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A certeza

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Ars gratia artis!

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sábado, 30 de abril de 2016

Reiterando minha defesa da chamada "tortura"

1) O que a esquerda e os indecisos chamam de "tortura" são as palmadas que o Príncipe aplica a certas pessoas que não apanharam o suficiente em casa de papai e mamãe para se emendarem. Se Ustra ou qualquer outro governante no intuito de protegerem-se e protegerem seus domínios de delinquentes, na pessoa de suas forças de segurança e ordem, derem pelo menos umas boas tapas nos canalhas, recebem todo o meu apoio. Uma bela "tortura" aplicada como se fazia na Idade Média com o auxílio de médicos para de forma humana e célere fazer os canalhas entregarem os seus comparsas e cúmplices, recebe todo o meu apoio.

2) Gente, "torturar" um canalha, um terrorista como esses esquerdistas, é algo fundamental, porque é normal, é natural ao homem decente e honesto ter ganas de aplicar ao menos uns bons safanões bem dados na orelha de um suficientemente conhecido e contumaz safado!

3) O governante assim como o Papa, os bispos, os nossos patrões nos nossos empregos são uma continuação da autoridade de papai e mamãe em casa. Quando a filhinha não ganha aquele óculos de sol da Gucci e o filhão não ganha o Playstation ou não ganha o carro novo 0 km depois que passa no vestibular da USP ou da UFPA, as vezes podem acabar como delinquentes, como ateus, a espraiarem sua loucura por toda a sociedade, malbaratando toda a vida em sociedade, infernizando mesmo e depois de tudo isso não querem ser "torturados" ao menos com uma tapa?

Orando pela conversão dos protestantes


Ó Mãe do Céu, Nossa Senhora de Nazaré, perdoa a todos aqueles que sob a maldição protestante verdadeiramente não amam a Deus de quem Sois Mãe, pois não Vos amam, em Vós, ó Medianeira de todas as graças não esperam, não são fiéis e que infelizmente estão enceguecidos pelo ódio sem razão e pelo egoísmo. Eles não a Ti tem por Mãe, mas são Vossos filhos, pois são de coração cristãos, ainda que sob o cativeiro das mais disparatadas doutrinas protestantes presentes em muitíssimas seitas heréticas pulverizadas em cada esquina do mundo todo com suas doutrinas e desvios mais alucinantemente diversos filhas do orgulho e loucura luterano-carismático-calvinistas.

Ó Mãe de Deus e nossa, ajudai, iluminai aos diletíssimos irmãos separados protestantes, eles que são mesmo que com suas divisões e discórdias na prática no Brasil atual são grandes heróis patrióticos, para que eles parem com a ignomínia inominável de Vos desprezar, pois um filho deve honrar a seus pais, como Cristo Vos honrou, Vós que Sois quem lhe gerou a cabeça que hoje como outrora é Ele mesmo quem dirige o corpo que também gerastes, que hoje como outrora é que age no mundo para como quem é sábio, ganhar almas para o Céu quando Cristo percorria por toda a parte de forma itinerante na terra dos hebreus, sendo, hoje, quem o faz é a Igreja, o seu corpo místico até aos confins do mundo e ao longo da História. Tudo isso fostes Vós quem gerastes, que o mundo, portanto, seja grato e Vos honre como felicíssima, por todas as gerações.

Todas essas graças eu a Vós clamo e brado fervorosamente e insistentemente, ó Pai, em o nome de Vosso Filho Jesus Cristo que vive e reina para sempre, Amém e Amém.

A eudaimonia cristã


Obrigado, ó meu Deus, pela boa disposição, pelo poder divino de sermos felizes que nos destes, a nós homens pelo Vosso Filho Jesus Cristo. Mediante a fé em Cristo que satisfez plenamente a Vossa justiça e santidade desafiadas pelo nosso pecado, chegamos à eudaimonia, chegamos à felicidade eterna. Desde que firmados, na prática, pela disciplina dos sacramentos da confissão frequente e da Eucaristia, se possível diária, além das boas obras, então, nos tornamos um com Cristo por seu corpo, a Igreja, nós, os outros cristos, ungidos, com óleo de alegria e do amor que faz-nos transbordar, que enche-nos, torna-nos plenos de Ti, ó Deus.

Obrigado, Senhor, por todos esses bens, por essa felicidade imensurável e incomensurável, porque desconhecida do mundo.

Também a Ti agradeço, ó Santíssima Virgem Maria, porque tal e única verdadeira felicidade no Vosso Filho Jesus Cristo só foi possível graças ao Vosso sim e fiat diante do Anjo do Senhor.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Um fumante católico contra a ciência

Meu irmão caríssimo leitor,
Karl Popper, meu herói


Salve Maria Puríssima!

Gostaria de neste post agora dizer que o cigarro não é minha fraqueza, mas um item de minha fortaleza. Não dê muita atenção para o que diz a ciência contra o tabaco, mas saiba a respeito de um certo Karl Popper e do princípio dele de filosofia da ciência chamado de "falsicabilidade". Ou seja, que enuncia que o cientista estaria sempre procurando hipóteses que contestem a sua hipótese em seu campo de estudo recortado da realidade, recorte muito parecido com o animal ou a planta presos em seu meio ambiente e alienados do mundo. A ciência, por conseguinte, não pode ter foro de autoridade pública infalível, como muitos querem fazer crer pois a mesma se moveria sempre na areia movediça de hipóteses.

Cigarro dizem fazer mal, hoje, amanhã a ciência poderá dizer o contrário, se for honesta.

No verbete "falsicabilidade" e congêneres do "Dicionário Oxford de Filosofia" de Simon Blackburn, filósofo britânico, que comprei há poucos dias, está escrito que, em outras palavras, segundo Popper, a ciência precisa ater-se à confirmação que a empiria dá de suas hipóteses, caso contrário não passa de pseudociência, superstição e fé religiosa.

Se é a ciência que louca de pedra vem a público e lhe diz que o fumante de antemão é doente, ansioso e deve "procurar ajuda o quanto antes", então, é mentira da ciência. Só o Papa pode vir a público e ex-cathedra proclamar algo digno de autoridade pública e universal como um novo dogma.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Santo Afonso, cigarro melhor amigo dos católicos e o quebra-galhos

Santo Afonso Maria de Ligório
O beatíssimo Santo Afonso Maria de Ligório, grande tabagista de saudosíssima memória, ao ensinar que o cigarro não quebra o jejum eucarístico, que é aquele período de cerca de uma hora de abstinência de alimentos e bebidas, antes da comunhão, eu não teria dúvidas de escrever aqui que colocou o tabaco como um dos melhores amigos do católico romano fiel para o bem-estar do católico que não é um puritano cientificista fanático.


***


Eu, editor e redator deste blog, e meu quebra-galhos
O cigarro Convair, prata da casa latino-americano é o maior quebra-galhos de pobres fumantes como eu. Convair é marca de cigarro que recomendo enquanto você, caro leitor fumante, estiver sem grana para os excelentes cigarros, todos eles, anglo-saxões.

Entrevista com o filósofo Blackburn

Do site Fronteiras do Pensamento

"Sócrates, além da figura do questionador, exemplifica também a coragem que é necessária para defender ideias que outras pessoas pensam que não devem ser defendidas, talvez simplesmente por medo de buscar a reflexão." - Simon Blackburn

Simon Blackburn, filósofo britânico, veio ao Fronteiras do Pensamento debater o tema As grandes questões da filosofia. Neste excerto de sua conferência ao seminário internacional, ele vai à raiz da filosofia para tratar de conceitos fundamentais à civilização: reflexão, razão, liberdade e educação.A conferência de Blackburn está contida, na íntegra, no livro Pensar a Filosofia, à venda no site da Arquipélago Editorial.


Simon Blackburn | As grandes questões da filosofia

Simon Blackburn

A filosofia é, segundo creio, aquilo que surge sempre que há reflexão, e seres humanos são necessariamente reflexivos, nós somos conscientes de nós mesmos. Com efeito, temos ideias, mas em seguida pensamos sobre as ideias que temos; usamos palavras, mas nos preocupamos com o que elas significam; valemo-nos de formas de argumento e de modos de formar confiança em ações, em escolhas e em expectativas, mas depois questionamos a correção e a autoridade desses modos de formar confiança. Formulamos questões como: de onde eles vêm? Quais são as alternativas a eles? Eles nos fornecem a verdade? Eles nos conduzem a boas coisas e nos afastam das ruins?

Desde Platão e Aristóteles, desde a tradição clássica grega, o espírito da filosofia tem sido o espírito da reflexão, isso é claramente personificado na simbólica figura de Sócrates tal como desenhada por Platão, a figura do paciente questionador que sabe apenas que nada sabe. Esse é um tipo de imagem da vida filosófica e creio que não seja uma imagem ruim. Mas Sócrates, além da figura do questionador, exemplifica também a coragem que é necessária para defender ideias que outras pessoas pensam que não devem ser defendidas, talvez simplesmente por medo de buscar a reflexão.

Com efeito, quando se reflete, minam-se certezas que poderiam ser necessárias, seja para a igreja, seja para o Estado; assim, há um longo histórico de perseguição à filosofia, e de fato uma das coisas que um regime totalitário busca fazer é trancar ou executar todos os filósofos, exceto, é claro, aqueles que fornecem as palavras que legitimam o regime, a ideologia ou o espírito religioso.

Cabe notar que a reflexão não precisa conduzir ao ceticismo. Ela pode também aumentar nossa confiança; pode, por exemplo, conduzir-nos à confiança na existência de algo que merece ser chamado de liberdade.

A liberdade, segundo creio, reside precisamente na capacidade de pensar duas vezes e de não fazer a primeira coisa que vem à cabeça. Nós manifestamos essa capacidade na nossa habilidade de responder a razões, de incorporá-las ao nosso comportamento, no poder de escutar uns aos outros, de aceitar argumentos, de ser dissuadidos de cursos de ação por pressão dialógica e assim por diante.

Até onde se sabe, animais são incapazes de fazer essas coisas. Trata-se todavia de um ponto controverso, pois pode-se argumentar que cachorros e outros animais superiores pensam. Eles podem eventualmente formular pensamentos do tipo "eu quero aquele osso", e em seguida, "oh, meu dono me disse para não fazê-lo, então vou ficar aqui sentado". Talvez cachorros sejam de fato capazes de autocontrole e talvez pensem, mas meu ponto é que eles não são capazes de muita reflexão, sobre suas vidas, sobre seus pensamentos. Essa é uma capacidade que nos é peculiar.

Fiquei contente de saber que o Brasil é um dos poucos países no mundo em que a filosofia faz parte do currículo escolar obrigatório. Crianças são filósofos naturais. Todavia esse talento é, com frequência, inibido nelas por nós adultos, que dissemos para elas se calarem, para não fazerem certas perguntas e para não se preocuparem com certas coisas. Por conseguinte, as crianças acabam aprendendo a seguir o currículo obrigatório sem fazer perguntas, a resolver as equações e seguir em frente.

Essa supressão do questionamento e do espírito reflexivo é fatal para a educação. Esse ponto pode ser ilustrado por um exemplo tirado da educação da minha filha. Esta é uma história verídica. Minha filha frequentou escolas muito boas e caras em Oxford quando eu ali lecionava.

Um dia, quando tinha por volta de 15 anos, ela se aproximou de mim e disse: "eu cansei de física, eu odeio física, eu odeio ciência, eu não vou mais estudar ciência", e respondi: "mas o que está acontecendo?", e ela: "eu não entendo nada".

O que tinha acontecido na verdade é que eles precisavam resolver um problema relacionado à oscilação do pêndulo; eles deviam resolver uma equação sobre a velocidade do pêndulo na ponta de baixo usando uma equação que envolvia energia potencial, no topo do pêndulo, e energia cinética, na ponta de baixo do pêndulo. É um cálculo bastante simples.

Eu disse: "está bem, e o que você não entendeu?". E ela: "eu não entendi o que é essa coisa que ele chama de energia; o pêndulo no topo não tem energia, ele não está fazendo nada, ele está só ali parado, então por que deveríamos dizer que ele tem energia e que tem energia que se traduz em velocidade?". Ao que respondi: "e você perguntou isso para o professor?", e minha filha disse que sim, que tinha perguntado para o professor, e o que o professor tinha respondido: "resolva a equação e não faça perguntas".

O resultado do diálogo vocês já conhecem, minha filha chegou em casa e disse "eu cansei de ciência, não estudo mais isso", e de fato foi o que ela fez, desistiu de ciência pouco tempo depois.

Eis uma ilustração de como não lecionar, de como não educar pessoas. Pode até ser que as colegas de classe da minha filha que resolveram a equação tenham ido para a universidade e tenham se tornado muito boas em todo tipo de coisa; não nego que essa seja uma maneira de capacitar pessoas a exibir certas habilidades.

Tais pessoas podem certamente vir a se tornar engenheiros, doutores ou algo assim, mas isso não é uma educação, isso não aumenta nosso entendimento das engrenagens do mundo.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A perfídia governamental

Imagine, caro leitor, João Calvino começa a sua magnum opus, "As Institutas da Religião Cristã", dedicando uma homenagem a Francisco II, Rei da França, veja só você, um camarada potentado que depois se voltou contra os protestantes. Ou veja o caso de Henrique II, da Inglaterra, que em um acesso de poder sem pudor, pensando alto, acabou por sugerir que seus lacaios matassem seu melhor amigo, o beatíssimo São Tomás Becket, se bem que depois Sua Majestade sinceramente se arrependeu e até pediu para ser açoitado em praça pública para melhor penitenciar-se pela perseguição política à Igreja e pelo assassinato do Arcebispo de Cantuária.

Ora, então, veja só você, caro amigo leitor, os governantes são é uns traiçoeiros, todo cuidado com essa gente é pouco, pois são terrivelmente tentados ao poder e poder total.

Armadilha para os amantes da liberdade

A liberdade que é confundida com o poder fazer qualquer doideira que der na cabeça humana é uma armadilha para quem ama a liberdade. A liberdade divorciada da capacidade maravilhosa humana de usar de sua espiritualidade, por assim dizer, de sua capacidade racional que chega ao Céu, que chega ao homem ser capaz de Deus, ora, tal referida armadilha torna o ser humano como se fosse um bichinho enjaulado por seus básicos instintos.

Seja livre!

Não existe o gay ou a lésbica, ninguém é estruturalmente, essencialmente, se se quiser dizer geneticamente, essas coisas como gay ou lésbica. Você, meu filho querido, é macho ou fêmea, no caso da espécie humana e mais nada. O que se passa com você com relação aos desejos desordenados para a desorientação homossexual é que você é achacado por fantasias, caprichos, delírios e mais nada.

Portanto, se você realmente quiser, se você fizer o firme e inabalável propósito com Deus e com você mesmo de deixar algo como o vício perigoso homossexual como poderia ser o vício perigoso das drogas que essencialmente o corpo humano das mesmas não necessita, faça-o, lute, a graça de Deus há de alcançá-lo para secundá-lo poderosamente e eficazmente.

Seja livre, portanto!

A infância espiritual dos gays

Conforme minha experiência pessoal, pois sou ex-gay, eu percebo que o homossexualismo é um tipo de infância espiritual, é uma pobreza de mundo que limita drasticamente a vida de uma lésbica e de um gay a transas casuais promíscuas, porres homéricos de bebidas e narcóticos; temos também o impacto do tipo de relação como a homossexual em que você mesmo estando ao lado de alguém do mesmo sexo, mas essa pessoa, insana, não está a altura de quem é: macho ou fêmea, ao menos de direito, mas não de fato, pois se estivesse não seria gay de forma alguma.

Outro aspecto da parva infância espiritual gay e que é corroborada pelo senso comum cruel ignorante do povão, insuflado pela propaganda do movimento LGBT, é que o gay teria certa dificuldade de se ver, junto com a referida parcela ignorante da sociedade, como ex-gay, mesmo depois que essa pessoa já deixou as suas práticas sexuais pagãs malucas. Ora, um outrora bêbado alcoólatra que abandonou a bebedeira ou um ex-drogado, claro, podem ter o apetite insaciável para os seus respectivos vícios, mas se consideram tranquilamente ex-viciados se abandonaram os mesmos. Ora, com os gays o oposto ocorre e para sempre essas pessoas se não lutarem muito, facilmente tornarão a amor perigoso gay e à uma besta infância espiritual que os tornarão anões feios e deformados já nesta vida incapazes de amar, porque escravos dos instintos, incapazes de Deus: homens bestializados.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.