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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Contra um cadáver: contra o Estado laico

1) O Estado não pode ser laico. Um Estado laico é como um corpo sem alma, é um cadáver. A condição laica do Estado é como um homem que na prática não cumpre a sua vocação espiritual e para a santidade que é o fim de todo homem, como diz o Catecismo da Igreja Católica.
A condição de Estado laico poderia servir para a Europa atual, do norte, sobretudo, que perdeu a fé em Cristo e na Santa Igreja Romana e hoje vem sofrendo a voragem destruidora da ideologia islâmica e marxista radical, mas não para povos como o brasileiro, o ucraniano, polonês ou húngaro que são em massa católicos romanos.




2) O Estado laico é a imposição da politicagem mais crassa, isto é, das razões de Estado, é a imposição da vontade de poder destruidora para além do bem e do mal, como bem ilustrou C.S.Lewis em uma das crônicas de Nárnia, em a qual, as razões de Estado do próprio diabo (feiticeira Jádis) impôs a destruição de mundos inteiros. O Estado laico é a entronização de um ente abstrato e impessoal comandado por homens por definição pessoalmente venais que colocam as mais altas e caras aspirações humanas como as metafísico-religiosas como caprichos, talvez mesmo para eles puras esquisitices privadas apenas toleradas, jamais compreendidas e incorporadas como deveriam a tudo o que seja relativo ao bem comum da Politeia.

3) Enfim, diante do descalabro que seria o Estado laico quod erat demonstrandum, eu ainda prefiro a hipocrisia de nossos políticos brasileiros caipiras diante de nossa religião cristã católica ou protestante do que a oposição declarada e assumidamente anticristã de um Estado ateu que é o fim incontornável de toda a laicidade estatal.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários hereges protestantes, esquerdistas, liberais e libertários.

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