Acima duas estátuas da idolatria dos protestantes aos seus erros. Duas estátuas, à esquerda Daniel Berg e à esquerda Gunnar Vingren, os fanáticos que fundaram a seita maldita, maluca pentecostal, Assembleia de Deus, aqui na minha cidade de Belém do Pará no ano de 1911. Simplesmente o fundo do poço do fideísmo cego protestante com direito a surtos histéricos, psicóticos misturado à obsessão demoníaca, coisas que a seita conciliar adotou para eclipsar com insanidade e demonismo a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.
E os protestantes ainda dizem que nós, católicos, somos idólatras por fazermos imagens, as imagens sagradas para serem com justiça e preceito cultuadas como ícones do divino, coisas comuns na Bíblia Sagrada e em todos os grupos humanos retratando os seus maiores mesmo que a intenção em todos eles não seja o culto ao sagrado.
Estas estátuas de Daniel Berg e de Gunnar Vingren são na verdade o culto à imagem das trevas daquele vagabundo Samuel Câmara, chefete da referida seita pentecostal ou hoje realmente neopentecostal, ele que ainda haverá de cair na própria cova que ele cava com muito trabalho como diz o salmo sétimo de MALDIÇÃO.

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