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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

domingo, 2 de agosto de 2026

Chatice e diário: a inveja conservadora

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




2 de agosto de 2026. A chatice diária das alminhas conservadoras brasileiras e bem mesquinha, é a inveja que elas têm dos veados foderem e elas não. Pobrezinhos deles, dos veados, estão em uma situação absolutamente nefasta, chafurdando no cocô da inversão, fodem, pobres deles, com o cu, mas os conservadores deste país sentem inveja deles. Os conservadores gloriosamente quando raramente fodem o fazem pelas vias normais quando suas mulheres consentem em não fingir dor de cabeça para dar-lhes suas bucetas para aquele macho alfa alcoólatra, drogado, com chulé, barba por fazer, barriga de chopp, para implantar em seus úteros, túmulos, seus filhos que serão abortados in limine pelo contraceptivo que elas tomam até acabarem merecidamente gordas.




É longo o caminho do homem rumo à sabedoria, enquanto isso tropeça-se nas ruas do Brasil com lixos humanos estagnados no pântano da ignorância auto-satisfeita e invejosa. Ora, assim um pobre diário registra o pecado contra o Espírito Santo que é a inveja do horror normal e recomendável ao homossexualismo misturado muito mais à inveja de um Brasil maldito que sempre foi católico de IBGE, sem moral nenhuma para falar dos outros, uma republiqueta de apedeutas orgulhosos telespectadores de novelas de merda da TV Globo com seus pecados inconfessáveis de quem não raro macho alfa relaciona-se carnalmente nas ruas com suas trinta pretas putas, os seus veadinhos, com os travestis e com as falsas mulheres trans.

Diário e chatice

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É longo o caminho do homem rumo à sabedoria. Na Basílica Santuário de Nazaré aqui na minha cidade de Belém do Pará eu rogo pela sabedoria à Virgem de Nazaré, diante da imagenzinha clássica dela achada em 1700 e talvez uma das poucas imagens ali validamente bentas pois é da Igreja pré-conciliábulo. Eu posso todos os dias escrever o meu diário aqui neste meu blog e a coisa ficar uma chatice, porque na falta do entendimento, na falta da sabedoria, na falta de Deus, enfim, a vida torna-se mais rasa do que um pires e tudo é visto como um fenômeno de coisa, sem a coisa em si, sem a verdade, a seita do Prevost unindo do pentecostalismo histérico e que envolve o dedo do demônio da seita da renovação carismática dita católica até as seitas os jansenistas e galicanos do Instituto Bom Pastor e da Fraternidade Sacerdotal São Pio X com o dito tradicionalismo, mas mitigado, da parte deles.




Por enquanto eu, neste dia 2 de agosto de 2026, continuo frequentando a igrejinha do Prevost, fui até à Missa, ontem, na Paróquia da Santíssima Trindade, todos os dias vou à Roma modernista e acima de tudo luterana, protestante, a covardia é o meu carro-chefe, onde está o meu sedevacantismo? A religião acaba se prestando a ser um ópio, a ser um sintoma de regressão freudiana em busca de um pai, uma proteção diante da solidão, diante da pulverização atomística, nominalista da importância meramente de troca que têm os indivíduos solitários no neoliberalismo. João Calvino, o heresiarca protestante, propunha no início do capitalismo no avanço da modernidade pelo menos o testemunho interno do Espírito Santo abrindo o entendimento do homem à Escritura Sagrada, hoje nem isso, só resta o espírito de porco indo na Tudo Conveniência daqui da capital do Estado do Pará indo comprar de pão a lubrificante K-Med conforme o gosto e necessidade e eu tentando fazer uma amizade verdade com os escravos ou ditos "colaboradores" do lugar, pelo menos, na operação tipicamente materialista e capitalista de troca, trocando dinheiro por um bem.

sábado, 1 de agosto de 2026

Diário, meu diário: descaso, miséria, sedevacantismo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





1° de agosto de 2026. Georges Bernanos adiantou a podridão do conciliábulo Vaticano II em sua literatura chamando de miseráveis os que se dizem cristãos como os malditos brasileiros dizem-se cristãos, católicos de IBGE, sentimentalóides sem fé alguma como o próprio antipapa Wojtyla reconheceu, mas nada fez para combatê-lo. Eles vão do descaso, a indiferença que confunde-se com a miséria sem qualquer peso, perda, renúncia de monta, ante a pérola de raro valor que é o Reino do Céu, até um dia chegar ao despertar sedevacante. Há idiotas como o tal Gabriel Sapucaia, por causa de mulher e dinheiro de venda de livrinhos em feira com o ingrediente do delírio persecutório gnóstico, que depois da luz sedevacante, que é o outro nome hoje do cristianismo, como o cão retorna ao vômito começando pela resistência até ir hoje para o continuísmo como se o Vaticano II não tivesse sido o ano um da revolução, 1789 no cristianismo católico.




Nos últimos dias eu passei por algo assim do descaso e miséria, tão próprio do capitalismo onde não se sabe o custo para um dia colher um maço de cheiro-verde já compra-se-o em um maço no supermercado da esquina, mas pelo menos nas últimas horas algo da língua de fogo do Espírito Santo acendeu-se em mim. Diariamente eu tenho o costume de ir às igrejas católicas da minha cidade para rezar diante de seus sacrários, diante de imagens de madonas santíssimas e de São José. Consta que nos sacrários só há pão ázimo, pois sabe-se que as validade das ordenações cessaram na seita conciliar dado Montini ter adulterado a fórmula consecratória episcopal no ano de 1968. Que lástima esta horda desde Montini ter tomado os prédios públicos da Igreja Católica e nós, católicos, sermos mau-vindos dentro de nossa própria casa.




Eu ainda estou tentando cumprir o preceito dominical na Roma modernista, vai lá que algum sacramento é válido. Vai lá que Deus até dobra o meu joelho se eu entrando em uma igreja católica modernista eu não me ajoelhar ao negar a validade do sacramento ali no sacrário. O demônio é capaz dessa proeza, também, cuidado! Meu Deus, diário, meu diário, aqui escrevo em ti, que covardia, boiolice minha de não dar logo o passo da fé, o passo de sedevacantismo. Mas, pelo menos o meu dízimo e a minha oferta eu venho dando para um lugar seguro desde o mês passado de julho de 2026 para o sedevacante Seminário São José de Dom Rodrigo da Silva.

Este meu diário: penitência diária

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ainda o dia 31 de julho de 2026. Eu escrevia no YouTube para o Conde Chupeteux de la Queimaruesca, desde mais ou menos os dias anteriores, para ele fazer espocar de rir os urubus do Ver-o-Peso com ele contando as suas fraquezas, pecados, em um catolicismo cultural, pressupondo-se que ele fosse um católico de verdade, mas não é católico praticante, é católico de IBGE, alguém como o Chupeteux que não é sedevacante ou pelo menos já disse solenes merdas sobre essa posição teológica irrefutável. Ele que sem ter a mínima ideia palpitou a favor da nouvelle theologie. Ele só fará sentir sono os urubus do Ver-o-Peso, o bandidinho que no seu vazio, aridez, só diz umas frases curtíssimas quando questionado, semelhante ao psicopata Samuel Câmara. Os urubus ficarão até com medo e levantão vôo para a lama mais limpinha da doca da Baía do Guajará na pedra do peixe da grande feira. 




O Chupeteux ficou putinho comigo lá no YouTube, imputou sintomas de doença mental em mim, disse que eu o ofendi gratuitamente, mas eu só falei do que sei dele nestes desolados dezenove anos que o conheço e só nos vimos umas duas vezes presencialmente,  ele nunca foi meu amigo, nunca deu um único centavo furado para eu comprar os meus medicamentos psicotrópicos. Assim ele não pode esperar muita indulgência, ele vai se foder, se Deus quiser. Ele que disse que não é para o homem de direita ser sempre honesto, nada de excesso de Deus e de santidade dizem bandidos semelhantes ao Chupeteux como o padreco aggiornato desequilibrado e histérico Favo de Mel (Fábio de Melo) e Samuel Câmara. Nada disso! Para o Chupeteux e os mencionados filhos da puta o homem de direita, e o cristão, respectivamente, devem dar lugar ao Diabo, traduzo eu. O Chupeteux disse no passado que eu sou um tarado por gostar de ser sodomizado, ok, mas e o falecido Luiz Fernando Vaz, amigo chegado dele que gostava do mesmo esporte? O Chupeteux seria viuvinha do Vaz? Eles relacionaram-se carnalmente?



Enfim, eis aqui o meu diário para uma penitência diária o que pode render uma comédia de excelente qualidade. No caso foi "penitenciado" o Chupeteux,  espero que ele tenha sentido o cacete virtual por meio do YouTube na costa dele, ele merece. Os urubus se divertem!

sexta-feira, 31 de julho de 2026

O Diário

Autoria: João Emiliano Martins Neto





Dia 31 de julho de 2026. Eu sou um dos homens mais boiolas, veados que eu já conheci. É impressionante. Hoje quase que eu ia na Paróquia Santíssima Trindade para pagar o dízimo, sendo que o dízimo eu já paguei para outro lugar que é de fato católico, que merece e precisa, um seminário sedevacante que não é do catolicismo mainstream financiado pelos Estados nacionais e regionais do mundo, os quais só o fazem porque os falsos papas dos últimos sessenta e oito anos passados acomodaram-se ao mundinho mundano, o mundo moderno cético, nominalista, protestante. Algo bem mundano que alimenta a mornidão segundo vaticanista, da Roma modernista herética. Quase que a minha covardia, boiolice leva-me a eu deixar de comprar os meus cigarros deliciosos, maços de Marlboro para alimentar o mal. Lá na Trindade, onde aliás eu fui batizado ainda bebê no dia 10 de dezembro de 1978, o que é lamentável, eu, católico de todo o meu coração, apesar de minhas fraquezas, eu não sou bem-vindo. Lá onde aquele suposto pároco Vladian Alves fez cara feia quando soube que eu era dizimista e ainda xingou-me de feio. Ou seja, é um lugar que não precisa de minha parca ajuda.



O conde do estábulo


Há dias eu digo para o tal falso Conde Chupeteux de la Queimaruesca, como o gloriosíssimo mestre gnóstico filosófico Olavo de Carvalho chamava o Conde Loppeux de la Villanueva (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira), para ele quem sabe fazer espocar de rir os urubus do Ver-o-Peso aqui na nossa cidade de Belém do Pará através dele sendo um católico cultural, se é que ele consegue ser católico de fato fazendo boas confissões sacramentais aos padres aqui na capital, contando a vida dele pessoal, sendo um confessante humilde e por isso com um bom humor de extrema qualidade, para um feirante do Ver-o-Peso, a maior feira da América Latrina que fica na minha cidade natal e onde eu vivo a vida inteira. Quem sabe ele, o tal falso Conde de internet, esteja muito fraco desejando pernocas sem pêlos de fêmeas, o que ele é melhor do que eu com tendência boiola desejando pernas cabeludas de machos, a castidade dele está pouca e ele sem conseguir ser pelo menos o canalha honesto de Nelson Rodrigues, ele não aguentaria o tédio profundo dos urubus do Ver-o-Peso ou o riso alto e sem fim dos abutres da feira o que macularia o esperado mau humor dos orgulhosos com seus pecados inconfessáveis. Um de tais pecados do falso Conde é ele não ser sedevacante diante do caos que está a grei de Jesus Cristo desde que o pastor, Pio XII, foi ferido de morte, e o que se vê é a dispersão de nós, as ovelhas, desde o ano de 1958. Só o sedevacantismo dá conta de dar uma ordem na causa de Jesus Cristo, para aí, sim, o falso condestável de internet poder falar mal dos protestantes, mas desde que não seja, outro pecado dele, na apologética católica falsária, panfletária de internet.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Diário, o fático pessoal

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Ontem, dia 29 de julho e talvez desde o dia 27 ou 28 do mesmo julho deste ano de 2026 eu venho defendendo desde o canal no YouTube daquela beata de paróquia com amor platônico pelo padre defensora por palpitagem da seita conciliar, o tal Conde Chupeteux de la Queimaruesca (Leonardo Bruno Fonseca de Oliveira) cheio de pecados inconfessáveis ele até ficou putinho contra mim, uma vida confessante a quem se diga católico apostólico romano, o qual por dever estrito deve ser confessante ao padre no confessionário, mas também eu defendo por habilidade e costume confessante católico que se confesse até para o feirante fortuito do Ver-o-Peso, que é a maior feira ao ar livre da América Latrina, o continente puñetero, na minha cidade natal de Belém do Pará. Quem sabe assim a "puñetagem", a maldição, diminua com um momento de veracidade onde toda a vaidade vai embora, o demônio é expulso, e tudo não fica só vazio, vanitas vanitatum et omnia vanitas est.




Santo Agostinho, o rector e grande santo católico escreveu as suas confissões, cabe ao católico digno desse nome, não brasileiro trapaceiro, malandro, fazer o mesmo no confessionário, sobretudo pelo menos uma vez ao ano na época da Páscoa, e na Internet, no Ver-o-Peso e mundo afora. A vida de tal pessoa pode até dar uma novela na TV Globo e passada aqui na capital paraense não só no Rio de Janeiro e São Paulo como se tudo no Brasil só acontecesse nesses Estados brasileiros aqui no Brasil.




Então, coragem, humildade e por amor à verdade, digamos, nós, católicos apostólicos romanos, TODA a verdade e mais um pouco. Postagens fortuitos em um blog ou site cheias de verdade doa a quem doer, com coragem e humildade exorcista afastando o espírito do orgulho ou um diário como fático pessoal também exorcista pode ajudar ainda mais se for publicado como este meu aqui em meu blog.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Escrita diária

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




28 de julho de 2026. Cometi o outrora chamado pecado nefando depois de mais de um mês. Relacionei-me carnalmente com um homem sendo eu mesmo homem. Sexo, uma trepada é só isto: sexo, trepada, é a união, no caso gay por vias escusas, de duas criaturas, o objetivo final do homem é a união com o Criador, é a unio mística, é a unidade com a realidade infinita não limitada à finitude cognitiva, com potência limitada, limitada fisicamente das criaturas não raro acovardadas, subornadas pelo período histórico em que estão inseridas, o corpo é índice histórico:  apodrecerá ainda vivo pela velhice e depois da morte, apodrecimento material que Deus não permite aos seus santos muito predestinados. 



Satana in excelsis

Satanás voltou ao céu. Mesmo que com a aparência hipócrita de uma conduta cristã, confundida não rara a mais mesquinha covardia ao amor e à compaixão junto com o arbítrio linguístico do politicamente correto, de forma mais externa pelo exposto eis Satanás no céu novamente, bem no alto, internamente eis Satanás no alto no liberalismo que é a ideologia que sequestro a liberdade pela licença para qualquer loucura e não para a busca de umbem garantida pelo Estado ateu.



Eu, o primeiro dos pecadores

Eu sou marcado pela covardia. Sou veadésimo. Os covardes serão os primeiros a irem para o inferno, diz o livro do Apocalipse. O que será de mim diante de Jesus Cristo se eu na prática não romper com a Roma modernista e neoprotestante, participar de missas una cum Prevost, reconhecendo a arquievidência da vacância da Sé Apostólica, aliás, eu já até pago o dízimo e oferto para uma instituição sedevacante, o Seminário São José?

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