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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

domingo, 9 de agosto de 2026

Espiritualismo meta-histórico: o espírito sobre a mente

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




O espírito não reduz-se à mente, por isso mesmo sempre foi considerado um tanto amoral e imoral o louco, pois ele sabe que com todo o tumulto, confusão, angústia, antes do apagão da psicose, ele tem a liberdade invencível de seu espírito para buscar algum tipo de ajuda, uma medicação, um internamento psiquiátrico.




Uma filosofia espiritualista como a minha não reduz-se à mente, nem mesmo no caso da psicose no por fim apagão que ela organicamente impõe a nós que a ela padecemos, mas defende a liberdade do espírito humano para optar pelo bem e pelo Sumo Bem, Deus, portanto, desde a metafísica, Deus, passando pela epistemologia até a ética e axiologia.

Diário: um rápido vendaval de cocô

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





No final da semana passada passou um rápido vendaval de cocô sobre mim neste mundo onde permanece eclipsado o sol da Igreja Católica por uma seita conciliar. Eu conversava por acaso com umas completas idiotas sobre eu ser ex-gay, e eu o sou ex-gay e Deus me ajude, e uma delas queria apresentar-me rapaz rico para eu unir-me a ele já que eu disse que uma irmã minha uniu-se a um homem rico, outra ligou ser ex-gay com ter que contratar núpcias com uma mulher, não há o horizonte da castidade e celibato para a idiota em menor grau e malignidade do que a primeira.




Este mundo cagado, todo cagado, que jaz sob o maligno permanece com vendavais de merda, de trevas espessas neste longo interregno de Sé evidentemente vacante.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

O espírito como forma da história

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O espírito como forma da história é o que dá consistência à história não restando apenas nomes ockhamistas, não restando apenas indivíduos scotistas, haecceitas desconexos, zés manés na fila do pão e achando-se importantes porque estão meramente inseridos na feitiçaria da sociedade capitalista gananciosa da troca, pulverizados em períodos históricos de um mesmo povo e de diferentes povos. 




O esquecimento do espírito ocorre com uma má consciência moral e contra a lei natural para os pagãos sem a revelação não raro dominados e enganados pela maldade de caciques indígenas, aborígenes e chefetes pré-colombianos primitivos, carniceiros, canibais até lunáticos dominadores cabeças-de-toalha islâmicos e nestes povos vagabundos ocidentais pós-cristãos com dissonância cognitiva e histéricos reduzidos ao moralismo judeu-cristão sem nunca mais frequentarem um confessionário ou indo a seitas caça-níqueis protestantes de galpão.




É absolutamente cristã, é teológica a essência da história humana, a sua meta-história, neste mundo contra a qual a malícia humana tenta vencer incontornavelmente impotente (Sabedoria 7,30).




É bom lembrar que há os papistas papólatras no catolicismo que perdem a forma da história, perdem a razão, não  confiam na oração, influenciados, por exemplo, pelos manuaizinhos de tomismo de Reginald Garrigou-Lagrange colocam a obediência a homens, mesmo que seja o autonomeado Papa acima da verdade, acima da verdade da Fé. São bons nisso as tristes seitas galicanas de resistência como Instituto Bom Pastor, Trad Talk falsário do YouTube, o Conde Chupeteux de la Queimaruesca palpiteiro compulsivo e mentiroso compulsivo, segundo o próprio melhor amigo dele já falecido, Luiz Fernando Vaz, contou-me; junto com outras seitas e gente do mesmo tipo a exemplo da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

O Diário: socialismo cristão e anarcocapitalismo esquerdista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Ontem, dia 3 de agosto de 2026, causou-me espécie o que Peter Turguniev do canal ANCAPSU no YouTube disse que é "socialismo" a busca do melhoramento da humanidade, ainda que por via do Príncipe, do Estado, leia-se que por via de alguma outra instância como uma religião institucional como a Igreja Católica ou outra instituição como a família, poderia ser.




Então, realmente haveria um socialismo cristão e conservador e o anarcocapitalista assume ser esquerdista. Eu já desconfiava, pois a esquerda hoje é o status quo, ainda que apesar da bagunça causada pelas redes sociais online, e ela parece muito ordeira falando em política, diálogo, respeito cavalheiresco às mulheres, respeito aos mais velhos, e ordem, instituições, falando em leis como constituições, e até em mandamentos divinos para impor a atual totalitária lei da misoginia. Quem diria, logo a esquerda, ateia, com complexo de Édipo contra o pai e ressentida porque nenhuma mulher em sã consciência quer um homem de esquerda. 




Peter Turguniev é o esquerdista, de fato, ele que é o extremo do liberalismo como anarcocapitalista que ele o é, ele é o extremo da Revolução Francesa de 1789 faltando só a esquerda livrar-se da mistificação marxista e adotar o capitalismo que com muito mais eficiência sepultou o cristianismo sendo impensável, ó horror, o moralismo de melhorar a humanidade para prepará-la para a liberdade em vista de um bem, pois já é tirania, é "socialismo", diz o barbudo, tudo em vista da ganância, em vista do lucro capitalista como se o anarcocapitalismo não redundasse na venda do próprio Deus no mercado da falsa fé protestante e das falsas religiões no liberalismo religioso subscrito pelos falsos papas desde Roncali até o triste Prevost de hoje, até redundaria o anarcocapitalismo na venda de adoções de crianças, venda de órgãos humanos e carne humana em açougues com o intuito de promover o deus panteísta mercado.




Ontem, graças a Deus, ignorou-me no condomínio onde eu resido o aposentado por ser louco e homofóbico, homofóbico seja por uma questão de falta de estômago e de higiene, seja porque ele é mais um louquinho, histérico ocidental que seguindo na prática a episteme e moral judaico-cristã, segue mais a moral judaico-cristã como um hábito inveterado, no automático, ele é um moralistóide do que uma episteme que mostraria a ele a sabedoria cristã, o doido aposentado que talvez nunca tenha confessado os seus pecados a um padre. Deus, ó meu Deus, permita eu que procuro servir-Te que esse demônio aposentado por invalidez me esqueça para sempre ou que ele morra o que seria melhor ainda.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Um espiritualismo sem ilusões e com tentações

Autoria: João Emiliano Martins Net



A minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é um espiritualismo sem ilusões. A noção de ideias das coisas deste mundo radica-se neste mundo mesmo por mais imperfeito que ele seja, logo, o espiritualismo fundado por Platão tem na minha filosofia o conceptualismo, a correção feita por Aristóteles, discípulo de Platão, aos universais. 




In re, é o termo filosófico latino, para as ideias, gêneros e espécies, nas coisas mesmas, o cinceptualismo aristotélicos, não em um mundo separado. Então aí entra o realismo moderado de Santo Tomás de Aquino o que evita tanto empirismo cego para a capacidade racional quanto evita o racionalismo, o subjetivismo de dúvida do mundo externo, mas voltando-se para o objeto sem a involução copernicana do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) que é a virada antropológica onde o disforme quis uma autonomia humana à realidade que expulsa pela janela retorna resistente, impertérrita pela janela, ditando as regras, ela, a realidade rumo ao infinito, rumo a Deus, ao Sumo Bem, incluindo até visões do céu e do inferno onde está tostando Immanuel Kant. Visões vistas por Emanuel Swedenborg que despertaram o ressentimento e com ele a empulhação kantiana.




Eu não posso negar o impulso, tentação platônica, gnóstica, ascética, de minha filosofia, quiçá até ontologista de Vincenzo Gioberti em minha filosofia onde pela Luz (de Deus do que é o Bem e Sumo Bem) veremos a luz das coisas, a sua verdade, sem partir dos entes ordinários, mas do Ser Supremo.




Nesta Luz, ontologista, aí entraria a gnose, há a tentação de tornar mais claro o ente sem mediações e assim ditar uma meta-história, uma substância para história heteróclita humana, história confusa onde largado o homem a si mesmo e dado certas condições para o mal o homem opta pelo mal incendiado pelas paixões.
 

domingo, 2 de agosto de 2026

Pobre diário: e os críticos broxantes ao sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Pobre diário, ainda hoje dia 2 de agosto de 2026, tenho que escrever em ti aqui e agora sobre as broxantes críticas ao sedevacantismo. As tais podem explicar-se, da parte da garotada do Trad Talk do site YouTube, porque eles batem muita punheta e são sodomizados por travestis nas caladas da noite de São Paulo e Rio Janeiro, Porto Alegre ou aqui na minha cidade de Belém do Pará e tem que correr na emergência para os confessionários improvisados da Roma modernista e protestante. 




A crítica tosca que eu vi hoje no tal Trad Talk juvenil é que a posição jesuítica, daquele jeito juridicativo, legalista, da banca advocatícia, é que o herege precisaria de uma posição oficial, até em um concílio que declare aquele lobo, impostor como um não Papa, um antipapa, decaído do sumo pontificado. Ora, o gloriosíssimo Doutor Escolhido, o Doutor das Controvérsias, São Roberto Belarmino, um jesuíta que destoou de sua ordem junto com o cânon 188 e parágrafo 4 do Código de Direito Canônico de 1917, diz que o Papa herege está ipso facto deposto do pontificado sem a necessidade de uma sentença. Está fora tanto quanto o Senhor Jesus Cristo reconheceu que as suas ovelhas fogem de um filho da puta como Samuel Câmara ou um Wojtyla que beijou o Corão. Ele foi deposto o lobo por direito divino, por Deus, pela metafísica, a dura e resistente realidade disse não; o depôs como qualquer criatura não pode realmente, metafisicamente ser o Criador e ninguém nasce gay, ninguém nasce com um cu que não seja só para cagar.  Pois um herege não é membro da Igreja, não é cristão, muito menos a sua cabeça.




Bom, mas na correria da punheta batida e da sodomia praticada o que se vê é a correria para a Roma moderna da esquina. É da vida...

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