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| Ave Pio XII! |
O falso poder de um cargo político em que pese o auxílio de soldados, navios, aviões, armas e tecnologia para sobrepujar multidões assim obliterando a metafísica e sua questão mais abstrata que é Deus e ao mesmo tempo mais concreta, pois que o homem com sua inteligência é uma participação na inteligência infinita de Deus junto com todos os entes ordinários, até uma pedra, encerram por fim uma sabedoria, encerram a causa incausada que é Deus. Em que pese a questão do gozo, do prazer incendiando o homem de fantasias sensíveis visuais, gustativas, olfativas, tácteis, assim obliterando também a metafísica, porque imerso aos entes eles se tornam por si sinais amorfos, caleidoscópicos, tornam-se nomes sem os universais, sem finalidade no caso do prazer pelo prazer seja no limite da gula, na luxúria, no esteticismo vazio de algumas obras plásticas antigas e pioradas na modernidade, a futilidade das cantigas de amigo e no romantismo sobrepujando as hagiografias.
O drama encerra-se na história por si mesma sem o seu fundamento meta-histórico em Jesus Cristo. Encerra-se assim o drama, a frescura, o que seja no medo, na concupiscência dos olhos e da carne diante dos entes como as condições econômicas e sociais que obliteram a consciência e mais obliteram a autoridade do Papa, isso se tivéssemos um Papa e realmente não temos, pois a autoridade pontifícia sobrepuja as consciências. Não estou sendo esquemático, mas por mais que doa no espiritualismo como fundamento da história: o único drama aceitável é o da busca de boa vontade, sincera, orante e sacramental para acomodar-se a consciência à verdade hoje na tragédia das ovelhas estarem dispersas dada a ferida de morte sofrida pelo último Pastor, Pio XII. Ovelhas que podem acabar no perigo de acabarem por precipitarem-se em algum abismo sem que o Pastor, o Papa, venha resgatá-las.

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