- Eu quero ver chegar no meu nível! - abaixando-se, com soberba luciferiana, disse o doente-bandido.
"Ah! Que chatice esta coisa de cristianismo. Mas dá dinheiro e poder se eu for muito esperto.
Disse um pequeno demônio em um canto do escritório do doente-bandido: - Ele é bem burrinho, porque ele é incrédulo. Ah! Ah! Ah! Tem menos poder.
"O apartamento do meu filho é bom, o Aldebaro Klautau. Vou ver se me elejo suplente de senador! É isso! Ih! Ih! Ih!" - impulsivo em pensamentos sucessivos, insanos, um dos orgulhosos dispersos do Magnificat de Maria. Ele cogitava o doente-bandido com sua cabeça grande de melão, rosto enrugado como um pênis com a sua bolsa escrotal relaxados, vestido como sempre de paletó preto com gravata vermelha parecendo um abutre.
- Ó Cristo, ó Cristo, eu sou pecador, sou doente do alto cabeça, SIM, SIM, SIM, aos pés! - rezava em sua mente doente com sua mente acelerada com ideias sucessivas o gordinho rapaz assentado em um dos bancos da igreja protestante chefiada pelo doente-bandido.
O rapaz com cabelo crespo precocemente grisalho acentuava a palavra cabeça em sua oração de um calvinismo bem confiante predestinacionista, apesar de suas dificuldades gravíssimas de saúde mental.
- Adão! Adão! Os meus seios apontam para ti. O fruto, aquele fruto que ele disse para não comermos, eu comi. Ele não toca a ti como o meu seio. Ele aponta para ti, Adão, ou para si mesmo, o tal Deus? - disse Eva com o fruto em mãos.
- Doida mãe das filhas doidas emancipadas! - Adão era profeta e o primeiro profeta. Com peito cabeludo mostrando uma das axilas bem cabeludas - Não fales assim de Deus Senhor! O fruto parece bem para o entendimento. Dá-me! Mas... ah! Tu és uma parte minha, apontas para mim, oh! os teus seios. Sem Deus Senhor o que seria de nós? Absorveremos Ele Senhor em nós, doida! Ser no ente? Nossa dignidade não é infinita, não somos Deus Senhor, oh meu amor. - E Adão musculoso, peito de pombo, fartos pêlos no peito, axilas, pernas e nádegas comeu do fruto ficando um pouco do fruto entalado em sua garganta, pomo de Adão, quando ele deu-se conta que estava nu junto com sua imberbe esposa com seus seios em suas auréolas como raios de sol que apontavam naturalmente para Adão e não para Deus, pois é Eva, a mulher, a primeira na culpa e proletária do homem.
À explosão vinda em chamas abundantes vindas de uma espada de um altíssimo anjo loiro baniu para sempre o casal primitivo.
Disse Eva:
- Agora nossos filhos serão nossos filhos bandidos-doentes e doentes-bandidos.
Respondeu Adão:
- Úlceras dos pés à cabeça, SIM, pior na cabeça. Pior será a cabeça doida como tu, doida, em nossos filhos, totalmente perdida. A tua doideira era apenas afetada. Vamos embora!
E se foram para colonizar o mundo.

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