Autoria: João Emiliano Martins Neto
Com uma lupa no estereótipo nesta questão de gênero levantada na eleição da ou do deputado (a) Érika Hilton para a Presidência da tal Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados do Parlamento desta Republiqueta de apedeutas satisfeitos nota-se que em parte o homem e a mulher, macho e fêmea da espécie humana, é na verdade tal lugar-comum o genótipo e fenótipo. A questão de ser homem ou mulher, humanamente macho e fêmea é cultural, é uma performance, pois os mais completos retardados mentais pais e mães de pets colocam até laços e gravatas em cães machos e fêmeas. Mas a coisa é também biológica: genotípica e fenotípica ou obtém-se por hormônios uma transição de gênero, jamais fenótipo-genotípica, é evidente.
Um homem de verdade, macho da espécie humana pode fecundar uma fêmea verdadeira, a verdadeira mulher que pelo menos potencialmente gesta e menstrua são tais atividades o de fato estereótipo, o clichê, a mesmice até a rotina mais banal familiar, ginecológica e urológica, porque baseados na biologia comum nos seres humanos, nos demais mamíferos incomensuravelmente abaixo do homem e comum nos galináceos e também nos jumentos animais e seres humanos, as imbeCIS de direita brasileira, enferma pelo bolsonarismo e pelo MBL doenças infantis do atual reacionarismo brasileiro, que agora estão adotando oportunista que o é o lugar-de-fala esquerdopata.
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