um tanto mercenário e incréu foi chamado para um exorcismo)

Sacode com violência a janelinha
O resto de galinha
Depois da sodomia beliscado na panelinha
A causa da possessão
Vício em questão.

Na França de Beauvoir ou aqui no Guamá
Na seita maldita do pastor ou na Santa Igreja Romana ao homem uma boa cova e uma bela pá.


Demônio:

A tua cabeça grande de melão
A tua cara murcha enrugada de podre mamão
É para tu cresceres no amor, ó bandidão!
Branquelão, grandalhão!
Anta daquele por enquanto ex-veadão!
Queres ser espertalhão!
Ó vendilhão!
Com tua acídia sois só um mandrião!
Charlatão!
Assassino do Cristo, do cristão.


Pastor: (fazendo o exorcismo)

Calado!
Calado!
Calado!
Desde jovem fiz um contigo pacto
Vou destruir o judeu, aquele 
Há anos naquela de Belém seita parado
Auferindo o meu dinheiro de fato
Quero o poder confessei para o veadão
Com o tal deus ele por hora fez um trato
Aquele lúcido malucão
Mostrei nu o meu duríssimo coração.
Quero o poder
De uma ignara massa a minha vontade ela fazer.


Demônio: (expondo a língua, enrolando-a de um lado a outro e sacudindo a cabeça violentamente de seu possuído)

Entre o ser e o parecer
És tu um bosta,
Desprezível ser
Tu vás destruir o judeu
Ó torpe ateu?
(cai na gargalhada o demônio amarrado à cama)
Depois do por hora ex-veadão
Conhece-te bem ele e o W. Costa
Sem intermitências um boiolão.


Pastor: (franzindo o cenho do rosto enrugadíssimo como uma bolsa escrotal com sobrancelhas maligna e afeminadamente arqueadas)

Ah, entre o ser e o parecer
Minha Laodiceia você ainda vai ver
Sou rico e de nada preciso
Aquela vesgota minha esposa eu escravizo
Ah, de todos eu preciso
O pobre povo do judeu
Deu tudo o que é seu
Depois do culto retornam de ônibus seus
Eu sei que não precisam absolutamente de mim 
Tudo em todos é o tal maldito deles deus.


Demônio:

Eu ainda na tua mão
Entrego-te o por enquanto ex-veadão
Ele é inteligente mesmo na época de malucão
Assola-lhe a solidão
As vezes o atormenta a amargura
Mas ele é muito sagitário
Rilha-me os dentes, ele é solidário
Aquela seita conciliar
É uma só secura
Entre crianças e doentes 
A palha dos inúteis entes
Melhor o Deus constituinte das humanas almas
Os entes pular
O pântano saltar
Já era seita antes de ser conciliar?
O Vigário antes de amar
Queria mandar
Miguel I Cerulário quis vomitar
Vomitou
No oriente ficou.


Entrego-te ele em tuas garras
Veremos até quando ele resiste sem farras
É uma madeira seca e mais seca
Um pedaço de carne sangrando do judeu
Madeira verde
O que será destes catoliquinhos brasileiros 
Ralé que mais cedo ou mais tarde peca
Com muitas farpas.


É preciso na homossexualidade maturidade
O Coração Imaculado daquela Mulher
Estremeço se menciono-lhe o nome
Em suas sete dores, a Mulher da Soledade
Ele pode vencer se insistir
Invocando-lhe o nome de renome
Para viver a castidade
Senão tu o poderás colher
E a tua verdade, bandido safado, tolher
Bandido! Entre o ser e o parecer
De longa data
Ele escolher e com bom humor ser.


(o demônio sacudiu o corpo de seu possesso, vomitou um líquido verde e saiu)


sábado, 11 de abril de 2026

Por um cristianismo inteligente (gnóstico)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Jesus Cristo 



Por um cristianismo inteligente, porque gnóstico, sem fé cega. Sem apegos a dogmatismos e doutrinarismos rígidos junto com especulações em forma de proposições ou imposições autoritárias clericais típicas do desproposito teológico que ousem sobrepor-se à metafísica, à filosofia. Olavo de Carvalho era um gnóstico, mas um tanto incubado porque perderia dinheiro e popularidade e para não chocar a plebe ignara igrejeira que semanalmente pelo menos toca uma punhetinha, relaciona-se com gente do mesmo sexo ou tem uma amante ou toma anticoncepcional transformando o útero em um túmulo.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

O catolicismo romano (gnóstico) para inteligentes

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O catolicismo romano (gnóstico) é para os inteligentes. É um analfabetismo bíblico e metafísico não ser católico apostólico romano com as devidas correções da filosofia do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho que fez uma introdução da gnose ou um "gnosticialismo", como eu o chamo, na filosofia ao lado de René Guénon e Fritjof Schuon. É analfabetismo bíblico, a Bíblia Sagrada está empoeirando na casa de tal pessoa não romaninha e bem burrinha sem inclinação gnóstica ou para buscar enxergar diretamente a verdade de que por exenplo o Pau na Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) hoje resta usando fraldas por causa da introdução da piroca de Josef Stálin em seu ânus dado o materialismo histórico e dialético marxista adotado a vida toda por Bundadelli. É analfabetismo bíblico, pois é evidente que Jesus Cristo deu o poder das chaves e o primado e supremacia a São Pedro e a seus sucessores que factualmente sucederam até hoje a São Pedro.



É analfabetismo metafísico não ser católico apostólico romano, pois já diria René Guénon, a metafísica é superior à teologia restrita à fé que por si só pode ser cega e a rótulos, estereótipos dogmáticos como o é a desordem - o na verdade "desordo theologie" dos cismáticos orientais - de colocar a teologia acima da filosofia ou metafísica. A metafísica é mais ampla não impondo, em termos heideggerianos, a dominância do ente que é a pequena cabecinha humana com seus dogmas, ideias, categorias, pensamento, lógica, fé cega ignorante sobre o ser que possibilita o ente e cuja suma é Deus. O ser que tem por coração o Sagrado Coração de Jesus filho do Imaculado Coração de Maria protegidos pelo fortíssimo sustentáculo e guarda providente da Divina Família que é o Castíssimo Coração de São José.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Cristã primavera de 2009 (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O rato foi por mim naquela cristã primavera de 2009 xingado de bandido
Por 30 moedas o rato a Jesus Cristo teria vendido.
Bandido! Bandido!




Até hoje por mim Samuel Câmara xingado de bandido
Profeta de sua desgraça no Céu ele será proibido
Se ele não lavou dinheiro, o Cristo o maldito terá vendido.




O movimento comunista sempre avança
A Santa Ceia católica e o arremedo protestante para encher a pança
O pão dos anjos e dos filhos da Igreja Católica é apenas a negociata na seita de bandeja.




O rato 
É minha anta e cai como um pato.
No próprio satanismo
Avança e cai de cara o comunismo.

terça-feira, 31 de março de 2026

O VERDADEIRO filósofo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O VERDADEIRO filósofo é aquele que busca ver a verdade e ensina a ver a verdade aos seus discípulos e apóstolos. Ou a verdade é vista por quem a busca ou ela degringola em uma representacional erística, ganhar um debate sem ter razão que é algo incomensuravelmente abaixo do real.




Ou a verdade é vista por quem a busca ou o sujeito é apenas quando muito uma besta e ou é um charlatão cabo eleitoral de um candidato a tiranete esquerdista como aquele filosofastro aviãozinho no narcotráfico, a besta pragmatista das narrativas Pau na Bundadelli. Quem assim o buscar ENXERGAR o real e assim prometer ser, prometer ser real será ABSOLUTAMENTE o VERDADEIRO filósofo que é o filósofo gnóstico segundo o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho junto com um René Guénon e Fritjof Schuon. Olavo de Carvalho que é maior do que Sócrates, Platão, Aristóteles, a escolástica inteira com seus rótulos categoriais, mundo das ideias mentalistas, diminutos e balbuciantes raciocínios junto com a humana pequena razão, logicismos formalistas, pensamentos que estão infinitamente abaixo do real, do ser, que compreende o próprio Deus que habita em luz inacessível segundo o Apóstolo (São Paulo).

domingo, 29 de março de 2026

A VERDADE sobre a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A VERDADE sobre a Filosofia é o que eu defino como Filosofia como uma perspectiva ou dizendo diretamente o sol que faz as pálidas perspectivas lunar e estrelares empalidecerem. É o olho do sol de minha filosofia campeã, verdadeiro amor à sabedoria, que é o espiritualismo meta-histórico ou cristianismo gnóstico tendo a Jesus Cristo como fim, fundamento e chave da história e cristianismo gnóstico, porque baseado na filosofia do conhecimento por presença de meu gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho.




Mas há uma mula no meio do caminho que é a filodoxia moderna. A mula maldita, herdeira do erro da busca representacional da verdade, uma fantasmagoria descritivista que vai desde a Antiguidade até o advento do sol presencional gnóstico de Olavo de Carvalho que corrigiu a porra toda mostrando a de fato presença rude de um ânus arrombado de um Pau na Bundadelli (Paulo  Ghiraldelli Júnior) deflorado pela piroca de um Josef Stálin dado o sujeitinho absoluto do interior do Estado brasileiro de São Paulo dizer-se esquerdista a vida inteira. Tal mula é o sujeito absoluto moderno, o total desconhecimento de si, que tem o seu abismo na distância que ele como um tal senhorzinho tirânico coloca-se acima de tudo e inclusive de si mesmo não enxergando-se como também um objeto. Ele vê-se com uma distância olímpica do objeto que nem o próprio Deus coloca-se, visto que o próprio Deus até às mais realmente desprezíveis criaturas deu-lhes algum bem nem que seja a fome que há de ser saciada para larvas de vermes intra-intestinais de mamíferos.





É uma forma de inexistência o sujeito absoluto de Immanuel Kant, o anão disforme de Königsberg, se a coisa em si é incognoscível dada à jaula lógica cognoscente humana armada por aquele maldito germânico nanico. A presença, o conhecimento por presença de autoria de Olavo de Carvalho, responde a isso com uma superação do dualismo sujeito e objeto, segundo eu entendo, a exemplo da apreciada por Olavo ideia de subjetividade de Edmund Husserl em sua fenomenologia fazendo-se voltar às coisas mesmas que o mundo externo por si dispersa, objetividade há na subjetividade fenomenológica, onde o homem pode ser o seu tirano por meio da técnica, do trabalho como se o mundo precisasse ser recriado por outros mais seis dias, agora da recriação causando a devastação, por exemplo, com um vírus chinês sendo espalhado mundo afora pelo capitalismo predatório chinês. É o sujeito absoluto que quer ser um tal senhor que nem o Deus Senhor o é, visto que Ele limita--se a fazer o bem sendo o que é realmente o mal e praticá-lo é uma patética impotência e uma noção equivocada de liberdade ou liberalismo moderno.

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