A influência de Santo Agostinho, o Doctor Gratie, em minha minha vida é toda ligada à passagem minha pelos arraiais dos hereges, dos irmãos separados pela heresia, os protestantes. O homem, miserável pecador, concepção de Agostinho bispo contra decerto que o otimismo ascético de Pelágio da Bretanha, ascestismo que eu mesmo sou muito entusiasta, tal concepção agostiniana é levada pelos nossos irmãos apartados pelo erro, é levado a extremos inauditos que ao meu ver trouxeram a concepção kantiana de teoria do conhecimento aonde é claro que parece justo que o homem peça contas de sua capacidade de conhecer, mas chegar ao extremo de a própria mente dessa tal coisa chamada homem em sua subjetividade em seus juízos sintéticos a priori forjar o objeto, aí já é demais, aí já seria um extremo de ceticismo quanto à capacidade do homem ser sempre o que e quem ele é: homem, ainda que ferido pelo pecado original, idéia defendida pelo santo de hoje contra Pelágio.
#Livros: Liberdade, para quê?, de George Bernanos
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Uma obra que nasceu no contexto histórico saturado de violência e
desencanto, mas não se limita a reagir aos acontecimentos
Há 22 horas
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