Marco Antônio Vil como eu costumo chamar o sofista cujo sobrenome é Villa, vivo escrevendo-lhe comentários ousados em seus vídeos no site YouTube dando viva às leituras, narrativas religiosas. Ele que as detesta. Seria ele o demônio, o Conde Drácula, o vampiro Vladimir Polanski ou o vampiro Gerald, ambos os últimos dois vampiros da novela Vamp. Porque ele, jagunço mal colonizado pelos portugueses, foge da cruz, ele foge das narrativas, leituras religiosas e até, ignorante ou louco ele no programa Pânico da Jovem Pan, reclamou de maiorias populacionais globais como os indianos e chineses que não conhecem o cristianismo. Ele, Vil, criatura vil, doida, burra, ateu Smerdiákov do romance Os Irmãos Karamázovi de autoria de Fiódor Dostoiévski, já que qualquer homem são mentalmente pode cumprir a lei natural, pode ter uma reta razão o que tornam indesculpáveis grandes massas de homens sãos psiquicamente como os indianos e chineses de alegarem que não foram evangelizados, por isso foram condenados merecidamente ao inferno, pois desprezaram a própria consciência moral perfeitamente acessível, repito, a homens sãos, durante suas porcas vidas.
Paulo Barros recorda homenagem no Carnaval de SP: "Quase enfartei"
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segunda-feira (16/2), com a coluna sobre sua reação e emoção
Há 22 minutos

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