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domingo, 9 de outubro de 2016

Redefinição do ser humano por uma redefinição da Filosofia


Uma redefinição do ser humano começa por uma crítica, atividade tão cara ao filósofo, da atividade mesma que é a Filosofia que torna o homem como homem, isto é, filósofo, segundo o filósofo Éric Weil, em sua majestosa magnum opus, "Lógica da Filosofia". A Filosofia precisa ser revista quanto aos seus cânones e instituição que tem sido à de uma figura que eu considero monstruosa não só na face, pois ele era feio, mas também n'alma, falo de Sócrates. Monstrum in fronte, monstrum in anima, como diz o brocardo latino, isto é, feio na cara, feio n'alma, assim era Sócrates. Ele que é o patrono da Filosofia no Ocidente, desviou a Filosofia de sua temática cosmológica de outrora, a dos pré-socráticos, um deles foi um seu contemporâneo e de Platão, Demócrito de Abdera, os quais eram os filósofos ditos físicos, segundo Aristóteles, os fisiologoi, estudavam a natureza. Nos pré-socráticos víamos a unidade entre pensamento e vida. Ora, tal abordagem, a do céu, como dizia Sócrates, não era para o feioso interessante, mas ele queria concentra-se no animal doente que é o homem. O homem que viaja na maionese, que pensa demais e vive de menos, o homem que acha que pelo pensamento consegue dar conta da tragédia e surpresa e casualidade que é o mundo. Então, Sócrates, zanzando por Atenas, querendo que Atenas inteira fosse uma escola filosófica para pensar o homem, foi pelo homem, seus próprios compatriotas atenienses destruído.
Veio Platão com sua Academia e deu um verniz metafísico, mais suportável e restrito à uma confraria à Filosofia, foi poupado pelo mundo. No final, o mundo não foi poupado de Platão que radicalmente desvinculou o mundo, a vida, do pensamento, Aristóteles não ousou afrontar radicalmente o mestre, ele mesmo dizia-se um platônico. Veio a Idade Média e para que o pensamento de um judeu, Jesus Cristo, um homem pertencente a um povo como o hebreu que conseguiu caluniar o mundo, a vida como ela é como algo mau, como o rico usurário para o judeu é alguém outrossim maligno, sugiram escolas como a Patrística e a Escolástica. Eis a institucionalização e canonização do que se conhece como Filosofia no Ocidente. Os perdedores, os materialistas e atomistas como Demócrito, Leucipo, Lucrécio ou Epicuro e os cínicos como Diógenes de Sinope foram proscritos, considerados malditos por mostrarem o mundo como é, por unirem pensamento e vida que ciências modernas como a Neurociência bem demonstram ao provarem que uma pessoa com traumas cranio-encefálicos mudam radicalmente de personalidade e caráter, não deixando oportunidade para uma fantasmagórica alma ou espírito, isto é, eis a destruição da metafísica.

No século XVIII o pensamento proscrito com o Iluminismo tentou voltar com os ultra das Luzes mesmo assim proscritos pelo idealismo de Jean-Jacques Rousseau ou Karl Marx, pois o ideal é forte, mas ainda assim é a carne é mais forte ainda e os regimes da pseudo-revolução socialista-comunista ruíram. Resta-nos, hoje, tentarmos recuperar a atitude de reavaliação e de crítica das noções consagradas da Filosofia e fazer uma arqueologia da arqueologia do pensamento humano, em sua episteme, como diz Michel Foucault e tentar vencer a tentação de tornar a Filosofia como se fosse Religião e a confraria dos filósofos como se fosse um convento de monges.

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Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.