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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O itinerário da destruição de Samuel Câmara

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Samuel Câmara, o maldito pelo menos visto por policiais como suspeitíssimo bandido e comprovado herege, mais bandido do que herege está fadado à destruição. E eu posso fazer um itinerário que chegará àquele feliz e maravilhoso dia em que não restará nem subnitrato de pó de bosta dele.




O marginal gaba-se de estar em um tal alto nível. Ele disse isso na minha cara de que queria ver eu chegar ao na verdade baixíssimo nível infernal dele. Bom, cristão orgulhoso é uma contradicto in adjecto, por que Câmara é tão presumido se ser protestante é para os protestantes ser o verdadeiro cristão e não nós autoritários e vaquinhas de presépio católicos? De cara uma tal soberba precede a queda, diz a Bíblia Sagrada que os protestantes, eles são mesmo orgulhosos, gabam-se de lerem-na em um certo intelectualismo não raro pedante, mas piedoso, pois quantos cristãos de milênios passados sabiam ler? Dizem os evanjegues que nossas bíblias católicas - que são as verdadeiras bíblias - de nossas casas católicas jazem abertas e empoeiradas, o que é verdade, pois brasileiro não merece uma só lágrima, é católico de IBGE. O marginal Samuel Câmara vai cair, vaticinou o verdadeiro profeta bíblico, e já no ano de 2009 ele levou um belo tombo, pois eu o xinguei de bandido na cara dele, ele que na década de 2000 foi pego como um rato pela Polícia Federal brasileira com a fortuna de mais de 20 milhões de reais suspeitíssimo de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Operação Farol da Colina.




O sujeito xingou de doido a Jesus Cristo com ódio de Jesus Cristo. Gato escaldado que o marginal e herege, mais marginal do que herege, estava conosco, os doentes mentais, ele que pôs a maldita seita dele Assembleia de Deus de Belém do Pará a primeira seita maldita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade natal, para perseguir-me, xingar-me, em um tratamento persecutório e brutal contra mim pobre doente. O que restou dos que odeiam a Jesus Cristo, à verdade, à gnosis? Heloísa de Carvalho Martin Arribas matou-se a si mesma, ela que talvez caluniasse o pai Olavo de Carvalho, mestre da gnosis, talvez ela exagerasse. A patrulha jumentóide anti-gnóstica da Associação Cultural Montfort teve rápido duas baixas com a morte repentina de Orlando Fedeli e de seu fedelho, Fernando Schiliter, carcomido por um cancro, eles que mentiram, deformam a ideia de gnosis que é o conhecimento par excellence, é o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho.




O marginal Samuel Câmara semelhante a Judas Iscariotes vendeu barato a Jesus Cristo, recentemente, se é que Jesus Cristo tem parte no evanjeguismo protestante herético, por 2 milhões de reais para o nefasto desgoverno Hélder Barbalho durante a COP 30 alugando o seu espaço dito sagrado, o Centenário Centro de Convenções, profanando-o o que fez com que um dos pobrezinhos escravos do marginal criticasse tal venda de Cristo, discretamente em suas redes sociais online, o que custou-lhe a perda de sua liderança pastoral local em uma seita Assembleia de Deus de um bairro central, Reduto, daqui da capital paraense. O marginal Samuel Câmara expulsou o rapaz, chamado Marcelo Campelo, manchando assim a própria imagem.




Eu procuro, Deus me ajude, denegrir a imagem do marginal urbi et orbi, aqui em Belém do Pará e no mundo via Internet, usando como esplêndido argumento apologético católico contra o protestantismo o tipinho típico nojento protestante que é o marginal Samuel Câmara e minha apologética sai vitoriosa, graças a Deus, valeria uma Santa Missa de Te Deum por tal êxito.




Ó Deus Senhor, se tu me tens como teu escravo, apesar de eu ser tão insuficiente, maldoso, incrédulo, orgulhoso e cercado de fraquezas e vícios, sou o maior dos pecadores, que tal itinerário que eu julgo infalível possa levar à completa destruição à este maldito Samuel Câmara e à família dele, cujos filhos diz o salmista devem ser esmagados na rocha, a rocha que é teu Filho Jesus Cristo, e cujo nome santo e excelso foi blasfemado pelo maldito marginal. Que os filhos dele afoguem-se no próprio sangue, segundo o mesmo salmista, para que depois da destruição do marginal não lhe reste descendência. Tudo isso eu a ti rogo, ó Senhor, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo vosso Filho que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os séculos dos séculos. Amém. Santa Maria Mãe de Deus, Aquela que vence todas as heresias, rogai por nós!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Subjetivismo e gnosticismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Subjetivismo e gnosticismo podem ser íntimos. A experiência que se pretende profunda e verdadeira da realidade de forma imediata e direta, o conhecimento por presença do gloriosíssimo Olavo de Carvalho, dispensando como ele dispensou instituições como as políticas recomendando que o povo brasileiro, segundo a própria atual Constituição Federal de 1988, instituinte de tais instituições tomasse o poder na época do impeachment de Dilma Rousseff (2016); tomasse-o o poder das garras do estamento burocrático que o oprime, eis uma verdadeira revolução brasileira. Ele que dispensou as universidades e até a Igreja Católica e de dizer-se em um certo momento ecumenista radical pertencente a todas as grandes religiões tradicionais de leste a oeste do mundo. Ele que dispensou os meios cognitivos de representação do conhecimento por uma intuição, tudo isso parece levar, e mais no gnosticismo extremado olaviano a um subjetivismo.




Mas eu acho que não. Parece a mim que subjetivismo são os meios de representação do conhecimento: a razão, a lógica, até mesmo a Igreja Católica com seus dogmas, mesmo a fé que por si pode ser cega, junto com a obediência à hierarquia divina católica que por si pode ser meramente humana e quem a ela se aferra é uma besta tomando o meio pelo fim tal qual as bestas atrás de diplomas universitários para não morarem em favelas ou periferias ou os influencers de redes sociais que não influenciam em nada com seus cenários faustianos cheios de livros os quais eles não os leem é nada.




Então, subjetivista é a mãe de quem chama a nós, gnósticos, nós, os lobos solitários peregrinos da sabedoria.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Gnosticismo ou nada

Autoria: João Emiliano Martins Neto 



Gnosticismo ou nada. Sem gnosticismo só há o império dos meios, a verdade, o ser que é Deus, causa incausada sempre houve e afeta os nós, entes, sabendo nós acerca da verdade ou não ou havendo ou não os entes: dos anjos passando pelos homens e as bestas alimárias até as partículas subatômicas.



Se eu bem me recordo de uma aula sobre Sócrates, O Projeto Socrático, de Olavo de Carvalho, o glorioso mestre gnóstico incubado medroso de perder o Pix da plateia de cristãozinhos jumentóides, haveria um nexo intuitivo, propriamente gnóstico (conhecimento por presença, por exemplo), no velho silogismo concluído com a sentença de que Sócrates é mortal, pois, se eu recordo-me do que disse o glorioso, haveria um logicismo ou uma fraseologia de premissas infinitas se não se enxergasse que o exemplo dado de Sócrates ser homem, portanto, realmente viu-se: Sócrates por ser homem é mortal, o que para Olavo de Carvalho o gnosticismo dele é uma revolução nos manuaizinhos das bestas ilógicas especialistas na tal da lógica ou a perda de tempo ou arte de enlouquecer de querer que o real caiba nas sentenças possíveis logicamente caberem na cabeça humana por meio dos manuaizinhos.





Gnosticismo ou nada. Porém um gnosticismo metodológico, nuançado, de quem quer enxergar a cova aberta e não somente vê a pá que permite cavar a terra. Não me refiro, e nem Olavo de Carvalho referia-se, ao falso gnosticismo condenado pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que condena a criação como má isentando o pretenso pobrezinho homem de suas culpas sonantes.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Minha filosofia em perigo!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia espiritualista está em perigo atualmente: estou evitando uma experiência fundante - minha filosofia não é uma farsa acadêmica meramente discursiva para ter diploma que serve mais para limpar a bunda - que é largar um resto de lubrificante íntimo para uso em minhas aventuras sexuais, ainda há de materialismo, anti-metafísica em mim, o facciosismo de Trasímaco. Como diz Olavo de Carvalho em A Filosofia e seu Inverso: "A experiência, por sua vez, pode ser mais rica ou mais pobre, pode ser o sinal de uma descoberta formidável ou apenas a prova de um complexo neurótico, de uma ilusão auto-engrandecedora, de uma incapacidade de viver." É esta última o que eu quero evitar para não acabar de medíocre a péssimo renunciando até a nobreza de uma filosofia espiritual, metafísica como a minha do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano, evitando como também diz o mestre que "A construção teorética (...)" possa tornar-se até psicanaliticamente em uma "racionalização" com a teoretizacão, diz Olavo, "camuflá-la [a experiência, ainda mais se for uma experiência degradante] ao ponto de a tornar irreconhecível".



Minha filosofia, verdadeiro amor à sabedoria, corre um risco que Deus, questão metafísica ou mais real maior, me ajude com sua graça.

Quem é Samuel Câmara?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Quem é Samuel Câmara? O maldito é um maldito. É um charlatão que já fingiu dar uma de advinho na minha frente sem nem na época saber patavinas a meu respeito. Ele é um ser maledicente que xingou de doido a Jesus Cristo com ódio de Jesus Cristo. Ele é maledicente que também xingou de doido a Wellyngton Pinho, um seu até hoje fiel colaborador. Wellyngton Pinho que obsessivo-compulsivo é tão ou mais doido do que eu e Samuel Câmara xingava-me de doido do púlpito da seita dele, pôs a sua seita Assembleia de Deus inteira para xingar-me de doido, para perseguir-me junto com os fiéis e corifeus de outras seitas protestantes que atacavam-me brutalmente, realmente é muito santo e verdadeiro o protestantismo. Samuel Câmara é um mercenário que vendeu Jesus Cristo por 2 milhões de reais ao alugar pelo menos pela segunda vez um espaço considerado sagrado pelos seus protestantes como o galpão, Centenário Centro de Convenções, que ele mandou construir para a seita dele. Ele lucrou para um uso profano durante a COP 30 das mudanças climáticas que ocorreu aqui na minha cidade de Belém do Pará. Ele é um mercenário alpinista social que se gabou disso na minha cara. Ele é pelo menos um suspeitíssimo lavador de dinheiro dos bandidos, dinheiro ao qual ele depositava em um banco chamado Beacon Hill, o qual traduzido o seu nome virou o nome de uma operação da Polícia Federal brasileira nos anos 2000, a Operação Farol da Colina, onde os malandros lavadeiras de capitais como o mencionado depositavam em Nova York o ervanário imundo. 




Samuel Câmara, e isso já desde o tempo de Martinho Lutero que justificou biblicamente a bigamia de Filipe I de Hesse, quer porque quer cuspir na cara do mundo que a Bíblia Sagrada precisa da interpretação do clero romano, pois os protestantes como Samuel Câmara por si sós errariam miseravelmente mesmo que o Cristo tenha dito diretamente aos seus apóstolos para eles serem ouvidos como quem ouve a Ele mesmo e é evidente que o texto sagrado escriturístico, a revelação pública, fora encerrada com a morte do último apóstolo, daí os protestantes como Samuel Câmara insistirem que não há sucessão apostólica e que basta a cada homem tocado pelo Espírito Santo que inspirou a Bíblia Sagrada livremente examinar tal testemunho escrito do referido Espírito dando assim ouvidos aos apóstolos e ao Espírito, a Deus, sobretudo por meio da leitura da Bíblia. O curioso é hoje tal testemunho resultar na bandidagem geral dos corifeus das seitas pentecostais ou neopentecostais.



Quem é Samuel Câmara? É um filho da puta como raros. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O ser instituinte

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Coleções de entes por si mesmos nada são, eles são ridículos. É o que deu para notar naquele pretenso padre, Frei Tiago de São José, reclamando dos padres da Fraternidade Sacerdotal São Pio X cansados e não raro seduzidos pelo mármore de um cristianismo eclipsado do Vaticano com razão de sobra em vias de por estado de necessidade sagrarem novos bispos à revelia da Roma atual sal sem sabor, que perdeu a fé, aderiu à heresia desde o conciliábulo Vaticano II. Ele disse que os padres estavam com um tal "espiritualismo", pois rezaram e refletiram para a decisão da em tempo póstera sagração de bispos. Ué! E religião, ainda mais se for a cristã, não é coisa do espírito ou do Santo Espírito, o Ser que é instituinte e sustenta existindo os entes, instituições, deste mundo nem que seja um boteco de esquina onde não raro impera o espírito de porco?



O sujeito quer a obediência pela obediência ao seu totem. Ele é um idólatra. O ser é no ente, mas o que é um ente sem o ser instituinte, criador, mantenedor, que o sustenta no ser? É uma vacuidade panteísta, humanística, totalitária, monstruosa, é o deus mortal Estado, é uma besta nos seus mais espertos ainda assim desconhecendo os seus limites, porque cegos pelo príncipe deste mundo, incendiados pelas más paixões, por causa de sua incredulidade.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A tal metafísica tradicional?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Eu acho que hoje de manhã eu tive - assim espero e acho que é sim - uma iluminação gnóstica. Sendo assim penso que compreendi a missão de Olavo de Carvalho, o mestre considerado maligno pela patrulha anti-gnóstica de um Fedeli com seus fedelhos de plantão e maligno e falsário era Olavo de Carvalho para evitar não ser incompreendido e deixar de ser financiado pelo cristãozinhos crédulos, bobinhos. Se falo em termos gnósticos mais do que "penso", portanto, acho que "vi" como uma águia a verdade, o real, então, que alegria, entusiasmo, libertação de ver-me livre das criaturas que envolventes como uma jiboia obliteram o conhecimento (gnosis) do real que nenhuma episteme pode encerrar com seu logicismo, racionalismo, empirismo, materialismo restando cética de doida não poder encerrar tudo, o mundo, em sua pequena cabeça, em sua pequena razão outrora nos seus pulverizados e desconexos átomos, descoberta que por si é uma vacuidade junto com tudo que é material. 



Realmente se acerta o gnosticismo da tal metafísica tradicional, a "tal" metafísica tradicional de que eu mencionara em outra postagem? Que eu tenha mais respeito, hein! O que passa por este mundo criado, humano, a jiboia envolvente, é marcado pela mordedura da serpente do Éden, é marcado por uma estruturação temporal, humana, pode ser angélica demoníaca, histórica. Podemos nós, homens, disse-o o próprio Deus a Adão e Eva que esmagaríamos a cabeça doida da serpente, pode ser a mesma jiboia, por meio da Madona Santíssima e de seu Filho Jesus Cristo Senhor onde pela fé, Martinho Lutero dizia somente pela fé, na falta de uma obra feita com pedras preciosas, ainda que seja só de palha, mas quem crer de todo o coração será salvo,  espera-se que tenha tido a oportunidade de no derradeiro instante ter recebido o sacramento da confissão.



Será que eu "gnostiquei"? Ou estou "gnosticando"? Serei eu partidário da metafísica tradicional? Partidário, até onde eu sei, daquele conhecimento perene, a verdade última subjacente às grandes correntes sapienciais, verdadeira ciência, quinta-essência das grandes religiões, no que elas têm de perene, atemporal, supracultural? Gnose que tem como matizes a Escola Tradicionalista, a sophia perennis, o perenialismo.

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