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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

O dinheiro a favor da vida

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu acho que causou desespero na professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), feminista e aborteira Lola Aronovich, que conforme eu noticiei em um artigo mais cedo aqui neste meu blog, no qual defendi o projeto de lei caluniosamente chamado de "bolsa-estupro", ela viu esse projeto de lei cujo número é 5435/2020, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), como uma possibilidade do dinheiro ser a favor da vida, porque o vil metal impediria até mesmo os abortos em todos os casos, medida altamente cristã, impediria o aborto em casos de anencéfalos, impediria o aborto nos casos de estupro e no caso de risco de vida para a mulher, pois que a criança seria sustentada até completar 18 anos de idade. Se dinheiro compra até amor verdadeiro, diria Nelson Rodrigues, agora o dinheiro está comprando até mesmo a vida, então, que venha o dinheiro.

 

Não que eu seja um fã do senador Girão, muito longe disso, porque ele é aquele mesmo senador que também não é nenhum exemplo de ética e de ser favorável à vida sempre, porque ele é negacionista da pandemia ou sindemia de Covid-19, sendo que no último dia 14 de fevereiro de 2022, ele fez uma audiência no Senado Federal com negacionistas da pandemia na qual foram estrelas negacionistas como José Augusto Nasser e Roberta Lacerda, conhecidos propagadores de desinformação sobre a imunização. No momento em que a média na pandemia está em torno de 800 óbitos, fiquei sabendo no site UOL na coluna de Chico Alves neste endereço aqui, Roberta chegou a associar a vacinação ao aumento dos casos de câncer.

 

Mas, não tem tu, vai tu mesmo, se o projeto de lei do senador Girão tivesse ido para a frente, a vida teria sido protegida, pois se dinheiro se não tudo, mas, muito ajuda e providencialmente poderia evitar o assassinato de um ser humano em gestação no ventre de uma mulher propensa à uma loucura por colocar o seu interesse próprio acima da vida de seu próprio filho.

Em defesa da "bolsa-estupro"

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Senador Eduardo Girão


Eu soube em uma live recente do professor Marco Antônio Villa, de um certo projeto de lei 5435/2020 criado pelo senador Luís Eduardo Grangeiro Girão que intitulou o PL de "Estatuto da Gestante". Segundo O Tempo, neste endereço aqui, o projeto foi entregue em dezembro de 2020, o texto criava um auxílio para mulheres grávidas em decorrência de violência. Os críticos de tal projeto o chamam de "bolsa-estupro", porque, segundo uma líder feminista aborteira, e professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), Lola Aronovich, talvez fanática na defesa do homicídio de nascituros, citando a notícia do site: "o projeto é uma estratégia para a proibição do aborto em todos os casos, inclusive onde hoje a prática é realizada, como em casos de estupro, fetos anencéfalos e quando a gestação apresente risco de vida para a mulher. "Isso não resolve nada. Essa mulher não vai ter acompanhamento psicológico ou jurídico e essa possibilidade do estuprador, que não vai ser nem definido assim, mas o genitor, para ele abre possibilidade terríveis, inclusive dele pedir guarda compartilhada e conseguir direitos de visita”, avalia.


Para mim parece que claro que estupro é estupro, se houve de fato um coito forçado de um homem com uma mulher, é sempre estupro e deve ser punido. O que o projeto pró-vida de Girão propicia é um auxílio à uma mãe muitas vezes pobre que foi abusada, não raramente, até mesmo por um pai ou um parente próximo como um tio.

 

Aborto, nunca! Devemos ser pró-vida sempre. Uma mulher que sabe que o seu fim é ser mãe deve estar até mesmo disposta a dar a sua vida por seu filho, tal qual fez a santa, gloriosa e bem-aventurada Santa Gianna Beretta Molla e o tal projeto de lei desse senador visava ajudar tais pessoas, mas, foi rechaçado pelos assassinos da esquerda aborteira.

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