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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Um alto preço


É alto o preço que se paga por se ser um católico romano relapso, tão comum no Brasil, segundo os entendidos em Brasil. Não, amigos leitores, não é fanatismo, obsessão maluca por algo como religião e nem idéia fixa pela mesma. Aliás, a própria religião e verdade católica romana não se presta ao fanatismo, não se presta à uma fé fiduciária cega e fideísta de tipo luterana protestante, em geral. A religião católica defende a chamada analogia do ente e não a analogia da fé de Karl Barth, famoso e virtuose teólogo protestante do século XX. A analogia do ente, de fato, é referida em um dos salmos, é referida no livro Sabedoria da Bíblia católica, retirado pelo monge doido que só falava merda, Martinho Lutero, é também referida à carta aos Romanos de S.Paulo, tal analogia ao ser ou ao mundo e não à analogia fortuita da psicose fideísta qualquer de algum monge sequelado por pais extremamente doidos rigorosos.

É alto o preço, amigos, e faço referência à falta aos relapsos que faz o sacramento da penitência. Sim, amigos, a confissão de pecados, a honestidade, o olhar-se de frente no espelho da própria biografia e dos passos que se tem dado neste mundo, com honestidade, e com isso um lavar o próprio rosto sujo e imundo pelo pecado, quiçá nas lágrimas da tristeza do mal que se tem feito, caso o confessante não seja um rematado canalha ou mesmo um psicopata, tal atitude de tristeza, não segundo o mundo de quem apenas teme uma punição segundo as leis dos homens que seja, mas segundo a lei de Deus, todavia, sobretudo, sobretudo, repito, porque deixou de amar a Deus sobre todas as coisas, Deus, sim, o Sumo Bem e digno de ser amado, consequencialmente, acima de todas as coisas. Tal atitude de reconhecimento é a tristeza que conduz à vida, como diz o mesmo S.Paulo, à vida que é Cristo Jesus, também caminho e verdade, que lava com o seu sangue precioso ao confessante de toda a mácula do pecado tornando-o alvo como a neve, como diz Davi, e purificado de toda a má consciência quando o homem recebe a absolvição do sacerdote. 

O que é mal é mal, não só porque uma tábua de leis ou um livro, mesmo que seja a própria Bíblia, no-los diz, mas porque o mal é na raiz uma defecção à reta consciência e a consciência de anjos e homens sãos mentalmente ou não tão radicalmente encruados no mal, exige retidão. A tábua e o livro de regras está no coração de todas as criaturas de Deus, livres e inteligentes. Tal tábua e livro encontra-se no ser que quando seguida liberta o homem fazendo-o amar. O fim da lei é o amor, diz a Escritura Santíssima. A finalidade é o homem e o anjos serem as criaturas supremas de Deus, serem o que são, supremas e excelentes: livres e inteligentes, aptas ao amor, aptas a não temerem dar, se preciso for, o dom inteiro de si mesmas, as suas próprias vidas em martírio por Deus e pelo próximo, por amor, a ambos como a si mesmas. Amém. 

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