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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Gnosticismo é nada?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Gnosticismo pode ser nada a depender de que a presença buscada como ponto fulcral na pretensa filosofia de Olavo de Carvalho é uma "pedra áspera", diz Ronald Robson um apologeta de tal filosofia, precisa de uma expressão lógica, representacional, racional, doutrinária para ser compreensível. O gnosticismo olavista reclama da lógica e a usa para justifucar-se junto como o que é racional, representativo, doutrinário.





Olavo de Carvalho antepõe não raro a fé como cega à sua gnosis da presença. Mas ele mesmo em polêmica com a patrulha anti-gnóstica da Associação Cultural Montfort lembrou a cognitio fidei, segundo ele ali algo do passado católico, onde a fé é um meio para o conhecimento da verdade e da verdade revelada onde a fé é algo do âmbito da inteligência,  veja só você leitor. Aliás, a fé é considerada um dom sobrenatural, acima da razão, para o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior. Este gnosticismo estaria indo longe demais, pelo jeito a heresia sempre mostrando as suas garras ao fim e ao cabo o gnosticismo é sempre o que é: no lugar de culpabilizar os homens maus, desde a época de Adão e Eva até nós, faz uma condenação da criação feita por Deus, o que inclui desde os anjos passando por nós homens até os animais, como coisas boas e muito boas nas palavras do próprio Deus, está escrito na Bíblia Sagrada.




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Pergunta por e-mail para a patrulha anti-gnóstica (Associação Cultural Montfort)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Amigos, salve, Maria!



Peço a opinião dos senhores sobre o seguinte:



Desde o dia 9 de fevereiro deste ano de 2026 eu julgo ter tido uma iluminação gnóstica, conforme a filosofia de Olavo de Carvalho, que eu julgo ser de um gnosticismo canonicamente católico por não ser o gnosticismo histórico cuja primeira gnosis seria uma misognosis ao atribuir com equívoco o mal a um mundo supostamente forjado por um demiurgo que pode ser, por exemplo, a burguesia para os marxistas ou a realidade inteira para a Escola de Frankfurt em sua dialética negativa, não ao livre-arbítrio primeiro dos anjos maus e depois ao homem, a começar por Satã e depois por Adão e Eva, e depois a nós, outros.



Seria um gnosticismo não histórico, pois Olavo de Carvalho dizia-se católico, mas metodologicanente referido, popularmente chamando-o de gnosticismo, contudo, gnosticismo do homem dirigir-se ao ser que pode espantar-nos, o espanto como princípio da filosofia ou da descoberta do ser no ente, rumo ao fim do conhecimento racional por um conhecimento intuitivo, a intuição que é abrangida pela presença do ser diante do qual temos uma pálida ideia através de mediadores representacionais como a lógica, doutrinas, dogmas, fé cega, razão, pensamento.




JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Itinerário da destruição: um golpe final no marginal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um golpe final no itinerário de destruição do marginal Samuel Câmara pode ser por meio do que seria uma gnose protestante, que é uma gnose no péssimo sentido ou gnose histórica, pois ele gabou aquela amante dele vesga e enrugada, Rebekah Câmara, dizendo do púlpito da seita dele que ela é "gostosa".




É mau o mundo material, feito pelo demiurgo, esta é a suposta "gnose" dos gnósticos históricos, na verdade é uma misognosis, é uma aversão ao conhecimento dado dizer a Bíblia Sagrada ser bom tudo o que fez Deus Senhor Nosso e dado ter sida a desobediência de nossos pais, Adão e Eva, ter amaldiçoado a este mundo junto com nossos pecados pessoais até hoje em uma falsa concepção de poder e liberdade, o nosso velho abuso de poder e liberdade tornando-a em licença, o que uma verdadeira gnosis pode demonstrar e já a pobre episteme humana não deixa mentir.




Ora, os protestantes encampam algo da gnose histórica sendo iconoclastas, desprezando os ícones, as imagens, relíquias sagradas, ademais não vendo nada de verdadeiro, bom, belo neste mundo que possam ser um reflexo de Deus, a suma destas qualidades. Então, o marginal em questão precisou supostamente lavar o dinheiro dos bandidos para depositá-lo no Beacon Hill de Nova York, ele precisou gabar a mulher dele, aquela vesgota com cara de completa retardada mental, dita por ele "gostosa", profanando a sua autonomeada por ele de Igreja, pois em um mundo supostamente mau, sem qualidades, somente o roubo de milhões posteriormente lavados pelo filho da puta e somente com despudor do púlpito de uma pretensa Igreja apenas assim se pode elogiar a esposa.




A gnose protestante leva à rapina, ao banditismo, conduz à imoralidade. Bens, tudo o que se tem aliás são chamados de bens, para os protestantes são coisas malditas que eles detém: dinheiro, a própria esposa, tudo, tudo neste mundo material é por si culpável. Se é assim até o corpo do maldito Samuel Câmara é algo maldito, as suas vestes, a amante vesga enrugada, ele vai acabar na cadeia, pois ele precisará tomar tudo para si às custas de outrem ou até ele pode matar-se e ou alguém de sua família evanjegue protestante pode vir a em tempo, finalmente, matar-se, poupando o universo de estar super povoado de ratos que gostam de multiplicar-se.




Eis acima um itinerário, um golpe que pode ser final, porque essencial, eu diria incontornável para a destruição do rato Samuel Câmara.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O itinerário da destruição de Samuel Câmara

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Samuel Câmara, o maldito pelo menos visto por policiais como suspeitíssimo bandido e comprovado herege, mais bandido do que herege está fadado à destruição. E eu posso fazer um itinerário que chegará àquele feliz e maravilhoso dia em que não restará nem subnitrato de pó de bosta dele.




O marginal gaba-se de estar em um tal alto nível. Ele disse isso na minha cara de que queria ver eu chegar ao na verdade baixíssimo nível infernal dele. Bom, cristão orgulhoso é uma contradicto in adjecto, por que Câmara é tão presumido se ser protestante é para os protestantes ser o verdadeiro cristão e não nós autoritários e vaquinhas de presépio católicos? De cara uma tal soberba precede a queda, diz a Bíblia Sagrada que os protestantes, eles são mesmo orgulhosos, gabam-se de lerem-na em um certo intelectualismo não raro pedante, mas piedoso, pois quantos cristãos de milênios passados sabiam ler? Dizem os evanjegues que nossas bíblias católicas - que são as verdadeiras bíblias - de nossas casas católicas jazem abertas e empoeiradas, o que é verdade, pois brasileiro não merece uma só lágrima, é católico de IBGE. O marginal Samuel Câmara vai cair, vaticinou o verdadeiro profeta bíblico, e já no ano de 2009 ele levou um belo tombo, pois eu o xinguei de bandido na cara dele, ele que na década de 2000 foi pego como um rato pela Polícia Federal brasileira com a fortuna de mais de 20 milhões de reais suspeitíssimo de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Operação Farol da Colina.




O sujeito xingou de doido a Jesus Cristo com ódio de Jesus Cristo. Gato escaldado que o marginal e herege, mais marginal do que herege, estava conosco, os doentes mentais, ele que pôs a maldita seita dele Assembleia de Deus de Belém do Pará a primeira seita maldita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade natal, para perseguir-me, xingar-me, em um tratamento persecutório e brutal contra mim pobre doente. O que restou dos que odeiam a Jesus Cristo, à verdade, à gnosis? Heloísa de Carvalho Martin Arribas matou-se a si mesma, ela que talvez caluniasse o pai Olavo de Carvalho, mestre da gnosis, talvez ela exagerasse. A patrulha jumentóide anti-gnóstica da Associação Cultural Montfort teve rápido duas baixas com a morte repentina de Orlando Fedeli e de seu fedelho, Fernando Schiliter, carcomido por um cancro, eles que mentiram, deformam a ideia de gnosis que é o conhecimento par excellence, é o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho.




O marginal Samuel Câmara semelhante a Judas Iscariotes vendeu barato a Jesus Cristo, recentemente, se é que Jesus Cristo tem parte no evanjeguismo protestante herético, por 2 milhões de reais para o nefasto desgoverno Hélder Barbalho durante a COP 30 alugando o seu espaço dito sagrado, o Centenário Centro de Convenções, profanando-o o que fez com que um dos pobrezinhos escravos do marginal criticasse tal venda de Cristo, discretamente em suas redes sociais online, o que custou-lhe a perda de sua liderança pastoral local em uma seita Assembleia de Deus de um bairro central, Reduto, daqui da capital paraense. O marginal Samuel Câmara expulsou o rapaz, chamado Marcelo Campelo, manchando assim a própria imagem.




Eu procuro, Deus me ajude, denegrir a imagem do marginal urbi et orbi, aqui em Belém do Pará e no mundo via Internet, usando como esplêndido argumento apologético católico contra o protestantismo o tipinho típico nojento protestante que é o marginal Samuel Câmara e minha apologética sai vitoriosa, graças a Deus, valeria uma Santa Missa de Te Deum por tal êxito.




Ó Deus Senhor, se tu me tens como teu escravo, apesar de eu ser tão insuficiente, maldoso, incrédulo, orgulhoso e cercado de fraquezas e vícios, sou o maior dos pecadores, que tal itinerário que eu julgo infalível possa levar à completa destruição à este maldito Samuel Câmara e à família dele, cujos filhos diz o salmista devem ser esmagados na rocha, a rocha que é teu Filho Jesus Cristo, e cujo nome santo e excelso foi blasfemado pelo maldito marginal. Que os filhos dele afoguem-se no próprio sangue, segundo o mesmo salmista, para que depois da destruição do marginal não lhe reste descendência. Tudo isso eu a ti rogo, ó Senhor, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo vosso Filho que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os séculos dos séculos. Amém. Santa Maria Mãe de Deus, Aquela que vence todas as heresias, rogai por nós!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Subjetivismo e gnosticismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Subjetivismo e gnosticismo podem ser íntimos. A experiência que se pretende profunda e verdadeira da realidade de forma imediata e direta, o conhecimento por presença do gloriosíssimo Olavo de Carvalho, dispensando como ele dispensou instituições como as políticas recomendando que o povo brasileiro, segundo a própria atual Constituição Federal de 1988, instituinte de tais instituições tomasse o poder na época do impeachment de Dilma Rousseff (2016); tomasse-o o poder das garras do estamento burocrático que o oprime, eis uma verdadeira revolução brasileira. Ele que dispensou as universidades e até a Igreja Católica e de dizer-se em um certo momento ecumenista radical pertencente a todas as grandes religiões tradicionais de leste a oeste do mundo. Ele que dispensou os meios cognitivos de representação do conhecimento por uma intuição, tudo isso parece levar, e mais no gnosticismo extremado olaviano a um subjetivismo.




Mas eu acho que não. Parece a mim que subjetivismo são os meios de representação do conhecimento: a razão, a lógica, até mesmo a Igreja Católica com seus dogmas, mesmo a fé que por si pode ser cega, junto com a obediência à hierarquia divina católica que por si pode ser meramente humana e quem a ela se aferra é uma besta tomando o meio pelo fim tal qual as bestas atrás de diplomas universitários para não morarem em favelas ou periferias ou os influencers de redes sociais que não influenciam em nada com seus cenários faustianos cheios de livros os quais eles não os leem é nada.




Então, subjetivista é a mãe de quem chama a nós, gnósticos, nós, os lobos solitários peregrinos da sabedoria.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Gnosticismo ou nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Gnosticismo ou nada. Sem gnosticismo só há o império dos meios, a verdade, o ser que é Deus, causa incausada sempre houve e afeta os nós, entes, sabendo nós acerca da verdade ou não ou havendo ou não os entes: dos anjos passando pelos homens e as bestas alimárias até as partículas subatômicas.



Se eu bem me recordo de uma aula sobre Sócrates, O Projeto Socrático, de Olavo de Carvalho, o glorioso mestre gnóstico incubado medroso de perder o Pix da plateia de cristãozinhos jumentóides, haveria um nexo intuitivo, propriamente gnóstico (conhecimento por presença, por exemplo), no velho silogismo concluído com a sentença de que Sócrates é mortal, pois, se eu recordo-me do que disse o glorioso, haveria um logicismo ou uma fraseologia de premissas infinitas se não se enxergasse que o exemplo dado de Sócrates ser homem, portanto, realmente viu-se: Sócrates por ser homem é mortal, o que para Olavo de Carvalho o gnosticismo dele é uma revolução nos manuaizinhos das bestas ilógicas especialistas na tal da lógica ou a perda de tempo ou arte de enlouquecer de querer que o real caiba nas sentenças possíveis logicamente caberem na cabeça humana por meio dos manuaizinhos.





Gnosticismo ou nada. Porém um gnosticismo metodológico, nuançado, de quem quer enxergar a cova aberta e não somente vê a pá que permite cavar a terra. Não me refiro, e nem Olavo de Carvalho referia-se, ao falso gnosticismo condenado pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que condena a criação como má isentando o pretenso pobrezinho homem de suas culpas sonantes.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Minha filosofia em perigo!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia espiritualista está em perigo atualmente: estou evitando uma experiência fundante - minha filosofia não é uma farsa acadêmica meramente discursiva para ter diploma que serve mais para limpar a bunda - que é largar um resto de lubrificante íntimo para uso em minhas aventuras sexuais, ainda há de materialismo, anti-metafísica em mim, o facciosismo de Trasímaco. Como diz Olavo de Carvalho em A Filosofia e seu Inverso: "A experiência, por sua vez, pode ser mais rica ou mais pobre, pode ser o sinal de uma descoberta formidável ou apenas a prova de um complexo neurótico, de uma ilusão auto-engrandecedora, de uma incapacidade de viver." É esta última o que eu quero evitar para não acabar de medíocre a péssimo renunciando até a nobreza de uma filosofia espiritual, metafísica como a minha do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano, evitando como também diz o mestre que "A construção teorética (...)" possa tornar-se até psicanaliticamente em uma "racionalização" com a teoretizacão, diz Olavo, "camuflá-la [a experiência, ainda mais se for uma experiência degradante] ao ponto de a tornar irreconhecível".



Minha filosofia, verdadeiro amor à sabedoria, corre um risco que Deus, questão metafísica ou mais real maior, me ajude com sua graça.

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