O catolicismo romano (gnóstico) é para os inteligentes. É um analfabetismo bíblico e metafísico não ser católico apostólico romano com as devidas correções da filosofia do conhecimento por presença de Olavo de Carvalho que fez uma introdução da gnose ou um "gnosticialismo", como eu o chamo, na filosofia ao lado de René Guénon e Fritjof Schuon. É analfabetismo bíblico, a Bíblia Sagrada está empoeirando na casa de tal pessoa não romaninha e bem burrinha sem inclinação gnóstica ou para buscar enxergar diretamente a verdade de que por exenplo o Pau na Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior) hoje resta usando fraldas por causa da introdução da piroca de Josef Stálin em seu ânus dado o materialismo histórico e dialético marxista adotado a vida toda por Bundadelli. É analfabetismo bíblico, pois é evidente que Jesus Cristo deu o poder das chaves e o primado e supremacia a São Pedro e a seus sucessores que factualmente sucederam até hoje a São Pedro.
É analfabetismo metafísico não ser católico apostólico romano, pois já diria René Guénon, a metafísica é superior à teologia restrita à fé que por si só pode ser cega e a rótulos, estereótipos dogmáticos como o é a desordem - o na verdade "desordo theologie" dos cismáticos orientais - de colocar a teologia acima da filosofia ou metafísica. A metafísica é mais ampla não impondo, em termos heideggerianos, a dominância do ente que é a pequena cabecinha humana com seus dogmas, ideias, categorias, pensamento, lógica, fé cega ignorante sobre o ser que possibilita o ente e cuja suma é Deus. O ser que tem por coração o Sagrado Coração de Jesus filho do Imaculado Coração de Maria protegidos pelo fortíssimo sustentáculo e guarda providente da Divina Família que é o Castíssimo Coração de São José.






