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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sexta-feira, 24 de março de 2017

Ariovaldo Ramos: você é marxista?

Esta fraternidade, na visão de Cristianismo do reverendo Ariovaldo Ramos, que não nasce do decreto é a privatização e a subjetivação do Cristianismo, é tornar o Cristianismo uma ilusão. É claro que a fé da maioria de um povo como brasileiro que é cristão deve tornar-se social, real, coletiva e concreta e a Política é o meio, os decretos, leis e instituições são suas partes constitutivas, evidentemente. A visão de Ariovaldo e a de muitos cristãos é um sonho, é um devaneio, é liberal e individualista. Não é preciso ser marxista para perceber o quanto o Protestantismo dissolveu a fé cristã em uma esquisitice para ser vivida na insignificância doméstica ou em cada seita protestante de cada esquina que pensa bem diferente do que os seus irmãos da seita protestante da outra esquina pensam. Eu sou protestante, por acaso, sou protestante, por uma questão de fidelidade à Sagrada Escritura, mas é evidente que não posso deixar de reconhecer, com lucidez, que o Protestantismo foi a causa do que possa haver de justo na revolta do meu mestre Karl Marx, pois eu sou esquerdista e Marx é um Olavo de Carvalho para nós, da esquerda política, Marx é o nosso nous.

 

O espiritismo acima dos evangelhos

Porra, o Jorge Luís Rodrigues bate a cabeça em uma muralha, porque Elias, conforme diz a Escritura, foi assunto ao céu em corpo e alma, sim, e não há controvérsia alguma sobre isso, como diz o Conde, por causa de seus prejuízos romanos. Elias, o profeta hebreu não morreu, fato, pelo menos para nós, cristãos sérios e consistentes, por que bíblicos: protestantes históricos. Jorge, meu amigo, livre-se do Cristianismo, fundamente a sua filosofia espírita no pitagorismo e no orfismo ou mesmo no glorioso platonismo, daria mais certo.



O nosso grande amigo Jorge Luís Rodrigues, no ponto de número 06 de seus argumentos, ele diz que o batismo cristão não havia na época do diálogo entre Nosso Senhor Jesus Cristo com o fariseu Nicodemus, mas isso é um erro, porque São João Batista, o Pródromos, o Precursor, ele já batizava antes do ministério público de Cristo e os próprios apóstolos e discípulos batizavam durante o próprio ministério público do Redentor neste mundo. Agora, é claro, a idéia de água para que haja a regeneração, a palingenesia (do grego), o novo nascimento do homem com o perdão de seus pecados: o original e os atuais, é uma doutrina católica e das dioceses ortodoxas cismáticas, para nós, protestantes, quando a Escritura fala em água, está a falar da Palavra de Deus, a qual quando pregada, anunciada no chamado Kerigma (do grego: anúncio), convence o homem de seu erro e o converte a Cristo, sob a ação do Espírito. Nós, batistas, em nossa idéia do credobatismo, ou seja, de se não batizar crianças, isto é, pessoas que ainda não atingiram a idade da discrição, bem mostra e com rigor e fidelidade o nosso seguimento batista acerca do mandamento bíblico para a ministração do sacramento do batismo.

Agora, com relação ao excelente, mas apócrifo livro da Sabedoria, presente na Bíblia católica e das dioceses ortodoxas cismáticas, que falaria de reencarnação, segundo o Jorge Luís, bom, isso é um problema bem chato, ao que a mim parece, do Conde e de seus aparentados cismáticos, isso que dá não terem aderido à Reforma Protestante do século XVI, a qual excluiu literatura espúria, ainda que muito rica em saber, mas meramente humano, como os pseudoepígrafos ou apócrifos como Sabedoria.



quinta-feira, 23 de março de 2017

Entendendo o Socialismo

Eis, ao meu ver pessoal, um excesso direitista e conservador reduzir o Socialismo ao tal exemplo do vídeo supra. Uma sociedade individualista e tão competitiva como querem certos círculos radicais conservadores, pelo menos o do senhor do vídeo, reduziria as próprias conquistas de nossa civilização cristã ao que vemos, hoje, no Brasil e em demais países ocidentais, com a fé cristã, base de nossa cultura, à uma esquisitice individual doméstica e privatizada. Eu penso que um Socialismo democrático e em justos teores realizaria, ainda em nossos dias, o projeto da Santa Igreja Católica Romana, da fusão do Império com a religião de Cristo. Nossas instituições em um Socialismo dito democrático seriam, a prática dos fundamentos da fé cristã dos povos ocidentais, bem diferente do que se vê, hoje, no ocidente liberal, burguês e protestante em que nas igrejas protestantes, eu mesmo sou protestante por uma maior fidelidade à Bíblia, pessoas barganhando miseravelmente diante do próprio Deus por prosperidade material e pessoal.

 

Allan Kardec: superior a Cristo

Porra, eu fui espírita durante oito anos de minha vida, de 1998 a 2006, frequentava o Centro Espírita Yvon Costa, na Travessa Castelo Branco, bairro de São Brás, no subúrbio daqui da minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará. Mas, depois desse período, livre dessa cegueira, graças a Deus, entrei para a Assembléia de Deus (Templo Central - Igreja-mãe), tornei-me, graças a Deus, protestante. Porra, como fui burro e como há amigos meus burros na porra do Espiritismo que eu tento abrir-lhes os olhos, mas eles não cedem, mas é claro que muito da casmurrice brasileira em prol das idéias espíritas, vem da idéia de Cristianismo deturpada pela Igreja Católica, porque para nós, protestantes, a graça e somente a graça (sola gratia), como evidentemente diz a Escritura, é suficiente para a salvação humana. Ora, é cultural para o brasileiro que o bom filho faz Deus ser-lhe propício, mas a Escritura e o Cristianismo historicamente, ainda que confundido pelas mentiras romanas, diz que Deus escolheu, predestinou, desde antes da fundação do mundo, a um povo, para a redenção, não anteprevisa merita, isto é, do latim, não por méritos previstos dos homens, mas Deus conheceu pessoalmente pessoas, antes da criação de céus e terras, gratuitamente, absolutamente destinou um povo para a redenção, segundo a regra da soberania ou o conselho da vontade absolutamente soberana e poderosamente em glória graciosa, sem que o homem precise em nada ser tributário, desse mesmo Deus.

Os espiritistas dizem que a idéia espírita seria a um só tempo religião, filosofia e ciência, mas, como pode isso se há no saber a chamada univocidade dos termos? Ou seja, não podemos dar o mesmo nome para coisas diversas. Não podemos em nosso discurso sermos equívocos. Ciência é uma coisa, Filosofia é outra e a Religião é uma terceira coisa diversa. A elite espírita brasileira, representada por aquela bichona Divaldo Pereira Franco, baiano de Feira de Sant'Ana, que em sua biografia tem coisas muito interessantes e intrigantes, mas pessoas como ele sabem, claro que sabem, que o discurso de justificação espiritista, é muito absurdo. Ora, o Espiritismo é uma prática, seria a ciência do contato com os mortos, seria a prova material da imortalidade da alma, e se há algo de verdade, então, no Espiritismo, tal prática não pode confundir-se com absurdos como a falha do equívoco e não pode misturar-se com seus antagonistas como o Cristianismo, tal qual o Budismo, eminente como é, todavia, não pode imiscuir-se com o Cristianismo, ambas idéias caminham neste mundo paralelamente, sem jamais tocar-se.


Conde, veja bem, na idéia espírita, o homem tem unidade, sim, na pluralidade de suas existências materiais, são os papéis que mudam ao longo das mesmas até o cume evolucional, até o homem tornar-se puro espírito, superior espírito. A questão é o esquecimento do passado, pois no escopo espírita, o homem ao encarnar esqueceria do que passou em sua vida passada e em todas as outras, somente ao "desencarnar" o homem lembraria de tudo, ou como dizia Platão, Allan Kardec vale-se de Platão, que antes de encarnar a alma tem o conhecimento do que seja bem, verdade e beleza, mas que durante a encarnação o homem pode relembrá-las ao achegar-se ao conhecimento, que na prática como mostra literatura espírita romanceada, dá-se quando o homem ao longo de sua vida tem como que um déjà vu, ao ir a lugares, ver pessoas e encontrar-se em certas circunstâncias que lhe relembrem o suposto passado de outras ditas encarnações. Uma sugestão que eu dou aos espiritistas, é que esqueçam seus antagonistas como o Cristianismo e procurem substância filosófica no platonismo, no pitagorismo e no orfismo.


 

quarta-feira, 22 de março de 2017

O ser de esquerda ou o homem de esquerda

Karl Marx, o Olavo de Carvalho da esquerda
Ser de esquerda, mesmo que falar em ser pareça ser um luxo liberal e burguês de direita de gente que prefere nunca mais voltar para resgatar os seus outros companheiros escravos na caverna platônica do pecado ou da ignorância, mas em termos de definição e aprendizado, ser de esquerda é ser homem, é ser propriamente homem, artífice, artista ou ainda filósofo. Já comecei, então, a identificar o que seria ser de esquerda com o homem de esquerda, logo, o ser parece ser a própria ética do homem de esquerda no mundo. Então, ser de esquerda, seria ser propriamente humano, isto é, alguém que como os deuses tem-lhes o fogo roubado do Eterno, por Prometeu. Ser de esquerda, o homem de esquerda, é alguém que comeu do fruto proibido no Éden, mas ainda que não sendo imortal como os deuses, têm-lhes como que algo que é o de ser filósofo, como dito, é o conhecedor de bem e mal, artista e artífice, esse seria o esquerdista e isso seria, por fim, ser de esquerda, ao meu ver pessoal.

Minha declaração de amor ao Brasil


Eu amo o meu próprio País, o Brasil, sou, por isso, propriamente brasileiro, eis a minha brasilidade, a festa é parte constitutiva de minh'alma. Ao fim e ao cabo, nada precisa ser definitivamente tão sério e triste. Mas é claro que há coisas que são incontornavelmente tristes e sérias, portanto, a cultura e alma brasileira não seria perfeita.

terça-feira, 21 de março de 2017

Razão e Sentimentos - Clóvis de Barros Filho - Aula 3

Porra, Prometeu deu o fogo dos deuses aos pobres homens, a astúcia, mas em mim mesmo eu sou ferido nessa astúcia, pois eu sofro de transtorno bipolar e preciso tomar uns remedinhos controlados para estar bem. Então, deveras, pelo dito pelo mestre Clóvis de Barros Filho, os deuses não punem somente a Prometeu, conforme diz o mito que uma ave comeria o fígado de Prometeu, como Satanás que é atormentado no inferno, os deuses atormentam pelo menos alguns homens como eu, pois podem ser tão astutos como os deuses. 


Aristóteles não seria nada sem seu mestre Platão. O professor Platão era um predestinado, sacou a porra toda sem precisar ficar examinando as hemorróidas dos orangotangos. A realidade das idéias, ou universais, como se dizia no medievo, é um fato pungente, porque há coisas singulares e individuais como que uma poeira atomizada no mundo, a exemplo dos deuses, os homens, os animais e as demais coisas, que colidem com as idéias universais que temos de deuses, homens, animais e demais coisas. Aristóteles era bem miserável.

 

segunda-feira, 20 de março de 2017

Fernando Holyday, gay e anti-esquerda

O Fernando Holyday como gay que ele é, deveria apoiar a causa gay, defendida pela esquerda, que tende a ser mais sensível à causa dos pobres como a dos gays. É claro que Karl Marx ou que outros líderes da esquerda como Ernesto "Che" Guevara e em todos os países mais à esquerda, historicamente, os gays foram perseguidos, Che Guevara e seu companheiro, Fidel Castro, de fato, eram homofóbicos, mas seria muito mais interessante um gay, que pretende viver a vida toda como gay, pois ao contrário, eu, por exemplo, sou ex-gay, porque sobretudo eu sou cristão, mas o Holyday, deveria dar todo o apoio ao lado do espectro político mais sensível às causas dos historicamente discriminados. O que ocorre, hoje, é uma modinha de dizer-se de direita, sem uma sincera reflexão da parte de muita gente. A direita é a força política de quem prefere muito mais estudar, o que é louvável, mas em deleitar-se a vida toda em observar o mundo do que tentar atuar neste mesmo mundo para, sim, burilá-lo, como que melhorá-lo, sendo o homem sempre artista para diminuir dores e incapacidade humana, fruto da queda no Éden. Então, a feiúra do mal que há no mundo como ao avistarem um gay, certamente choca e afasta um conservador da pessoa de um gay, mais do que um esquerdista que procura sempre quase como que intuitivamente e visceralmente lutar pelos mais desfavorecidos.

Filosofando um pouco sobre a esquerda

Eu, hoje, voltei a ser esquerdista, porque creio, sobretudo, que a esquerda melhor adequa-se à minha fé cristã, pois nem mesmo Deus simplesmente quis, como Ele poderia e estava no Seu divino direito, destruir a humanidade inteira, por natureza (a direita vive obcecada pelo conhecimento de uma tal natureza, o ser) como diz a Bíblia, filha da ira divina. Mas Deus fez-se humano no hebreu Cristo Jesus, animou-se a dar a vida pelos maus, raramente alguém imolar-se-ia por um malfeitor, e a prova disso é a impaciência de muitos da direita com relação aos maus como gays, prostitutas ou bandidos. Todavia, Deus foi bom com o homem, como eu vejo que a esquerda pode ser boa com os pobres e proscritos da sociedade. A esquerda tende a apressar-se a socorrê-los, não fica como certos iluminados de direita, contemplando a verdade do ser, somente interpretando o mundo, não retornando jamais à caverna platônica tenebrosa do pecado para tentar resgatar aos seus irmãos de outrora escravizados na ignorância, tanto quanto ele era escravizado. Agora, o que vemos, hoje, como esquerda, é uma força política no Brasil e no mundo todo dando todo o poder e força aos mais fortes, gente mais forte, mas ao mesmo tempo fraca espiritualmente e moralmente, já que a esquerda vulgar, hoje, mesma é algo que se poderia identificar como cristã secularizada, isto é, o êmulo cristão de se querer a justiça social, tornou-se uma neurose, a esquerda esqueceu de sua origem e, então, se deseja ajudar o pobre e o proscrito como o proletário, o gay ou a prostituta, a esquerda faz isso mantendo uma situação que é ruim para essas pessoas como a pobreza, a homossexualidade e a prostituição, então, eis que a esquerda tornou-se vazia espiritualmente, totalmente vazia espiritualmente, restando apenas uma força de destruição em nome do niilismo do interesse e a busca, expansão e manutenção do poder a qualquer custo.

O que é uma vítima social? - Luiz Felipe Pondé

Eu vejo o conceito de vítima social como algo brutal e nivelador por baixo de toda uma coletividade, do social, como culpado por vitimizar os incapazes. O que há é vítimas de certos indivíduos desgraçados, sem a graça de Deus, que infunde ao homem a caridade pelos pobres, mas tal idéia cristã, sem dúvida, a esquerda revoltada e atéia, em geral, não dá atenção.

 

Um adendo ao ex-gay e o descrente

Acho que postei algum texto neste meu blog Crassus Philosophus, ou em alguma outra rede social, falando acerca do erro de dizer-se que haveria uma natureza homossexual. Ora, caros leitores, eu mesmo retornei à esquerda e venho aprendendo, na busca - com a graça de Deus - de uma sabedoria acerca das questões politicas, que a esquerda ressalta, o que é muito real, algo de irracional, de inacessível à pobre humana capacidade de inteligir, pois não somos como os deuses, só Deus - ensinavam os filósofos gregos clássicos antigos - é o sábio, é onisciente, sabe tudo, nós, homens, podemos ser apenas filósofos, somos sempre aprendizes do princípio ao fim. Ora, caros amigos, então, nada justifica na tradição esquerdista de crítica e desafio ao que seria apenas o status quo de homens ávidos pelo poder, que justo a esquerda defenda uma tal bandeira de apoiar-se em um tal conhecimento cabal, como que digno de deuses, no que tange à uma tal natureza do real, no que se refere à homossexualidade, quando parece evidente que onde há natureza homossexual, se um gay ou uma lésbica não têm em suas naturezas físicas, de fato, anatomo-fisiológicas, também genéticas, uma como que constituição ao menos híbrida, porque segundo às suas fantasias sexuais? Ora, um homem gay não tem o que os gays popularmente chamam de "cuceta", ou seja, uma mistura jocosa de ânus e vagina, assim como o clítoris ou o famoso grelo da vagina de uma lésbica, por maior que seja, não se compara e não funciona como um pênis de um homem para penetrar, dar prazer e fecundar à outra fêmea.

A esquerda, com razão, vê uma crítica, vê um limite para o humano saber, para o humano acesso à verdade do ser, e por isso não perde tempo em defender os pobres e proscritos como os gays ou encarcerados ou as prostitutas, contra uma concepção quase ou senão exatamente como que iluminada da parte de conservadores de direita que achando-se como que deuses, os verdadeiros sábios, tendem a ser capazes de discriminar e alijar dos meios de ação, do poder, alijar do convívio social, à todos aqueles incapazes de estarem à altura do mundo. Porém, a esquerda gayzista radical erra ao defender uma tal natureza gay, evidentemente para mim absolutamente fantasmagórica no que os psiquiatras dizem que os homossexuais sofrem mais ou menos de um delírio alucinatório. Defende a esquerda atual, uma como que natureza LGBT, quando não há, porque o que aparentemente há é que vemos, machos e fêmeas da espécie humana, se têm tendências homossexuais, com idéias sui generis, invertidas com relação à própria sexualidade, em choque com o próprio corpo e em choque com a afetividade humana e animal complementar, oposta, mas complementar, ou seja, macho e fêmea e vice-versa.

domingo, 19 de março de 2017

O ex-gay e o descrente

"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.
Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus." (1Coríntios 6:9,10 ARA)

Conversava com uns amigos em uma chamada live, no site Youtube, ou seja, em diálogos ao vivo e com vídeo no referido site e pedia em tom de cortesia para que uma certa moça aceitasse a ajudar-me a que eu seja um ex-gay. Ora, era a live de um canal de um esquerdista e ateu, ou seja, é na verdade mais um cristão secularizado, mais um cristão desigrejado, mais um cristão como que neurótico, que esqueceu que diz que quer tanta justiça social, porque supostamente teria na verdade o mesmo DNA de busca do bem do próprio Cristo e que nós, cristãos se devotos e sérios, procuramos por em prática - com a graça de Deus - no mundo, através da Igreja. Todos os amigos dele também eram ateus e esquerdistas e quando eu disse que sou ex-gay, caíram de pau em mim dizendo que não existe ex-gay e coisa e tal, enfim, eis uma alcatéia de descrentes.

Bom, caros amigos leitores, ou você crê ou você não crê, porque São Paulo, o Apóstolo, mesmo diz em carta aos coríntios que alguns deles haviam sido no passado homossexuais, prática sexual comum à cultura pagã à época, helênica, mas que misticamente, isto é, de maneira sobrenatural a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo os havia alcançado e que com isso eles haviam sido lavados, logo, purificados de todo o erro homossexual e que o Espírito Santo os santificara. Ora, ou você crê, como antes dito, ou você não crê. Se para você o mundo humano e natural é um todo fechadinho, impenetrável ao Espírito e até escreveria espírito com letra minúscula, outrossim, para denotar o influxo da própria inteligência não só sobrenatural da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, mas o influxo da inteligência humana, também, porque, como a História no-lo comprova, os regimes tirânicos de esquerda e ateus no mundo como na União Soviética, baniram a fé religiosa, baniram, então, toda a cogitação pública do Cristianismo daquele conglomerado de nações que formava com a Rússia a referida URSS. Ou seja, o ateísmo pretendendo-se tão humanista, tão compreensivo para com o homem, acabou sendo um projeto de esmagamento do homem em suas pretensões metafísicas, transcendentais: cristãs.

Então, se o cara não crê, ele facilmente vê um rapaz cristão, mas ainda assim com trejeitos afeminados e com tentações homossexuais, como ocorre comigo, que apesar de eu não ser afeminado, mas tenho desejos contra a natureza, homossexuais, o descrente vê isso e diz, bom, não há ex-gay, não. Mas o que ocorre, meu amigo, é que você não é místico, você não crê em nada acima da natureza, você não crê que tal pobre homem, apesar de sua luta contra uma desordem qualquer como poderia ser contra o alcoolismo, ou o diabetes, você não crê no que diz a Bíblia de que nenhuma acusação há para quem está em Cristo Jesus, somente pela graça e somente pela fé, sim, somente, como ensina o verdadeiro Cristianismo, o bíblico: protestante. Só há descrença e no final, um esmagamento do homem, por exemplo, no caso do gay, ou ex-gay, que se inexperiente, pode desistir da religião, mas que mesmo assim o seu ser, mais lá na frente, depois de satisfeito sexualmente ou até insatisfeito, porque o que na natureza pode estar no mesmo nível do Infinito, pode estar no mesmo nível do Absoluto, de Deus, que homem, que macho por melhor que seja, que estrela como o Sol ou paisagem, ou obra da inteligência humana como a tecnologia ou a sociedade capitalista ou socialista é como o próprio Criador e Redentor? A natureza humana clamará pelas coisas do Espírito ou do espírito meramente humano, próprio do homem, diante da miséria do mundo.

As causas da morte do filósofo Sócrates

Sócrates foi assassinado pela pólis ateniense, porque, pelo que entendi do caso, ele tinha uma relação inusual com os deuses gregos, pois o daimonion, a espécie de espírito, talvez um anjo da guarda, que falava na forma de proibições à Sócrates era algo incomum aos gregos da época do pai da Filosofia. Por fim, pelo que sei, é normal que o mundo queira ter matado um filósofo como Sócrates, pois ele exigia a conceituação, a definição, o trabalho próprio do filósofo e isso o mundo usualmente não quer, Sócrates desmascarava a ignorância de seus concidadão atenienses, o mundo prefere viver às cegas, sem filosofar, sem refletir, inconscientes como mortos, ainda que vivos.

Poliamor ● Leandro Karnal

Porra, o pessoal do poliamor deveria tomar cuidado, porque e classicamente o amor é doação, é dar a vida pelo amado, imaginem uma doação de si a tantas pessoas? É coisa de monges e de santos o poliamor.



O que eu quero com a esquerda política?

Caros amigos, eu sou um cara muito falante, comunicativo e extrovertido. Sou, eu, o João, alguém muito dado à retórica, por conseguinte, como dizia-se na Antiguidade. Tais qualidades são próprias do Político, não tenho dúvidas. Ora, nos últimos pelo menos 12 anos, desde que conheci o meu mestre, o professor Olavo de Carvalho, politicamente venho interessando-me, ainda que pela via mais conceitual e cultural própria da Filosofia, venho interessando-me por Política, mas pela via da chamada direita política, o Conservadorismo, a defesa ingente da liberdade econômica e o Tradicionalismo reacionário, também. Bom, é evidente que reagir, querer conservar o time que está a ganhar, se me permitem uma licença futebolística tão comum ao brasileiro, parece ser obrigação de qualquer pessoa que se diga sã. Aquilo que seja a tradição e que ao longo do tempo, parece superar a luz que possa incidir sobre os gênios ou pretensamente gênios iluminados, os quais, por definição deveriam ser poucos, quase como que um milagre ao longo de toda a História humana neste mundo. Mas, com uma certa esquerda vulgar, tais gênios multiplicaram-se no que hoje, segundo o meu conhecimento pessoal, a esquerda chama de coletivos ou o que seria uma estátua com pés de barro, porque se é classicamente próprio à esquerda a democratização, a ampliação dos meios de ação e de democracia aos historicamente esquecidos do social, do mundo, mas é evidente que é preciso saber se esses proscritos terão estofo, capacidade de perdurarem-se no poder, sem acabarem como o grande partido de esquerda do Brasil, atual, o Partido dos Trabalhadores (PT), como apenas um partido de larápios, porque, ora, se todos forem ladrões em uma sociedade em breve chegará a época em que não restará ninguém mais para roubar, todos estarão na miséria e somente a elite do partido restará para roubarem-se uns aos outros e se matarem, porquanto quem rouba, tende a matar e o mundo chegará ao fim. Ora, se os milagres fossem tão naturais assim, não teríamos hospitais e cemitérios hiperlotados de doentes e de cadáveres, concordam amigos? Entretanto, é evidente que se historicamente a esquerda diz-se a defensora dos pobres como trabalhadores, mulheres, negros, índios, doentes mentais e físicos e defensora dos LGBT, ampliando a eles os espaços na ágora democrática das nações decentes, haveria um certo esquecimento da parte da direita, dos defensores do padrão universal que impõe a verdade do ser, haveria um esquecimento do pobre com a resultante, o que não é incomum em um certo direitismo popular, proscrição abjeta do mesmo. Em um debate, então, polar, de ponta-a-ponta de direita e esquerda, a gente pode ver que ora um tem razão, ora o outro acerta. Andamos, de fato, como diz o professor Olavo, com duas pernas, há um jogo dialético no mundo, no real, a expressar-se na prática meramente cotidiana ética e política, ou que segundo o filósofo judeu Emanuel Levinas é a essência do ser, na querela direita e esquerda. Em um debate entre ambas as forças polares de direita e esquerda podemos ter um bom resultado, desde que nenhum dos lados queira como um selvagem absolutamente estúpido destruir o seu oponente, como somente a esquerda tem feito tal coisa nos últimos séculos e em particular nas últimas décadas em meu País, o Brasil.

Desde o ano de 2002, eu filei-me ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), partido de esquerda política, fundado por Leonel Brizola, o homem que, a despeito de sua aparência de homem de forte têmpera, mas que defendia "malandramente", pelo que sei de História do Brasil, à época da eclosão do Regime Militar brasileiro, uma tal legalidade. Ora, a meu ver tratava-se de um erro, mas espertamente usado pelo Sr. Brizola como uma guerra assimétrica em que um lado têm todos os direitos e o outro deve manter-se em uma como straight-jack legalista, ou seja, de regrinhas asfixiantes e nada estratégicas para malograr a sua ação diante da que seria a realidade concreta que se apresenta. Ou seja, à época da instauração do governo dos militares, na primeira metade da década de 1960, Leonel Brizola queria que os militares brasileiros cumprissem a lei como animais, como ignóbeis escravos, enquanto ele sabia que os esquerdistas extremistas estavam a arrepiar no Brasil todo com a guerrilha, tinham tais esquerdistas sinistros todos os direitos, pelo que sei de História do meu País, agiam como bandidos, querendo ajudar os pobres, gente como os bandidos, agiam como bandidos, que bela coisa, não é mesmo? Eis a esquerda ignóbil, à qual eu não filio-me, mas o que eu quero com a esquerda, na sua práxis no mundo mais direta de ampliação dos meios de ação, a despeito de um mero andar nas nuvens do céu platônico tão típico da direita burguesa, é aplicar na prática deste nosso baixo mundo comum, em outras palavras, retornando à caverna platônica tenebrosa do pecado que mantém meus antigos irmãos escravizados no erro, quero na esquerda ser mais cristão, na prática, porque parece-me que em grande medida um cristão é um esquerdista, porque se ser de esquerda é defender o pobre, eis que pode entrar aí o Evangelho, pois Cristo Jesus Redentor, desde a época maravilhosa de Sua missão pública neste mundo até aos dias de hoje, com o chamado tempo da Igreja a viger no mundo, Cristo, desde aquela época em Israel, e hoje com nós, cristãos, os alter Christus, membros da Santa Igreja, Cristo é Aquele, por meio dos cristãos, que na prática cotidiana, a que poderia ser a verdadeira ontologia, é aquele que por sua graça deu vida a cadáveres como nós todos, homens, a todos os homens eleitos que eram proscritos como o resto do mundo o Cristo como um grande esquerdista deu-nos vida, deu-nos cidadania, pois estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Cristo Senhor Nosso tornou-nos cidadãos plenos, porque regenerados pelo Espírito Santo, atuantes, neste mundo para um dia habitar merecidamente, segundo o que politicamente, isto é, por meio do corpo, com a graça de Deus, fizemos neste mundo.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.