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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

sábado, 15 de agosto de 2026

Minha Mãe Maria assunta eis o diário: sobre a mudança

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Minha Mãe Maria assunta ao Céu, Senhora Soberana, eis o diário: sobre a minha mudança vindoura de endereço, eu terei que deixar este bairro de Nazaré de minha cidade natal de Belém do Pará, um bairro da elite, de gente branca, talvez por isso mesmo mais apetecível para relações homossexuais, é feia uma pessoa negra, diz a Bíblia Sagrada. Bairro de gente que é branca, que é gente a tôa, de homens ateus ou com um catolicismo apenas nominal, socialistas, playboys e que gostam de gays ao contrário da esquerda que diz que é tal elite que teria uma ideologia conservadora que iludiria o povo. Santa Maria, Madre Nossa Senhora, o cristianismo, junto com o cigarro e um lulo-petismo popular é coisa de gente que mora é no bairro do Parque Verde para onde eu vou me mudar hiperlotado de seitas, igrejolas neopentecostais ultra-moralistas, bolsonaristas, reacionárias.



Ó minha Mãe assunta ao Céu, acesso único hoje na ordem da graça a todas as graças a começar por Deus Jesus Cristo a maior das graças, não há homossexualismo, talvez mesmo segundo os socialistas antigos uma decadence capitalista, que resista a pegar condução cedíssimo para vir para aqui para Nazaré e bairros centrais, gastando-se uma grana doída semanal e mensal de ônibus. A vida vai endireitando-se, ó Deipara de Nazaré, sem o Cine Ópera na porta que compete no bairro chique de Nazaré com a Basílica Santuário a Vós dedicada.



Rogai por nós, Santa Madre de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

À Mãe assunta: uma terna devoção

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Hoje, dia 15 de agosto de 2026, é dia da assunção da Virgem Maria ao Céu. 




À Ti, Mãe assunta: uma terna devoção eu a Ti dou. Já coroei-Te com as rosas místicas, hoje, do Santo Rosário que eu a Ti ofereci. Mãe muito mais ao Céu tu és pertencente do que a este mundo dominado por Satã, macaco de Deus, junto com seus macacos, os demônios e os macacos da horda demoníaca que são os maduros; samuéis câmaras; lulas; barbalhos; bolsonaros; putins; negros tirânicos africanos descedentes do amaldiçoado Canaã filho do Cão curioso despudorado por ver nu o pai ébrio Noé. Há outros macacos dos demônios como Kim Jon-un; Conde Chupeteux de la Queimaruesca junto com os apologetas falsários ditos católicos, panfletários de internet. Há um Márcio Rolim bichona por militância, aidético, bichona por profissão e religião cuja alma encontra-se no ânus confundido por delírio e influência demoníaca sobre ele com uma vagina e tantos outros símios terminados de forma péssima pela própria impenitência. Mas, ai de mim, eu, o maior dos pecadores, que eu não termine pior do que eles, não permita, ó Divina Mamãe.




Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco!




Salve, Rainha, Mãe de misericórdia! Vida, doçura, esperança nossa, salve!

Um diário: ó Deus dos que um dia descansarão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Haverá descanso eterno no Céu, aqui na Terra é luta como a minha diária no meu sono perturbado com gritos histéricos todas as noites fruto de minha doença mental, o transtorno bipolar, e causada tal perturbação por alguma influência demoníaca, mas pelo menos eu tento ser católico praticante - Deus Senhor me ajude - até ao ponto de excelência de ser praticamente um sedevacante. Uma irmã minha descompensada, talvez assediada de alguma forma pelo demônio, quer até internar-me forçadamente em um dos hospícios, manicômios nos quais eu estive internado no passado se eu criar confusão no futuro apartamento moderníssimo, cururu, de pobre, da avenida Augusto Montenegro onde minha família e eu vamos nos mudar no dia 20 próximo deste mês de agosto de 2026. 





O descanso virá, enfim, no Céu, depois de um crivo à vista de todos para a vergonha dos maus no dia do Juízo Final quando o Senhor Jesus Cristo julgar a vivos e mortos, julgará e o que é vergonhoso por uma mixaria este país maldito Brasil de gente que se vende ao Diabo por um nada, a estes falsos pastorecos evanjegues protestantes como o Samuel Câmara, xingado de bandido na cara dele por mim, com suas esposas trajadas com saias até os tornozelos, o que é uma moda modesta altamente recomendável moralmente junto com os paletós e gravatas elegantes, alguns um tanto cafonas por serem baratos, trajados pelos homens protestantes, ponto positivo para os protestantes. O Juízo Final pegará estes apologetas ditos católicos panfletários de internet tipo o Ariel Lazarento que dá uma gambiarra bíblica para desprezar a Fraternidade Sacerdotal São Pio X que é uma filha mesmo desta prostituta da Babilônia conciliar que eclipsa a Igreja de Cristo, a eleita, que fica na Babilônia, Roma, santificada pelo sangue dos santos apóstolos Pedro e Paulo. Outro destes apologetas é o ex-pastor Patifaria que só debate com o EXCELENTE Lucas Banzoli quando ele tiver mulher e filhos como o Patifaria. Tem o Gabriel Fresko. Tem o Conde Chupeteux de la Queimaruesca da minha cidade de Belém do Pará,  cuja esposa já disse que não dá mais para ele ser vagabundo de internet, ele deve cuidar de seus filhos, os imperativos domésticos. Tem o tal Marcelo Andrade, vindo da seita Associação Cultural Montfort, a patrulha anti-gnóstica fundada pela bestinha provecta anti-gnóstica, Orlando Fedeli, chefiada hoje por Alberto Zucchi, segundo eu soube envolvido com ilícitos financeiros. O tal Andrade que no segundo anterior disse que a violentíssima Santa Inquisição matou apenas oitocentas pessoas em séculos para depois no próximo segundo dar umas milhares de mortes. O Conde Chupeteux deu umas três a cinco mil mortes na Santa Inquisição, sendo que Lucas Banzoli deu um número de mortes de mais de 230 mil mortes, se eu bem recordo, na Santa Inquisição por meio da fonte primária de um certo Lorente, secretário inquisitorial dos inquisidores, acho que uns quatro, se eu recordo-me, incluindo Tomás de Torquemada e depois dele.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Diário diariamente: Deus, ó Deus dos corajosos

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Deus, ó Deus dos corajosos, Senhor, ajuda-me a ser o teu escravo fiel e forte. Eu sou um covarde como raramente se viu, sou bicha, bicha, bicha. Ontem, dia 11 de agosto de 2026, eu conversava com um rapaz que apresenta-se como padre, o qual talvez nem padre verdadeiro seja dado ele ser um funcionário da seita conciliar. Eu omiti a minha simpatia sedevacantista eu ponto de eu dizer-me sedevacantista.




Deus, ó Deus dos corajosos. Deus daqueles cuja verdade não é no fim de tudo uma segurança humana, garantias humanas de que algum psicopata, demagogo inquilino do Alvorada será o seu deus mortal, o chefete de um Estado laico que é um cadáver, algo sem alma, o homem separado de Deus, sem a comida e a bebida verdadeiras que é a carne e o sangue de Jesus Cristo na Eucaristia.




Deus, ó Deus, ajuda-me!

terça-feira, 11 de agosto de 2026

O ânus guerreiro do Conde Chupeteux

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Apesar de toda a peste do erro, heresia dos protestantes em um debate recente de Internet o João do Areópago mandou muito bem, agora só resta ao Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Conde Loppeux de la Villanueva / Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cantar vitória que deu uma surra de ânus, de seu ânus guerreiro, no pênis do rapaz. O Chupeteux com zero de erudição e nota máxima de palpite inútil próprio dele em mais de duas décadas de palpitaria, a palpitaria, imperícia, chute próprio das redes sociais. Mas eu ainda prefiro mil vezes as redes sociais, a Internet, prefiro o autodidatismo do que estas madrassas que são as universidades do ocidente decadente inteiro entupidas de modernismo, racionalismo, sobretudo kantismo, marxismo, nietzscheísmo, desconstrucionismo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Prazer e poder: drama e esquema em face do espiritualismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Ave Pio XII!



O falso poder de um cargo político em que pese o auxílio de soldados, navios, aviões, armas e tecnologia para sobrepujar multidões assim obliterando a metafísica e sua questão mais abstrata que é Deus e ao mesmo tempo mais concreta, pois que o homem com sua inteligência é uma participação na inteligência infinita de Deus junto com todos os entes ordinários, até uma pedra, encerram por fim uma sabedoria, encerram a causa incausada que é Deus. Em que pese a questão do gozo, do prazer incendiando o homem de fantasias sensíveis visuais, gustativas, olfativas, tácteis, assim obliterando também a metafísica, porque imerso aos entes eles se tornam por si sinais amorfos, caleidoscópicos, tornam-se nomes sem os universais, sem finalidade no caso do prazer pelo prazer seja no limite da gula, na luxúria, no esteticismo vazio de algumas obras plásticas antigas e pioradas na modernidade, a futilidade das cantigas de amigo e no romantismo sobrepujando as hagiografias.




O drama encerra-se na história por si mesma sem o seu fundamento meta-histórico em Jesus Cristo. Encerra-se assim o drama, a frescura, o que seja no medo, na concupiscência dos olhos e da carne diante dos entes como as condições econômicas e sociais que obliteram a consciência e mais obliteram a autoridade do Papa, isso se tivéssemos um Papa e realmente não temos, pois a autoridade pontifícia sobrepuja as consciências. Não estou sendo esquemático, mas por mais que doa no espiritualismo como fundamento da história: o único drama aceitável é o da busca de boa vontade, sincera, orante e sacramental para acomodar-se a consciência à verdade hoje na tragédia das ovelhas estarem dispersas dada a ferida de morte sofrida pelo último Pastor, Pio XII. Ovelhas que podem acabar no perigo de acabarem por precipitarem-se em algum abismo sem que o Pastor, o Papa, venha resgatá-las.

domingo, 9 de agosto de 2026

Espiritualismo meta-histórico: o espírito sobre a mente

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




O espírito não reduz-se à mente, por isso mesmo sempre foi considerado um tanto amoral e imoral o louco, pois ele sabe que com todo o tumulto, confusão, angústia, antes do apagão da psicose, ele tem a liberdade invencível de seu espírito para buscar algum tipo de ajuda, uma medicação, um internamento psiquiátrico.




Uma filosofia espiritualista como a minha não reduz-se à mente, nem mesmo no caso da psicose no por fim apagão que ela organicamente impõe a nós que a ela padecemos, mas defende a liberdade do espírito humano para optar pelo bem e pelo Sumo Bem, Deus, portanto, desde a metafísica, Deus, passando pela epistemologia até a ética e axiologia.

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