Estudando a obra de Éric Weil centrada na idéia do dualismo violência versus discurso (linguagem, logos, sentido) estou percebendo que Cristo, o Logos encarnado é mesmo supra temporal e universalmente válido, porque Ele encarna o homem e Deus identifica-se totalmente com o homem, sua imagem e semelhança. Nesse sentido a violência e sua força cega e irracional é a que mais antagoniza com o homem e com a Filosofia, rompendo com todo o sentido e sendo comum, sim, aos animais que em todos os tempos não tem cultura, sabedoria e autoconsciência alguma.
#Cultura: o cinema brasileiro é um exercício de resistência
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"É difícil aceitar que o Brasil, com sua grande literatura, sua música e
até suas artes plásticas, ainda não tenha aprendido a fazer cinema"
Há 10 horas
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