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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Sanctus in fronte, sanctus in animo

Papa São João XXIII

Nos últimos dias venho interessando-me vivamente pela memória de São João XXIII, Papa, o chamado Papa Bom. São João XXIII com aquela cara dele de vovô, amoroso, doce, paciente, enfim, na face tinha a bondade, como a não teria n'alma e no coração? Sanctus in fronte, sanctus in animo?
O Papa João foi quem deu o passo inicial para o Concílio Vaticano II que tentou um aggiornamento, tentou uma atualização e modernização da fé cristã para os nossos dias ditos modernos. Quiçá tal aggionarmento como eu consigo percebê-lo seja dar alma e coração ao homem moderno, a partir do homem moderno, tão solipsístico, tão ensimesmado, consumista, absorto em seu mundinho subjetivo como um recorte ou uma mutilação e como que castração alucinada deste homem desgarrado do mundo na louca busca de uma utópica e soberba heteronomia que atomiza e aliena tal moderno homem; tal homem moderno sempre, outrossim, tão envolvido com utopias românticas de amores arrebatadores, utopias políticas coletivistas, hoje já meio opacas, mas sempre perigosamente tentadoras como acontece no Socialismo do século XXI que vem infernizando a Venezuela, País vizinho de porta do meu, o Brasil. Enfim, alma e coração quis dar São João XXIII ao mundo atual que em larga medida é um filho revoltado com o Pai, Deus e também com a Mãe, a Santa Igreja Romana que talvez no passado, pelos erros dos filhos da Igreja, tenha mostrado-se uma Mãe mui severa com um chicote sempre a punir, impacientemente, indisposta ao diálogo e à escuta e pouco afeita à simpatia, ou seja, a junto com o pecador escravizado pelo pecado sofrer com ele a escravidão que o pecado lhe impõe e tratar-lhe para curar-lhe as feridas e hematomas e deficiências causadas pelo cruel mundo.

Se o Papa João foi canonizado e se um católico sério diz crer na Igreja católica, então, posso, sim, dizer firmemente que a devoção ao Papa São João pode ser a melhor forma de compreender a Igreja atual em suas misérias e virtudes, causadas por seus filhos, os quais, respectivamente, tem má-fé ou boa-fé diante do legado de bondade, conforme o espírito do Santo Evangelho, legado pelo Beatíssimo Santo Padre São João XXIII.


São João XXIII, rogai por nós.

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