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terça-feira, 5 de maio de 2026

As férias de Márcio Rolim ou o incômodo da cruz

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Eu estou aqui cagando-me de medo de ser processado judicialmente e com justiça por Márcio Rolim, pois eu o injuriei referindo-me ao seu vício em homossexualismo e à AIDS que o acomete que ele contraiu por motivo fútil: farras homossexuais e sem ele ser um viciado em drogas injetáveis ou hemofilia se bem que é viciante o homossexualismo, eu digo isso por experiência própria. Injuriei-o no mural de comentários de um vídeo recente dele no site YouTube, pequei por ofendê-lo, segundo o Papa São Pio X em seu catecismo, até pedi perdão a ele na mesma área de comentários do referido site, mas ele está intratável, é infinita a mágoa da frustração homossexual misturada com a peste aidética sexualmente transmissível comum em LGBTs e prostitutas. Agi na raiva dado o anticristianismo dele causado pelo seu ressentimento de ser um invertido e esquerdista com aquela forma mentis canhota que inverte a verdadeira consciência a partir de meros bens sensíveis. Ele mais um convocado que o foi por Karl Marx junto com todos os ressentidos do mundo a unirem-se. Mas, desafiando um pouco a minha covardia escreverei aqui o que vejo.




Acabei de ficar sabendo no site YouTube que vai tirar férias Márcio Rolim, um militante LGBT, homossexual assumido, esquerdista anticristão assumido também e, ele próprio assim amaldiçoa-se vitimado pela imaturidade, inveja e misoginia extremada própria de homossexuais viciados na prática do esporte do mundo às avessas ao ponto de serem afeminados, ridículos como o próprio Márcio Rolim. Isto tudo junto à frustração, incapacidade homossexual que eu também padeço. Ele é aidético confesso. Ele é uma versão, pelo que é assumidamente anticristão e ateu, do anticristão, ateu, Samuel Câmara, outro ressentido, frustrado pelo moralismo puritano pentecostal, ambos recusam-se a pisar com pés santos em Belém do Pará, a minha cidade natal e onde eu vivo a vida inteira, e assim santificá-la. Márcio Rolim sendo natural do Estado do Amazonas, mas foi criado em Belém do Pará com pai ausente e mãe feiticeira. Recusam-se a bendizer Belém do Pará assim como os santos apóstolos São Pedro e São Paulo santificaram Roma, chamada de Babilônia por São Pedro Apóstolo em uma sua epístola católica (1 São Pedro 5, 13). Ele, primeiro Papa, em Babilônia onde fica a chamada por ele de eleita, a Igreja romana, à qual eu pertenço,  Igreja na qual ele pastoreou. O sangue de São Pedro e São Paulo apóstolos que santificou o próprio centro do império opressor. Que Márcio Rolim desapareça da Internet para não pecar mais na Internet com suas seitas, bolhas de radicalização para o bem ou para o mal. Que suma junto com Samuel Câmara, o mais bandido do que sucessor de Martinho Lutero em sua barraquinha feita pelo germânico no século XVI ao lado do trono tirânico do Papa, visto que se São Paulo Apóstolo, foi a inspiração de Martinho Lutero que desafiou o Sinédrio romano que cobrava um pedágio do homem aterrorizando-o com as penas meramente temporais do purgatório, apesar de que ai de quem não seja romano-católico, não terá garantido para si nem o aflitivo purgatório, ínvio vestíbulo de purificação das almas. E ele, o Apóstolo, desafiou com uma justificatória e aparentemente fiduciária fé em Jesus Cristo, se tomar-se isoladamente certos versículos de autoria do Divino Paulo, o pedágio cobrado pelo tirânico Sinédrio hebreu com o sangue de prepúcios, animais e com muitas centenas de legislações para o homem achegar-se a Deus. Os sucessores de Martinho Lutero aqui na borda do mundo como Samuel Câmara reinstituíram o pedágio por meio do vil metal, semelhante ao cobrado por Roma para a construção da Basílica de São Pedro, a fim de que tais sucessores luteranos falsos pastores possam levar uma vida nababesca no reino dos céus que eles imanentizaram aqui mesmo neste mundo em carrões, mansões, dinheiro lavado para empresas off-shore em paraísos fiscais.




O incômodo da cruz é que há uma chaga, a de Jesus Cristo, a verdade do ser da minha filosofia espiritualista que desafia o materialismo histórico marxista no qual há a fuga covarde da dor para buscar o prazer, que este mundo precisa aceitar segundo insistem os luteranos por meio somente da fé (sola fide) na dialética Lei x Evangelho luterano, aí o incômodo foi mais objetivo que é o que importa só da parte de Jesus Cristo, seja mais na subjetividade individual de cada crente no romano-catolicismo completando em si as chagas faltantes, do sofrimento de Jesus Cristo, segundo o mesmo Apóstolo (Colossensses 1, 24). O que pode ser um arroubo devoto da parte do Apóstolo, pois Jesus Cristo mesmo disse na cruz que sua obra estava consumada e só Jesus Cristo poderia substancialmente com caráter infinito dar uma satisfação em favor do homem à justiça divina ofendida pelo pecado humano, pois Deus é infinito.




A cruz incomoda o ressentimento humano, pois combate o contágio vitimário, diria René Girard. Um sacrifício já foi oferecido pelos erros humanos, o sacrifício de Jesus Cristo foi oferecido por Ele mesmo vítima e sacerdote, de uma vez por todas. Não faz sentido, é só amargor de uma alma o longo braço ressentido da revolução de Vladimir Lênin. Dor de cotovelo que poderá fazer o tal Márcio Rolim insistir em processar-me judicialmente, ele é de esquerda estará apenas cumprindo a sua função vil de subalterno da revolução, de uma revolução que é na verdade um atraso para a humanidade em manter os holocaustos humanos, sanguinários, fruto do da maligna falta de perdão e de quem como eu que pedi-lhe um sincero perdão e ainda fui confessar-me ao padre. Vem da parte de ateus e esquerdistas a inveja da luta de classes marxista de pobretões ignorantes proletários querendo roubar a legítima propriedade privada dos burgueses, passando por gays e lésbicas fracotes, incapazes, como se fossem emasculados, do relacionamento correto com o sexo oposto, até machos fantasiados de fêmeas e vice-versa achando que não são machos e fêmeas confundindo o travestismo, a fantasia, os trajes, o Carnaval com a realidade sonante da biologia que marca fortemente como machos ou fêmeas os mamíferos mais superiores como orangotangos, macacos-pregos, micos leões dourados, chimpanzés e homens.

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