Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É uma filosofia inorgânica, é uma pedra no meio do caminho ou uma duna na praia, entes brutos. Típica filosofia de ressentidos esquerdistas assaltantes dos legítimos bens próprios dos burgueses a filosofia de um tipo filho da puta como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior), a besta pragmatista sofística das narrativas. Com uma metafísica de galinheiro, o que seria uma parte ínfima tomada do todo, e uma ontologia de bosta onde o real - dado por ele anarquizante como incognoscível a coisa em si - para ele consiste em algo inconsistente, ciscado por galináceos como ele, que não subsiste sem Jesus Cristo, a verdadeira ontologia, o Logos mesmo que bilhões de anos antes permitiu por um cálculo matemático evidentemente que vindo de algum tipo de inteligência ordenadora como a divina que permitiu a evolução para que ele fosse um ser humano para ser jogado um dia na lata de lixo do inferno.




A filosofia do Pauno Bundadelli consiste na teimosia, a burrice na prática tão típica de brasileiro capitalista dependente do império evanjegue protestante liberalóide, em por em perspectiva, doido, o sol que quando brilha faz empalidecer, de fato, as perspectivas pálidas das estrelas e da lua. Ele não quer a verdade, o maior, contenta-se em ser o mesquinho ressentido com subalternos subempregados camelôs, garis, porteiros de prédio nordestinos sem os dentes da frente, empregadinhas domésticas, funcionários de supermercados em necessária escala 6 x 1 que devem contribuir para prosperidade e moralidade só possível no capitalismo que lá na frente vai beneficiá-los. Ele prefere ficar com esses frustrados vendo defeitos no belo em si, verdade em si, o bem em si.



Pauno Bundadelli não quer o maior. Não quer assentar-se sobre os ombros de gigantes para enxergar melhor o horizonte, mas contenta-se com detalhes desprezíveis na metafísica que não ousa dizer o nome de tomar o todo pela parte terminando menos do que pó no materialismo histórico marxista em uma casuística historicística vendido às circunstâncias corruptoras de condições econômicas desfavoráveis como se até mesmo um povo norte-coreano não tenha muito mais fé em Jesus Cristo, ainda que sob uma maldita tirania marxista-leninista, do que um ocidental preguiçoso, acomodado, com a barriga cheia.

terça-feira, 19 de maio de 2026

A minha filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia, a verdadeira e definitiva filosofia é a vinda do homem para a luz. O homem inteligente deve adotar a ontologia da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana, onde no embate dialético contra as meras e enganosas sensações rumo às ideias platônicas fulgurantes. Ele com as qualidades de belo, verdadeiro, bem, sumo bem em si mesmos abrindo-se à revelação de Jesus Cristo na dialética agostiniana, Ele, Jesus Cristo, o fundamento, fim, chave da história ou meta-história, verá tal homem educado ele por mim, um filósofo de peso, porque cristão, ele verá a luz, ainda que ferido de morte junto com Jesus Cristo, humilhado, esmagado, moído, enfermado pelas pompas deste mundo. As chagas mortais dele, dolorosíssimas com a Virgem das Dores, Nossa Senhora da Soledade, chorando e rezando por ele, sentindo dores junto a ele. As dele feridas mortais junto com as de Jesus Cristo serão luzes que iluminarão as trevas materialistas marxistas que obliteram a verdadeira consciência humana que é espiritual, para as coisas do Alto e não as deste mundo do trabalho, atvismo humano mesquinho, cego, onde o homem marxistóide ateu, quer transformar como um robô, lerdo anti-metafísico como as bestas Paulo Ghiraldelli Júnior ou Márcio Rolim, loucos desconhecendo a causa deste mundo estar como está desde a rebelião de Adão. Estes marxistas desgraçados, escravos, deste mundo decaído, estragado, amaldiçoado pelo pecado de Adão e nosso.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma dialética da retidão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




A dialética de
minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano começa pela dialética platônica na qual chega-se por meio da razão do jeito fulgurante tão próprio a Platão à contemplação das ideias, os modelos de tudo o que há em seus gêneros e espécies e tais ideias, modelos, estão em Deus e não em u'a alma preexistente ao corpo, já em um platonismo que desceu ao batistério. O diálogo da alma com ela mesma como Platão conceituava a filosofia dá-se por intermédio e culminação na ideia dos graus de perfeição em Deus, a ideia do Bem em Platão em termos cristãos e agostinianos, já desaguando em uma dialética agostiniana no encalço da terceira navegação rumo a Jesus Cristo que dá consistência a tudo, assim escreveu São Paulo Apóstolo. 




Em tudo isso há uma dialética da retidão em minha filosofia onde a alma dialogando com ela mesma tem por modelo o Bem, Deus, em Jesus Cristo que torna reta a alma dando-lhe uma substância, pois Jesus Cristo, é o que subsiste e sustenta todos os seres, a verdadeira ontologia que permite a vida refletida para além da sensibilidade. Ao longo da história da dialética chegando à falsa superação (Aufhebung) do sofisma do sofista que foi Hegel, ele se tornaria o último filósofo ou realmente o ideólogo do Estado prussiano em uma tecnocracia mais tarde positivista de Auguste Comte tornando o homem medíocre com sua alma vendida a uma política pública, a ter um iPhone, a ter uma bolsa-farelo governamental e ó horror para homens com perfeita saúdes mental e física, suprema injustiça.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O real, o mais real, a verdade do mais real, do ser na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é que sendo tal substância, o ente algo espiritual na pessoa do Verbo divino encarnado, Jesus Cristo, como o sacrifício de um homem, a ontologia de minha filosofia, Ele que recapitula todos os seres, Ele, Jesus Cristo, em sua agonia mortal no horto das oliveiras, manietado como um bandido, flagelado, coroado de espinhos, negando-se a Si mesmo (kenósis) em sua inocência e potestade divina ao carregar a Sua cruz e enfim supliciado em uma cruz, tal ontologia, toca todos os seres, até porque Jesus Cristo é o Criador, ao ponto de no suplício da cruz Jesus Cristo fez as suas criaturas reagirem de alguma forma: o céu que escureceu, as pedras que fenderam. Decerto que os animais que se calaram, os anjos que colheram em cálices, tristes, o Seu sangue precioso, no inferno os demônios e os homens perversos de todos os tempos e lugares que estremeceram. Os justos no limbo dos patriarcas que decerto que tiveram um ressoar ali de sua libertação para verem a Deus, finalmente. O Ser par excellence, Jesus Cristo, é o que subsiste em todos os entes em seu trono e trono da cruz da mais esmagadora derrota, humilhação para os podres poderes humanos de todos os tempos e localidades para que nenhum sofredor se escandalize.

domingo, 10 de maio de 2026

Mães protestantes catam cocô (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Entre um e outro dogma católico sagrado
Desprezado


Pelo pastor protestante bandido psicopata 
Insultado na cara
Os anjos alegraram-se.


Mães protestantes catam cocô
Sapatos no meio da casa
Sujos na lama


Cocô
Das periferias de Belém 
Sapateadores vendilhões pentecostais


Elas são um triste robô?
Ignorância invencível?
Em ocidental megalópole incrível 


Mulheres não são leais
Filhas de Eva 
Cadelas ferais.



A ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



A ontologia de minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano consiste em que o ser, o real, o mais real, é o espírito como substância do real para desespero dos idólatras de jezabeis feministas ou mulherezinhas ressentidas diante do fogão e do tanque de lavar roupas que querem prostituir os homens a elas e a fazê-los comer as carnes dos próprios filhos homens sacrificados a elas, autonomeadas deusas, senhôras, deixando o resto apodrecido largados no meio do caminho na forma de seus filhos depravados gravemente na forma de ridículos gays e machos travestidos de fêmeas. E tal espírito é uma pessoa e tal pessoa é Jesus Cristo que aceitou ser o sacrifício de um homem para que nós também sejamos sacrifícios de nós mesmos e com Ele vençamos negando-nos a nós mesmos, ainda que estejamos apodrecidos pelo homossexualismo ou pior pelo comunismo, a cada dia e tomando a nossa cruz após Ele. A ontologia de minha filosofia seria uma ontologia que desceu ao batistério. O espírito como o mais real em minha filosofia não é um espírito como um epifenômeno do cérebro, mas é Jesus Cristo, o homem espiritual par excellence. Ele foi real gostem ou não os incrédulos que têm não raro uma filha de Eva, mulher qualquer, Jezabel. Homens com complexo de Édipo, incontinentes homossexuais, comunistas, homens fantasiados de mulheres e tantos outros da raça de Caim. O espírito em minha filosofia não é uma no mínimo esquisitice de um cérebro superexcitado por algum mero trabalho do homem sobre a natureza como querem os materialistas históricos marxistas, o que condicionaria os homens como a animais na verdade sendo que a materialidade tomada por si só pode ser o apagão de toda a consciência que o diga Sócrates ensinando ao fogoso Alcibíades de que fazendo sexo com ele, Alcibíades não chegaria à verdade. E algum Dom Juan ou prostituta, um Benedito Nunes que escreveu um broxante ensaio chamado A Filosofia e o Milênio, já foi algum grande sábio ou na verdade alguém mesquinho, tirânico nas coisas deste mundo? Basta ver exemplos nojentos como um tal Márcio Rolim, obliterado no homossexualismo, ridículo, dando risadas patéticas repetitivas em monotom, não dizendo coisa com coisa em seus vídeos, magoado e frustrado por não ter os encantos de uma mulher, ele que é materialista histórico marxista precisa virar um idealista como eu para tentar explicar que o ele quer não é só a sodomia ao ponto que ele assim na prática sodomítica acabou aidético. A ontologia de minha filosofia não é um epifenômeno do cérebro o espírito ou até a loucura de alguém exótico ou psicótico que precisaria de "choque" para dormir, diria aquele bandido, ateu, Samuel Câmara, satanista, niilista, travestido de pastor, xingado de bandido na cara dele por mim, ele que toma um armário inteiro de medicamentos psicotrópicos controlados para controlar acessos de fúria incontroláveis os quais ele padece, o que podem ser tais sintomas fruto de uma obsessão demoníaca dado ele ser um chefe de uma seita protestante herética ao extremo.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Penitência, penitência! (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Ó eu aqui no exílio penitenciária 
Exílio do mundo
Onde bem, verdade e beleza
Ocultam-se e mostram-se
A quem não seja um cego, pária
Depois da confissão não mais imundo
É a penitência! Penitência!
Onde bem, verdade e beleza
Antes em orações
A cada palavra, boas ações
No suor da lei do trabalho
Bem, verdade e beleza
Na luz de Deus Luz
Veremos a luz
A luz dos entes
Neste mundo
Pobres aparentes
Coam e fazem brilhar a Luz.


Highlights

Outros sites relevantes