You may translate my blog if you needing

Pesquisar este blog

A certeza

 photo Cristo_zpsi9u1t9yx.jpg

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

Seguidores

Assine minhas postagens

Ars gratia artis!

 photo triunfo444_zpsebb373bd.jpg

Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

Ars gratia artis!

 photo madr_zpsa4265784.jpg

Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

 photo Rafael_-_Escola_de_Atenas777_zps8e0f0f71.jpg

"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


Add me no ZapZap

 photo whatsapp-blue-tick_zpsae2o5yfc.jpg

Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

Entre em contato comigo pelo email (clique no ícone abaixo)









sábado, 7 de novembro de 2015

Feliz aniversário, Pater!!!

Feliz aniversário, Reverendo Padre Paulo Ricardo! O senhor é o meu mestre na fé, pois graças ao senhor voltei a ser católico romano. Eu era protestante, mas o senhor me abriu os olhos em relação a esses ateus protestantes (kkkkkkk) os quais pensando bem, se hoje negam a Igreja, o corpo de Cristo que é o próprio Cristo, amanhã negarão a Cristo e negarão, por fim, ao próprio Deus, como aconteceu na Europa. Parabéns!


Sob os pés de Nossa Senhora

A Virgem Santíssima que tem sob seus pés toda a criação por ser a maior das criaturas e soberana absoluta sobre todos os santos e anjos quanto mais sobre as criaturas pobres diabos que se rebelam, há de esmagar sob seus pés na pessoa de sua filha a Igreja a todos os seres, homens ou anjos que por genuína loucura e soberba quiserem atentar contra a vida, forem a favor do aborto contra os pequeninos que creem em Cristo nossa vida, esperança, salvação e paz.

A continuidade histórica e o Mediador

Esse apego protestante à letra fria de um papel pintado chamado Bíblia é a voragem racionalista e cientificista que estava nascendo na época da Reforma e que redundou na Revolução Francesa, Russa, no comunismo e no nazifascismo que é a tirania do homem sobre o homem e sobre os demais seres, é a sanha do homem que quis ser como Deus. Há uma continuidade histórica evidente de loucuras que iniciaram com a Revolta Protestante.

Só há um mediador entre Deus e os homens e tal mediador é Cristo, mas Cristo não é só, ele tem um corpo que é a Igreja tendo à testa Nossa Senhora, a Madona Santíssima. Nós somos uma raça eleita, um sacerdócio santo junto com Cristo, estando à frente a Theotokos. Até os lenços que São Paulo limpava a boca serviam de mediador, porque eram prolongamentos do mesmo Cristo, a sua Igreja que era perseguida pelo Apóstolo antes da conversão deste.

 

Roma locuta, causa finita est!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Homilia Diária.58: Sexta-feira da 31.ª Semana Comum (I) - A meta do cristão

Homilia Diária.57: Quinta-feira da 31.ª Semana Comum (I) - A ovelha perdida

Que é ser cristão

Ser cristão é ser radicalmente humano: imago Dei, isto é, livre e inteligente. Ser cristão é ser um só com Deus e com toda a humanidade aqui neste mundo e no purgatório que são os homens de boa vontade a quem e por quem se sofre para a maior glória de Deus que é o desagravo do Coração Sagrado de Cristo e desagravo do Imaculado Coração de Maria.

São Nuno de Santa Maria

 
São Nuno de Santa Maria, como dizia seu epitáfio, foi "o famoso Nuno, o Condestável, fundador da Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu aeterna companhia dos Santos". Dotado de grande gênio militar demonstrado em várias ocasiões em que se mostrou um digno defensor de Portugal, "suas honras terrenas foram incontáveis, mas voltou-lhes as costas. Foi um grande Príncipe, mas fez-se humilde monge", como bem descreveu o autor da inscrição gravada em seu túmulo, lamentavelmente destruído por ocasião do grande terremoto que abalou Lisboa em 1755.
* * * * *

Nascimento e infância

24 de junho (Natividade de São João Batista) de 1360 foi o dia de seu nascimento, mas a localidade permanece incerta. Era uma época de grande corrupção, em que imperavam os costumes dissolutos em várias camadas da sociedade. Mesmo assim o jovem Nuno recebeu a melhor educação que na época se podia dar, e desde tenra idade manifestou capacidade de trabalho, grande inteligência e excelente raciocínio, sendo exemplarmente aplicado aos estudos, no que se distinguia entre seus irmãos pelo aproveitamento e saber. Detinha muita habilidade física demonstrada nos exercícios de força e destreza.

Recebeu ele sólida instrução religiosa, a qual não o revestiu apenas de conhecimentos, mas também da vida de piedade que lhe era o alimento espiritual para as atividades do dia-a-dia. Cultivou a virtude da castidade, associada a uma profunda devoção à Virgem Maria, Mãe de Deus.
* * * * *

Adolescência e casamento

Aos treze anos seu pai fez com que o jovem Nuno iniciasse nova vida, destinando-o a ser um cavaleiro: partiu então para a corte, tornando-se pagem de Dona Leonor, a Rainha.

Nuno amava a leitura, imergindo nos livros sobre a cavalaria, instituição medieval que ocupava importante lugar na sociedade da época. Os textos sobre o Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda lhe causavam admiração. A leitura dos feitos militares o preparou para os encargos que lhe seriam confiados, e que ocupariam importante lugar na história da nação lusitana.

Três anos e meio passou Nuno na corte. A admiração por Galaaz (Galahad) - seu herói predileto na história do Rei Artur - o inclinou a preferir a virgindade celibatária ao matrimônio, tal como o lendário combatente, a fim de também praticar feitos heróicos, mas as intenções de seu pai o fizeram tomar um diferente rumo: uma permissão papal para que ele desposasse sua prima Leonor de Alvim, e também a concordância desta, precederam o comunicado ao jovem Nuno, então com dezesseis anos. Atônito com a informação que seu pai lhe transmitia somente ao fim de uma seguidilha de providências, Nuno pediu tempo para pensar, mas o genitor insistiu na idéia através de Iria, sua mãe, a qual teve como resposta a informação de que ele decidira permanecer solteiro. Não satisfeito, o pai de Nuno provocou nova investida através de um primo e um genro, ambos amigos íntimos de seu filho, sendo finalmente obtido o consentimento para as bodas, as quais foram realizadas sem festa por ser a noiva uma jovem viúva.

Com a esposa, Nuno passou a ter uma vida pacata, administrando suas propriedades. Participava diariamente de duas Missas (três, nos dias santificados), e nas viagens fazia-se acompanhar de um sacerdote para não faltar ao Santo Sacrifício. Após o primeiro ano de vida matrimonial nasceu a primeira filha do casal, Beatriz, e posteriormente outros dois filhos (que morreram com pequena idade).
* * * * *

Nuno, o combatente


De estatura média e bem proporcionado, Nuno tinha pele clara e cabelos ruivos, com uma pequena barba pontiaguda. Suas sobrancelhas eram arqueadas, abaixo das quais brilhavam olhos pequenos, porém vivos e expressivos, e, compondo a face, nariz fino e pontiagudo e boca pequena. Sob um aspecto aparentemente franzino, Nuno exibia uma constituição forte e robusta, própria a suportar a vida guerreira, só superada pela grandeza de alma e fortaleza cristã que detinha.

As circunstâncias de então não permitiram que se estendesse por muito tempo a vida tranquila do feliz casal: inicia-se uma guerra entre dois reinos - Castela e Portugal - e Nuno tomou as armas a pedido do rei, iniciando assim um novo capítulo na história de sua vida. Chegado pouco antes à maioridade, Nuno ardia em desejos de servir à pátria, e assim passou a ostentar audácia e valor como guerreiro, sendo seus feitos admirados pela nobreza e pelo povo.

Em 1383 o rei português D. Fernando morrera sem deixar descendência masculina para herdar a coroa, e sua filha única - Da. Beatriz - fora casada naquele ano com o rei castelhano Juan. A insatisfação em Portugal para com a rainha Da. Leonor, que regia o país em nome da filha, era grande, querendo-se que o Mestre de Avis (filho natural do falecido rei D. Pedro I) ficasse à frente do reino, evitando-se assim que o país fosse anexado a Castela. A rainha regente preferia a anexação, por motivos familiares: sua filha Da. Beatriz havia se casado com o rei castelhano. Essa situação causou o chamado interregno, ou crise de 1383-1385, sendo um período de guerra civil e anarquia na história lusitana.

As habilidades guerreiras de Nuno foram por todos admiradas na Batalha dos Atoleiros (6 de abril de 1384, véspera da Quinta-Feira Santa), em que novas técnicas para defender as forças de infantaria frente a um número superior de inimigos mostraram-se eficazes: houvemuitas baixas entre os castelhanos, bem mais numerosos, não havendo uma única morte entre os combatentes portugueses, motivo de especial reconhecimento pela proteção divina (o próprio comandante havia estimulado a todos os membros de suas tropas a que confiassem em Deus e em Nossa Senhora). Porém na Batalha de Aljubarrota (14 de agosto de 1385) é que foi selada a derrota definitiva dos castelhanos, imposta pelo rei português D. João (reconhecido como ocupante do trono pouco antes, em 6 de abril, primeiro aniversário da Batalha dos Atoleiros) e seu fiel Condestável, Nuno, tendo sido este último quem definiu inteligentemente o local onde o combate seria travado, pois pôde estudar a área com antecipação (chegaram a se utilizar de táticas defensivas utilizadas vários séculos antes, pelaslegiões romanas). Sendo véspera da Assunção da Virgem, o costume impunha que fosse feito jejum naquela data que antecedia a festividade mariana, e nesse estado o combate foi iniciado, e vencido (momentos antes de iniciada a batalha os soldados participaram da Santa Missa, podendo comungar todos os que o desejaram, tendo havido disponibilidade para confissões no dia anterior). Apesar das buscas feitas pelos portugueses aos castelhanos vencidos, a fim de exterminá-los, o Condestável Nuno deu ordem para que fosse suspensa a perseguição, dando trégua aos combatentes fugitivos para que se evadissem, salvando assim suas vidas. E assim D. João I foi consolidado como rei de Portugal, iniciando a dinastia de Avis: estava satisfeita a ambição de Nuno, que o queria como rei, mas nem por isso depôs as armas, pois de outras batalhas teria ainda de participar (muitas partes do território português ainda se encontravam em poder do rei de Castela, sendo ansiada a sua recuperação).

Em certa ocasião três batalhões retomavam cidades que haviam caído sob ocupação inimiga. No local chamado São Félix os habitantes recusaram render-se ao comandante Vasques da Cunha, dizendo que só se renderiam ao batalhão de Nuno. Vasques irritou-se profundamente, estando a ponto de invadir a localidade, mas seus companheiros fizeram-lhe ver que assim seria vertido sangue desnecessariamente, obrigando o comandante a conter sua raiva. E depois os habitantes renderam-se pacificamente às tropas de Nuno.
* * * * *

Condestável de Portugal

O rei D. Fernando havia criado o cargo de Condestável do Reino, confiado em 1382 ao Conde de Arraiolos. Nuno foi o segundo a receber tal título (que lhe foi conferido em 1384, detendo-o até à sua morte em 1431), que caracterizava quem o detinha como a segunda pessoa na hierarquia militar portuguesa, depois do monarca. A ele estava atrelada a responsabilidade de comandar campanhas militares na ausência do rei, e a manutenção da disciplina no exército.
* * * * *

A virtude angélica

Nuno levava muito a sério a questão da moralidade entre seus criados e vassalos, estimulando-os no sentido de levarem uma vida correta. Procurava regularizar e auxiliar os matrimônios, banindo de suas terras os relapsos e recalcitrantes.

Com o aumento de seu poderio e popularidade, Nuno passou a ter sua autoridade respeitada pelos seus homens, e decidiu acabar com o costume da companhia feminina no exército, o que quase causou uma sublevação dos comandados, mas a inflexibilidade do Condestável venceu. Os soldados foram convencidos de que tinham obrigação de cumprir seus deveres para com a religião. Mais tarde Nuno admitiu que aquela ordem lhe fora de dificílima execução, e que nunca receara tanto uma batalha como aquele momento em que a dera.

Além de promover a castidade, Nuno vigiava de perto os seus soldados, não lhes permitindo jogos de azar e outros vícios.
* * * * *

Ofensa ao patriotismo lusitano

Morta a esposa do rei Juan de Castela, a princesa Da. Beatriz (que contava dez anos) fora dada em casamento ao monarca viúvo por seu pai, o rei português D. Fernando, de quem a morte já se aproximava. Era uma tentativa de evitar problemas políticos que poderiam surgir com os castelhanos por causa da rainha Da. Leonor, sua esposa (detestada por numerosos membros da sociedade) estipulando-se que desse matrimônio sairia o herdeiro do trono português.

Aos esponsais compareceram importantes membros da aristocracia lusitana, além da rainha Da. Leonor (o rei, enfermo, não pôde se fazer presente). Nuno e seu irmão Fernão estavam nessas bodas, e após cumprirem os deveres de cortesia para com os numerosos convidados depararam-se com uma situação inusitada: os lugares que lhes estavam reservados em uma mesa haviam sido ocupados por outras pessoas, que ali se banqueteavam, desrespeitando as obrigações sociais, políticas e diplomáticas. Nuno então se dirigiu ao irmão, dizendo: "Nós não temos prol nem honra de aqui estar. Vamo-nos, pois, para a nossa pousada. Mas antes disso eu quero fazer com que estes, que tão pouco nos prezaram e nos escarneceram, fiquem eles escarnecidos". Não por amor próprio ofendido, e sim por patriotismo ofendido, Nuno levantou a tábua da mesa com as mãos, e com a perna derrubou-lhe a sustentação, fazendo com que fosse ao solo tudo o que sobre ela estava. E em seguida abandonou serenamente o recinto, onde estavam o rei Juan de Castela, a rainha Da. Leonor de Portugal, e numerosos convidados boquiabertos. Tendo pedido informações sobre aquele senhor, o rei Juan inteirou-se de quem era Nuno: vaticinou então que quem assim procedia em semelhante ocasião seria capaz de proezas ainda maiores.
* * * * *

Profunda religiosidade e respeito para com as coisas sagradas

A religiosidade sempre esteve presente na vida de Nuno. Ao elaborar sua bandeira - estandarte militar - tomou ele o cuidado de nela inserir componentes religiosos, o que lhe permitia (e a seus comandados) ajoelhar-se diante dela para implorar a ajuda da corte celeste em cada empreitada. Era uma bandeira branca, dividida em quadrantes pela cruz de São Jorge, apresentando uma cena da crucifixão (com a Virgem e São João aos pés de Cristo agonizante), uma cena de Nossa Senhora com o Menino Jesus nos braços, e os guerreiros São Jorge e São Tiago ajoelhados um frente ao outro (e a cruz branca sobre fundo vermelho, emblema dos Pereiras, atrás de cada um destes últimos).

Vencida a batalha dos Atoleiros, Nuno dirigiu-se no dia seguinte (Quinta-Feira Santa de 1384) à capela de Nossa Senhora da Assunção, nas proximidades, a fim de render graças pela vitória obtida, mas entristeceu-se profundamente até às lágrimas ao perceber que o templo havia sido profanado pelos inimigos, que em passagem por ali a utilizaram como cocheira para seus animais. Ele próprio pôs mãos à obra, iniciando a limpeza a fim de devolver a capela ao culto.

Mesmo em tempos de guerra Nuno assistia ("ouvia", como se dizia na época) diariamente a Santa Missa, duas vezes se possível, e até mesmo três em dias especiais, e para isso sempre se fazia acompanhar de ao menos um sacerdote nas viagens e deslocamentos. Tinha momentos definidos para as orações, e, quando não os podia respeitar face aos deveres militares, resgatava-os depois, usando os momentos que deveria destinar ao repouso. Desde a infância habituara-se a rezar as matinas, chegando a receber o apelido de "Nuno Madruga". Diariamente fazia a confissão sacramental, com confissão geral quatro vezes cada ano (vigílias do Natal, Páscoa, Pentecostes e Assunção da Virgem); nessas festividades recebia a comunhão, o que era considerado exagero em uma época em que a recepção desse sacramento ocorria raramente (a quem manifestava objeção, respondia Nuno que a força nos combates por ele manifestada tinha origem na Eucaristia).

Certa vez um dos soldados de Nuno cometeu um sacrílego roubo em uma igreja, ao se apoderar da mais sagrada das alfaias litúrgicas: um cálice. Julgado pelo gravíssimo crime, o ladrão foi condenado à fogueira, mas o Condestável escutou as súplicas de seus companheiros, comutando a pena quando o fogo já começava a arder: expulsão do exército, com proibição de combater sob sua bandeira (o que para alguns soava como algo pior que a morte).

Quando o Santíssimo Sacramento era exposto, não era fácil a Nuno ausentar-se, e chegava mesmo a deixar de lado as refeições. Vultosas doações para aquisição de paramentos e objetos litúrgicos eram por ele feitas, inclusive cera e azeite para velas e lamparinas destinadas ao culto. Custeou Nuno a construção de numerosas igrejas (inclusive a que foi dedicada a Santa Maria da Vitória, em Batalha), e também o Carmelo de Lisboa, onde findou seus dias.

Em todos os combates portava Nuno um relicário com um fragmento do Santo Lenho. Tinha também relicários nos quais havia relíquias de numerosos santos a quem tinha especial devoção: São Tomás de Aquino, São Cosme, São Damião, São Silvestre Papa, Santo Ambrósio, São Gregório Magno, Santo Agostinho, São Bento, São Bernardo, São Domingos, São Francisco, alguns apóstolos e evangelistas, e vários mártires dos primeiros tempos da Igreja, entre outros. Também mantinha em relicários fragmentos de lugares e objetos veneráveis: Santo Sepulcro, Presépio, Casa de Loreto, e também o Agnus Dei (cera do círio pascal bento pelo Papa).
* * * * *

Viuvez e entrada no mosteiro da Ordem do Carmo

Nuno e Leonor tiveram uma vida matrimonial exemplar, apesar dos afastamentos do Condestável para o serviço da pátria. Em 1387 Nuno mais uma vez deslocou-se em viagem para atender um chamado do monarca, como procurador dos fidalgos do reino. Tendo-lhechegado a notícia de que sua esposa adoecera gravemente, viajou para o Porto, cidade onde ela se achava, mas não a tempo de encontrá-la com vida. Ficara ele viúvo com apenas 27 anos, tendo como familiares próximos sua filha e sua mãe, tendo esta última chegado à idade longeva (morreu com quase cem anos). Do casamento de sua filha Beatriz com o Duque de Bragança originou-se a Casa de Bragança, que reinaria em Portugal a partir de 1640.

Alcançada a paz no reino, o Condestável, tendo distribuído seus bens (detinha uma das maiores fortunas da Península Ibérica) e perdoado todas as dívidas, ficou apenas com a roupa que vestia, e aos 62 anos ingressou na ordem carmelitana, onde a vida contemplativa era a sua única ambição. Sua chegada ao convento teve a participação de toda a comunidade ali residente, da qual recebeu as boas vindas, dirigindo-se o novo irmão à igreja onde - prostrado diante do altar e com olhos lacrimejantes - agradeceu a Deus por ali, finalmente, estar. Desfazendo-se até mesmo do nome de família, passou a chamar-se Nuno de Santa Maria. Na cela de seu uso, cujo mobiliário era composto por um leito formado por duas tábuas, havia apenas dois cobertores grosseiros (um para cobrir as tábuas, e outro para cobrir o religioso), um Crucifixo, e os instrumentos pessoais de penitência. Durante sua vida conventual quase partiu para outra empreitada militar, mas o inimigo desistira quando soube que o Condestável o enfrentaria.

Ao tornar-se religioso carmelita, Frei Nuno redobrou as suas penitências corporais, fazendo uso dos instrumentos que para isso eram habituais (cilícios e disciplinas). Fazia jejum três vezes por semana durante todo o ano (diariamente por ocasião do Advento), jejuando também a pão e água aos sábados para honrar a Mãe de Deus. Percebendo o enfraquecimento corporal, seus superiores lhe determinaram sob obediência a mitigação dos jejuns, ordem cumprida no seu limite mas não a ponto de lhe lisonjear o paladar.
* * * * *

Morre o Santo Condestável

Aproximando-se o momento de partir para a eternidade, Nuno pediu os últimos sacramentos, tendo feito uma confissão geral que abrangeu toda a sua vida. Recebida uma vela (que portou na mão esquerda) e um Crucifixo (na mão direita), pediu que lhe fosse lida a Paixão, segundo o evangelho de São João: às palavras "eis o teu filho", sua alma partiu deste mundo. Contava 71 anos e 11 meses, sendo seu corpo exposto na igreja do mosteiro, onde foi visitado pela quase totalidade dos habitantes de Lisboa que ali compareciam para dar adeus a seu valoroso compatriota. Beatificado em 1918 por Bento XV, o Condestável foi canonizado por Bento XVI em 26 de abril de 2009.
 
_______________________________________
Meu comentário: Maravilhosa essa referida história de São Nuno. Hoje que é dia do Sagrado Coração de Jesus e se já houvesse essa devoção à época do bravo Santo Condestável certamente a vida dele teria sido eucarística, isto é, de doação, graça, dom, paz ao mundo, mas sobretudo, desagravo e propiciação às ofensas cometidas pelos homens ao Sagrado Coração de Cristo e ao Imaculado Coração da Theotokos.
 

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O que é um sacerdote

O sacerdote que se estende a todo o católico mesmo que não ordenado é aquele que tem uma vida eucarística, ou seja, que é dom, doação, graça, dádiva para este nosso mundo perdido. Um sacerdote, especialmente se for ordenado, é aquele que é propiciação pelos pecados do mundo inteiro em vida de penitência, renúncia, abnegação e humildade por todos os que não creem e não esperam. O sacerdote, enfim, é outro Cristo (alter Christus).

[VÍDEO-RESPOSTA] JESUS NASCEU DE UMA VIRGEM? (Meu Corpo, Minhas Regras)

Nárnia é o seu coração

Nárnia a terra querida por Deus sob o domínio cruel da feiticeira Jadis que é o diabo, a antiga serpente, é o seu coração, é você, é o seu ser, criatura de Deus, sob o domínio de uma grossa camada de gêlo, eis que um inverno rigorosíssimo e terrível, aonde nada prospera e germina, não há vida. Eis que é a grossa camada do gêlo é o pecado, é a condição de nosso coração incircunciso, implacável, cruel, orgulhoso e frio.

Libertemo-nos disso tudo, deixemo-nos fustigar com boa vontade como Cristo que imerecidamente abraçou a cruz que nos cabia; como Nossa Senhora que teve o seu imaculado coração bem diferente do nosso terrível, como dito acima, abjeto e lúgubre, a Mãe de Deus submeteu-se a ser molestada por uma espada a transpassar-lhe, a crucificar-lhe de certa forma, para colaborar pela nossa salvação.

Tenha fé, veja mais adiante, claro e para além do imediatismo e orgulho das humanas capacidades dos cinco sentidos. Seja perseverante, humilde recebendo com frequência o perdão de seus pecados no sacramento da confissão, comungue com frequência assistindo a Santa Missa diariamente, reze, reze muito, reze sem cessar, reze o Rosário todos os dias, acenda uma vela e seja alguém feliz, realmente feliz.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ao mundo

O mundo, mundão e mundano deve ser esquecido, o próprio Cristo o esqueceu ao não rezar na sua oração de despedida pelo referido mundo, como relata o evangelista São João, mas só pelos eleitos. O mundo não merece uma só lágrima, não merece um só segundo de perplexidade.

Há algo de muito podre no reino do Brasil

Homilia Diária.56: Quarta-feira da 31.ª Semana Comum (I)

Meu pai achou que respondeu à essa pergunta do Doutor da Graça (Santo Agostinho) que pergunta como não amar um amor assim como o de Deus que renunciou tudo para nos salvar. A resposta do meu pai que é um semi-ateu é que Cristo morreu porque Ele quis, Ele não foi obrigado a isso. Ué! E é verdade, Cristo morreu porque quis, por isso foi por amor, porque houve aí liberdade, mas é claro que só uma pessoa sem fé como o meu pai e ademais burra, ignorante, acha que pode refutar Agostinho tão facilmente com a idiotice de achar que se faz alguma coisa por amor forçadamente. Enfim, há pessoas que desprezam a fé salvadora em Jesus por uma mistura de burrice extrema mais até do que falta de dom da fé.


Nietzsche e as mulheres


Por Orlando Braga
 
 manequins
Eu penso que um homem que não aprecie a Mulher não pode ser grande “pistola”. Em “Assim falava Zaratustra”, Nietzsche escreve que as mulheres são incapazes de amizade: “são como gatas, aves, ou quando muito, vacas”. Os fundadores do Partido Nazi, sendo praticamente todos gays, levaram o conceito de Nietzsche sobre as mulheres muito a sério.
Por esta e por outras, é que temos que aturar hoje as feministas. Nietzsche deveria ser autorizado a reencarnar e ser obrigado a levar com as feministas todos os dias da sua nova vida, e à porta da sua casa. A sua tortura cármica deveria ser a obrigação de frequentar, como bom ouvinte e de boca calada, as tertúlias feministas da Maria Teresa Horta. Não há direito que um tipo escreva coisas destas, escape à punição da maria-vitória e deixe para os machos vindouros o fardo de passar pela redenção de uma filosofia de que não são responsáveis.


“O homem será preparado para a guerra e a mulher para passatempo do guerreiro. O mais é loucura.”
— Nietzsche
Quem lê Nietzsche, pensa que o tipo é um maganão e que “está a reinar com a gente”. Se a guerra de auto-defesa é, por vezes, necessária, Nietzsche acaba com as padeiras de Aljubarrota. Não existe nenhuma nova e potencial padeira de Aljubarrota que subscreva esta frase de Nietzsche, e portanto, estamos condenados a “levar no corpo” sem nos defendermos.
Assim como o Volkswagen “carocha” foi a vingança de Hitler [porque fez milhões de vítimas em acidentes de automóvel, devido à sua instabilidade], o feminismo politicamente correcto é a vingança de Nietzsche. Pelo simples facto de um país se organizar para uma guerra de auto-defesa, temos as feministas todas a recordar-nos os conceitos Nietzscheanos de “homem guerreiro” e da “mulher passatempo”, e a manifestarem-se nas ruas e nos Mídia. Este é o paradoxo histórico de Nietzsche: do seu anti-cristianismo, herdamos a “dádiva da outra face”. Estamos condenados a ser invadidos e agredidos, e dar ainda a outra face, em memória de Nietzsche. Eis como uma espécie de anticristo se transforma, involuntariamente e por vontade da Providência, numa referência apostolar.


“Vais ter com uma mulher? Não te esqueças do chicote.”
— Nietzsche
Não tenho a certeza de que tipo de “chicote” Nietzsche se referia, mas a julgar pelo juízo, não me parece que seja aquele em que estou a pensar – até porque há coisas que não esquecemos em qualquer lugar, mesmo quando, infelizmente, não nos lembramos delas.
Dignos de celebração de Nietzsche são o sado-masoquismo gay e o movimento cultural das lésbicas que substituiu o “chicote” pelo vibrador; deveriam colocar Nietzsche num pedestal, arranjar um retrato na parede, e celebrar o dia do seu nascimento como um novo Natal.


wenn-nietzsche-wept
“As mulheres têm muito de que envergonhar-se; há na mulher muito pedantismo, superficialidade, primarismo escolar, vaidadezinha, desmesura e indiscrição oculta…que tem sido restringida e dominada por medo do homem.”

– Nietzsche (“Para lá do Bem e do Mal”)
Nietzsche não era pedante – era lá agora! Desmesura?! Nem vestígios! O “primarismo escolar” não existe nos homens, e quem o afirma é blasfemo! Já viram algum homem analfabeto? A julgar por Nietzsche, o homem é “iletrado”, e as mulheres são “analfabetas”. Conceitos diferentes. Foi por causa do “primarismo escolar” feminino no tempo de Nietzsche que surgiram as sufragistas e aturamos hoje a Germaine Greer e frases como “um em cada dois homens é uma mulher”. Ah, desgraça…!

“Gostar de mulheres inteligentes é prazer de pederasta” (Charles Baudelaire); Nietzsche descobriu o pederasta que existia nele. Vejam bem: as mulheres burras exigem de um homem muito mais imaginação – a imaginação que Nietzsche não tinha. Apreciar uma mulher burra é um desafio para um homem inteligente, e só uma mulher inteligente pode “domesticar” um homem burro. Nietzsche não tinha a mínima noção de Yin e Yang, da atracção dos contrários. Pudera…esteve sempre no “contra”…
“A mulher deve ser considerada como propriedade do homem, como fazem os orientais”
– Nietzsche (“Para lá do Bem e do Mal”)
Das duas, uma: ou Nietzsche tinha problemas de impotência sexual, ou foi cornudo toda a vida. Esta frase é um desabafo de um cornudo magistral e endémico, mas também pode ser um grito de um impotente mal-amado. 

Contudo, excluamos a hipótese de condição de cornudo, porque sabemos que Nietzsche, de mulheres, conhecia pouco ou nada, à excepção da sua irmã (feia e inteligente, a exteriorização do pederasta), com quem – diziam as más-línguas – teve uma relação incestuosa.

Em consequência de estereótipos Nietzscheanos deste género, passamos a confundir o “machismo” com “marialvismo”. O macho não defende a ideia de que a mulher deva ser propriedade do homem – pelo contrário, a apropriação da mulher pelo homem coloca dificuldades acrescidas a um macho que se preze. A noção de mulher como propriedade do homem é eminentemente marialva, e um marialva é um gay que não “saiu do armário”. 


Enfim, sou de opinião que a história da filosofia moderna está mal contada. Se o desconstrucionismo “inventado” por Nietzsche servisse para alguma coisa, deveria ser para desconstruir o próprio Nietzsche. 

Sobre Nietzsche ler: “O profeta do anticristo”

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Homilia Diária.55: Terça-feira da 31.ª Semana Comum (I)

Meu comentário: Hoje que é dia de São Martinho de Lima. Que saibamos imitar-lhe a humildade e a paciência que ele teve de ser um pobre dominicano donato, o último degrau na hierarquia dominicana, para ser na verdade o maior no Reino de Deus que cabe ao último, que cabe ao que serve a todos, como ensinou Jesus, que cabe ao que segue o exemplo de Nossa Senhora que deixou o seu coração maravilhoso imaculado ser crucificado, ser humilhado ao extremo para nos salvar. Mas que nós, no nosso caso, muitíssimo merecidamente, sejamos neste mundo como donatos humildes a crucificar a concupiscência dos olhos, da carne e a nossa soberba da vida que são a consequência de termos o nosso coração humano comum nada imaculado, mas desesperadamente corrompido, como diz a Bíblia, um coração de pedra, frio e implacável.


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos

Deus dos impossíveis

Deus é o Deus dos impossíveis. Deus fez-se homem em Jesus Cristo, percorrendo para nos salvar a altura infinita em que se encontra rumo ao fundo do abismo sem fundo em que jazemos por causa do nosso pecado. Ora, com tudo isso achar que Deus não se sacrificou para salvar alguém do homossexualismo é desesperar terrivelmente da salvação e colocar um mero gostinho sexual como algo tão forte e poderoso como o próprio Deus.

Comemoração dos Fiéis Defuntos

Hoje é o dia popularmente conhecido como Dia de Finados que no calendário litúrgico da única, santa e verdadeira Igreja de Cristo que é a Igreja de Roma é a Comemoração dos Fiéis Defuntos. É dia de festa no céu e poder-se-ia dizer que dia de festa no purgatório, apesar dos padecimentos ali, mas são padecimentos de almas redimidas ainda que não totalmente purificadas.

Festa para as almas que contemplam a Deus face a face no céu, festa e alegria indizível de quem contempla à beleza, a verdade e o Sumo Bem face a face. Festa, também, eu diria, no purgatório, porque para dizer com o filósofo francês Blaise Pascal valeu a aposta na fé e renunciar a 70 ou 80 anos de prazeres sempre fugazes e nada auto-explicativos ou auto-suficientes para viver algo da fé, ainda que de forma negligente o que fez com que tais almas, evidentemente, fossem parar no purgartório.

É festa, minha gente! É comemoração, a vida real, a vida da alma sem esse nosso corpo fustigado pela animalidade e pelo pecado, pode contemplar a verdade de cara. 

Viva Deus! Viva a vida eterna!

Pichações na Catedral da Sé de São Paulo

Esse pessoal gentio que picha a Igreja é como quem picha uma grande, consolidada e poderosa rocha, podem até rabiscá-la, mas a mesma continua no mesmo lugar impávido colosso que é, sendo o firme e inabalável sustentáculo da verdade.

Esses que picham e depredam a Igreja só mostram com isso que combatem um inimigo robusto como uma pedra que é a fé e confissão de Pedro que é bem diferente da vacuidade sem sentido que é a ideologia dos inimigos da Igreja.

domingo, 1 de novembro de 2015

Chicote neles!

Bem dizia o pagão Tácito que os judeus são um povo que nasceu pra ser escravo. Depois de 2000 anos não são cristãos, preferem a Torá do que a graça, então é porque gostam de um chicote nas costas. Chicote neles, então!

Para os judeus parece repugnar um Deus como Pai como ensinou Cristo, preferem Deus como o Estado, como um rei mundano com suas leis férreas, com seu crime que se segue ao inexorável castigo.

Isaias 53: Leitura evitada no Tanakh (Bíblia Judaica)

O assunto que os rabinos odientos omitem.


As Incríveis Marmotas Atéias!

Meu comentário: Eu penso que o ateísmo é uma tomada de posição muito radical. Porque eu, por exemplo, sou estudante de Filosofia e noto que na Filosofia que é a busca por, digamos, respostas fazendo uso da luz de nossa razão natural humana é claro que por tal meio não chegamos à revelação divina cristã, mas o filósofo se honesto não pode negar o milagre de algo como o divino neste mundo na vida de Cristo, na vida dos apóstolos, dos mártires e dos santos católicos até hoje. Tudo isso é evidente que deixa qualquer filósofo perplexo, no mínimo, diante de um grande mistério sem dúvida alguma que sobrehumano, bem mais forte que a gente, bem mais forte. Enquanto isso o ateu simplesmente se fecha em seu casulo de seus preconceitos negacionistas anti-Deus.


Dia de todos os santos, o Círio e as deformidades


Hoje a única, santa e verdadeira Igreja de Cristo que é a Igreja Romana comemora todos os santos. Todos, mesmo, desde que santos conforme o ensino da Igreja, sejam eles conhecidos de todos os homens, porque canonizados, sejam aqueles santos que só Deus os conhece, como diria em sapientíssima assertiva o Papa Bento XVI.

A santidade, a consagração a Deus é a vocação universal de todo batizado. Todos, absolutamente, todos os cristãos são chamados a serem santos. Pois temos um dono, temos um senhor que é O Senhor que nos criou e que, portanto, tem seus direitos sobre nós por ter-nos feito para Ele, porque imagem d'Ele.

A santificação é como o Círio de Nazaré, manifestação católica mariana do segundo domingo de outubro de cada ano em que uma vela gigante, chamada círio, símbolo de uma fé robusta e perseverante acompanha a pequena imagem da Madona Santíssima em uma berlinda a percorrer as principais ruas da chamada Cidade das Mangueiras, Belém do Pará, atrelada essa imagenzinha a uma corda puxada outrora por bois, símbolo do sacrifício, mas hodiernamente por seres humanos os quais são chamados à obediência da fé que leva à santificação, ainda que com sacrifício.

A santificação é como o Círio porque nós somos chamados a puxarmos fisicamente ou espiritualmente no recôndito de nossos corações o sinal divino neste mundo que é Santa Maria e sua pequena imagenzinha pelas ruas de Belém ou pelos caminhos da vida ainda que com sacrifício, ainda que em dor, seja sofrendo o calor amazônico, sufoco e multidão de Belém dos meses de outubro; seja sofrendo o frios dos lugares frios com as solidões própria dos melhores que são os santos mesmo que em meio a multidões, mesmo que nos desertos da vida.

Por fim, não sejamos deformidades como os que optam por se eximirem de serem santos e, então, se tornam pessoas espiritualmente feias, nanicas espirituais, incapazes, por fria e deliberada opção, de chegar ao Céu a todo o católico destinado. Sejamos a pequena estrelinha, sejamos o pequeno luzeiro de santidade a todo o cristão destinado a brilhar nas trevas deste mundo que se consome a si mesmo na vaidade e no medo do diabo e da morte que o domina e soterra.

Google+ Badge

Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

Add me no Zapzap

 photo whatsapp-blue-tick_zpsae2o5yfc.jpg

Outros sites relevantes

Postagens mais visitadas

Leia também sobre a expiação limitada ou sacrifício eficaz

 photo cristo-bom-pastor 6_zpsufwssugx.jpg


Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.