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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

domingo, 19 de julho de 2026

Os meus objetivos de vida

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





1) Defender Deus. Aí entra suprimir todo o humanismo seja o ingênuo poético de merda de um Louis Lavelle sem qualquer base científica, porque sem a sabedoria e estratégia de um São Paulo Apóstolo (Romanos 1,20) e tomista da analogia do ente visto que o homem que é um nada não pode absorver a divindade sem acabar um tirano sobre o seu semelhante e sendo de volta tiranizado. Seja combatendo o humanismo da bestialidade concretista do sofisma da filosofia concreta de Mário Ferreira dos Santos que foi um incapaz de fazer o abstracionismo rumo ao universal. Seja a minha defesa de Deus contra a nouvelle theologie que dominou a maldição do conciliábulo Vaticano II, ideologia travestida de discurso teológico que é na verdade um ódio sem limites e profundo ao homem de a ele não ser devida a graça de Deus, por isso, mas é claro que o homem tem um impulso natural a Deus, contudo não chega ao Deus verdadeiro trino e uno por suas próprias forças, apesar de poder conhecê-Lo por meio da razão, não pode haver por tudo isso o ecumenismo, a liberdade religiosa com o Estado laico ou neutro e nem a colegialidade episcopal e hoje sinodal que inclui a escumalha laica, colegialidade democrática de DCE de universidade esquerdista federal e estadual brasileiras, tal colegialidade episcopal e laica que destrona o Vigário de Jesus Cristo.




2) Defender a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, pois o Estado tem o dever moral de professar a fé católica e à ralé de povo dissidente resta acabar sendo cidadã de segunda classe na pólis.




3) Destruir os protestantes e com isso reduzir a presidiários e ou a vendedores de picolé nos semáforos de rua a psicopatas como Samuel Câmara, Edir Macedo, Valdemar Santiago, Josué Bengtson e tantos outros Jim Jones de seitas de garagem e galpões largados em alguma borda terceiro-mundana. O povão protestante para ele pode restar exorcismos e a internação em hospícios, manicômios como eu também fiquei internado em hospícios e saí deles uma nova pessoa, renovação que eles estão precisando, pois é um risco social até o experimentalismo, o empirismo e racionalismo cartesiano e kantiano protestantes aplicados ao povão nos quais resulta em um subjetivismo de hospício e de obsessão e possessão demoníacas que se pretendem desafiar em ações criminosas da parte de qualquer Zé Mané do povo as proposições do dogma divino e católico propostas pela capacidade SIM de o homem chegar racionalmente à verdade ainda mais se for o Magistério Sagrado e Infalível da Igreja Católica, porque inspirado pelo Espírito Santo.



Que ninguém se engane, com a ajuda de Deus, são esses supra os meus objetivos de vida e eu farei tudo ao meu alcance para cumpri-los. Para Deus e Sua maior glória eu os cumprirei por meio da Madona Santíssima que hoje na ordem da graça é fecundada pelo Espírito Santo, concebe, gesta e dá a luz ao corpo de Jesus Cristo, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, que com a Sua cabeça, que é o próprio Jesus Cristo, Ele dá-nos a Sua mente divina para nós, cristãos verdadeiros que somos SOMENTE, nós, os católicos apostólicos romanos, fazermos vencer a sabedoria contra toda a malícia, pois sapientiam autem non vincit malitia.

sábado, 18 de julho de 2026

Tempo de Anunciar o Psicopata a Todas as Pessoas (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Olha! Em Belém do Pará o psicopata!
Ele está no restaurante das Docas
Ele está na Terra Firme, no Guamá, em Nazaré 
Está aqui e lá.
Frases curtas ele profere
Imperativas
Vazias
Na ética da finitude.



Ressentido com o pai Severo
Sem televisão, futebol e praia
Regras da seita
Só com nacos finos de queijo 
Para comer 
Ele e os irmãos 
No rio Amazonas que há de engoli-lo
Um dos irmãos dos mais bandidos.



O psicopata, olha!
Cuidado!
Jim Jones de Belém do Pará!
É o sonho de consumo dos corifeus conciliares
Idiotas protestantes incubados
É a alegria do psicopata 
Nas Docas, Guamá, Terra Firme, Nazaré
Ele diz frases curtas
Longe do Verbo divino
Imperativo
Uma vacuidade finitista 
Ressentido e longe do manicômio judiciário. 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Outra seta e máxima contra a mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





O quê diz a feministóide mal comida que o homem é um acidente biológico? Ah, sim, bom mesmo é a mulher que nem barba tem, que não consegue correr de um bandido perseguindo-a na rua, que não tem freio para o fogo de sua paixão se não tiver um macho que mande-lhe enfim calar a boca.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Um pobre espírito (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É semiloucura
O louco que não surta
Outros enfim surtam...
No fogo da paixão
O príncipe deste mundo o cegou
A paz nos outrora templos católicos
A horda modernista os tomou
O pobre espírito
Por vezes enriquecido 
Soube da doutrina celeste
O sedevacantismo
Mas é o cão ao vômito tornado
Não aguentou
Foi aos museus do cristianismo 
A horda modernista os tomou
Ó pobre espírito 
Queres a paz de Cristo
Os modernistas a paz do mundo
Pax Romana: César redivivo
Democracia, liberalismo, modernismo
Agnosticismo über alles
Um assumido vácuo Divino César
Eram loucos os heresiarcas conciliares?
À primavera planejada
Eis o inverno
A vida católica sepultada
Ó pobre espírito vai ter aos sedevacantes
Nas trincheiras, catacumbas 
Subterrâneos do novo Império Romano.

terça-feira, 14 de julho de 2026

A Fraternidade é pouca e miserável coisa

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






É pouca e miserável coisa a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Os senhores dessa seita de Dom Marcel Lefebvre não rompem de forma salutar de vez com o Prevost, Leão XIV, um herege modernista, comunista, maçônico, protestante, liberal, ecumênico; um homem que é na cara de quem possa ver um herege junto com seus predecessores conciliares. Prevost que nem é bispo ou pelo menos um diácono ordenado dada a invalidade das sagrações episcopais desde o ano de 1968 quando a fórmula consecratória foi alterada omitindo-se a função própria do bispo. 




Enfim, a seita de Dom Lefebvre tem a oferecer algo de pouco, miserável e praticamente nulo ao não romper de uma vez por todas, corajosamente vindo para o sedevacantismo, com os corifeus conciliares, porque se não fosse ao sacramento da ordem dessa seita lefebvrista ter mantido a fórmula consecratória antiga para a sagração de seus bispos para assim essa seita ter validamente presbíteros e diáconos, mas ao mesmo tempo os corifeus da tal Fraternidade Sacerdotal São Pio X expõem-se à uma farsa de terem um chefe como Prevost que é só um leigo vulgar expondo-se e expondo o seu povo ao pecado mortal de cisma e heresia contra os verdadeiros papas desde São Pedro Apóstolo que antecederam aos farsantes apóstatas, cismáticos, hereges conciliares nomeadamente chamados de papas por tal grupelho estar unido a tais homens.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Seta e máxima contra a mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Um bando de mulheres juntas não dão um só homem. A mulher é sempre subalterna ao homem. É coadjuvante. Todo o primeiro passo vem do homem e também os seguintes até o fim. Um mundo de mulheres é um mundo inexistente simpliciter, além de ser um mundo muito chato pelo aborrecimento que é para as próprias mulheres a companhia de outras mulheres ou de um lugar onde só há gays afeminados, dominados por sua afeminação tão terrivelmente pelo demônio, que são os homens-fêmeas.

O perigo espiritualista

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


O anão disforme de Königsberg 



Na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano há o perigo do espiritualismo. O perigo é o de levá-lo a tal ponto das ideias das coisas deste nosso mundo sensível cá de baixo, imperfeitas, certo, ele não nos dá a verdade completa das ideias ou das coisas mesmas, os fatos ásperos, tomando o avanço do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho, mas é que sem levar em conta a correção feita pelo Filósofo (Aristóteles) ao seu mestre Platão, na concepção platônica de essências em um mundo à parte, o das ideias, e não a partir do que há de criado no mundo, sem odiar de forma gnóstica como Olavo de Carvalho os sensíveis corporais, caímos no kantismo do anão disforme de Königsberg (Immanuel Kant) com a sua incognoscibilidade da coisa em si, tudo neste mundo seria fenômeno, ou cai-se no racionalismo de querer-se junto com René Descartes, tirar tudo de mundo, corpos, toda a externalidade, da mente humana, do subjetivismo, da consciência diante da qual o mundo não deve-lhe prestar contas ele já está aí muito antes dela e a estapeia de vez quando despertando-a. 

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