Ei, bandido! Filho da puta! Psicopata!
Na Republiqueta no instante de dor
Ó voltem metafísica, ontologia
Vampirizadas pela cobiça
Lucro
Só se quer os fregueses na seita
Negócio privado do corifeu
O maldito psicopata.
Ó psicopata
Ridículo repetitivo
Sem dar-se conta do mal
Sem memória afetiva
Aquela graça disputa a tua aparente solidão
Ó neste teu reino quebras os ossos, faze-os picadinho
Calcula ao menos na tua gélida cuca
Como os demais não podem
Assírios, babilônicos, romanos o és
Punindo a pífia Republiqueta
O remédio amargo aos maus católicos
No inferno serás um punhado de cocô
Tu que aqui moves o Aqueronte.


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