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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 31 de março de 2026

O VERDADEIRO filósofo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O VERDADEIRO filósofo é aquele que busca ver a verdade e ensina a ver a verdade aos seus discípulos e apóstolos. Ou a verdade é vista por quem a busca ou ela degringola em uma representacional erística, ganhar um debate sem ter razão que é algo incomensuravelmente abaixo do real.




Ou a verdade é vista por quem a busca ou o sujeito é apenas quando uma besta e ou é um charlatão cabo eleitoral de um candidato a tiranete esquerdista como aquele filosofastro aviãozinho no narcotráfico, a besta pragmatista das narrativas Pau na Bundadelli. Quem assim o buscar ENXERGAR o real e assim prometer ser, prometer ser real será ABSOLUTAMENTE o VERDADEIRO filósofo que é o filósofo gnóstico segundo o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho junto com um René Guénon e Fritjof Schuon. Olavo de Carvalho que é maior do que Sócrates, Platão, Aristóteles, a escolástica inteira com seus rótulos categoriais, mundo das ideias mentalistas, diminutos e balbuciantes raciocínios junto com a humana pequena razão, logicismos formalistas, pensamentos que estão infinitamente abaixo do real, do ser, que compreende o próprio Deus que habita em luz inacessível segundo o Apóstolo (São Paulo).

domingo, 29 de março de 2026

A VERDADE sobre a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A VERDADE sobre a Filosofia é o que eu defino como Filosofia como uma perspectiva ou dizendo diretamente o sol que faz as pálidas perspectivas lunar e estrelares empalidecerem. É o olho do sol de minha filosofia campeã, verdadeiro amor à sabedoria, que é o espiritualismo meta-histórico ou cristianismo gnóstico tendo a Jesus Cristo como fim, fundamento e chave da história e cristianismo gnóstico, porque baseado na filosofia do conhecimento por presença de meu gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho.




Mas há uma mula no meio do caminho que é a filodoxia moderna. A mula maldita, herdeira do erro da busca representacional da verdade, uma fantasmagoria descritivista que vai desde a Antiguidade até o advento do sol presencional gnóstico de Olavo de Carvalho que corrigiu a porra toda mostrando a de fato presença rude de um ânus arrombado de um Pau na Bundadelli (Paulo  Ghiraldelli Júnior) deflorado pela piroca de um Josef Stálin dado o sujeitinho absoluto do interior do Estado brasileiro de São Paulo dizer-se esquerdista a vida inteira. Tal mula é o sujeito absoluto moderno, o total desconhecimento de si, que tem o seu abismo na distância que ele como um tal senhorzinho tirânico coloca-se acima de tudo e inclusive de si mesmo não enxergando-se como também um objeto. Ele vê-se com uma distância olímpica do objeto que nem o próprio Deus coloca-se, visto que o próprio Deus até às mais realmente desprezíveis criaturas deu-lhes algum bem nem que seja a fome que há de ser saciada para larvas de vermes intra-intestinais de mamíferos.





É uma forma de inexistência o sujeito absoluto de Immanuel Kant, o anão disforme de Königsberg, se a coisa em si é incognoscível dada à jaula lógica cognoscente humana armada por aquele maldito germânico nanico. A presença, o conhecimento por presença de autoria de Olavo de Carvalho, responde a isso com uma superação do dualismo sujeito e objeto, segundo eu entendo, a exemplo da apreciada por Olavo ideia de subjetividade de Edmund Husserl em sua fenomenologia fazendo-se voltar às coisas mesmas que o mundo externo por si dispersa, objetividade há na subjetividade fenomenológica, onde o homem pode ser o seu tirano por meio da técnica, do trabalho como se o mundo precisasse ser recriado por outros mais seis dias, agora da recriação causando a devastação, por exemplo, com um vírus chinês sendo espalhado mundo afora pelo capitalismo predatório chinês. É o sujeito absoluto que quer ser um tal senhor que nem o Deus Senhor o é, visto que Ele limita--se a fazer o bem sendo o que é realmente o mal e praticá-lo é uma patética impotência e uma noção equivocada de liberdade ou liberalismo moderno.

domingo, 22 de março de 2026

De novo as imbeCIS (melhorando o raciocínio)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






De novo as imbeCIS, porque vendo sensatamente a teoria de gênero as realmente imbeCIS querem confundir o ser humano com cadelas latindo que elas forçam em ser ou a gatas, morcegas ou outro mamífero. Mulher e homem têm lá o seu lastro biológico, mas é muito uma performance tanto o é assim que os dementes pais e mães de pets colocam lacinhos cor-de-rosa em cadelas, humanizam-nas, o que para tais seres baixos pouco importa, pois que o que importa a cadelas, gatas, morcegas é parir e para as fêmeas da espécie humana seria o mesmo?




Mas não é assim nem para o extremo reacionarismo de um São Paulo Apóstolo Diviníssimo, pois ele cobrou das filhas de Eva além delas parirem, que tenham fé e busquem a santificação, o que são itens que partem de Deus com a colaboração HUMANA por exemplo por meio do gnosticismo para não acabarem doidas na fé cega fideísta. Tudo isso é alheio às bestas, aos pets, seres a que as bestas imbeCIS querem reduzir o ser humano, pessoas machos ou fêmeas, os quais, respectivamente, não gestam ou gestam.

sábado, 21 de março de 2026

As Marcas do Amor Maior (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





- Crê meu amigo. Só te digo isso, crê, pois somente a fé (sola fide) vai te salvar! Eu posso garantir para ti que as obras são consequência da fé e que é maldito o que se faz sem fé, aprendi isto, aliás, de um papista do Centro Dom Bosco criticando aquele padreco petista. - Assim pregava na rua um pastor luterano.




- Amém! Amém! - Gritava a plebe.




- Ô, glória, pastor! Eu que ficava cobrando do meu filho idealismo de ser machão, machão, não sei o quê e ele é gay, é incapaz. Obrigado por suas palavras. - Com um sorriso de ponta-a-ponta no rosto uma senhorinha aproximou-se do pastor com flores para dar a ele.




Um filósofo, porém, aproximou-se do pastor e disse-lhe:




- Pastor, o senhor é muito conhecido nesta cidade de Z., moro em um bairro distante chamado de bairro de B. e noto em vossas palavras um certo descompasso com a verdade do ser que nós, filósofos, buscamos descobri-la e dizê-la, pois que o amor deixa marcas como os cravos que furaram as palmas das mãos, as marcas do amor maior do Cristo, segundo a crença rotineira, pré-gnosis, cristã popular em sua crucificacão. O amor, as obras boas, é fruto da raiz que é a fé que é a raiz da justificação, segundo os papistas, só sendo superior à fé a visão gnóstica de que o que é o divino não pode mentir e nem enganar-se, pois não é meramente humano.




- Bem - Redarguiu o luterano eclesiástico - eu sou luterano, sou um dissidente mais velho da Igreja Católica - E olhando triste para o horizonte olímpico crepuscular escarlate, continuou -  E em nossa reforma do século XVI com o nosso mestre gloriosíssimo Martinho Lutero não enfatizamos até hoje o moralismo, pois simul justus et peccator temos só a fé ainda que pequemos com força sempre chamando o pecado de pecado, sem perversidade, doideira. A verdade do nosso ser de homem é o de sermos pecadores. Nossas marcas humanas são de nossa aversão maior à verdade de que encerrou o nosso Kant luterano ilustre. Esse moralismo - O pastor olhou penetrante nos olhos do filósofo e endireitando a sua estola sacerdotal da cor do Tempo da Quaresma onde caíam-lhe os seus cabelos longos e louros de caucasiano com seus olhos bem destacadamente azuis celestes harmonicamente grandes em um rosto belíssimo, no vigor de seus trinta e um anos de idade adônico, e redondo com uma pele alva e um tanto avermelhada, concluiu -  Só para dar poder total e sem nenhum pudor como assumiu para mim querer isso olhando nos meus olhos um bandido, psicopata como aquele Samuel Câmara, neopentecostista.



Despediu-se com um até logo ao pastor o filósofo já um senhorzinho asiático com seus setenta e sete anos de idade com aquela tez nipônica de um amarelo saudabilíssimo e com olhos do extremo-oriente que sorriam-lhe com a alma bonachona e em um aperto de mãos mútuo retirou-se abotoando o seu paletó azul com gravata branca.

Uma lupa no estereótipo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Com uma lupa no estereótipo nesta questão de gênero levantada na eleição da ou do deputado (a) Érika Hilton para a Presidência da tal Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados do Parlamento desta Republiqueta de apedeutas satisfeitos nota-se que em parte o homem e a mulher, macho e fêmea da espécie humana, é na verdade tal lugar-comum o genótipo e fenótipo. A questão de ser homem ou mulher, humanamente macho e fêmea é cultural, é uma performance, pois os mais completos retardados mentais pais e mães de pets colocam até laços e gravatas em cães machos e fêmeas. Mas a coisa é também biológica: genotípica e fenotípica ou obtém-se por hormônios uma transição de gênero, jamais fenótipo-genotípica, é evidente.




Um homem de verdade (homem no convencional), macho da espécie humana pode fecundar uma fêmea verdadeira, a verdadeira mulher (a convenção de mulher) que pelo menos potencialmente gesta e menstrua são tais atividades o de fato estereótipo, o clichê, a mesmice até a rotina mais banal familiar, ginecológica e urológica, porque baseados na biologia comum nos seres humanos, nos demais mamíferos incomensuravelmente abaixo do homem e comum nos galináceos e também nos jumentos animais e seres humanos, as imbeCIS de direita brasileira, enferma pelo bolsonarismo e pelo MBL doenças infantis do atual reacionarismo brasileiro, que agora estão adotando oportunista que o é o lugar-de-fala esquerdopata.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Sim, a Santíssima Inquisição

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Acabei de chamar a Santa Inquisição de Santíssima Inquisição em um comentário no Facebook na página oficial deste idiota aqui: Helkein Filosofia, que certamente não foi - desgraçado dele - aluno de Olavo de Carvalho, o gloriosíssimo mestre gnóstico do bem (gnóstico tradicionalista). Porque, realmente, é santíssimo algo que faz queimar, em um auto de fé em praça pública para servir de lição à baixa patuleia, os livrecos de Immanuel Kant, o principal deles: Kritik der Rainer Vernunft, onde o anão disforme de Königsberg ignorou que uma pedrada bem dada em sua cabeça ôca revelaria a coisa em si bem dura de uma pedra chocando-se e rachando o seu crânio que encimava o seu corpo monstruoso e mandar-lo-ia para o quinto dos infernos o mais rápido possível, para a maior glória de Deus, para o triunfo da Igreja Romana, para alívio das almas do purgatório e alívio da humanidade.

Érika Hilton super-mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Érika Hilton é a super-mulher, o resto é o estereótipo de mulher, a chamada fêmea da espécie humana, que gesta, amamenta, menstrua nem que seja potencialmente. Não tem cabeça, como diz São Paulo Apóstolo, cuja cabeça é o marido, por isso mulher, fêmea, é naturalmente interrompida pelos homens seus mestres: man-interrupiting.




Érika Hilton sendo mais um macho da espécie, contudo com sua peculiaridade, encarna, sim, com seus belos cabelos de loura-burra, roupas certamente que de haute cousture, maquiagem, unhas o que caracteriza u'a mulher, porque o macho cis da espécie, incluindo Érika Hilton mesmo sendo trans, é mais visual como uma super-mulher não vai se cuidar? Ninguém aguenta uma Márcia ou Iracema da vida corcunda, velha, ressentida bolsonarista da vida e morte severina pobre de direita camelô de rua, que se acha só porque tem buceta e para piorar tem inveja dos invertidos, homens gays inclusive, mais jovens e belos do que ela.

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