Alegremente devemos subir o nosso calvário junto com Cristo, aproveitando os sofrimentos, para com Cristo amarmos a Deus, como Deus merece ser amado, sabendo que não é por obras que somos salvos, para que ninguém se jacte, mas mediante a fé, a fé viva de todos os fiéis que são talhados pelo filho do humilde carpinteiro para as boas obras.
#Cinema: o filme mais aleatório de todos os tempos
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Claro (1975), de Glauber Rocha, retrata a aleatoriedade da existência humana
Há 45 minutos
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