Autoria: João Emiliano Martins Neto
Clayson Felizola |
3) https://joaoemilianoneto.blogspot.com/2021/03/nossa-senhora-de-nazare-e-o-louco.html
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Clayson Felizola |
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Autoria: João Emiliano Martins Neto
Catecismo Romano |
Eu estava lendo no Catecismo Romano, o catecismo fruto do Concílio de Trento do século XVI, que a piedade cristã sempre rezou mesmo que em favor das malditas e desgraçadas almas impenitentes, aquelas que pecam contra o Espírito Santo, isto é, daquelas pessoas que negam para si, loucas que são, a misericórdia divina por não aceitarem o fato sonante de que têm alguma miséria que é digna de que o Coração Sagrado de Deus, às tais seja aplicado a sua mercê. A Bíblia Sagrada pela pena de São João diz para não se rezar por quem peca para a morte, contudo é costume da devoção dos cristãos rezar ainda que por tais pessoas.
Esta semana eu acho que encontrei uma dessas pessoas que pecam para a própria condenação de tal forma que é um pecado sem remissão. Acho que eu encontrei um impenitente, uma pessoa louca, aliás clinicamente louca, um vizinho meu, mas que levando-se em conta que esta pessoa busca tratamento psiquiátrico, contudo, soma-se o fato de ser um mau caráter.
Essa pessoa fez-me meditar sobre o amor, como que redescobrir o amor e crescer no amor. O amor tudo suporta, escreveu São Paulo aos coríntios, tudo desculpa, tudo crê e espera; o amor dá a outra face quando a primeira é batida e outras generosidades ao máximo típicas da mentalidade cristã filantrópica. O problema são os impenitentes que desprezam o amor e a misericórdia divina e dos homens. Eu creio que com exceção dos mais santos dos santos, muitos de nós já fomos impenitentes, pecamos para a morte, certamente eu sou um dos maiores desses tais, senão o maior, que desgraçadamente repetidamente já pequei para a morte, todavia, Deus recebeu-me de volta e os homens pios ou pelo menos com alguma boa vontade suportaram-me e rezaram por mim sem ter nenhuma obrigação revelada na Bíblia para isso.
Certamente um grande impenitente, mesmo que de forma horrorosa, no final despreze o perdão e a misericórdia divina e dos homens, saberá que poderia amar muito a Deus e aos homens, pois foi muito perdoado, amado. Sempre lembrar-se-á da piedade comum cristã que por ele intercede, reza. Certamente amando mais aos homens que como ele ou até mais do que ele pecaram para a morte. Ele e todos nós que já fomos impenitentes descobriremos um fruto maduro de amor a Deus e aos homens, um fruto maduro, isto é, de quem poderia crescer formidavelmente no amor, entretanto, estaremos perdidos se algum de nós que formos impenitentes, em especial no último suspiro de vida, desafortunadamente jogarmos tal fruto fora. Mas, que por Deus, uma desgraça como essa não nos ocorra ao sermos tomados de assalto por uma morte repentina.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Vai longe e abre uma ferida bem dolorosa nas almas e no mundo aproveitada por seitas malignas evangélicas e por religiões de celerados como o Islã, a decadência da Igreja Católica Romana Santíssima desde a década de 1960 quando houve o fatídico Concílio Vaticano II de triste memória em especial nos reinados dos papas subsequentes ao Concílio, em especial São João XXIII e São Paulo VI, este último que disse que a fumaça de Satanás entrara na Igreja.
Longe, porque aqui no fim do mundo que é a América Latina, no Brasil, onde eu vivo e procuro ter uma vida de católico praticante, país que em breve pelo andar da carruagem de um clero demissionário há de ser o maior país ex-católico do mundo, o país que mais vai detestar a Igreja Católica. País onde eu vivo, eu digo por mim mesmo que eu sou um dos feridos por este verdadeiro conciliábulo que foi o Vaticano II que reduziu ao zero que é a dissolução, o relativismo no recuo das defesas da Igreja Santa que até a década de 1960 sabia distinguir o erro do que seria a verdade e condenava o erro. Eu acabei ferido por uma vida viciosa e estéril que hoje é cobrada pelos idiotas membros destas seitas malditas evangélicas. Umas aglomerações de excomungados, perdidos e ignorantes em busca, semelhante aos judeus em suas sinagogas de Satanás, apenas de prosperidade temporal, pastoreados por normalmente, pelo menos é o caso dos grandes pastores evangélicos brasileiros, acusados de serem bandidos comuns, conforme eu fiquei sabendo, hoje, que Silas Câmara, presidente de uma frente parlamentar de políticos evangélicos, o irmão de Samuel Câmara, um famoso pastor evangélico de minha cidade de Belém (capital do Estado do Pará), já foi julgado e condenado como um criminoso, isto é, ele é um bandido, e os filhos dele foram pegos pela polícia com uma caixa de dinheiro nas mãos contendo meio milhão de reais.
Mas, a verdade vencerá, no final. Se primeiro a verdade vencer em cada uma de nossas vidas particulares de nós que nos dizemos verdadeiros cristãos, nós, católicos, membros do corpo místico de Cristo que é a Igreja Católica. Se formos vencidos pela verdade edificante, pois o amor edifica, escreveu São Paulo, e verdade e amor é uma coisa só no cristianismo e não sermos vencidos pelo erro destruidor. Veritas omnia vincit, a verdade vence tudo. Deus, Jesus Cristo, é a verdade, comemoramos a sua ressurreição dos mortos dia desses, comemoramos a sua vitória sobre a morte e tal vitória é o pecado humano assumido pelo Cristo para redimir o gênero humano há de ser a nossa vitória de nós, católicos mesmo que nossa vida passada tenha sido muito errada. Certamente temos os nossos pecados, fomos feridos, o alto clero omitiu-se em nos orientar, largou-nos feridos, alto clero que são os nossos legítimos pastores. Contudo, ainda há um resto de Jacó que guia pela internet nas benditas redes sociais online contra toda a esperança, por exemplo, de um consenso imbecilizante kantiano liberal e esquerdista que domina a começar pelas universidades e se aproveita de um alto clero, a começar do triste e liberal Papa Francisco que é muito elogiado por tal consenso, também presente nos grandes jornais e revistas, a grande mídia.
Os bandidos, ou pelo menos acusados de serem tão baixos criminosos comuns que são estes pastores evangélicos hão de acabar mal, espero que presos se forem culpados, tal qual nos governos de esquerda os seus próceres, beneficiados e beneficiários acabaram muito mal. Ou que estes bandidos acabem denunciados para a vergonha e estourar da bolha de seu orgulho, acabem denunciados por legítimos profetas católicos, verdadeiros profetas, portanto, que os denunciem. Todavia na falta dos profetas pelo menos hão de ser denunciados pelo sensus fidelium das pessoas, mesmo que pessoas comuns, que hão de perceber que eles estão apenas explorando o patrimônio espiritual cristão que pertence por direito à Igreja Católica, eles estão explorando para o seu próprio benefício privado, escolhendo, hereges como eles o são, aquilo que da fé cristã lhes seja mais confortável.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Cemitério Santa Izabel |
Ontem, dia 14 de abril de 2021, eu fui visitar um cemitério daqui de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará. Fui ao Cemitério Santa Izabel no bairro do Guamá, a fim de rezar em benefício, sufrágio, das almas dos mortos, os fiéis defuntos. Tenho vários parentes antigos enterrados ali, mas como eu não sabia onde, em qual túmulo eles estão sepultados, então, rezei diante do primeiro túmulo que havia à minha frente, mas rezei de coração em benefício, sufrágio, de todas almas, das almas de meus parentes e por todas as almas. Cristo é a ressurreição e a vida, e Ele garantiu-nos que todo aquele que nele crer, mesmo que esteja morto viverá e isso vale tanto para o perdão de pecados, pois o pecado mata a alma, quanto vale para o corpo, quem sabe até o milagre de uma ressurreição com algum túmulo em algum cemitério devolvendo o seu falecido que ali fora depositado, pois para Deus nada é impossível, disse o Arcanjo São Gabriel à Virgem Maria, mas que por milagre possa ser ressuscitado. Da mesma forma tal promessa do Cristo vale para o final dos tempos quando na segunda vinda de Cristo os mortos ouvirão a voz do Senhor e retornarão à vida.
Lembrar-se dos mortos, rezar por suas almas, em benefício delas suportar com paciência as contrariedades desta vida, dar esmolas a um pobre lembrando-se da alma de algum falecido, mas sobretudo oferecer o Santo Sacrifício da Missa em sufrágio das almas são excelentes obras. O que os vivos podem fazer em benefício dos fiéis defuntos que encontram-se no purgatório e em benefício deles mesmos, em benefício deles, vivos, é tornar a obra salvífica de Cristo Jesus algo pessoalmente, subjetivamente e existencialmente de vivos e mortos. É tomar posse pessoal do que Cristo fez para salvar a humanidade, pois objetivamente já estamos salvos e no sacramento da penitência o homem é perdoado no que se refere à culpa mortal que conduzir-lo-ia ao inferno, mas restam impurezas na alma, porque ainda não pessoalmente unida a Cristo. Então, se durante a vida pessoalmente ainda não se está unido a Deus, a alma humana é conduzida ao purgatório, cabendo muito aos vivos por seus méritos de unirem-se a Deus para livrarem os mortos fiéis do tormento do purgatório, ou seja, unindo-se a Deus, unirem os mortos a Deus que não podem fazer nada por si mesmos no purgatório.
De vez em quando, especialmente às segundas-feiras de cada semana do ano, mas sobretudo no dia 02 de novembro de cada ano e nos dias subsequentes à este dia que é a comemoração dos fiéis defuntos, deve o católico romano fiel lembrar-se dos irmãos que já o precederam na vida eterna e rezar por eles, solicitando sobretudo rezar uma Santa Missa em benefício das almas dos mortos. De fato a morte não existe, somos imagem e semelhança do Criador, e Ele é vida, e vida imperecível, porque a verdade a tudo vence, então, a vida e a consciência continuam por Deus premiando os justos e misericordiosos e punindo os maus, os hereges, cismáticos, apóstatas, judeus e muçulmanos e todos os ímpios conforme as obras de cada um e a obra de Deus é o que disse o Cristo Jesus, é crer naquele que o Pai enviou, Cristo Jesus, o Salvador.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Cardeal dom Odilo Pedro Scherer |
Assisti à entrevista concedida pelo Cardeal dom Odilo Pedro Scherer ao programa Roda Viva na TV Cultura, nesta segunda-feira, dia 12 de abril de 2021. Gostaria de escrever aqui que espanta-me o que disse o Cardeal dom Odilo de não querer caminhar no sentido inverso da separação entre Estado e Igreja, quando perguntado sobre a influência evangélica na política brasileira atual. Eu diria que espanta-me de Sua Eminência não querer caminhar contra o Estado laico ou nem deveria espantar, porque há pelo menos 59 anos desde o terrível Concílio Vaticano II que destruiu a Igreja Católica, a Igreja vem defendendo a liberdade religiosa, ou seja, a liberdade de qualquer bobagem que o homem queira cultuar tenha o mesmo status na sociedade que deve ter a religião que seja a verdadeira, a revelada por Deus.
Mas, é no mínimo estranho um alto prelado da Igreja defender que o Estado seja separado da verdade, e verdade é verdade revelada, verdade revelada é a religião católica. Separar Estado de Igreja ou de religião, é o mesmo que dizer na prática, na política como na ética, que não se possa aplicar publicamente e reivindicar poder prático, na pólis, à verdade vinda do Céu em socorro do pobre homem limitado no tempo, no espaço e em sua capacidade cognitiva. Em termos católicos, separar Estado de Igreja é lutar para que não haja o senhorio de Jesus Cristo Rei do universo no mundo.
Por essas e por outras é que como dizia Nelson Rodrigues, o Brasil será o maior país ex-católico do mundo. Por que? Porque com um alto clero e também baixo clero católico tão morno, sal que perdeu o sabor e que por isso deve ser deitado fora para ser pisado pelos homens, conforme dizia o Cristo, quem vai querer ficar em uma comunidade tal qual a católica que é tão depressiva, sem ânimo para não dizer morta? Hoje no Brasil o povo já pisa na religião católica, a despreza, prefere ser evangélico, a tendência é isso piorar.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
No dia do Juízo Final, dia da Parousia de Cristo Jesus quando Ele voltar e os mortos ouvirem a sua voz, o mar devolverá os seus mortos, conforme diz a Bíblia Sagrada, e será festa nos cemitérios do mundo todo, a festa da vida como em um dia ensolarado de domingo na Praça da República daqui de minha cidade de Belém. Será a festa da vida com os cemitérios tendo os seus mortos todos ressuscitados, redivivos, ao ouvirem a voz da Vida, a voz de Deus, Jesus Cristo, o primogênito dos que dormem, o primeiro que ressuscitou em sua Páscoa, a primícia dos mortos.
O Brasil está ficando protestante, tem preferido por meras sensações hipnóticas e entorpecedoras, aí sim, em um verdadeiro ópio do povo, a falsa religião diabólica protestante. O brasileiro está optando sobretudo pelo neopentecostalismo dinheirista, ganancioso e capitalista selvagem que é o dar dinheiro e poder político a meros acusados de serem bandidos comuns tal qual o são os grandes pastores neopentecostais brasileiros como Samuel Câmara, Silas Malafaia, Valdemiro Santiago, Edir Macedo ou R.R.Soares. O brasileiro convertendo-se está ao satanismo, apostasia, liberalismo teológico e ateísmo que é o protestantismo que é o não crer na Santa Igreja Católica, que é chamar o Cristo de mentiroso e falso profeta, porque o Cristo disse a São Pedro, garantiu a ele, "tu est Petrus et super hanc petram edificabo ecclesiam meam et porta inferi non praevalebunt adversus eam", tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão conta ela.
Por tal conversão ao mal, conversão ao protestantismo onde não há a busca por sufrágios, benefícios e socorros às almas dos fiéis defuntos e não há a busca pela interseção dos fiéis defuntos em socorro dos vivos, eu desejo aos brasileiros hereges que os mortos, seja os que estão no inferno, seja os que estão no purgatório, na Igreja padecente, que eles apareçam em massa aos brasileiros heréticos, a fim de puxar-lhes os pés de noite. Que os condenados ao inferno venham alertá-los, quem sabe aos sons de gritos e gemidos, a respeito do erro que é o protestantismo que por desventura os tenha conduzido à Geena em que sofrem para sempre. Os mortos no purgatório, ou os fiéis defuntos, desejo que retornem para os brasileiros evangélicos puxando-lhes os pés venham dizer aos desviados no protestantismo de que eles precisam de oração, pois estão a padecer no fogo purificador do purgatório. Desejo isso sinceramente a este povo vendido ao auto-engano e conversa mole de líderes protestantes que abusam da ignorância e má vontade de um povo em saber que verdade, é verdade revelada e verdade revelada é verdade católica.
Cristo é a primícia dos que dormem, Ele foi o primeiro em sua Páscoa da Ressurreição à retornar dos infernos, nós seremos os próximos, se não por um milagre de ressurreição de mortos, mas um dia no luminoso dia e terrível dia do Senhor que será o Juízo Final. Tenhamos fé, porque Cristo é a ressurreição e a vida, e Ele mesmo disse quem quem nele crer mesmo que esteja morto viverá. Amém.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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A Ressurreição de Cristo por Bartolomé Esteban |
Que homem que não seja uma pessoa muito simplória ou que não viva em um ateísmo orgânico alienante fruto de alguma raríssima democracia liberal riquíssima do mundo, que pode assentando-se diante de amigos em uma rodada de cerveja, a menos que já esteja bêbado, ou que na solidão de seu quatro com a cabeça no travesseiro que homem que reflete pode convir que encontra-se iluminado com tudo o que precisa saber para viver uma vida digna e humana em que possa descansar a própria consciência realmente em paz?
Que luz de algo natural e comum do mundo que pode ser suficiente para a exigente consciência humana? Um mundo com suas coisas ordinárias que hoje estão de de pé, mas logo reduzem-se a pó. Um homem que reflete, que não seja um simplório e ignorante e que não viva em um raro país do mundo cuja igualdade o mergulhe em uma ilusão de infalibilidade das coisas e instituições mundanas, um tal homem não pode repousar na situação de lusco-fusco que a luz natural de sua inteligência humana e das coisas do mundo criadas podem lhe dar.
Por isso veio ao mundo o Verbo divino, Jesus Cristo, que vindo ao mundo ilumina a todo homem. Jesus atravessou o céu e veio em socorro da pobre limitação e indigência humana e de tudo o que há neste mundo perecível, e veio revelar-se ao homem. Não é leviano acolher tal luz e revelação da verdade, porque onde está o último filósofo ou o último cientista que possa dar a última reposta sobre todos os enigmas do mundo?
A luz do mundo, o Cristo, veio ao mundo, resplandecendo nas trevas e as trevas contra ela não prevaleceram, pois Cristo ressuscitou, venceu a morte, as trevas e o pecado, fazendo por seu sangue derramado a purificação da consciência de todos os que nele creem por meio dos sacramentos. Cristo, a verdade, a sabedoria, o amor, a luz veio ao mundo para dar ao mundo a paz, a paz que o mundo limitado, mortal, por si mesmo não poderia dar-se a si mesmo.
Aleluia! Alegremo-nos, a luz que não conhece ocaso e nem anoitecer, Jesus Cristo, ressuscitou, porque sapientiam autem non vincit malitia, contra a sabedoria o mal não prevalece, já diria o livro Sabedoria de Salomão. Esta luz que é Jesus que de fato ilumina e instrui o homem, é lâmpada para os pés do homem e luz para o seu caminho se o homem quiser ser um desperto e não um entorpecido pelas coisas deste mundo efêmeras que não resistem a todo homem que de fato é inteligente e honesto.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Ressurreição por Pietro Perugino |
Na Páscoa da Ressurreição que nesta semana celebramos desde o domingo e até o próximo sábado em oitava, a Oitava da Páscoa, pode-se levar em conta que o Cristo Jesus mesmo sendo homem, mas também sendo Deus que na sua Páscoa passou da morte para a vida, mostrou-se como verdade que é, indestrutível, porque já dizia o brocardo latino, veritas omnia vincit, a verdade vence tudo. Também diz o livro deuterocanônico da Sabedoria de Salomão, a sabedoria é imortal. Está escrito no livro do Cântico dos Cânticos que o amor é mais forte do que a morte, e Deus é amor, diz São João.
Sobre Deus são termos intercambiáveis verdade, sabedoria, amor e também luz e a luz resplandece nas trevas, mas as trevas não a venceram, diz São João no prólogo de seu evangelho. Deus é tudo isso, verdade, sabedoria, amor e luz. E todas essas coisas são invencíveis, são autossuficientes e todo homem que quer que a sua vida seja refletida e por isso que mereça ser vivida, dizia o sábio filósofo imortal Sócrates, tal homem que reflete, inteligente, apegar-se-á ao que é imortal e que na revelação total de Deus em Jesus Cristo, a sabedoria do homem que reflete, o homem consciente, tal homem apegar-se-á, então, a Deus, a Cristo, o Sumo Bem e não à natureza, às coisas criadas que são passageiras, mortais e vencíveis.
Cristo homem foi mortal e era fraco tal qual qualquer homem, morreu, foi à mansão dos mortos, mas ao terceiro dia ressuscitou em um dia como hoje que vivemos de forma estendida desde o último domingo em forma de oitava, porque a morte não poderia deter Deus, verdade, vida, luz, amor e sabedoria. Nós, outros homens, mesmo se formos maus, hemos de ressuscitar no último dia, porque a morte é algo estranho ao homem feito imagem e semelhança da Vida que é Deus. Nós, homens, criaturas, e sendo homens somos a mais nobre criatura do universo, por sermos inteligentes, depois dos anjos, somos indestrutíveis tal qual a verdade que é Deus.
Celebremos o dia da vida, o luminoso dia da verdade, da sabedoria e do amor que é dia de hoje que Deus preparou para nós que é este grande domingo de Páscoa da Ressurreição durante esta Oitava da Páscoa, porque é a celebração do que somos, imagem e semelhança de Deus, somos vida imortal e para quem é fiel e justo por participar dos sacramentos sendo, por isso, católico romano praticante, já pode participar da vida eterna já aqui neste mundo.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Cristo ressuscitado |
Jesus Cristo foi punido pelos pecados do homem, sofreu todo o mal e a morte e em sua Páscoa passou da morte para a vida, ressuscitou. Jesus é a ressurreição e a vida, conforme ele mesmo disse. Por sua morte a morte não teve mais poder sobre ele, mas sobretudo, por sua ressurreição a morte não lhe deu a última palavra. Quando no fim dos tempos o Cristo retornar os mortos retornarão à vida, tal qual Cristo que foi o primogênito dos que dormem, e quando de tal retorno a morte que foi o que motivou e por ela estavam a serviço os maus, eles ressuscitarão para sua vergonha, porque a vida, a verdade e a sabedoria, Deus, dar-lhes-á a vida que eles tentaram destruir.
Em corpos enegrecidos os maus ressuscitarão para o tormento eterno preparado para o diabo e os seus anjos. Cristo, Deus, é vida, é a ressurreição, a vitória sobre a morte. Os maus tem compromisso com a tirania que é algo próprio da maldade, da maldade de uma vida enegrecida por olhos, a lâmpada do corpo, de uma vida irrefletida, superficial, que não vale a pena ser vivida nas trevas de quem no mal não pode achegar-se à luz e livremente confessar nem para si próprio a loucura em que está devotado.
Nesta Páscoa 2021 e sempre lembremo-nos que Cristo, ressurreição e vida, é a verdade e a sabedoria, é a luz à qual os homens de boa vontade e sinceros se achegam. Achegam-se todos os que verdadeiramente tem uma vida refletida e por isso digna de ser vivida, saibam que também participando do sacramento da Eucaristia, terão em Cristo o pão que desceu do céu que dá a vida eterna.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Ressurreição de Cristo por Rafael Sanzio |
Hoje a Igreja Católica celebra a Páscoa da Ressurreição do Senhor Jesus Cristo e pelos próximos cinquenta dias até a Solenidade de Pentecostes a Igreja viverá o Tempo Pascal. Nos próximos sete dias teremos a Oitava da Páscoa, um só dia de Páscoa por oito dias.
Quem não queira ser mera palha seca que ao vento é dispersada e um dia será recolhida para ser queimada em fogo inextinguível no inferno, como os egípcios antigos que perseguiram os judeus ou como os hereges protestantes, os judeus atuais que não aceitam o Messias Jesus, os pagãos, ateus ou os muçulmanos. Quem não queira ser irrelevante, então, impossibilitado de um diálogo franco e aberto de quem reflete, porque é espiritual, metafísico, o que propicia um posicionamento na vida consciente e sério, verdadeiramente humano, de quem quer ser, de fato, alguém que busque a verdade e a sabedoria que fez-se homem em Jesus Cristo, comemore a Páscoa com nós, católicos, se já batizados, e ontem, na Vigília Pascal renovou as promessas do batismo, recentemente tendo já recebido o sacramento da penitência, que hoje tome parte no banquete e sacrifício eucarístico para assim escapar da justa, santa e sábia ira divina que deverá ferir de morte os infiéis tal qual feriu de morte os primogênitos dos egípcios e hoje fere de morte até a muitas gerações dos filhos de quem aborrece a Deus Salvador por ser protestante, pagão, judeu, ateu ou muçulmano.
Cristo nossa Páscoa, o Cordeiro pascal foi imolado para a nossa salvação e hoje ressuscitou, verdadeiramente ressuscitou! Alegrai-vos Rainha do céu Virgem Maria por quem de forma privilegiada veio-nos a salvação! Aleluia!
Feliz e santa Páscoa a todos.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Dia desses eu tive uma briga daquelas com uma irmã minha só porque eu inocentemente ia rezar em uma igreja católica. Ela ficou enlouquecida de ódio, pois estamos em época de pandemia de Covid-19, então, eu poderia contaminar-me do vírus e transmitir aos nossos pais que, aliás, já estão vacinados o que é um erro estratégico do Governo, velhos ficam mais em casa, os que tem vida mais ativa e externa são os mais jovens que deveriam ser vacinados primeiro.
Eu pouco trabalhei na vida, passei os melhores anos de minha vida mentalmente muito doente, pois sou bipolar (tipo I), e, eu já fiz o teste, atarefei-me, certa vez, com muitas coisas e por instantes como que surtei. Essa minha irmã cheia de ódio, rancor e desejo de vingança contra mim, além de cheia de soberba por ter dinheiro e poder trabalhar disse-me naquele momento, querendo agredir-me, que se nossos pais morressem que ela ia expulsar-me de casa e eu acabaria um mendigo.
Bom, a desgraçada da minha irmã poderia ponderar que nem para mendigo eu sirvo, pois eu seria um mendigo louco pelas ruas de Belém, a capital do Estado do Pará, visto que como eu sofro da boa e velha psicose maníaco-depressiva eu acabaria sem noção, enlouquecido pelas ruas. Há mendigos de todo o jeito, há "papudinhos", bebedores de álcool, cachaça ou catuaba, cerveja, e outras bebidas baratas; há os viciados em drogas; tarados sexuais e há os que praticam crimes. Eu estaria completamente desvalido, eu seria o proscrito dos proscritos caso terminasse na mendicância.
Se a sabedoria islâmica acerta ao dizer que Deus faz alguns homens loucos a fim de que eles não pequem, consola-me que minha alma fique preservada do mal e do pecado do que terminar como certas pessoas na imoralidade sexual, no pecado contra a natureza que é o da homossexualidade que clama aos céus por vingança e no egoísmo de ter todo o dinheiro do mundo e posses nestes mundo, ganhar o mundo inteiro, mas perder a própria alma ao além de praticar a homossexualidade, ainda pretender abandonar o próprio irmão gravemente ferido de uma doença gravíssima.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Olavo de Carvalho |