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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A vida do cristão entre a generosidade, a amizade e obediência

Autoria: João Emiliano Martins Neto



A vida do cristão autêntico que é o católico romano é algo entre a generosidade, a amizade e a obediência. Explico.

Sempre em Deus, por Deus e com Deus ou em Cristo, por Cristo e com Cristo, como se diz no Missal, a Deus Pai todo-poderoso toda honra e toda a glória agora e para sempre, a vida do cristão é doação generosa à humanidade pecadora, sendo o próprio cristão em si mesmo cheio de pecados e fraquezas e por isso deve ele compadecer-se de seus irmãos homens.


Mas a vida do cristão é um dom que ele deve oferecer se necessário for e no limite ao custo do derramamento de seu próprio sangue, por amor, e amor Deus e ao próximo como a si mesmo pela salvação do mundo completando em sua carne, como diz São Paulo, o que falta ao sacrifício de Cristo, porque tal falta é a missão da Santa Igreja como corpo de Cristo, o próprio Cristo a prolongar a sua missão salvífica no tempo e no espaço ao longo da História.  A generosidade cristã, o amor cristão, tudo suporta, atura, crê, não é ressentido, tudo espera, nem por isso conforma-se com o mal e com a mentira, mas regozija-se, sem azedume ou fascismo fruto de irreflexão, com a verdade. A generosidade cristã torna o católico romano ao mesmo tempo, como mais ou menos dizia Martinho Lutero, escravo de todos e alguém livre de si mesmo e das armadilhas do mal que habita nos homens. O amor generoso cristão é verdadeiramente libertador, porque o orgulho, o egoísmo e o rancor que a tantos escraviza não domina o cristão.

A amizade para o cristão é muitíssimo cara. Idem velle, idem nolle. O amigo do cristão deve amar o que ele ama e odiar o que ele odeia. A lei é o amor e quem ama amar e odeia tudo o que contraria o amor, tal pessoa é amiga do cristão e deve o cristão aproximar-se de tal pessoa.

Como profetizou Jesus Cristo sobre o fim de São Pedro, o cristão ainda jovem e, por isso, normalmente ainda escassamente convertido vai aonde quer, porém, mais maduro é conduzido aonde não quer ir e se preciso for como o primeiro papa é o cristão crucificado como Cristo por causa do pecado que há no mundo, por isso o cristão é chamado, por fim, à obediência ainda que com dores das mais terríveis.

Eis a vida do cristão, caro leitor, e se você quiser tal caminho de determinação, mesmo diante do sofrimento e da dor, mas caminho de amor cuja lei maior é a do amor e da fraternidade, igualdade e verdadeira liberdade com Deus e com os homens na Igreja e em sociedade tornando a sociedade em tua paróquia, junte-se aos bons, seja cristão, seja verdadeiramente humano. Amém.

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