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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O crasso e puro fato cristão


O mais crasso e puro fato cristão é que o mistério de todos os mistérios, os deuses, ou um deles, quiçá o maior de todos os deuses, como Ele mesmo disse e já provou há milênios de Si mesmo, o Deus com empoderado, posto que com "D" maiúsculo, o Eu Sou, porquanto Ele o seria por Si mesmo e não por outro com ocorre com as pretensas criaturas e Si mesmo; Ele que mostrou-se e elegeu os hebreus, outrora, tal maior do que todos os deuses, Ele irrompeu na História, surgiu na banalidade cotidiana e ordinária que sofre sempre da tentação anti-filosófica do homem comum. Claro que nem todo homem é banal e enfadonhamente comum, como mostra a Escritura Santa em seu decurso histórico, pois que em Noé, em Abraão, em seus filhos Isaque e Jacó, e com os filhos desse último, máxime em José, depois em Moisés, nos juízes, até chegar à era monárquica de Israel a culminar com o santo e bem-aventurado rei Davi, depois nos profetas maiores e menores como Isaías, Jeremias, Ezequiel,
Ageu, Amós, Jonas, Sofonias, Miquéias, Malaquias e em tantos outros até culminar em São João Batista, chamado Pródromos, o Precursor do Messias, Cristo Jesus Nosso Senhor, pelo menos até o Batista, nem todos os homens, como entre os pagãos na figura de Sócrates, ou nos modernos em René Descartes, Immanuel Kant ou Olavo de Carvalho, os homens nem sempre foram dados a mergulharem totalmente no imbecil coletivo do banal ordinário. O mistério, então, ocorreu no mundo, no decurso da vida humana neste mundo, um menino nos nasceu, um filho se nos deu, profetizaria uns bons sete séculos antes, o santo e bem-aventurado profeta Isaías. Deus, o Absoluto, o Criador deu-se a nós, veio habitar entre nós, o Verbo divino que vindo ao mundo ilumina a todo o homem, como escrevera São João no prólogo de seu Evangelho sinótico. 

Sim, leitor amigo, o cristianismo é crasso e puro fato no mundo, houveram, no ministério público de Jesus Cristo, houveram milagres, ressurreição de mortos, em vida ainda do Messias Jesus e logo depois da morte do Senhor Jesus Nazareno, santos saíram ressurretos de seus túmulos. Jesus, chamado pelo próprio Pôncio Pilatos que o condenara por medo da opinião de César Imperador, Pilatos chamara o Redentor de Rex Judaeorum, porque creio que até o fim, se Pilatos não cria como os fiéis em Cristo, mas tinha uma ao menos leve desconfiança de que o Cristo dizia-lhe a verdade, desprezada pelos pérfidos hebreus deicidas. O próprio Cristo ressuscitara ao terceiro dia e aqueles mesmos hebreus de sua época precisaram inventar uma lorota para confortarem a própria mente culpada e para acalmar a massa de povo ignaro, como relata a Bíblia.

Sim, fato é o cristianismo, fato do divino e do sagrado em meio a nós, o ordinaríssimo e tedioso e decididamente inimigo da Filosofa, profano. Fato é o cristianismo, a fim de elevar-nos ao Céu, pela reconciliação do mundo com o seu Deus na própria carne ferida e morta e sangue preciosíssimo derramado do Messias Cristo Jesus Nosso Senhor no que como um todo teologicamente chamamos de mistério pascal: paixão, morte, ressurreição e ascensão ao Céu de Cristo. Depois, mais fatos na História mesma do cristianismo e da Igreja Romana Santíssima e mesmo entre hereges como os protestantes e cismáticos como os auto-proclamados ortodoxos, seja punindo-os com justiça, seja premiando a esses dois últimos por sua proximidade à verdade integral, absoluta e única e verdadeiramente ortodoxa que é a romano-católica, por conseguinte, mais fatos do crasso e puro fato do cristianismo, da obra redentora continuaram e continuam a ocorrer, sobretudo nas aparições da Sempre Virgem Maria Santíssima de Nazaré em Belém do Pará, de Lourdes ou a Medalha Milagrosa ou em La Sallete ambas as três aparições marianas na França ou do Rosário de Fátima em Portugal, e em tantos outros lugares, a nossa Co-Redentora junto com Cristo, em vista do sic et fiat de Maria diante do Arcanjo São Gabriel e diante de Deus que o enviara ao mundo para anunciar que a Sempre Virgem conceberia o Filho divino, em Maria temos as primícias da nova humanidade, em a Nova Eva, naquela remota localidade de Nazaré, Maria de Nazaré, uma mocinha humilde, obscura e simples como o é assim também a minha cidade de Belém do Pará, que nos segundos domingos de outubro anualmente ocorre a procissão do Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Belém é grotão, humilde, esquecida pelo Brasil como todo, é fim de mundo, assim são as almas verdadeiramente eleitas, como a de certos santos que só Deus os conhece, como escrevera o Santíssimo Padre o Papa emérito Bento XVI. Maria dá-se ao mundo, de quando em vez, em Maria e por Maria primeiramente, a humanidade teria um novo começo, em Maria, mais uma prova do crasso e puro fato cristão neste mundo. À nova humanidade cumpria-se em uma mãe imaculada, tal qual Maria não mais manchada pelo pecado original, como a primeira mulher ordinária e qualquer mãe de tantas mulheres e homens quaisquer e ordinários antes de seus definitivos, livres e sérios sim e faça-se, sic et fiat a Deus. Maria, medianeira de todas as graças, porque a maior das graças, Cristo Jesus: a escada de Jacó que encurta a distância entre Céu e terra, por quem sobem e desce os santos anjos trazem as graças divinas do Céu aos homens. Por Maria veio-nos o Filho de Deus, Nosso Senhor, o segundo Adão, pela segunda Eva: Maria, mais outro crasso e puro fato do cristianismo que logo a Igreja em seus santos padres e doutores soube bem deduzir. Aliás, no cristianismo somos induzidos pelos crassos e puros fatos e dos mesmos os fiéis verdadeiros que são somente nós, os romano-católicos, sabemos bem deduzir. De fatos, sempre, crassos e puros fatos.

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