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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

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domingo, 9 de outubro de 2016

De repente Sócrates


Pode o filósofo acabar morto pela reflexão que o mundo não quer, pois quer somente a não reflexão e o dogmatismo. Se o filósofo chegar ao extremo insano de ser assassinado por propiciar a simples reflexão, o pensamento amanhecer nas trevas comuns à caverna platônica tenebrosa que é o mundo, de repente, então, a história de Sócrates reproduzir-se-á novamente no mundo como aconteceu como Platão vendido como escravo pelo tirano terrível, Dionísio II, de Siracusa ou Aristóteles que precisou exilar-se da cidade-estado de Atenas, quando o partido anti-macedônico tomou o poder na excelente pólis grega
ou no caso moderno de Edmund Husserl que foi expulso da Universidade de Freiburg quando Adolf Hitler tomou o poder e nomeou Martin Heidegger, reitor da referida escola, e mesmo Heidegger tendo sido discípulo de seu mestre Husserl, com perfídia alijou do ensino a Husserl.

De repente o dogmatismo, de repente as pessoas achando que, como na época atual de minha cidade de Belém, a capital do Pará, uma mulher como a mãe de Jesus Nazareno, que teria concebido o Nazareno, virgem, e ter-se-ia mantido virgem mesmo depois de pari-lo, tal dogmatismo faz com que as massas de crentes acotovelem-se nas ruas debaixo de um sol causticante equatorial na festividade católica romana do Círio de Nazaré. Ora, o filósofo que a tudo isso ponha-se a simplesmente refletir, qual é a atitude perene do filósofo, é alguém muito esquisito, fica mal visto e por que no limite não destruir aquele que nos incomoda com sua atitude de simplesmente questionar o costume?

Fazer piadinhas contra o filósofo, como dia desses na minha faculdade eu sofri, do que adianta? O pensamento é um sol que faz ver a face dos gatos pardos da noite. Parecem alguns bem diferentes do que se via na penumbra, paciência, mas o dia claro alegra, ilumina, aquece, dá cores, mas sobretudo instrui muito mais do que o engano das trevas da noite do não pensamento, da antifilosofia.

2 comentários:

Baioneta disse...

Eu gostei. A verdade, amigo, é que os tempo estão ficando cada vez mais sombrios para as pessoas que questionam a ordem, no caso os filósofos que sofrem cada dia mais simplesmente por proporcionar reflexões que fogem do sistema vigente.
Gostei muito, Abraços!

João Emiliano Martins Neto disse...

Sim, meu amigo, a reflexão os burros e preguiçosos não querem. Os deuses ou o destino deu-lhes um cérebro que eles não querem usar e ainda querem destruir quem usa. Enquanto houver mundo, quem se interessar pela Filosofia, não se engane que poderá ter o mesmo destino de Sócrates, o patíbulo, a morte, a execração pública daqueles deitados eternamente no berço esplêndido da mesmice, da falta dolosa de autoconhecimento, crítica e falta de conhecimento.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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